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Turkish Airlines inclui Lisboa e Porto na oferta de 50% de milhas extra

A oferta da Turkish Airlines é válida para emissões realizadas até 5 de março, cujas viagens decorram até 26 de março de 2025 e aplica-se a viagens e ida e volta ou apenas num dos trajetos, em económica ou business class. 

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Turkish Airlines inclui Lisboa e Porto na oferta de 50% de milhas extra

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A Turkish Airlines lançou uma nova oferta no âmbito do Miles&Smiles, o programa de passageiro frequente da companhia aérea turca, que está a oferecer 50% de milhas extra em reservas para várias rotas até 5 de março de 2025, numa oferta que inclui também as rotas que a transportadora opera entre Lisboa e Porto e a cidade turca de Istambul.

“Explore a atmosfera encantadora e cativante do sul da Europa enquanto ganha 50% de milhas extras. Marque já o seu voo e desfrute de milhas extra numa seleção de rotas, incluindo partida de Lisboa e chegada à Turquia e vice-versa”, lê-se numa nota informativa da Turkish Airlines.

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A oferta é válida para emissões realizadas até 5 de março, cujas viagens decorram até 26 de março de 2025 e aplica-se a viagens e ida e volta ou apenas num dos trajetos, em económica ou business class.

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Todas as condições desta oferta podem ser consultadas aqui.

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Azul abre nova rota entre Campinas e o Porto em junho

A partir de 1 de junho, a Azul passa a voar também entre Campinas e o Porto, numa operação com três voos por semana, em aparelhos A330neo, com 298 passageiros, incluindo 34 assentos em classe executiva. A nova rota junta-se à que a companhia aérea já tinha anunciado e que vai ligar também o Porto a Recife.

A Azul vai abrir uma segunda rota para o Porto durante o verão, passando a ligar também a cidade Invicta ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, três vezes por semana a partir de 1 de junho, informou a companhia aérea brasileira, em comunicado.

“A nova operação para a Europa terá início em junho, durante a temporada de verão, quando os dias são mais longos e há ainda mais opções de lazer interno e em países vizinhos”, explica a Azul, na informação divulgada esta quarta-feira, 26 de fevereiro.

A companhia aérea indica que os voos entre Campinas e a cidade do Porto vão ser realizados em aviões A330 Neo, com capacidade para 298 passageiros, incluindo 34 assentos em classe executiva.

As partidas de Campinas decorrem às terças, quintas e domingos, com  saída pelas 20h30, para chegar ao Porto às 10h25 do dia seguinte, enquanto as partidas do Porto acontecem às segundas, quartas e sextas-feiras, pelas 13h10, chegando a Campinas às 19h05.

A rota da Azul entre Campinas e o Porto foi anunciada em conjunto com as novas ligações que a companhia aérea vai também abrir para Montevidéu, no Uruguai, cujo início está previsto para dia 1 de julho.

No caso de Montevidéu, a Azul vai operar voos diários, com exceção das quartas-feiras e domingos, com a partida de Campinas a decorrer pelas 09h00, chegando à capital do Uruguai pelas 12h15, enquanto em sentido contrário a partida de Montevidéu está prevista para as 13h30, chegando a Campinas às 16h00.

“A Azul estruturou um modelo de conectividade em Viracopos que atende clientes do interior de São Paulo e de todos os estados do Brasil. Agora, quem voar com a gente, terá uma nova porta de entrada para Europa e outra para o Uruguai. Vamos aumentar o fluxo de turistas e fortalecer negócios na origem e no destino. Isso só é possível a partir de um trabalho em conjunto com o governo do Estado”, afirma César Grandolfo, gerente sénior de Relações Institucionais da Azul.

Recorde-se que o anúncio da nova rota segue-se ao que a Azul tinha feito já este mês e que veio confirmar a abertura de uma rota entre Recife e a cidade do Porto, com início a 2 de junho e que vai ter dois voos por semana.

As partidas de Recife decorrem às quartas e sextas-feiras, pelas 18h30, enquanto as partidas do Porto acontecem às quintas-feiras e domingos, pelas 10h00, sendo os voos operados em aparelhos Boeing 767, com capacidade para transportar 259 passageiros, incluindo 14 em classe executiva e 245 passageiros em Económica.

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IATA: Transporte Aéreo manteve “forte desempenho” na segurança mas aquém de 2023

Apesar do transporte aéreo ter apresentado, no ano passado, um “forte desempenho” no que diz respeito à segurança, a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo diz que houve, no entanto, “um passo atrás em relação ao desempenho excepcional em 2023”.

O transporte aéreo manteve, no ano passado, um “forte desempenho” no que diz respeito à segurança, avança a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que diz, no entanto, que houve “um passo atrás em relação ao desempenho excepcional em 2023”.

Segundo a associação, em 2024, a taxa de acidentes ficou nos 1,13 por milhão de voos, o que quer dizer que houve um acidente por 880.000 voos realizados, num desempenho que foi “melhor do que a média a cinco anos”, que é de 1,25 acidentes por milhão de voos.

No entanto, os dados da IATA também mostram que, em relação a 2023, a taxa de acidentes do ano passado foi superior, já que há dois anos se tinham registado 1,09 acidentes por milhão de voos.

“Houve sete acidentes fatais em 2024, entre 40,6 milhões de voos. Isso é superior ao único acidente fatal registrado em 2023 e à média de cinco acidentes fatais em cinco anos”, lê-se num comunicado divulgado pela associação esta quarta-feira, 26 de fevereiro.

Entre as companhia aéreas que estão no IOSA, ou seja, o registro de Auditoria de Segurança Operacional da IATA, a taxa de acidentes foi de 0,92 por milhão de voos, valor que foi “significativamente menor do que os 1,70 registrados por transportadoras não pertencentes à IATA”.

No ano passado, houve ainda 244 mortes a bordo, número que é significativamente superior às 72 fatalidades a bordo relatadas em 2023, assim como à média dos últimos cinco anos, que está nas 144 mortes a bordo.

“Mesmo com os recentes acidentes de aviação de alto perfil, é importante lembrar que acidentes são extremamente raros. Houve 40,6 milhões de voos em 2024 e sete acidentes fatais. Além disso, a história de longo prazo da segurança da aviação é de melhoria contínua”, acrescenta Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

A IATA sublinha que, no ano passado, houve também mais acidentes no solo, como colisões de cauda ou saídas de pista, o que, segundo a associação, realça “a importância das medidas de segurança na descolagem e aterragem”.

Maior risco em zonas de conflito

A IATA alerta ainda para os riscos “crescentes” para a aviação em zonas de conflito e lembra os dois aviões que, no ano passado, se despenharam por interferência dos conflitos armados, como o avião que caiu no Cazaquistão e que provocou 38 mortes, bem como o que caiu no Sudão e que fez cinco vítimas mortais.

Apesar destes acidentes não serem considerados no relatório de segurança da IATA, a associação admite que eles são, “juntamente com os crescentes incidentes de interferência do Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS), uma das principais preocupações para a segurança da aviação, exigindo coordenação global urgente”.

“Nenhuma aeronave civil deve ser alvo — deliberado ou acidental — de operações militares”, alerta Willie Walsh, defendendo que os governos “devem intensificar e melhorar a partilha de inteligência e estabelecer protocolos globais mais claros para evitar tais tragédias e proteger a aviação civil”.

América do Norte foi a região com maior número de acidentes aéreos

O relatório de segurança da IATA lista ainda os acidentes por regiões, com destaque para a América do Norte, que registou, no ano passado, um total de 12 acidentes aéreos, naquele que foi o maior número entre todas as regiões do mundo.

Contudo, os dados da IATA indicam que a taxa de acidentes na América do Norte desceu no ano passado, já que passou de 1,53 acidentes por milhão de voos em 2023, para 1,20 acidentes por milhão de voos, ficando ainda acima da média a cinco anos, que está nos 1,26 acidentes por milhão de voos, enquanto o risco de fatalidade continua nos zero desde 2020.

“Os tipos de acidentes mais comuns em 2024 foram colisões com a cauda, ​​seguidos por danos na pista e saída de pista. Embora nenhum acidente tenha estado relacionado com detritos de operações espaciais, o número crescente de lançamentos de foguetes apresenta desafios para o gerenciamento do tráfego aéreo”, refere a IATA, em relação à América do Norte.

Já a Ásia-Pacífico registou, no ano passado, sete acidentes, o que levou a que a taxa de acidentes aumentasse de 0,92 por milhão de voos em 2023 para 1,04 em 2024, ainda assim, abaixo da média regional dos últimos cinco anos, que é de 1,10 acidentes por milhão de voos.

“O risco de fatalidade permaneceu inalterado em 0,15 desde 2023. Não houve uma classificação dominante para acidentes na região, que incluíam colisões com a cauda, ​​danos na pista e turbulência, entre outros”, refere a IATA.

Em África, no ano passado foram contabilizados 10 acidentes, o que levou a que a taxa regional de acidentes tenha aumentado de 8,36 acidentes por milhão de voos em 2023 para 10,59 em 2024, superando a média de cinco anos de 8,46 acidentes por milhão de voos.

“África (AFI) registrou a maior taxa de acidentes, embora o risco de fatalidade tenha permanecido em zero pelo segundo ano consecutivo. Os tipos de acidentes mais comuns em 2024 foram saídas de pista, seguidas por problemas relacionados com o trem de aterragem”, explica a IATA.

Já no Médio Oriente e Norte de África, registaram-se, no ano passado, apenas dois acidentes, o que permitiu que a taxa de acidentes descesse de 1,12 acidentes por milhão de voos em 2023 para 1,08 em 2024, num desempenho que foi ainda “melhor do que a média de cinco anos da região”, que está nos 1,09 acidentes por milhão de voos.

Entre a Comunidade de Estados Independentes, não houve acidentes aéreos registados no ano passado, o que levou a que a taxa regional de acidentes melhorasse, passando de 1,05 acidentes por milhão de voos em 2023 para zero em 2024, numa melhoria que foi também obtida em relação à média de cinco anos da região, que está nos 2,49.

Neste caso, a IATA diz que “os riscos de segurança associados a conflitos regionais continuam a ser as principais preocupações para a segurança da aviação” nesta zona.

Na Europa, houve ainda nove acidentes em 2024, pelo que a taxa regional de acidentes aumentou “ligeiramente”, passando de 0,95 acidentes por milhão de voos em 2023 para 1,02 acidentes em 2024.

“Essa taxa está ao mesmo nível da taxa média de acidentes a cinco anos da região, que é de 1,02. A taxa de risco de fatalidade aumentou de zero em 2023 para 0,03 em 2024. A maior proporção de acidentes foi relacionada a colisões com a cauda, ​​seguidas por saídas na pista”, refere a IATA, relativamente à Europa.

Já no Norte da Ásia, houve “um único acidente” no ano passado, o que ditou um aumento ligeiro da taxa de acidentes, que passou de zero em 2023 para 0,13 no ano passado, ficando, ainda assim, abaixo dos 0,16 acidentes por milhão de voos registados nos últimos cinco anos.

“Houve apenas um acidente envolvendo operadores do norte da Ásia e foi relacionado a uma colisão com a cauda”, refere a IATA, em relação aos acidentes registados no Norte da Ásia, em 2024.

Já na América Latina e Caraíbas, a IATA diz ainda que, no ano passado, se registaram cinco acidentes, o que levou a que a taxa de acidentes tenha aumentado de 0,73 acidentes por milhão de voos em 2023 para 1,77 acidentes em 2024.

“Isso foi melhor do que a média a cinco anos de 2,00. O risco de fatalidade aumentou de 0,00 em 2023 para 0,35 em 2024. A maior proporção de acidentes esteve relacionada com colisões com a cauda”, justifica ainda a IATA.

A IATA apela ainda a que os relatórios sobre os acidentes aéreos sejam “oportunos, abrangentes e públicos” e diz que, a sua análise às investigações de acidentes entre 2018 e 2023, revela que “apenas 57% foram concluídas e publicadas conforme obrigatório pela Convenção de Chicago”.

“As taxas de conclusão variam significativamente entre as regiões, com o Norte da Ásia liderando com 75%, seguido pela América do Norte (70%) e Europa (66%), CEI (65%), Oriente Médio e Norte da África (60%), América Latina e Caribe (57%), Ásia-Pacífico (53%) e África (20%)”, indica a IATA.

Willie Walsh também apela a que a investigação de acidentes aéreos seja transparente, uma vez que se trata de uma “ferramenta vital para melhorar a segurança da aviação global”.

“Para serem eficazes, os relatórios de investigações de acidentes devem ser completos, acessíveis e oportunos. O Anexo 13 da Convenção de Chicago deixa claro que esta é uma obrigação do estado. Enterrar relatórios de acidentes por considerações políticas é completamente inaceitável”, afirma o responsável.

Por último, a IATA alerta ainda para o aumento das interferências dos sistemas de navegação por satélite (GNSS), que podem enganar os sistemas de navegação de aeronaves.

“Embora existam vários sistemas de backup em vigor para dar suporte à segurança da aviação, mesmo quando esses sistemas são afetados, esses incidentes ainda representam riscos deliberados e inaceitáveis ​​para a aviação civil. A interferência GNSS é mais prevalente na Turquia, Iraque e Egito”, explica a IATA.

Problemas como interrupções de sinal, interferência e falsificação registaram um aumento no ano passado, com a IATA a especificar que as taxas de interferência cresceram 175% no ano passado, enquanto os incidentes de falsificação de GPS aumentaram 500%.

“O aumento acentuado em eventos de interferência GNSS é profundamente preocupante. A navegação confiável é fundamental para operações de voo seguras e eficientes”, refere ainda Willie Walsh.

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Vila Galé reforça aposta no turismo equestre em Alter do Chão

O grupo Vila Galé, Companhia das Lezírias e a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter do Chão assinaram um protocolo de cooperação para dinamizar o turismo equestre na região do Alentejo e promover a valorização do cavalo lusitano.

O grupo Vila Galé assinou um protocolo de cooperação com a Companhia das Lezírias e a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter do Chão (EPDRAC), com o objetivo de dinamizar o turismo equestre na região e promover a valorização do cavalo lusitano, assumindo, assim, um papel central nesta iniciativa, reforçando a sua aposta na integração do património equestre na oferta turística.

A parceria inclui a realização de apresentações equestres regulares, o apoio à preservação das raças autóctones e a dinamização de atividades turísticas relacionadas com o cavalo lusitano.

O Hotel Vila Galé Collection Alter Real, instalado nas antigas instalações da Coudelaria, já se posiciona como um polo de atração para o turismo equestre e rural, pretendendo, com esta parceria, alargar a oferta de experiências para hóspedes e visitantes, tornando Alter do Chão num destino de referência para os amantes da cultura equestre.

Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Conselho de Administração do grupo Vila Galé, destaca que o turismo equestre tem um “enorme potencial, e Alter do Chão reúne todas as condições para se afirmar como um destino de referência”, concluindo que o objetivo é proporcionar “experiências diferenciadoras, valorizando o território e a sua cultura”.

Já para José Santos, presidente da Entidade Regional do Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, a colaboração entre o setor público e privado desempenha “um papel fundamental na valorização do património e na qualificação dos serviços turísticos, elevando a qualidade e atratividade da experiência dos visitantes”.

José Santos considera ainda que o protocolo firmado entre a Companhia das Lezírias, o grupo Vila Galé e a Escola Profissional de Alter “é um passo estratégico para consolidar o turismo na região, reforçando a qualificação profissional, a valorização do património e a excelência dos serviços”, concluindo que este modelo de desenvolvimento, assente na colaboração entre entidades públicas e privadas, tem sido “determinante para o crescimento sustentável da região”.

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Sabre lança as ofertas NDC da LATAM

Esta integração traz o conteúdo NDC do maior grupo aéreo da América Latina para o mercado global de viagens da Sabre, ampliando o acesso para as agências de viagens em todo o mundo.

A Sabre Corporation acaba de lançar as ofertas New Distribution Capability (NDC) da LATAM em vários países, permitindo, assim, às agências de viagens e compradores de viagens aceder em tempo real à totalidade do conteúdo da LATAM. Este acordo inclui as sete companhias aéreas de passageiros do grupo LATAM.

Para Tomás Covarrubias, vice-presidente Sénior de Receitas, Vendas e Distribuição do LATAM Airlines Group, esta parceria estratégica “permite-nos melhorar a forma como nos conectamos com os nossos clientes e responder de forma mais eficiente às suas diversas necessidades e preferências”.

A abordagem da Sabre ao NDC proporciona às agências de viagens um acesso mais amplo ao conteúdo, garantindo simultaneamente uma integração perfeita nos seus fluxos de trabalho atuais. Para as companhias aéreas, oferece interoperabilidade, escalabilidade e flexibilidade, ajudando-as a expandir o seu alcance sem perder o controlo sobre a experiência do cliente.

“A Sabre continua a impulsionar a inovação e a modernização na indústria de viagens”, salienta Kathy Morgan, vice-presidente Sénior de Gestão de Produtos – Experiência de Distribuição, da Sabre Travel Solutions, frisando ainda o “compromisso com a melhoria da experiência de viagem através de soluções robustas e flexíveis reflete-se nesta parceria com a LATAM”.

Com a adição da LATAM, 34 companhias aéreas já integraram o NDC no mercado global de viagens da Sabre.

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Novo terminal da MSC Cruzeiros em Barcelona já recebe passageiros

O novo terminal da MSC Cruzeiros em Barcelona recebeu, a 15 de fevereiro, os primeiros passageiros, durante uma viagem do MSC Fantasia, prevendo-se que a sua inauguração oficial decorra nos próximos meses.

O novo terminal da MSC Cruzeiros em Barcelona, Espanha, recebeu os primeiros passageiros na manhã de 15 de fevereiro, durante uma viagem do navio MSC Fantasia, ainda que a inauguração oficial da infraestrutura esteja prevista apenas para os próximos meses.

“Este terminal de última geração receberá os navios da MSC Cruzeiros e da Explora Journeys e é um desenvolvimento de infraestrutura significativo para a Cruise Division do MSC Group”, explica a MSC Cruzeiros, num comunicado enviado à imprensa.

Os primeiros passageiros que passaram pelo novo terminal foram recebidos com um “brinde especial”, que contou com a presença de Sandra Yunta, diretora do Terminal de Cruzeiros de Barcelona, assim como de Gianluca Suprani, SVP of Global Port Development and Shore Activities.

Com um projeto arquitetónico da responsabilidade de Ricardo Bofill Taller de Arquitetura, o novo terminal “reforça o compromisso do MSC Group com Barcelona e a sua visão para o futuro”.

“Combina perfeitamente o design elegante e inovador com uma experiência melhorada para o passageiro, garantindo uma viagem tranquila e memorável desde o primeiro momento”, acrescenta a MSC Cruzeiros, que conta dar mais pormenores sobre a inauguração oficial da infraestrutura em breve.

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ACI World projeta 22,3 mil milhões de passageiros até 2053

Novas previsões a 30 anos da ACI World destacam crescimento robusto do tráfego de passageiros a nível global, apesar das incertezas de curto prazo.

O Airports Council International (ACI) World divulgou as suas previsões anuais de Tráfego Aeroportuário para 2024–2053, projetando um crescimento significativo no tráfego global de passageiros a longo prazo. Nas próximas três décadas, o número global de passageiros deverá atingir 17,7 mil milhões em 2043 e 22,3 mil milhões em 2053, o que representa quase 2,4 vezes o volume projetado para 2024.

As novas previsões, que abrangem 99,8% dos mercados globais em 161 países, apontam para uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 3,4% entre 2024 e 2043, com um ligeiro abrandamento para 3% entre 2024 e 2053. As projeções indicam uma trajetória ascendente sustentada na aviação global, impulsionada por fatores como “o aumento da procura de viagens da classe média em mercados emergentes, o fortalecimento das viagens internacionais e os contínuos investimentos em infraestruturas aeroportuárias”.

No entanto, desafios a curto prazo, como “tensões geopolíticas, instabilidade económica, mudanças no comércio como a reintrodução de tarifas e estrangulamentos nas cadeias de abastecimento”, podem atrasar a recuperação em algumas regiões.

Justin Erbacci, diretor-geral do ACI World, salienta que, “apesar dos desafios no curto prazo, o transporte aéreo global está preparado para um crescimento constante e sustentado”.

Por isso, Erbacci considera que é “fundamental que aeroportos, companhias aéreas e decisores políticos adotem uma abordagem proativa e estratégica para antecipar e responder às exigências do futuro”.

Com as previsões de crescimento para 17,7 mil milhões de passageiros entre 2024 e 2043, chegando a 22,3 mil milhões, entre 2024 e 2053, o ACI World estima que o tráfego internacional deverá crescer a um ritmo mais acelerado do que o tráfego doméstico nas próximas três décadas. Entre 2024 e 2053, o tráfego internacional deverá crescer a uma taxa CAGR de 3,3%, enquanto o tráfego doméstico aumentará a um ritmo ligeiramente mais lento, de 2,8%.

A previsão destaca, ainda, um crescimento contínuo nos mercados emergentes, impulsionado pelo aumento da classe média e pela crescente procura por viagens aéreas, sendo que os investimentos em infraestruturas aeroportuárias nessas regiões desempenharão um papel “fundamental no suporte a esta expansão”.

Finalmente, o número de movimentos de aeronaves deverá aumentar significativamente, atingindo 149 milhões em 2043 e 176 milhões em 2053, concluindo o ACI World que “os aeroportos em todo o mundo terão de se preparar para este crescimento, melhorando a eficiência operacional e investindo em infraestruturas”.

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Feira de Emprego e Carreiras Azuis já tem mais 3 mil visitantes registados

A Feira de Emprego e Carreiras Azuis decorre na próxima quinta-feira, 27 de fevereiro, no Hotel Olissippo Oriente.

A Feira de Emprego e Carreiras Azuis, que decorre na próxima quinta-feira, 27 de fevereiro, no Hotel Olissippo Oriente, conta já com mais de três mil visitantes registados, informou a organização do evento.

Nesta edição, a Feira de Emprego e Carreiras Azuis volta a contar com as “melhores organizações, nacionais e internacionais – que se destacam pela sua visão e qualidade de liderança”, afirmando-se como um “evento fundamental para quem pretende desenvolver atividade em cruzeiros e iates, turismo náutico, estaleiros navais, transporte marítimo e logística, instalações portuárias, energia eólica offshore, ensino e formação, indústria marítima, pesca e aquacultura, biotecnologia azul, serviços marítimos, ambiente e sustentabilidade”.

Todas as informações sobre o evento estão disponíveis aqui, onde é também possível realizar a inscrição para a feira, cuja entrada é gratuita, apesar de ser necessário estar registado.

Costa Cruzeiros, Viking Cruises, For-Mar, Grupo ETE, MSC Cruzeiros, Mystic Invest Holding, Grupo Sousa, Amplia Talents, AlgarExperience, Lisnave Estaleiros Navais, Escola do Mar dos Açores, Silversea Cruises, Portline Bulk International, DouroAzul e European Waterways são alguns dos expositores já confirmados no evento.

A Feira de Emprego e Carreiras Azuis “é um evento de promoção de emprego, carreiras e atividades da economia azul – incluindo recrutamento, divulgação de programas de ensino, cursos de formação e produtos e serviços associados”.

Além da zona de exposição, o evento inclui também um congresso, com início pelas 09h30, e no qual os expositores na Área de Emprego apresentam as suas organizações e indicam que profissionais pretendem contratar e quais as competências que valorizam.

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KAYAK revela oito tendências de viagens até 2030

O uso de assistentes virtuais, opção por multidestinos, escapadas espirituais, aumento das viagens de bem-estar, grandes compras através das redes sociais, e gosto pelo inexplorado, estão entre as principais previsões de viagens no relatório WOW! Turismo do Futuro, até 2023.

O KAYAK lançou o seu relatório WTF: WOW! Turismo do Futuro – que revela oito tendências de viagens até 2030. Em parceria com o The Future Laboratory, o Relatório WTF combina uma pesquisa social e cultural, entrevistas com executivos do KAYAK e especialistas externos, insights de pesquisas com 9.100 pessoas em nove países e uma análise aprofundada dos usuários do KAYAK.

Dados do relatório apontam que os viajantes modernos procuram flexibilidade (38%), itinerários personalizados (37%) e valorizam ferramentas de Inteligência Artificial para planeamento (17%). Até 2030, os assistentes virtuais de IA cuidarão dos planos de viagem, oferecendo roteiros adaptados para cada perfil.

Seja para encontrar ofertas de viagem de última hora ou remarcar voos atrasados, os assistentes virtuais farão o trabalho pesado – e os viajantes não terão que mexer um dedo para isso. Os agentes virtuais poderão antecipar as nossas necessidades e planear decisões sem que precisemos pedir. Como verdadeiros assistentes, eles vão nos conhecer a fundo.

Até 2030, os viajantes priorizarão viagens com múltiplas escalas em vez de férias num único destino. A plataforma de pesquisa de viagens indica que para 66% dos entrevistados, as viagens são uma prioridade máxima, sinalizando um desejo crescente de explorar o mundo. À medida que as regulamentações de vistos são flexibilizadas em todo o mundo, os governos e destinos preparam-se para o aumento de viajantes que visitam várias cidades.

Por outro lado, no período da análise, o valor de uma viagem dependerá dos índices de bem-estar que pode promover a uma pessoa. O KAYAK observa um aumento nas viagens de bem-estar, com piscinas como as comodidades de hotéis mais pesquisadas em todo o mundo, seguidas por banheiras de hidromassagem, spas e ginásios. Dos viajantes, 60% priorizam o relaxamento, enquanto 13% enfatizam a saúde. Por isso, os destinos que promovem a longevidade terão um espaço especial na lista de desejo dos viajantes. Até 2030, um em cada seis pessoas terá mais de 60 anos (de acordo com a OMS) e, vivendo mais, o tema de qualidade de vida estará na mente de todos.

Por outro lado, as grandes compras estão a chegar às redes sociais. Desde a busca por um novo destino até a reserva, os viajantes usarão as redes sociais como ferramenta principal. Atualmente, 36% dos viajantes encontram inspiração para viagens no feed, uma tendência que deverá crescer ainda mais até 2030. O KAYAK prevê que as redes sociais deixarão de ser apenas inspiração para se tornarem um canal completo de compras de viagens, fazendo sentido que influenciadores, marcas e plataformas deixem de só divulgar viagens para começar a vendê-las.

Ao longo dos próximos cinco anos, as viagens contarão com concierges holográficos e reembolsos automáticos de passagens aéreas. Os turistas esperam tours virtuais em realidade aumentada dos quartos de hotel (35%) e quase 10% dos viajantes esperam por entretenimento com realidade aumentada durante o voo para uma experiência imersiva. Assim, o futuro das viagens deverá superar as expectativas com tecnologias inovadoras, e não será necessário comprar novos dispositivos ou aparelhos para cruzar dimensões, já que os nossos telemóveis e os óculos de óculos de realidade virtual vão aproximar-nos de viagens virtuais o tempo todo.

Mas há mais. A mudança para destinos inexplorados desafiará a popularidade dos pontos turísticos mais famosos atualmente. As preocupações com o excesso de turismo e a pegada de carbono (14%) influenciarão futuras decisões de viagem. A busca por experiências inéditas, para cidades até então consideradas secundárias, passará de viajantes aventureiros para turistas conscientes, tornando-se uma prioridade para eles, motivados acima de tudo pela experiência.

De retiros silenciosos a investigações genealógicas, as viagens espirituais terão o seu momento até 2030, com cada vez mais viajantes a querer combinar a exploração de um destino com a descoberta do seu eu interior para crescer e se curar.

Finalmente, antecipa o estudo, os programas de fidelização terão de adaptar-se. No futuro, a única coisa que os viajantes aceitarão será a melhor oferta, mesmo que isso signifique usar novas companhias. Para reconquistar clientes, as companhias aéreas vão literalmente entrar no jogo. Usando os NFTs e competições, até mesmo as interações mais simples renderão pontos aos viajantes, mesmo que eles não reservem voos.

29% dos viajantes desejam recompensas de fidelidade personalizadas, como receber reembolsos quando os preços das passagens aéreas caem (32%). Com 72% a prever preços de viagens mais elevados no futuro, os viajantes darão prioridade à economia e mudarão de marca em busca de melhores ofertas. Atrasar uma viagem totalmente reservada para economizar algum dinheiro parece absurdo hoje, mas pode ser algo comum em 2030.

 

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Brasil espera 53 milhões de pessoas e faturação de 2 mil milhões de euros no Carnaval

O Carnaval no Brasil deve gerar mais de 12 mil milhões de reais (2 mil milhões de euros) de faturação em eventos que reunião cerca de 53 milhões de pessoas, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Turismo do país.

Citando um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a pasta anunciou que o Carnaval de 2025 pode ser o mais lucrativo desde 2015, com crescimento de 2,1% face ao ano anterior.

A mesma estimativa, que também traz informações recolhidas junto a algumas secretarias regionais de Turismo, a maior festa popular do Brasil será celebrada por 53 milhões de pessoas em eventos realizados em todo país, número representa uma subida de cerca de 8% face a 2024.

No Rio de Janeiro, cidade conhecida pelo Carnaval e os espetáculos das escolas de samba, os foliões poderão aproveitar também 482 desfiles de blocos de rua, que devem atrair oito milhões de pessoas entre visitantes e moradores.

As autoridades locais preveem uma movimentação económica de aproximadamente 5,5 mil milhões de reais (907 milhões de euros) no Carnaval, de acordo com dados da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (RioTur).

Na Baía, a movimentação turística deve atrair 3,5 milhões de visitantes, gerando uma receita estimada em 7 mil milhões de reais (1,1 milhões de euros).

O Observatório do Turismo informou que em Salvador, capital regional da Baía e uma das cidades mais procuradas durante o Carnaval no Brasil, são esperados aproximadamente 850 mil turistas nos circuitos tradicionais.

As autoridades locais projetam que o turismo no feriado de Carnaval pode movimentar 1,8 mil milhões de reais (181 milhões de euros) na Baia, mais 63% face a 2024.

Em São Paulo, o estado mais populoso do Brasil, é esperada uma movimentação de 4,5 milhões de foliões, que devem gerar um acréscimo em receitas de 6,4 mil milhões de reais (mil milhões de euros) durante as festividades do Carnaval, segundo o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET) da Secretaria regional de Turismo.

Já no estado de Pernambuco, onde acontecem grandes desfiles de blocos de rua nas cidades de Olinda e Recife (capital regional), a expetativa das autoridades locais é superar em 10% o número de visitantes do ano passado, quando 2,3 milhões de turistas participaram nas festividades.

Em Minas Gerais, outro estado brasileiro que tem tradição carnavalesca, o Governo regional também projetou um crescimento de 10% no número de foliões face a 2024 (12 milhões de pessoas).

Dados divulgados pela Secretaria de Cultura de Minas Gerais indicam que a festa pode movimentar mais de 3 mil milhões (494 milhões de euros) na economia local.

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Disneylândia de Hong Kong regista recorde de entradas e lucros

A Disneylândia de Hong Kong pôs fim a nove anos de prejuízos ao anunciar a maior afluência anual e o maior lucro líquido desde a abertura do parque temático em 2005, graças ao regresso dos turistas chineses.

O lucro líquido atingiu 838 milhões de dólares de Hong Kong (102 milhões de euros) no último ano fiscal, que terminou em setembro, anunciou a Disneylândia Hong Kong.

As receitas do parque aumentaram 54% para 1,1 mil milhões de dólares norte-americanos (1,04 mil milhões de euros). Além disso, o número de visitantes atingiu um máximo histórico de 7,7 milhões e as despesas por visitante cresceram 28%.

“A Hong Kong Disneyland Resorts alcançou o melhor desempenho comercial de sempre na história do complexo (…). Continua a ser um dos principais motores do turismo”, referiu o diretor executivo da empresa, Michael Moriarty, em comunicado.

O parque temático de Hong Kong, cidade vizinha de Macau, é a mais pequena Disneylândia do mundo e lutou durante anos para se estabelecer antes de atingir a rentabilidade no início da década de 2010.

A empresa enfrentou então concorrência feroz, depois de Xangai ter aberto uma Disneylândia, em 2016. As perdas agravaram-se quando o parque esteve meses encerrado durante a pandemia de covid-19.

A entrada de visitantes locais, chineses do interior do país e turistas internacionais excedeu no ano passado os níveis de 2018, referiu ainda a empresa.

Os habitantes locais representaram cerca de 40% dos visitantes, uma fatia semelhante à dos turistas vindos do interior da China sendo, os restantes provenientes de Taiwan, Filipinas e Tailândia.

A abertura de uma secção baseada no filme de animação de sucesso “A Rainha da Neve”, em novembro de 2023, “constituiu um marco importante”, notou a empresa.

O complexo está a preparar “experiências temáticas da Marvel” e vai organizar eventos para celebrar o 20.º aniversário, em junho, disse ainda a Disneylândia de Hong Kong.

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