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Unidade da Hoti Hotéis em Luanda deverá abrir entre 2027 e 2028

O futuro Meliá Luanda ficará situado no complexo Luanda Waterfalls, que está a ser construído junto à Fortaleza de São Miguel. O hotel de cinco estrelas vai contar com 250 quartos.

Carla Nunes
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Unidade da Hoti Hotéis em Luanda deverá abrir entre 2027 e 2028

O futuro Meliá Luanda ficará situado no complexo Luanda Waterfalls, que está a ser construído junto à Fortaleza de São Miguel. O hotel de cinco estrelas vai contar com 250 quartos.

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O grupo Hoti Hotéis, que em janeiro deste ano já tinha dado conta da intenção de construir uma unidade hoteleira em Luanda, Angola, deu a conhecer esta quarta-feira, 28 de fevereiro, que o projeto deverá estar concluído entre 2027 e 2028.

O futuro Meliá Luanda, cujo nome ainda não está totalmente fechado, ficará localizado no complexo Luanda Waterfalls, próximo da Fortaleza de São Miguel, local onde estão a ser construídos cinco edifícios. De acordo com Miguel Proença, CEO do grupo Hoti Hotéis, o futuro hotel cinco estrelas do grupo vai ocupar um desses edifícios, com um total de 250 quartos.

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“Há uma questão relevante de aportar fluxos novos, tal como aconteceu em Moçambique. A marca Meliá não tem expressão em Moçambique nem em Angola, portanto, o tema da localização [junto à fortaleza] é aqui fundamental para a afirmação do hotel, mesmo dentro da própria Meliá”, referiu Miguel Proença num almoço de imprensa esta quarta-feira.

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O CEO do grupo Hoti Hotéis referiu ainda que “percebe-se claramente que para a Meliá o facto de termos firmado uma posição primeiro em Maputo, e agora em Luanda, é relevante, porque vem na sequência de contratos de gestão diretos que têm estado a firmar noutras localizações em África, como no caso da Tanzânia, [por exemplo]”.

Por enquanto, o valor de investimento neste novo hotel ainda não foi colocado em cima da mesa, conhecendo-se apenas que a Hoti Hotéis “terá uma uma parcela claramente minoritária”, de acordo com Miguel Proença.

Para este hotel a expetativa é a de captar clientes do mercado de reuniões, incentivos, congressos e exposições (MICE, na sua sigla em inglês), entendendo-se que o mercado da Península Ibérica é o que “mais facilmente reconhecerá a marca Meliá”.

Leia também: Grupo Hoti Hotéis aponta para receitas de 110 M€ em 2024 e tem Galiza e Angola no horizonte

Miguel Proença deu ainda conta da remodelação total que o grupo está a levar a cabo no hotel TRYP Lisboa Caparica Mar, na qual investiu 1,8 milhões de euros, e das renovações “pontuais” que estão a realizar no Meliá Setúbal – neste caso na receção e na zona de spa – e no Meliá Castelo Branco, com a construção de uma piscina exterior.

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ECTAA exige “proteção urgente” contra a insolvência de companhias aéreas

Após a insolvência da Air Belgium expor novamente agentes de viagens, operadores turísticos e clientes a milhões a perdas, a ECTAA exige “proteção urgente” contra a insolvência de companhias aéreas.

A Confederação Europeia das Associação de Agentes de Viagens e Operadores Turísticos (ECTAA) renovou o seu apelo à introdução “urgente” de um mecanismo obrigatório de proteção contra a insolvência de companhias aéreas na Europa.

Esta reivindicação vem na sequência da falência da Air Belgium que deixou por reembolsar quase 8 milhões de euros em reclamações de passageiros — dos quais mais de 5 milhões foram vendas realizadas através de intermediários (agências de viagens e operadores turísticos).

Recorde-se que, a 18 de setembro de 2023, a Air Belgium anunciou que iria cessar todos os voos comerciais regulares, passando a concentrar-se nas operações de carga e aluguer de aeronaves. Pouco depois, entrou em processo de reorganização judicial e, incapaz de recuperar, foi declarada insolvente a 30 de abril de 2025. Como resultado, milhares de passageiros provavelmente não receberão qualquer reembolso pelos voos cancelados, ficando os pedidos pendentes integrados no processo de falência.

“A dimensão das perdas evidencia o papel essencial dos intermediários no mercado da aviação comercial. No entanto, revela também de forma preocupante a vulnerabilidade desses intermediários face à insolvência das companhias aéreas. Quando um intermediário vende um bilhete de avião como parte de um pacote turístico e a companhia aérea entra em falência, o organizador do pacote é legalmente obrigado a fornecer uma alternativa ao cliente — muitas vezes sem qualquer possibilidade de recuperar os montantes pagos à companhia falida. Isto impõe um encargo financeiro injusto aos intermediários, que acabam por suportar os prejuízos provocados por estas falências. Cerca de 98% destes intermediários são PME e, em muitos casos, microempresas”, refere a ECTAA em comunicado.

Como os bilhetes de avião têm normalmente de ser pagos antecipadamente, muitas vezes com meses de antecedência, existe um risco estrutural significativo tanto para os intermediários como para os consumidores e contribuintes.

E os números apresentados pela ECTAA falam por si: nos últimos 25 anos, registaram-se cerca de 1.200 casos de falência de transportadoras comerciais de passageiros.

“A falência da Air Belgium é mais um alerta claro de que o sistema atual deixa tanto os consumidores como os intermediários de viagens expostos a riscos inaceitáveis. As companhias aéreas devem ser obrigadas a fornecer garantias financeiras para cobrir as suas responsabilidades em caso de insolvência”, afirma Frank Oostdam, presidente da ECTAA.

Os responsáveis da ECTAA refere que “existe agora uma oportunidade única para resolver este problema de longa data”. Recorde-se que o Conselho da União Europeia está atualmente a discutir a revisão do Regulamento dos Direitos dos Passageiros Aéreos (Regulamento 261/2004), apelando a entidade europeia, da qual a portuguesa APAVT faz parte, aos decisores políticos para que “aproveitem este momento e incluam uma disposição clara que obrigue as companhias aéreas a implementar medidas que garantam o reembolso dos bilhetes quando os voos são cancelados devido à cessação de operações ou falência da transportadora”.

“Os intermediários de viagens são a espinha dorsal do ecossistema do turismo, assegurando escolha e serviço ao consumidor. Mas sem proteção adequada, são obrigados a suportar as consequências financeiras da má gestão das companhias aéreas. O momento para agir é agora,” conclui Oostdam.

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Zurab Pololikashvili retira candidatura à reeleição para o Turismo da ONU

Zurab Pololikashvili, atual secretário-geral do Turismo da ONU (UN Tourism) e candidato a um terceiro mandato, retirou a candidatura. Acordo entre Rússia, Georgia e EAU apoia candidatura Sheikha Al Nowais dos Emirados.

O atual secretário-geral do Turismo da ONU (UN Turismo), Zurab Pololikashvili, não é mais candidato a um terceiro mandato à frente da entidade das Nações Unidas que tutela o turismo.

Este desenvolvimento marca uma mudança significativa na corrida pela liderança para o mandato de 2026–2029. O Governo da Geórgia, que inicialmente apoiava Pololikashvili, passou agora a apoiar a candidatura de Sheikha Al Nowais, dos Emirados Árabes Unidos (EAU), sinalizando um realinhamento geopolítico notável na diplomacia global do turismo.

Assim, ficam na corrida Sheikha Al Nowais (EUA). Diretora de Auditoria Interna na Rotana Hotel Management Corporation PJSC; Gloria Guevara (México), ex-ministra do Turismo do México e ex-presidente do World Travel & Tourism Council (WTTC); Harry Theoharis (Grécia), ex-ministro do Turismo da Grécia; Habib Ammar (Tunísia), Alto responsável do Ministério dos Transportes da Tunísia e antigo ministro do Turismo; e Mohammed Adam (Gana), ex-embaixador do Gana em Espanha.

O Conselho Executivo do Turismo da ONU, composto por 35 Estados-Membros, tem reunião marcada para os dias 29 e 30 de maio de 2025, em Madrid, para nomear um candidato. A votação final terá lugar durante a Assembleia Geral, em novembro de 2025, na Arábia Saudita.

Segundo avança a imprensa internacional, a decisão da Geórgia de retirar a candidatura de Zurab Pololikashvili poderá redesenhar o equilíbrio de poder dentro do Turismo da ONU. Esta mudança aumenta a visibilidade de candidatos como Al Nowais e Theoharis, que representam prioridades distintas — desde a influência regional e a sintonia com o sector privado até à reforma institucional e à transparência.

Esta eleição irá, igualmente, definir a agenda global do turismo para os próximos quatro anos, com as áreas-chave de uma futura liderança a incluírem a sustentabilidade, a gestão de crises, a inovação digital e a ponte entre os setores público e privado.

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Soltour programa Eslovénia com voos diretos do Porto entre 30 de junho e 1 de setembro

O operador turístico Soltour disponibiliza este verão uma operação charter com voos diretos do Porto para Liubliana, a capital da Eslovénia. A programação, a decorrer de 30 de junho e 1 de setembro, sugere dois circuitos – “Maravilhosa Eslovénia” e “Joias da Eslovénia e da Croácia” – com voo, alojamento, transferes e excursões incluídos.

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A Soltour reforça este verão a sua programação com uma operação especial com voos diretos do Porto para a Eslovénia, um dos segredos verdes mais bem guardados da Europa. Os voos charter partem a 30 de junho e 1 de setembro.

A oferta inclui dois circuitos de oito dias – que combinam cultura, paisagens e conforto –, bem como voos, alojamento, transferes e excursões. A primeira proposta, “Eslovénia Maravilhosa” (desde 2.026€ por pessoa), percorre alguns dos locais mais emblemáticos do país, como o Lago Bled, os Alpes Julianos, a capital Liubliana e a costa eslovena, numa fusão harmoniosa entre natureza e história. A segunda opção, “Joias da Eslovénia e da Croácia” (desde 2.113€ por pessoa), estende-se até ao sul da Croácia, com paragens em Trogir, Split, Zadar e Zagreb, revelando fortalezas medievais, cidades classificadas como Património da Humanidade e paisagens costeiras do Mar Adriático de cortar a respiração.

Para os viajantes que preferem uma experiência mais livre, o operador turístico disponibiliza também a possibilidade de reservar apenas voo e estadia durante sete noites, com diferentes atividades opcionais, sem necessidade de aderir a um circuito fechado.

“Queremos que as agências de viagens possam oferecer aos seus clientes produtos diferenciadores, cómodos e sustentáveis”, afirma Luís Santos, Diretor da Soltour em Portugal, para avançar que “voar diretamente do Porto para um destino como a Eslovénia permite isso mesmo: proporcionar experiências memoráveis, sem complicações logísticas e apostando num turismo mais consciente e responsável”.

 

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Número de hóspedes e dormidas de não residentes caem no 1.º trimestre. Proveitos sobem

No 1.º trimestre de 2025, o número de hóspedes não residentes caiu 0,4%, enquanto as dormidas de estrangeiros desceram 2,4% face a igual período de 2024. Já os dados referentes aos residentes subiram nestes dois parâmetros. Madeira e Algarve foram as regiões mais dependentes dos mercados externos. Proveitos totais sobem 4,8% para 956 milhões de euros.

Victor Jorge

De acordo com os dados avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o setor do alojamento turístico registou 5,7 milhões de hóspedes e 13,4 milhões de dormidas no 1.º trimestre de 2025, correspondendo uma subida de 2,3% no número de hóspedes, mas uma descida de 0,5%, face a igual período de 2024, despois de ter registado uma subida de 6,6% e 4,6%, pela mesma ordem, no 4.º trimestre do ano anterior.

Os mercados externos foram dominantes, com 67,9% do total das dormidas, somando 9,1 milhões (menos 210,5 mil), indicando o INE tratar-se do valor mais baixo desde o 3.º trimestre de 2022 (65,7% do total). Já as dormidas de residentes aumentaram 3,6% para 4,3 milhões (+148,1 mil).

Segundo o INE, neste 1.º trimestre de 2025, a Madeira foi a região que apresentou, em termos de dormidas, maior dependência dos mercados externos (85,2% do total), seguida pelo Algarve (81,2%).

Em sentido contrário, no Centro e Alentejo, as dormidas de não residentes apresentaram menor expressão nos totais regionais (24,3% e 31,2%, respetivamente).

A Grande Lisboa foi a região que concentrou maior número de dormidas no 1.º trimestre de 2025 (28,3% do total), seguida do Algarve (18,6% do total) e do Norte (18%). As dormidas concentraram-se mais no Norte (24% do total), enquanto as dos não residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (32,9% do total).

As dormidas na hotelaria (82,5% do total) registaram um ligeiro aumento (+0,1%), enquanto as dormidas nos estabelecimentos de alojamento local (peso de 14,5% no total) decresceram 3,8% e as de turismo no espaço rural e de habitação (3% do total) aumentaram 2,3%.

De janeiro a março, a Grande Lisboa foi a região onde se registou uma menor dependência, quer do principal mercado externo (13,4% do total das dormidas de não residentes) quer do conjunto dos três principais mercados externos (30,8%). Seguiram-se a Península de Setúbal (15,3%), o Norte (17,1%) e o Alentejo (18,1%), em termos de dependência do principal mercado externo. Por sua vez, a Península de Setúbal foi a segunda região com menor concentração das dormidas geradas pelos três principais mercados externos (31,5%).

Em sentido contrário, o Algarve foi a região mais dependente do principal mercado externo, que representou 30,1% das dormidas de não residentes registadas na região no 1.º trimestre. Seguiram-se a Madeira (26%) e o Oeste e Vale do Tejo (21,9%). A Madeira, o Algarve e os Açores foram as regiões em que as dormidas de não residentes estiveram mais concentradas nos 3 principais mercados (60,7%, 57,4% e 50,3%).

No 1.º trimestre, as regiões registaram evoluções distintas nas dormidas, ocorrendo decréscimos em cinco. Os maiores aumentos ocorreram na Península de Setúbal (+7,3%) e nos Açores (+7,2%). O Algarve registou o maior decréscimo (-5,5%), seguindo-se o Oeste e Vale do Tejo (-4%).

As dormidas de residentes registaram o aumento mais expressivo na Madeira (+21,2%). O Algarve e o Oeste e Vale do Tejo foram as únicas regiões com diminuições das dormidas de residentes (-5,9% e -3,0%, respetivamente).

As dormidas de não residentes registaram os maiores crescimentos nos Açores (+8%) e na Península de Setúbal (+7,7%). A maior diminuição observou-se no Centro (-10,3%).

O INE avança que “estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que ocorreu este ano em abril, enquanto no ano anterior se concentrou, essencialmente, em março”.

Os proveitos totais atingiram 956 milhões de euros e os relativos a aposento totalizaram 699,5 milhões de euros, o que se traduziu em acréscimos de 4,8% e 4,3%, respetivamente (+11,7% e +12,1% no trimestre anterior). No 1.º trimestre de 2025, foi retomada a trajetória de abrandamento do crescimento dos proveitos iniciada no 1.º trimestre de 2024 e que apenas foi interrompida no 4.º trimestre do ano anterior.

Reino Unido mantém-se líder
No 1.º trimestre de 2025, o mercado britânico manteve a liderança (16% do total das dormidas de não residentes no 1.º trimestre), apesar do decréscimo de 4,8% face ao trimestre homólogo.

As dormidas do mercado alemão, o segundo principal mercado emissor (12,2% do total), diminuíram 3,9%. Seguiram-se os mercados espanhol e norte americano (quota de 8% em ambos), com evoluções distintas, o primeiro a diminuir 21,5% e o segundo a crescer 1,5%.

No grupo dos 10 principais mercados emissores no 1.º trimestre, o mercado polaco registou o maior crescimento (+25,6%), seguido pelo canadiano (+6,4%).

Espanha foi o principal mercado externo em cinco regiões: Oeste e Vale do Tejo (21,9% das dormidas de não residentes), Centro (20,5%), Alentejo (18,1%), Norte (17,1%) e Península de Setúbal (15,3%).

O Reino Unido foi o principal mercado no Algarve (30,1%) e na Madeira (26,0%) e os EUA foram o principal mercado externo nos Açores (19,6%) e na Grande Lisboa (13,4%).

Entre os 10 principais mercados externos no 1.º trimestre do ano, cinco concentraram mais de metade das respetivas dormidas numa só região: Brasil (56,7% do total das dormidas na Grande Lisboa), Países Baixos (56,3% das dormidas no Algarve), Itália (56,3% das dormidas na Grande Lisboa), EUA (55,4% das dormidas na Grande Lisboa) e Polónia (53,5% das dormidas ocorreram na Madeira).

O Algarve foi o destino preferencial para os hóspedes residentes no Reino Unido (41,8% das dormidas) e no Canadá (37,5% das dormidas).

A Madeira concentrou 39,4% das dormidas do mercado alemão. A Grande Lisboa foi a preferência do mercado francês (38,3% do total de dormidas), enquanto o espanhol apresentou como primeira escolha o Norte (32,5% do total de dormidas).

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Através do paladar: Icárion incentiva agentes de viagens a vender a África do Sul

No âmbito da sua iniciativa “Viaje com o Paladar”, a Icárion deu a conhecer a África do Sul através dos sabores, em ações que decorreram quarta e quinta-feira, com agentes de viagens em Lisboa e no Porto. Juntamente com a agência de comunicação que representa o turismo daquele destino africano em Portugal, e da Embaixada da África do Sul no nosso país, o operador turístico do Grupo W2M pretendeu mostrar uma nova perspectiva do destino que faz parte da sua programação e incentivar a sua venda por parte das agências de viagens.

Lembrar mais da África do Sul, um imenso país um pouco esquecido pelos portugueses depois da pandemia, foi o mote de mais uma edição da iniciativa “Viaje com o Paladar”, promovido pela Icárion, na quarta-feira, em Lisboa, no restaurante Zambeze, e quinta-feira, no Porto, no restaurante Douahou, e que juntou diversos agentes de viagens.

Alexandra Mendonça, que representa a África do Sul no nosso país, e Cristina Rodrigues, da Embaixada da África do Sul em Portugal, levaram os participantes a “viajar” pelo destino que se destaca por “paisagens impressionantes, costas com sol, magníficos safaris, atividades ao ar livre, gastronomia e vinhos, gente única devido à mistura de culturas, dinamismo urbano e património cultural”.

O país, que possui três capitais (Pretória, Cidade do Cabo e Bloemfontein), é famoso pela sua diversidade cultural, linguística e religiosa, 12 idiomas oficiais, 12 locais considerados património mundial, 19 parques naturais e mais de 40 zonas marinhas protegidas, foi avançado.

Sem diferença horária com Portugal, o destino é ideal para todo o ano, os portugueses não necessitam de visto, apenas passaporte com prazo de validade até 30 dias antes do regresso e duas páginas livres, não há necessidade de qualquer vacina, embora se aconselhe a profilaxia da malária, principalmente a quem visita o Parque Nacional Kruger, a maior área protegida de fauna selvagem da África do Sul, cobrindo cerca de 20.000km2, que faz fronteira com Moçambique, países onde existe paludismo, e que serve como uma das grandes portas de entrada para o parque, realçaram as suas responsáveis.

Não existindo atualmente voos diretos de Portugal, tanto a representante do turismo como da Embaixada indicaram que a angolana TAAG é a melhor opção para se chegar à África do Sul, nos voos via Luanda, que são à noite, seguindo no dia seguinte à tarde à Cidade do Cabo ou Joanesburgo, para realçar que o nível de vida é mais baixo do que em Portugal, uma vez que o euro é mais forte do que a moeda local, e aconselhar que 10 dias é o ideal para visitar aquele país.

Por sua vez, Isabel Almeida, Product Supervisor da Icárion, fez uma breve apresentação da oferta do operador turístico para a África do Sul, composta por circuitos regulares e circuitos privados, que incluem sempre as cidades do Cabo e Joanesburgo e safaris, e dão a possibilidade de extensões às Cataratas Victória (Zâmbia e Zimbabué), Delta do Okavango, Moçambique, Seicheles, Maurícia ou Maldivas.

Após todas estas informações, que daremos em pormenor na próxima edição do Publituris, os agentes de viagens puseram a mão na massa, juntando sabores exóticos africanos, para alguns, pouco conhecidos, mas com a ajuda dos chefs, o produto final foi interesse, e por isso, saboreado à mesa por todos.

O evento “Viaje com o Paladar” faz parte de uma série de atividades programadas pela Icárion dando oportunidade aos agentes de viagens de ajudar na confeção de pratos típicos de cada destino e saboreá-los mais tarde à mesa.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Premium Economy da Emirates
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Emirates renova avião e promete “produto único à partida de Portugal” a partir de junho

Com 24 lugares e uma configuração 2-4-2, a nova Premium Economy da Emirates situa-se entre a classe executiva e a económica, destacando-se pelo “maior conforto” e “mais espaço para as pernas” que oferece aos passageiros, entre outras mais-valias. É a principal novidades do B777 renovado que a companhia aérea começa a operar na rota de Lisboa, a partir de 1 de junho.

Inês de Matos

A Emirates apresentou esta quinta-feira, 15 de maio, o novo Boeing777 que, a partir de 1 de junho, passa a realizar a rota de Lisboa, num “produto único” que, segundo Ana Paula Ferreira, senior sales executive da companhia aérea em Portugal, se destaca pela introdução da nova classe Premium Economy.

“É um produto que vai ser único à partida de Portugal”, afirmou a responsável, durante uma apresentação para agentes de viagens em Lisboa, realçando que, com a introdução da nova cabine, a Emirates passa também a ser “a única companhia a ter, de facto, a Premium Economy com uma cabine dedicada e serviços dedicados”.

Com 24 lugares e uma configuração 2-4-2, a nova Premium Economy da Emirates situa-se entre a classe executiva e a económica, destacando-se pelo “maior conforto” e “mais espaço para as pernas” que oferece aos passageiros, entre outras mais-valias, como um descansa-pés na cadeira, amenities de elevada qualidade, ecrã de maiores dimensões e oferta de welcome drink.

“A nossa Premium Economy podia ter outro nome, tenho clientes que dizem que faz lembrar as executivas de antigamente. Pelo espaço que tem, é mais uma executiva do que uma premium economy. Elevamos todo o serviço”, explicou Ana Paula Ferreira.

A nova cabine está já disponível em várias rotas e chega agora à capital portuguesa, que vai passar a ser servida por um aparelho B777 que já foi alvo de um retrofit ao abrigo de um processo de remodelação de mais de 200 aviões que a Emirates lançou e que vai motivar um investimento de cinco mil milhões de dólares.

Além da Premium Economy, todo o interior do aparelho foi remodelado, pelo que existem também novidades a assinalar nas outras classes de bordo, com destaque para a mudança de configuração da executiva, que passa a ter uma disposição de 1-2-1, abandonando a anterior configuração de 2-3-2.

“O novo avião vai começar a fazer a rota de Lisboa. É todo um novo produto, desde a primeira classe, em que continuamos a ter oito lugares, à executiva, com novas cadeiras e uma nova configuração com 40 lugares. Não esquecemos também a económica, que foi melhorada a nível de conforto e tem 260 lugares”, resumiu Ana Paula Ferreira.

Nova companhia aérea a partir de junho

Com a mudança para um aparelho renovado, a Emirates vai oferecer todo um novo produto, quase como se de uma nova companhia aérea se tratasse, como afirmou David Quito, diretor-geral da Emirates em Portugal.

“A partir de junho, temos uma nova companhia”, afirmou, explicando que, apesar do aparelho utilizado na rota de Lisboa continuar a ser um Boeing777, trata-se de um avião renovado, que “vai incluir uma nova classe de reserva, vai melhorar as classes que já existem, como a Executiva”.

Além das “várias novidades na parte do produto”, o responsável da Emirates em Portugal falou também sobre os novos destinos que a transportadora tem vindo a abrir nos últimos meses, com destaque para Danang (Vietname) e Siem Reap (Camboja), via Banguecoque (Tailândia).

David Quito explicou que os novos destinos trazem diversas novidades, “principalmente na parte de programação de operadores turísticos, porque implicam várias novidades, novas ligações e quintas liberdades à saída de Banguecoque, que podem ser uma mais-valia, principalmente para quem fizer programas à medida”.

 

Sobre o autorInês de Matos

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Emirates espera verão superior a 2024 com ajuda da nova Premium Economy

A Emirates está otimista quanto ao verão, com David Quito, diretor-geral da Emirates em Portugal, a revelar que a procura pelos voos da companhia aérea “está melhor do que no ano passado”, notando-se “bastante interesse” pela nova classe Premium Economy, que passa a estar disponível nos voos de Lisboa a partir de 1 de junho.

Inês de Matos

A Emirates está otimista quanto ao verão, com David Quito, diretor-geral da Emirates em Portugal, a revelar que a procura pelos voos da companhia aérea “está melhor do que no ano passado”, notando-se “bastante interesse” pela nova classe Premium Economy, que passa a estar disponível nos voos desde Lisboa a partir de 1 de junho.

“A procura para o verão está melhor do que no ano passado e já começámos a ter bastantes registos para a nova Premium Economy, há interesse porque a classe já está à venda. Está a haver bastante interesse e, por isso, o verão já está bastante positivo”, explicou David Quito aos jornalistas, à margem da apresentação da nova classe de bordo da companhia aérea, em Lisboa.

O diretor-geral da Emirates em Portugal especificou que, principalmente os meses do pico do verão, entre junho e setembro, estão “bastante positivos e muito melhores que no ano passado”, ainda que não esteja previsto qualquer reforço de oferta.

“A novidade, este ano, é a Premium Economy. É uma nova cabine e esse é o nosso reforço para o verão, procurando também um segmento premium ao nível do lazer”, acrescentou.

O responsável da Emirates em Portugal revelou ainda que os dois voos diários para Lisboa registam uma ocupação média positiva, superior aos 78,9% de load factor médio global que a companhia aérea anunciou recentemente, no Relatório Anual 2024-25.

Quanto aos destinos mais procurados, o destaque vai para o Japão, o que David Quito atribui à Expo Osaka, que tem levado a que “o Japão como um todo esteja a ser bastante procurado”.

Além do Japão, também o Sri Lanka, a Tailândia, Bali e o Vietname têm registado procura, com o responsável a sublinhar a recente abertura de voos para Danang, que passou a ser o terceiro destino da Emirates no Vietname, depois de Hanói e Ho Chi Min.

A estes destinos, junta-se ainda o Dubai, onde a Emirates tem o seu hub localizado e que, segundo David Quito, se tem afirmado enquanto cidade turística e destino que os passageiros da companhia aérea podem visitar em conexões para outros destinos.

“É um destino cada vez mais procurado em paragens nas viagens para a Ásia, cada vez mais é um destino quase de paragem obrigatória porque realmente se tornou numa cidade do mundo”, acrescentou.

Sobre o autorInês de Matos

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DOC DMC e Destination China propõem extensão a Hong Kong e Guilin após Congresso da APAVT em Macau

A DOC DMC Macau & Hong Kong, em parceria com a Destination China, ambas representadas por Paula Machado em Portugal, promovem um exclusivo itinerário de seis dias, em tudo incluído para dois dos destinos mais icónicos da China repletos de cultura, história e tradição – Hong Kong e Guilin, após o 50º Congresso da APAVT em Macau. Esta viagem decorrerá de 5 a 10 de dezembro de 2025.

A proposta passa por explorar a vibrante energia de Hong Kong, com os seus mercados animados, templos históricos e impressionantes arranha-céus, seguindo-se depois para Guilin, onde para além das tradições ancestrais, os participantes poderão observar as suas montanhas cársticas, formações calcárias que emergem do solo e criam um cenário verdadeiramente inesquecível, ao longo do Rio Li.

Para a realização desta pós-tour exige-se o mínimo de 16 participantes, que podem inscrever-se até 30 de junho.

A organização lembra que, em dezembro, as temperaturas nas cidades do norte da China, como Xangai e Pequim, podem ser bastante frias. Em contraste, Hong Kong e Guilin oferecem um clima ameno e atrativo, ideal para explorar as suas belezas naturais e culturais.

O programa da viagem destaca que, no primeiro dia, haverá visita ao Victoria Peak e passeio de Sampan em Repulse Bay e Abergeen. Já no sábado, e ainda em Hong Kong estão agendadas visitas ao Templo Wong Tai Sin, Nan Lian Gardem e mercados locais., enquanto no domingo, 7 de dezembro, propõem-se visitas ao Templo Man Ho, Hollywood Road, Tai Kwun e o tradicional almoço Dim Sum.

A partida para Guilin faz-se na segunda-feira para visita à Reed Flute Cave e East-West Line, e show de pesca com cormorão. Haverá, no dia seguinte um ruzeiro no Rio Li até Yangshuo, visita à West Street e passeio de bicicleta nas áreas rurais. Antes do regresso a Hong Kong de comboio, está programada uma viagem de teleférico no Monte Yao.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Portugal passa a contar com 55 hotéis distinguidos com Chaves Michelin

O país passa a contar com 55 hotéis reconhecidos com Chaves Michelin. As primeiras 18 chaves foram atribuídas esta quinta-feira, 15 de maio, com os hotéis Vila Vita Parc Resort & Spa, em Porches, no Algarve, e o Penha Longa Resort, em Sintra, a serem reconhecidos com a distinção máxima de três Chaves Michelin.

Carla Nunes

O Guia Michelin reconhece 55 unidades hoteleiras com a sua mais recente distinção, as Chaves Michelin. As primeiras 18 chaves foram apresentadas esta quinta-feira, 15 de maio, no MAAT Central, em Lisboa.

O Guia Michelin apresentou esta nova distinção em abril de 2024. Desde então, já reconheceu hotéis na Áustria, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Espanha, Suíça, Tailândia, Reino Unido e Irlanda e ainda nos Estados Unidos.

À semelhança das Estrelas Michelin, as unidades hoteleiras podem ser reconhecidas com uma, duas ou três Chaves Michelin, que dão a indicação de “uma estadia muito especial”, “uma estadia excecional” ou “uma estadia extraordinária”, respetivamente.

Em Portugal, e de acordo com a apresentação desta quinta-feira do Guia Michelin, serão distinguidas 55 unidades hoteleiras no decorrer deste ano: 40 com uma Chave Michelin; 13 com duas Chaves Michelin; e duas com três Chaves Michelin.

Na nomeação das primeiras 18 Chave Michelin em Portugal foram reconhecidas com uma chave as unidades:

  • Sublime Comporta;
  • Sublime Lisboa;
  • Bairro Alto Hotel;
  • Palácio Ludovice Wine Experience Hotel;
  • Casa de São Lourenço;
  • Torel Palace Lisboa;
  • Porto Bay Flores.

Por outro lado, as duas Chaves Michelin foram atribuídas aos hotéis:

  • Vila Joya;
  • The Reserve;
  • Vermelho;
  • Bela Vista Hotel & Spa;
  • Vidago Palace Hotel;
  • Vinha Boutique Hotel;
  • Les Suites at The Cliff Bay;
  • Torre de Palma Wine Hotel;
  • Four Season Ritz.

A categoria mais elevada, de três Chaves Michelin, foi atribuída este ano aos hotéis Vila Vita Parc Resort & Spa e Penha Longa Resort.

Em entrevista à Publituris Hotelaria, Kurt Giling, Managing Director do Vila Vita Parc, referiu que a distinção “mostra o trabalho e o contributo diário do hotel para a experiência dos hóspedes”, além de reconhecer “a equipa que serve esta excelência”.

Com um restaurante de duas Estrelas Michelin inserido na oferta de restauração do hotel, o Ocean, Kurt Giling afirma que a atribuição da segunda estrela a este restaurante mudou o jogo para a unidade. Por essa razão, acredita que a atribuição das três Chaves Michelin traga um reconhecimento diferente por parte do mercado.

“[Este reconhecimento] combinará a experiência de dormir, de ficar num hotel, com a experiência gastronómica, por isso, tenho a certeza de que isto também terá uma grande mudança na nossa segmentação dos hóspedes”, explica o profissional que, há 20 anos, entrou no Vila Vita Parc como F&B Manager, tendo progredido na operação até ao cargo de Managing Director.

Já Oliver Key, General Manager do Penha Longa Resort, admite que receber a mais alta distinção do guia cria “imensa pressão” no sentido de manter os padrões de serviço, algo que coloca como o desafio do hotel para o próximo ano.

“Não tenho dúvidas de que estaremos à altura. Tal como acontece com qualquer organização tão prestigiada como a Michelin, é de esperar que esta produza outro público que talvez não nos conhecesse antes”, explica.

Os critérios de avaliação

À semelhança das Estrelas Michelin, as Chaves Michelin funcionam como “um guia autónomo e independente”, contando com diversos inspetores que experienciam in loco vários hotéis espalhados pelo mundo.

Durante a apresentação desta quinta-feira, Elisabeth Boucher, diretora das relações externas do guia Michelin, explicou que alguns destes inspetores são especializados apenas em hotéis e outros só em restaurantes, existindo ainda inspetores que trabalham ambas as valências. Contudo, “um inspetor não decide sozinho a quem atribuir a chave, é um trabalho escolástico”, ressalva Elisabeth Boucher.

A linha de avaliação para a atribuição das Chaves Michelin pressupõe que os hotéis cumpram cinco critérios: que sejam uma porta aberta para o destino, que permite conhecer a região; excelência na arquitetura e design de interiores; qualidade e coerência do serviço, conforto e manutenção; capacidade de proporcionar uma experiência extraordinária a um preço justo; e, por fim, individualidade, personalidade e autenticidade.

Após a criação desta distinção, passa a ser possível reservar estadias nos hotéis distinguidos pelo guia através das plataformas da Michelin.

Atualmente, o Guia Michelin conta com uma seleção a nível mundial de 7.000 hotéis reconhecidos com a nova distinção das Chaves Michelin.

Conheça todos os 55 hotéis com Chaves Michelin em Portugal

A lista completa de 55 hotéis distinguidos pelo guia em Portugal com Chaves Michelin atribui uma Chave Michelin aos seguintes hotéis:

  • Herdade da Malhadinha Nova;
  • Quinta São Jose do Barrilario Douro Wine Hotel e Spa;
  • Villa Extramuros;
  • MS Collection Aveiro – Palacete Valdemouro;
  • Sublime Comporta;
  • Aethos Ericeira;
  • 3HB Faro;
  • Luz Charming Houses Fátima;
  • Spatia Comporta;
  • The Wine House Hotel – Quinta da Pacheca;
  • Art Legacy Hotel;
  • Bairro Alto Hotel;
  • Brown’s Avenue Hotel;
  • Palácio Ludovice Wine Experience Hotel;
  • Santiago de Alfama – Boutique Hotel;
  • Sublime Lisboa;
  • The One Palácio da Anunciada;
  • Pousada de Lisboa, Praça do Comércio;
  • Quinta da Casa Branca:
  • Savoy Palace;
  • Casa das Penhas Douradas;
  • Casa das Penhas Douradas;
  • Casa de São Lourenço;
  • Quinta de São Bernardo Winery & Farmhouse;
  • São Lourenço do Barrocal;
  • Torel Quinta da Vacaria;
  • White Exclusive Suite & Villas;
  • GA Palace Hotel & Spa, a XIXth-Century Villa;
  • Hotel Torel Avantgarde;
  • Maison Albar – Le Monumental Palace;
  • PortoBay Flores;
  • Torel 1884;
  • Torel Palace Porto;
  • Vila Foz Hotel & SPA;
  • Areias do Seixo Charm Hotel & Residences;
  • Salvaterra Country House & SPA;
  • Quinta de Silvalde;
  • Casas da Lapa, Nature & Spa Hotel;
  • Colégio Charm House;
  • Conversas de Alpendre;
  • The Yeatman.

O guia destacou ainda com Duas Chaves Michelin as unidades:

  • Vila Joya;
  • Les Suites at The Cliff Bay – PortoBay;
  • Reid’s Palace, A Belmond Hotel;
  • Six Senses Douro Valley;
  • Four Seasons Hotel Ritz Lisbon;
  • The Reserve Hotel;
  • Vermelho Melides;
  • Torre de Palma Wine Hotel;
  • Bela Vista Hotel & Spa;
  • Quinta do Paral;
  • Vidago Palace;
  • The Lince Santa Clara;
  • Vinha Boutique Hotel;

Por fim, com três Chaves Michelin, surgem os hotéis Vila Vita Parc Resort & Spa e Penha Longa Resort.

Leia também: Guia Michelin: “Queremos contribuir para posicionar Portugal no mapa da culinária mundial”

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TAP já iniciou ligações diretas entre o Porto e Boston

A nova ligação da TAP entre a cidade do Porto e Boston (EUA) arrancou esta quarta-feira, numa operação que contará com quatro voos por semana, até 25 de outubro. O evento de inauguração contou com a presença do secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, Luís Rodrigues, presidente da companhia aérea, e Thierry Liggonière, CEO da ANA Aeroportos.

Publituris

A TAP Air Portugal inaugurou, esta quarta-feira, a sua nova rota entre o Porto e Boston, aproximando ainda mais o Norte do país aos Estados Unidos da América, com quatro voos semanais.

Os voos entre o Porto e Boston são realizados às segundas, quartas, sábados e domingos até ao dia 25 de outubro, com partidas da Invicta entre as 17:40 e as 18:15, e chegada à cidade norte-americana entre as 20:20 e as 20:45, num voo com a duração de sete horas e 35 minutos. No sentido inverso, os voos saem de Boston entre as 22:55 e as 23:15, e aterram no Porto entre as 10:35 e as 10:55 do dia seguinte, num voo com duração de seis horas e 40 minutos.

A TAP opera esta nova rota Porto – Boston com os modernos Airbus A321-Long Range, com capacidade para 168 passageiros, 16 dos quais em classe executiva.  As tarifas estão disponíveis a partir de 529 euros, ida e volta.

O evento de inauguração, que decorreu na porta de embarque no aeroporto Francisco Sá Carneiro, contou com a presença do secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, Luís Rodrigues, Presidente da TAP, e Thierry Liggonière, CEO da ANA Aeroportos.

Para Luís Rodrigues, “a TAP contribui para a aproximação entre o Porto e o resto do mundo, favorecendo a mobilidade dos residentes e comunidades, ao mesmo tempo que capta e atrai importantes fluxos turísticos norte-americanos e brasileiros para o Porto e Norte de Portugal, relevantes para a Economia da região”, para recordar que o Grupo TAP emprega, na sua base do Porto, 368 trabalhadores, gerando também, por via indireta, centenas de postos de trabalho ligados à aviação, “aos nossos fornecedores e prestadores de serviços e ao setor do Turismo”.

Por sua vez, o CEO da ANA Aeroportos, considerou que “”este voo inaugural para Boston é um marco que muito nos orgulha, resultado de um trabalho contínuo e colaborativo com a TAP Air Portugal como parceiros estratégicos”, congratulando-se com a transportadora aérea portuguesa por esta aposta no Porto, “que não só reforça a nossa ligação ao mercado norte-americano e à diáspora portuguesa, como também confirma o papel do Aeroporto do Porto como plataforma estratégica para o desenvolvimento de novas rotas internacionais, com foco na qualidade de serviço e na sustentabilidade.”

Refira-se que a TAP passa agora a voar do Porto para duas cidades nos EUA, Boston e Newark, e de Lisboa para sete aeroportos norte-americanos, Boston, Chicago, Miami, Newark, Nova York, São Francisco e Washington DC. Já a partir desta sexta-feira arrancam os voos entre Lisboa e Los Angeles e, a partir de 3 de junho, um dos voos semanais da TAP entre Lisboa e São Francisco, à terça-feira, passa a fazer uma escala na Terceira (Açores).

De destacar ainda que a TAP serve atualmente o Aeroporto Francisco Sá Carneiro com 17 voos diretos de longo curso por semana, para os destinos Nova Iorque (Newark), Rio de Janeiro, São Paulo, Luanda e agora Boston. Além disso, a companhia aérea oferece 127 voos semanais de médio curso a partir da Invicta, incluindo ligações dentro de Portugal, mas também outros destinos como Paris, Londres (Gatwick), Genebra, Zurique e Luxemburgo.

 

 

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