Companhias aéreas de Cabo Verde emitiram quase 24 mil toneladas de CO2 em 2023
As companhias aéreas cabo-verdianas realizaram 4.400 voos em 2023, que emitiram 23.886 toneladas de dióxido de carbono (CO2), segundo o primeiro relatório sobre o tema no país.

Publituris
Turismo da Tailândia associa-se a conferência sobre influência da gastronomia portuguesa na Tailândia
Ryanair transporta 15 milhões de passageiros em março
Turismo de Portugal e regiões promovem 150 experiências de Turismo Industrial
Turismo de Portugal avalia estratégia media internacional
Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial
easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos
ISCE reúne 34 parceiros na “Global Tourism TechEDU Conference 2025”
AVK adquire Pixel Light e consolida liderança no setor audiovisual
Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025
ARPTA com nova liderança
De acordo com os dados da Agência de Aviação Civil (AAC) cabo-verdiana foram consumidos 9.448.900 litros de combustível. Já os voos internacionais (650) emitiram 18.784 toneladas de CO2 e consumiram 7.430.518 litros de Jet A-1.
Já os voos domésticos (3.750), emitiram 5.102 toneladas de dióxido de carbono e consumiram 2.018.382 litros de combustíveis para aviação.
Segundo o regulador cabo-verdiano, as operações internacionais foram responsáveis por 79% do total das emissões de CO2, enquanto as domésticas geraram 21%.
O primeiro relatório sobre este tema detalha as emissões de CO2 geradas pelas aeronaves dos operadores aéreos nacionais (TACV e TICV), incluindo todos os tipos de voos: regulares, não regulares, domésticos e internacionais, que têm como origem e destino Cabo Verde.
Em fevereiro, a TACV, que realizava apenas ligações internacionais, regressou aos voos interilhas e, desde finais de abril, é a única que faz as ligações domésticas, depois da saída da companhia angolana BestFly, que tinha a concessão da Transportes Interilhas de Cabo Verde desde 2021.
As informações utilizadas na elaboração no primeiro relatório sobre as emissões de CO2 da aviação civil cabo-verdiana foram fornecidas pelas duas operadoras aéreas durante o período de janeiro a dezembro de 2023, avançou a AAC.
A mesma fonte observou que o ‘software’ AES apenas cobre a produção de informações sobre aeronaves mais eficientes em voos internacionais, bem como informações sobre as rotas mais eficientes e menos eficientes em termos de consumo de combustível em voos internacionais.
A AAC salientou no relatório que os esforços técnicos e financeiros à coleta de dados sobre as emissões de CO2 no setor da aviação civil irão permitir concretizar projetos em matéria de proteção ambiental no arquipélago.
A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) está a adotar “inovações práticas e eficientes” para promover a descarbonização e combater as alterações climáticas, frisou a AAC de Cabo Verde no documento.
A OACI tem também um Plano de Compensação e Redução de Carbono para a Aviação Internacional, atualmente com 126 países aderentes, mas Cabo Verde ainda não aderiu voluntariamente.
Entretanto, a AAC avançou que tem consistentemente submetido as informações anuais sobre emissões de CO2 da operadora aérea nacional desde 2019 e agora realiza o seu primeiro relatório sobre o tema.