CTP reúne com a troika e defende reforço da promoção
Tal como já tinha adiantado aos jornalistas, a promoção é um dos assuntos fundamentais para o novo Conselho Directivo da Confederação do Turismo Português.

Tiago da Cunha Esteves
Estado de São Paulo vai ganhar novo aeroporto internacional
Páscoa deverá acelerar recrutamento na hotelaria de acordo com a Eurofirms
KLM celebra 85 anos em Portugal com oferta a crescer 23% este verão
CEAV Protour 2025 no Porto acentua relacionamento com a APAVT
Euroairlines assina acordo de interline com Azores Airlines
28ª edição da Intur de 13 a 16 de novembro em Valladolid
Majestic Princess apresenta-se com novos e renovados espaços
Wine Workshop Experience tem 1ª edição dia 16 de abril no Palácio Chiado
Governo de Cabo Verde de olhos postos no desenvolvimento turístico de Santo Antão
Algarve dá a conhecer as linhas de financiamento e Programa Empresas Turismo 360º
A Confederação do Turismo Português (CTP) considera que a promoção está no topo das prioridades para que o sector do turismo seja “mais ágil e um catalisador para o crescimento da economia”. Na reunião entre os representantes do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu com os Parceiros Sociais, essa foi uma das principais ideias deixadas pelo seu presidente, Francisco Calheiros.
Para a CTP, “esta aposta exige recursos financeiros, organização e agilidade no aproveitamento das janelas de oportunidades através de criatividade, inovação e integração”. De resto, na reunião que teve com a comunicação social, na semana passada, Francisco Calheiros também colocou ênfase nesta questão. “A promoção não é um custo, é um investimento”, afirmou, em Lisboa.
Fiscalidade e trabalho
Em termos de fiscalidade, a CTP acredita que é preciso existirem “medidas governamentais favoráveis ao turismo, discriminando-o positivamente, considerando fundamental a redução do IVA na hotelaria, restauração e golfe”. Esta foi outra das ideias também transmitidas na reunião com os membros da troika.
Na óptica da Confederação, é preciso criar “regimes mais amigáveis” que façam com que as empresas consigam sobreviver no actual panorama económico. Nesse sentido, é preciso combater os custos de contexto, nomeadamente, “os relacionados com a certificação e eficiência energéticas, qualidade do ar no interior dos edifícios, águas e resíduos sólidos, gás natural, licenciamento de actividades turísticas, taxas de utilização de subsolo, as novas taxas municipais e, mais recentemente, as ex-Scut´s”.
No que diz respeito ao trabalho, “é crucial um novo modelo ou paradigma das relações laborais repondo/revogando algumas das alterações preconizadas pelos Códigos do Trabalho de 2003 e 2009, e que em nada se coadunam com o actual contexto, ou sequer com um cenário de crescimento económico e necessária sustentação”.