Transportes

Atividade de cruzeiros gerou mais de 83M€ de impacto económico direto em Lisboa

A atividade de cruzeiros gerou mais de 83 milhões de euros de impacto económico direto na capital, em 2023, ano em que o Porto de Lisboa bateu vários recordes, superando pela primeira vez a barreira dos 700 mil passageiros e a dos 200 mil em turnaround.

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Em 2023, o Porto de Lisboa contabilizou, no total, 758.328 passageiros de cruzeiros, mais 54% do que em 2022, ultrapassando o anterior recorde que datava 2018, ano que registou 577. 603 passageiros de cruzeiro.

No período em análise, o número de passageiros em trânsito atingiu os 554.324, um crescimento de 37%, face a 2022, enquanto o segmento turnaround totalizou 204.004, um aumento de 131%, em comparação ao ano anterior, tendo sido movimentados 102.680 passageiros embarcados e 101.324 desembarcados.

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No entanto, e considerando que em 2023 embarcaram no Porto de Lisboa 102.680 passageiros e estiveram em trânsito 554.324, a atividade de cruzeiros gerou mais de 83 milhões de euros de impacto económico direto na capital, de acordo com o Estudo de Impacto Económico da Atividade de Cruzeiros em Lisboa, promovido pela APL, em parceria com a LCP e realizado pela Netsonda e a Nova SBE, que indica que um passageiro embarcado gasta em média em Lisboa 367 euros, e em trânsito 82 euros.

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A propósito destes números, o presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa (APL), Carlos Correia, destaca que “o ano de 2023 foi, indiscutivelmente, o melhor de sempre da atividade de cruzeiros em Lisboa, o que reflete o sucesso da estratégia de valorização e qualificação da indústria de cruzeiros na capital portuguesa coordenada pela APL e pelo concessionário.”

Em 2023, o segmento de turnaround foi o que mais se destacou, expondo a crescente procura de Lisboa por parte dos operadores para realizarem grandes operações. Refira-se que, a 30 de julho registou-se a maior operação de turnaround de sempre no Porto de Lisboa, com um total de 9.163 passageiros, dos quais 4.476 embarcados e 4.687 desembarcados.

O balanço positivo estende-se ainda ao número de escalas. Realizaram-se 347, mais 20 do que em 2022. Também as escalas em turnaround atingiram um novo recorde, 107, ultrapassando o máximo absoluto das 103 escalas contabilizadas no período homólogo.

Aos novos valores máximos juntam-se ainda 24 navios que escolheram o Porto de Lisboa para primeira escala, o maior número alguma vez somado. Destas embarcações, nove estavam a realizar a sua primeira viagem, e quatro delas passaram por Lisboa em viagem inaugural.

A Europa continuou a ser o principal mercado emissor dos passageiros que visitaram Lisboa em 2023, com o Reino Unido a destacar-se como mercado predominante, com 38% (286.305) do total. O segundo lugar, que até aqui pertencia ao mercado alemão, passou a ser detido pelos EUA que registou um crescimento de 116% e passa a deter uma quota de 20% de passageiros de cruzeiros (149.233) face aos 14% de 2022.

O mercado alemão, apesar de ter registado um crescimento de 14%, passa a ocupar a terceira posição, responsável por 15% dos turistas de cruzeiros em Lisboa, o Canadá fica em quatro lugar, com 34.085 passageiros (+172%) e com uma quota de mercado de 4%, enquanto na quinta posição, com 28.025 passageiros, encontra-se Portugal, que registou um crescimento de 68% e manteve o mesmo lugar face ao ano anterior.

Com os olhos postos na sustentabilidade

O Porto de Lisboa recebeu, em 2023, na sua viagem inaugural, o cruzeiro mais sustentável da atualidade, o Silver Nova. Trata-se de um navio que dispõe de fontes de energia híbridas, uma novidade na indústria, o que faz com que, em porto, alcance as zero emissões nocivas, um dos investimentos que as empresas do setor dos cruzeiros continuam a fazer em novos navios e em tecnologias verdes, com o objetivo de alcançar o “Global Net-Zero” até 2050, ou seja, zero emissões de gases com efeito de estufa.

Para os próximos cinco anos, os membros da Associação Internacional de Linhas de Cruzeiro anunciaram investimentos de 23 mil milhões de euros em novos navios, num forte compromisso com a sustentabilidade, e a descarbonização.

Por outro lado, até 2026, vários portos vão investir no fornecimento de energia elétrica aos navios de cruzeiro, com vista a contribuir para eliminar todas as emissões de CO2 nos portos até 2030. No Porto de Lisboa, esta transição para a energia elétrica é esperada até 2026.

Carlos Correia recorda os resultados do estudo ambiental relativo aos cruzeiros em Lisboa, realizado para a APL pela CLIA, em parceria com o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Rovira i Virgili (Tarragona, Espanha), que destaca que os níveis de concentração de poluição na capital portuguesa não são influenciados de forma significativa pela atividade de cruzeiros. A acrescer, “o facto do Porto de Lisboa continuar a trabalhar no processo de eletrificação do terminal de cruzeiros para mitigar tanto quanto possível os impactes ambientais da atividade de cruzeiros”, sublinhou o presidente da APL. O estudo analisou os níveis de dióxido de nitrogénio (NO2), dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO) e material particulado (PM10).

De acordo com os dados analisados, qualquer contribuição dos navios de cruzeiro para o aumento dos níveis locais de vários poluentes atmosféricos como o SO2 e o PM10, é muito limitada. Em termos de quantidade de monóxido de carbono e de ozono na qualidade do ar local, o impacto da atividade de cruzeiros revela-se mesmo insignificante.

Mesmo com um tráfego de navios muito superior ao que o Terminal de Cruzeiros de Lisboa pode acomodar, os resultados para os níveis de NO2 teriam uma classificação “razoável” ou “moderada”, de acordo com o Índice de Qualidade do Ar (IQA) da Agência Europeia do Ambiente (AEA).

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Emirates volta a recrutar tripulantes de cabine em Portugal

A Emirates volta a promover em Portugal, durante o mês de abril, os seus conhecidos Open Days para tripulantes de cabine. As sessões de recrutamento decorrerão em três cidades: duas sessões em Lisboa, uma no Porto e uma em Faro.

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Os Open Days da Emirates serão realizados nos dias 9 e 26 de abril, às 09h00, no Hotel Marriott Lisboa, enquanto no Porto será a 11 de abril, às 09h00, no NH Collection Porto Batalha, e em será no dia 28 de abril, também pelas 09h00, no Hotel Faro. No entanto, a Emirates recomenda os candidatos a confirmarem as datas, locais e horários no site oficial da companhia aérea, uma vez que estes podem ser alterados. Os quatro Open Days são de entrada livre e não requerem registo prévio.

A Emirates garante aos seus colaboradores excelentes oportunidades de carreira, com instalações de formação de alta qualidade e uma vasta gama de programas de desenvolvimento para os seus funcionários. Todos os que iniciem a sua carreira de tripulante de cabine serão submetidos a uma intensa formação de oito semanas nos mais elevados padrões de hospitalidade, segurança e prestação de serviços, nas modernas instalações da Emirates no Dubai.

A tripulação da Emirates está sediada na cidade do Dubai e beneficia de um pacote salarial distinto no mercado, que inclui uma variedade de benefícios, tais como um salário isento de impostos, alojamento gratuito fornecido pela empresa, transporte gratuito de e para o trabalho, excelente cobertura médica, bem como descontos exclusivos em compras e atividades de lazer no Dubai.

A Emirates opera em Portugal há 12 anos e disponibiliza atualmente 14 voos semanais a partir de Lisboa. A companhia aérea é a maior operadora mundial dos aviões Boeing 777 e Airbus A380.

Com uma rede global em constante expansão, a Emirates voa para mais de 140 destinos em seis continentes. Os tripulantes de cabine da companhia usufruem de vantagens exclusivas, incluindo benefícios de viagem, tanto para os próprios como para familiares e amigos, em toda a rede de destinos da Emirates.

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Rede Expressos oferece maior conforte em serviço Lisboa-Porto com a Mundial Turismo

A Rede Expressos converteu cinco ligações diárias entre Lisboa e Porto a serviço prime da Mundial Turismo, com snack incluído, Wi-Fi 5G, entretenimento a bordo e assentos que mais parecem poltronas.

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Este serviço, de acordo com a Rede Expressos, vai ao encontro de passageiros que, por motivos profissionais ou pessoais, procuram um nível superior de conforto e experiência, associado à imagem de qualidade e excelência da Mundial Turismo.

O interior dos autocarros será ainda mais diferenciado, com assentos duplos e individuais, pensados para passageiros que exigem o máximo de privacidade, além de fichas e tomadas USB, permitindo aproveitar a viagem sem interrupções, enquanto a decoração exterior difere da habitual usada pela Mundial Turismo, com o azul como cor dominante, complementada com o laranja com a sigla MT.

Em Lisboa (Sete Rios), as partidas começam às 05:15, com outras saídas às 11:00, 15:30, 16:00 e 21:30. No Porto (Campanhã), os horários para Lisboa são às 10:15, 10:30, 15:30, 16:00 e 20:30. O serviço é direto e diário, sem paragens entre Lisboa e Porto, proporcionando uma viagem rápida de aproximadamente 3h15m. A oferta já está disponível em rede-expressos.pt ou na app Rede Expressos, com bilhetes para o serviço prime a partir de 10€.

“É imperativo responder à procura por serviços que correspondam não só às necessidades, mas também às expectativas atuais dos passageiros, especialmente num mercado cada vez mais competitivo”, explica disse Celso Silva, diretor de marketing da Rede Expressos.

O responsável considera que “para competir com os elevados padrões de qualidade oferecidos por outros serviços de transporte de passageiros, é essencial que as empresas do setor rodoviário ofereçam uma combinação de fatores, como conforto, inovação, conectividade e uma experiência de viagem superior, adaptada às exigências de um público profissional e nómada”.

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Lusanova leva agentes de viagens à Grécia

Seis agentes de viagens portugueses estão a explorar a Grécia numa viagem de familiarização, que decorre até sábado, dia 5 de abril, promovida pela Lusanova, em parceria com a companhia aérea Aegean Airlines.

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Acompanhados por Marta Cruz e Francisco Álvares, da Lusanova, e por Yvonne Bardaji da Aegean Airlines, os agentes de viagens da ACP, Best Travel, Go Discover, Top Atlântico, Viajes El Corte Inglés e Wamos terão a oportunidade de conhecer pessoalmente alguns dos destinos incluídos na programação do operador turístico para a Grécia.

A capital Atenas, juntamente com Mycenas e Epidauro, são os principais destinos a serem explorados pelos profissionais durante esta experiência, oferecendo uma imersão na história e cultura da Grécia antiga. A jornada culminará com um cruzeiro de quatro noites no Mar Egeu, com paragens em Mykonos, a mais cosmopolita das ilhas gregas, Kusadasi, cidade turca vizinha de Éfeso, um dos maiores e mais importantes sítios arqueológicos da antiguidade, Patmos, onde se encontra o Mosteiro de São João, e a medieval cidade de Rodes, classificada Património da Humanidade pela UNESCO. O itinerário do cruzeiro inclui ainda as idílicas ilhas de Creta e Santorini, famosas pelas suas paisagens e praias paradisíacas.

 

 

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Flexibilidade é o que caracteriza a Viagens Tempo

A Viagens Tempo posiciona-se no mercado “como um operador turístico de proximidade, flexível, cujo foco é dar atenção e ajudar as agências de viagens a concretizar as vendas e crescermos juntos, para além de oferecer programas que vão ao encontro das expectativas do cliente final”. Quem o diz é o diretor do operador turístico, Ricardo Gordo.

Desde a pandemia que “o nosso crescimento tem sido constante e acredito que vai continuar, de forma sustentável e valores sólidos, adicionando sempre valor ao produto”, garantiu o diretor do operador turístico Viagens Tempo, Ricardo Gordo, em declarações ao Publituris. Sobre o posicionamento da Viagens Tempo no mercado, o responsável refere que “temos de evoluir todos os anos, mas não acredito em mudanças drásticas, crescimentos bruscos e muito rápidos, e sim no caminho que sempre foi alinhado, ou seja, sustentável”, para avançar que o futuro “vai depender também da evolução do próprio mercado”. No entanto, uma coisa é certa, disse: “Temos de estar disponíveis para isso, evoluir com as novas tecnologias, a inteligência artificial, e com destinos emergentes que possam aparecer, sem loucuras, mas mantendo a nossa linha, que é uma empresa familiar, próxima do agente de viagens, e o maior valor que tento imprimir na empresa é a flexibilidade”, realçou.

Nesta linha, Ricardo Gordo é presença assídua nas convenções anuais dos vários grupos e redes de gestão de agências de viagens, tendo a Viagens Tempo sido várias vezes premiada. Para o diretor do operador turístico, trata-se “de uma oportunidade para mostrarmos o nosso produto e, acima de tudo, para mostrarmos que estamos junto dos agentes de viagens, e que nos vejam como um parceiro viável para o sucesso do seu negócio, que os seus clientes vão, cheguem satisfeitos e voltem a viajar. Só assim todos nós ganhamos dinheiro no processo e prestamos o melhor serviço possível”, defendeu, para indicar que, neste contexto, “a nossa maior preocupação é na pré-venda, venda e pós-venda”.

Ásia em evidência
Quanto ao produto, Ricardo Gordo considera que “somos um operador generalista porque vendemos todo o mundo, ou seja, temos produtos que os outros operadores também oferecem. Não vendemos produtos massificados, de charters, nunca foi o foco da empresa, não quer dizer que no futuro não possa vir a ser, mas até agora não está nos nossos horizontes”, para sublinhar que a diferenciação “é feita pela equipa que se mantém na empresa há muitos anos, o conhecimento do produto e aquilo que conseguimos colocar nós próprios naquilo que oferecemos, e o acompanhamento que damos em todo o processo, desde a pré-venda, enquanto o cliente está no destino e no pós-venda”, reforçou.

O diretor da Viagens Tempo recorda que “temos 30 anos, começámos com Portugal e Espanha e agora vendemos praticamente o mundo inteiro, e nos últimos anos temos crescido mais nos destinos longínquos, com grande conhecimento da nossa parte, e onde conseguimos fazer alguma diferença”. Desde a Europa, África, Ásia, “tentamos sempre procurar destinos novos, sem esquecer que o mundo hoje é global e já está tudo descoberto, o que podemos dar é o nosso serviço, o nosso conhecimento e colocar o máximo de qualidade possível naquilo que fazemos”.

Durante a pandemia, que teve efeito transversal a todo o mundo, o primeiro destino a abrir foram as Maldivas, “o que causou um boom de vendas, e na nossa empresa também sentimos isso, e ainda hoje um dos principais destinos da Viagens Tempo são as Maldivas, coisa que não acontecia antes da pandemia”. No entanto, conforme revelou o nosso entrevistado, “o ano passado a Ásia conquistou muito terreno aos outros continentes, numa relação qualidade-preço mais apelativa, ou seja, o Japão e o Vietname foram os destinos que mais tiveram procura, em detrimento de outros como a América Latina que, devido a algumas instabilidades políticas que se verificaram na região, sofreu um pouco mais, mas a Ásia tem sido um dos grandes continentes e uma aposta”.

E este ano? “Sinto que existe uma continuidade do que se verificou em 2024. Os destinos continuam a ser os mesmos, embora a África esteja a subir, com safaris e praias, como por exemplo, o Zanzibar”, adiantou Ricardo Gordo. Se o ano passado foi globalmente positivo, “2025 mantém a tendência de continuidade. Tem-se assistido a uma subida constante, e bastante sustentável, das vendas, e parece-me que o ano também vai correr bem e vai haver um crescimento igual ao do ano passado”, evidenciou. O grosso da programação está praticamente completa e disponível no site do operador turístico.

Três tipo de produtos
A Viagens Tempo, refira-se oferece, essencialmente, três tipos de produtos: Praias exclusivas, circuitos culturais na Europa e um pouco em todo o mundo, e um terceiro, lançado há três anos, que são grupos em partidas exclusivas. Este último “é tipo chave na mão em que o cliente tem tudo incluído e vai com acompanhamento da Viagens Tempo desde o aeroporto de saída até ao regresso, um produto mais específico para aquele cliente que quer ser mais acompanhado, viajar só com portugueses e com guia em todos os momentos. Este produto tem crescido muito, tem-se desenvolvido com bastantes mais partidas, sem descurar os regulares”, reforçou o responsável.

O operador turístico tem sede no Porto, mas, segundo o seu diretor, “a maior parte das nossas vendas provém do sul, e a nossa ideia é tentar vender em todo o país”, explicou, avançando que “temos uma comercial no sul e outra no norte, e toda a nossa parte de comunicação, mas o importante é sermos conhecidos”. Para tal, “temos contratos com todas as agências de viagens do país, e o nosso foco é sempre, estarmos disponíveis, sermos flexíveis e estarmos sempre ao lado dos agentes de viagens para podermos crescer juntos”, concluiu.

Viagens em grupo exclusivos

O operador turístico Viagens Tempo disponibiliza ao mercado uma série de viagens em grupo exclusivos, sempre com acompanhamento do seu pessoal desde Portugal até ao destino. Os preços apresentados no seu site têm sempre taxas incluídas. Desta panóplia de circuitos, destacamos os mais significativos.
Europa Florida – saída especial a 26 de abril (Holanda e Bélgica), cinco dias, sete refeições, para visitar Amesterdão / Volendam / Marken / Keukenhof / Haia / Roterdão / Bruges / Gante / Bruxelas.
À Descoberta dos Balcãs – saída especial a 13 de setembro (Croácia, Montenegro, Albânia e Macedónia do Norte), oito dias, 13 refeições, para visitar Dubrovnik / Podgorica / Bar / Tirana / Ohrid / Skopje.
Templos e Pirâmides dos Faraós – saídas do Porto e de Lisboa a 29 de abril e 14 de outubro, com guia em português, nove dias, 14 refeições, quatro noites no Cairo mais três noites de cruzeiro.
Croácia e Eslovénia – saídas especiais a 25 de abril, 7 e 28 de junho, 2 e 23 de agosto e 7 de setembro, sete dias, 11 refeições, visitando Zagreb / Bled / Ljubljana / Postojna / Rovinj / Pula / Rijeka / Parque Nacional dos Lagos de Plitvice / Zadar / Sibenik / Trogir / Split / Dubrovnik.
Índia Encantada e Varanasi – saída especial a 8 de setembro, 10 dias, 16 refeições, para visitar Nova Deli / Jaipur / Forte Amber / Abhaneri / Fatehpur Sikri / Agra / Varanasi.
Uzbequistão – A Magia da Rota da Seda – saída especial a 25 de agosto, nove dias, 14 refeições, descobrindo Tashkent / Khiva / Bukhara / Samarcanda.
Castelos do Loire, Bretanha e Normandia – saída especial a 10 de junho (França), numa viagem de 10 dias com 14 refeições, para descobrir Paris / Tours / Nantes / Vannes / Quimper / Saint-Malo / Mont St. Michel / Caen / Praias do Desembarque / Honfleur / Rouen / Giverny.
Sri Lanka – Entre Templos, Florestas e Vida Selvagem – saída especial a 14 de agosto 2025, 10 dias, 15 refeições, visitando Colombo / Kandy / Ella / Parque Nacional de Gal Oya / Sirigiya.
Estocolmo e Fiordes – A Rota dos Vikings – saída especial a 10 de junho 2025 (Suécia e Noruega), 10 dias, 11 refeições, para visitar Estocolmo / Hammer / Região dos Fiordes / Bergen / Cascatas de Voringsfossen / Geilo / Oslo.
México – Especial Catrinas e Dia dos Mortos – saída especial a 31 de outubro, 11 dias, 16 refeições, visitando Cidade do México / San Cristóbal / Palenque / Campeche / Uxmal / Mérida / Chichén Itzá / Riviera Maya.
Coreia do Sul – Luzes e Tradições – saída especial a 31 de outubro, 11 dias, 15 refeições, descobrindo Seul / Gyeongju / Busan.
Japão Rota dos Samurais – saídas especiais a 8 de junho e 25 de julho, 13 dias, 14 refeições, para visitar Tóquio / Hakone / Odawara / Nagoya / Shirakawago / Takayama / Magome / Quioto / Osaka.
Programa especial com possibilidade de visitar a Expo Osaka 2025.

Os destinos

A Viagens Tempo oferece uma ampla programação na Europa, organizando circuitos culturais que combinam as principais cidades do velho continente. Destaque para as partidas especiais exclusivas para o mercado nacional, pensadas para responder às exigências do cliente português.
Se a opção for algo mais exótico e remoto, o operador turístico programa circuitos e safaris em África, das Cidades Imperiais de Marrocos até ao Reino do Leão; circuitos na América, dos Sonhos do Oeste Americano até à Rota dos Incas; circuitos na Ásia e Oceania, da Índia Encantada à Austrália Didgeridoo; circuitos no Médio Oriente, da Rota da Paz, em Israel, às Lendas da Jordânia; e estadias nas idílicas praias no Índico, de Zanzibar às Maldivas.
Em todos os programas, para garantir o melhor acompanhamento e segurança dos clientes, a empresa disponibiliza ainda de um serviço de assistência em viagem 24 horas.

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WTTC critica ETA no Reino Unido

Com a entrada em vigor da obrigação da Autorização Eletrónica de Viagem (ETA) para todos os visitantes europeus para entrarem no Reino Unido, o WTTC critica a medida.

Victor Jorge

A partir de 2 de abril, todos os cidadãos europeus, incluindo os portugueses, que pretendam visitar o Reino Unido devem solicitar uma Autorização Eletrónica de Viagem (ETA, sigla em inglês) antes de viajar.

A presidente e CEO do World Travel & Tourism Council, Julia Simpson, criticou esta medida, referindo que “vai completamente contra a política de crescimento do Reino Unido” e que “em vez de tornar o país um destino atrativo, cria mais um obstáculo para os turistas”.

“Os visitantes internacionais são, na prática, exportações – trazendo moeda estrangeira valiosa”, afirmou Julia Simpson, dando ainda conta que o Reino Unido “já é um dos países mais caros para visitar, com um IVA acima da média, Taxa de Passageiros Aéreos, preços inflacionados devido às contribuições para a Segurança Social das empresas e a ausência de compras isentas de impostos para clientes de alto valor. São erros que prejudicam a nossa economia”.

De acordo com os números do WTTC, o setor das viagens e turismo contribui com mais de 280 mil milhões de libras (cerca de 335 mil milhões de euros) para a economia do Reino Unido, sustentando mais de quatro milhões de empregos em todo o país. “Além disso, as nossas empresas pagam anualmente 100 mil milhões de libras ao Tesouro em receitas fiscais”, avança ainda Julia Simpson.

E a presidente e CEO do WTT aconselha o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, a “concentrar-se no crescimento da economia e na proteção dos empregos, em vez de introduzir políticas que os coloquem em risco”.

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Mais de 100 vinhos de Trás-os-Montes para provar em Vilamoura

Este sábado, dia 5 de abril, o Algarve recebe, pela primeira vez, o Trás-os-Montes em Prova, um evento organizado pela Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM) que vai dar a conhecer mais de uma centena de vinhos de 17 produtores da região.

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Vilamoura foi o palco escolhido pela Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM) para a estreia do Trás-os-Montes em Prova no Algarve. 17 produtores transmontanos dão a conhecer e a provar, este sábado, dia 5 de abril, mais de 100 referências de vinho, das 15h00 às 20h00, no hotel Tivoli Marina Vilamoura.

Organizado pela CVRTM, este evento, aberto a profissionais e ao público em geral, visa promover os vinhos de Trás-os-Montes no sul do país, um mercado ainda pouco explorado, até à data, e que tanto os produtores como a Comissão acreditam ter um enorme potencial.

Os bilhetes são vendidos exclusivamente no local do evento e custam 10 euros. Os visitantes têm a oportunidade de conhecer e provar alguns dos melhores vinhos desta região vitivinícola portuguesa, conhecida pela riqueza e variedade do seu terroir, onde se produzem vinhos tintos muito elegantes e brancos que surpreendem pelo aroma e frescura.

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BOC Aviation vai ao mercado e encomenda 120 aviões à Airbus e Boeing

A BOC Aviation encomendou, no mesmo dia, 120 novos aviões, 70 à Airbus e 50 à Boeing.

Victor Jorge

A BOC Aviation, uma das principais empresas de leasing de aeronaves do mundo, fez uma encomenda à Airbus para mais 70 aeronaves da família A320neo. Com esta encomenda, a carteira de encomendas da BOC Aviation atinge o maior volume da sua história com a Airbus.

“Esta transação elevará a nossa carteira de encomendas pendentes da Airbus para cerca de 200 aeronaves e levará o número total de entregas de aeronaves Airbus para mais de 700 (incluindo aquisições e leasebacks) desde a nossa primeira encomenda em 1996”, afirma Steven Townend, CEO e diretor-executivo da BOC Aviation, no site da companhia.

“Esta encomenda reforça a nossa posição como um dos cinco maiores lessores operacionais de aeronaves do mundo e garante-nos um forte pipeline de entregas para a próxima década”, refere ainda Townend.

Do lado de quem venda, Benoit de Saint-Exupéry, vice-presidente Executivo de Vendas da Airbus para a aviação comercial, destaca esta nova “encomenda significativa” da BOC Aviation, admitindo ser “um testemunho da confiança contínua na família A320. Este importante investimento torna a BOC Aviation um dos maiores clientes da Airbus e sublinha a forte e contínua procura de mercado pelos nossos aviões eficientes em termos de consumo de combustível e pelo seu valor a longo prazo”.

Do outro lado do Atlântico, a BOC Aviation encomendou 50 aviões 737-8, aumentando, desta forma, o portfólio total para 215 aeronaves 737-8 e 737-9, aumentando a sua carteira de encomendas à Boeing para 139 pedidos em aberto. Atualmente, a BOC Aviation tem 69 aeronaves 737 MAX em contratos de leasing operacional com mais de 15 companhias aéreas em todo o mundo.

Também aqui, Steven Townend afirma que esta encomenda “permitirá que continuemos a fornecer às nossas companhias aéreas clientes aeronaves tecnologicamente avançadas para o crescimento das suas frotas no futuro”, referindo ainda “o compromisso para adquirir mais de 140 destas aeronaves, o que representa a maior carteira de encomendas da Boeing na história da BOC Aviation”.

Refira-se que, com os aviões de corredor único previstos a representar 75% das entregas globais nos próximos 20 anos, as empresas de leasing estão a reforçar as suas carteiras de encomendas para apoiar os planos de crescimento das frotas das companhias aéreas e substituir aviões mais antigos e menos eficientes.

Até à data, os lessores encomendaram mais de 1.200 aeronaves 737 MAX, numa estratégia para substituir até 300 aviões Next-Generation 737 por ano, que deverão ser retirados das operações de passageiros até ao final da década.

No caso da Airbus, a família A320 é a mais popular do mundo no segmento de aeronaves de corredor único, tendo conquistado mais de 19.000 encomendas a nível global.

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Norfin investe na construção de hotel cinco estrelas no Palmares Ocean Living & Golf

O futuro JW Marriott Algarve Palmares Hotel & Spa vai contar com um total de 305 unidades geridas pela JW Marriott, divididas entre 172 quartos e suites e um projeto de 133 residências da marca JW Marriott. As escavações para a construção arrancaram no passado mês de fevereiro.

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O grupo Norfin vai investir na construção de um hotel cinco estrelas no resort Palmares Ocean Living & Golf, situado em Lagos, no Algarve.

O futuro JW Marriott Algarve Palmares Hotel & Spa vai contar com 172 quartos e suites, num projeto que também inclui, numa fase posterior, 133 residências da marca JW Marriott – ou seja, um total de 305 unidades geridas pela JW Marriott. As escavações para a construção começaram no passado mês de fevereiro.

A unidade hoteleira, situada entre a baía de Lagos e a ria de Alvor, com vista para o Oceano Atlântico, será a primeira a ostentar a marca JW Marriot em Portugal.

“Este hotel JW Marriott é o primeiro da marca em Portugal e será o fator que irá elevar o resort em Palmares. Cada pormenor foi cuidadosamente pensado para proporcionar um ambiente sofisticado e confortável”, explica Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin.

, acrescentando que “os prestigiados escritórios de arquitetura e design de interiores, RCR Arquitectes e Goddard Littlefair, combinaram na perfeição as suas respetivas especialidades para criar uma experiência única para os hóspedes, estabelecendo o legado de design de classe mundial do resort”.

Projetado pelo estúdio RCR Arquitectes, vencedor do Prémio Pritzker, o projeto de arquitetura pretende criar “um ambiente harmonioso e tranquilo”, como referido em nota de imprensa. Já o design de interiores ficará a cargo da Goddard Littlefair.

Martin Goddard, diretor e fundador da Goddard Littlefair, explica que “o objetivo foi criar interiores que estivessem profundamente ligados à paisagem, misturando influências mouriscas com a rica cultura e o artesanato do Algarve”.

Dos 172 quartos, 80 serão Standard King, 68 Duplos Standard, 22 Suites e dois Signature Suites.

“O hotel faz parte de uma narrativa e de um conceito unificado, com o objetivo de criar um lugar único: Palmares. Um lugar onde a arquitetura é a paisagem e a paisagem é a arquitetura”, acrescenta Rafael Aranda, sócio fundador da RCR Arquitectes.

As valências do futuro JW Marriott Algarve Palmares Hotel & Spa incluem um restaurante de serviço contínuo e um espaço de fine dining de assinatura, complementados por um bar junto à piscina e um lounge & bar no lobby. Acresce um centro de bem-estar e fitness, um clube infantil Family by JW, piscinas interiores e exteriores, salas de reuniões, serviços de quarto e de motorista, bem como salas exclusivas para tratamentos de spa.

O espaço contará ainda com apontamentos da marca, como um JW Garden e espaços de experiências Family by JW. Além disso, todos os hóspedes terão acesso ao restante resort, incluindo o campo de golfe de 27 buracos, futuras instalações de padel e o restaurante Al-Sud, distinguido com uma estrela Michelin.

“A assinatura do JW Marriott Algarve Palmares Hotel & Spa continua a refletir as fortes oportunidades de crescimento que estamos a observar para o alojamento de luxo em Portugal. Estamos entusiasmados por trabalhar com o Grupo Norfin para trazer o legado da JW Marriott, com um serviço extraordinário, design cuidadosamente pensado e experiências enriquecedoras de bem-estar para este destino deslumbrante”, refere Timothy Walton, Senior Vice President de Development na Europa Ocidental da Marriott International.

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Enoturismo

Quinta do Castelo acolhe a Grande Festa Nacional do Enoturismo

A Quinta do Castelo, na região do Dão, vai ser o palco da gala e o jantar do Prémio Nacional do Enoturismo APENO – Ageas Seguros 2025, que terá lugar no próximo dia 30 de maio.

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O Prémio Nacional do Enoturismo APENO – Ageas Seguros viaja este ano para o coração do Dão e volta a marcar encontro com a comunidade e as tradições locais das regiões portuguesas por onde tem passado, seguindo assim, como já é hábito, as boas práticas de sustentabilidade.

Desta vez, Nelas, em Viseu, é a cidade escolhida para a grande festa do enoturismo nacional. A 30 de maio, a partir das 18h, a Quinta do Castelo transforma-se no palco do Prémio Nacional do Enoturismo, com um jantar de gala preparado a preceito pelo reconhecido chef Henrique Ferreira, proprietário do restaurante Tertúlia, no Hotel Puro Dão, em Nelas, e com um longo percurso em algumas das melhores cozinhas nacionais.

“Além de premiar as melhores empresas e profissionais do Enoturismo, a ideia é, uma vez mais, evidenciar a região que acolhe o Prémio Nacional do Enoturismo, e surpreender pela elegância, pelos detalhes, pela criatividade e profissionalismo, pelos vinhos e, claro, pela gastronomia. Tudo numa só noite que promete ser mágica”, afirma Maria João de Almeida, presidente da Associação Portuguesa de Enoturismo.

A dirigente avança que “depois de uma busca pela região, a Quinta do Castelo revelou ter as condições ideais para receber o evento, e o Henrique é um chef que trabalha muito bem os produtos e os sabores autóctones do Dão, com um olhar moderno e criativo. Seguramente, os convidados serão também conquistados pelo estômago”.

Situada no planalto beirão, entre a Serra da Estrela e o Caramulo, Nelas estende-se pelos vales do Dão e do Mondego, sendo reconhecida como o coração da Região Demarcada do Dão. É neste cenário coberto de vinhas, que encontramos a Quinta do Castelo, um espaço ideal para a organização de eventos. Além de ter um restaurante reconhecido pela sua saborosa cozinha regional, a Quinta do Castelo distingue-se pela produção dos seus próprios vinhos – Casa do Castelo – provenientes dos seus oito hectares de vinha e de uma adega bem apetrechada.

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Emprego e Formação

Publituris estabelece parceria com a HOSCO para dinamizar emprego no setor do turismo e hotelaria

O jornal Publituris e a revista Publituris Hotelaria estabeleceram uma parceria com a plataforma internacional de emprego HOSCO para promover o emprego no setor do turismo.

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O jornal Publituris e a revista Publituris Hotelaria estabeleceram uma parceria com a HOSCO, plataforma digital que atualmente conecta centenas de milhares de profissionais com milhares de empresas líderes do setor do turismo e hotelaria em todo o mundo.

Nas homepages do Publituris e da Publituris Hotelaria passará a estar presente um botão/link a partir do qual os profissionais poderão encontrar as melhores ofertas de emprego, em Portugal e no mundo, em áreas tão diversas como revenue management, finanças e contabilidade, manutenção, guest relations, Food&Beverage, front office, housekeeping, eventos, sales & marketing, entre outros.

Com mais de 1,5 milhões de profissionais como membros, o jornal Publituris passa, assim, a disponibilizar uma ferramenta relevantes para quem procura e oferece emprego.

Olivier Bracard, CEO da HOSCO, empresa fundada em 2011, com sede em Genebra e escritórios em Barcelona e Dubai, salienta o “dinamismo do portal de emprego e a sua abrangência mundial, com milhares de ofertas disponíveis”.

Olivier Bracard, CEO da HOSCO

Com atualização constante e regular, a plataforma inclui filtros para pesquisas de emprego com base na data de publicação, permitindo visualizar vagas das últimas 24 horas, 3 dias, 7 dias, 15 dias e 30 dias, refletindo um fluxo contínuo de novas oportunidades.

Para além das ofertas de emprego, estágios e programas de formação, a Hosco está empenhada no desenvolvimento profissional de quem já exerce ou pretende exercer uma carreira nos setores do turismo e hotelaria.

Além das ofertas de emprego, a HOSCO disponibiliza ainda um conjunto de mais de 200 cursos de formação online na área da hotelaria e mais de 2.000 micro-aulas, permitindo aos profissionais aprimorarem as suas competências e conhecimentos.

Olivier Bracard refere que a plataforma conta com “uma comunidade global de mais de 1,5 milhões de membros e parcerias com mais de 400 escolas de hotelaria. Esta vasta rede, aliada a ofertas de emprego personalizadas e recursos de desenvolvimento profissional, torna a HOSCO uma referência única e valiosa no setor da hotelaria”.

De referir ainda que a plataforma adiciona entre 3.000 e 4.000 novas vagas de emprego em todo o mundo a cada semana, agilizando o processo de recrutamento e garantindo uma comunicação eficiente entre candidatos e gestores de contratação.

Com os recursos humanos a constituírem um dos maiores desafios no setor do turismo e hotelaria, “este é o contributo que o jornal Publituris e a revista Publituris Hotelaria passam a disponibilizar ao mercado português e aos profissionais que pretendem procurar emprego ou valorizar as respetivas carreiras nesta indústria tão importante para a economia portuguesa”, refere Victor Jorge, diretor editorial de ambas as publicações pertencentes à Workmedia, grupo que detém ainda as publicações profissionais Meios&Publicidade, Construir e Hipersuper.

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