CTP diz-se surpreendida com a saída de Cecília Meireles
O presidente, Francisco Calheiros, disse à Publituris que “nada fazia prever esta substituição” e mostra alguma preocupação pelo facto de o sector voltar a estar ‘entregue’ a um governante sem experiência no sector.

Tiago da Cunha Esteves
SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”
“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
A Confederação do Turismo Português (CTP) está surpreendida com a saída de Cecília Meireles da Secretaria de Estado do Turismo e acredita que “não é uma boa notícia” o facto de o sector voltar a estar entregue a um governante sem experiência no sector.
“Nada fazia prever esta substituição”, disse, à Publituris, o presidente, Francisco Calheiros, no âmbito da nomeação do novo secretário de Estado, Adolfo Mesquita Nunes.
O responsável também lamentou o sucedido porque “a Dra. Cecília Meireles já tinha, durante este ano e meio que levava de funções, um conhecimento profundo dos dossiers relevantes”.
Na visão de Francisco Calheiros, Adolfo Mesquita Nunes deverá dar prioridade ao “financiamento da promoção, à organização regional do Turismo e à carga fiscal e parafiscal que incide sobre as empresas do sector, em particular os custos de contexto que as asfixiam”.
Em relação ao trabalho até aqui desenvolvido por Cecília Meireles, o presidente da CTP considera que foi “positivo”, porque “ouviu o sector privado e tentou, tanto quanto a sua capacidade política lhe permitia, melhorar as condições das empresas com vista ao desenvolvimento do sector”.