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Objetivo: Tornar a marca Iberojet mais visível em Portugal

António Loureiro, que assumiu recentemente a liderança da Iberojet em Portugal, revelou ao Publituris que o objetivo é “ajudar o mercado português”, mas acima de tudo, “consolidar” a presença da companhia aérea do Grupo Ávoris em território nacional e “torná-la ainda mais visível”.

Carolina Morgado
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Objetivo: Tornar a marca Iberojet mais visível em Portugal

António Loureiro, que assumiu recentemente a liderança da Iberojet em Portugal, revelou ao Publituris que o objetivo é “ajudar o mercado português”, mas acima de tudo, “consolidar” a presença da companhia aérea do Grupo Ávoris em território nacional e “torná-la ainda mais visível”.

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Carolina Morgado
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Em entrevista ao Publituris, o conhecido profissional da área das viagens e turismo, António Loureiro, recentemente nomeado diretor-geral da Iberojet, assegurou que o seu propósito é colocar a companhia aérea em Portugal no patamar correspondente à dimensão e ao impacto que o Grupo Ávoris tem no turismo a nível ibérico. “Entrei neste projeto exatamente para isso, para defender a posição da Iberojet em Portugal, torná-la ainda mais visível e fazer as pazes com algum histórico que não existia no passado com as entidades oficiais”. O propósito do novo diretor-geral é, precisamente, alterar essa imagem e criar uma relação mais estreita e mais colaborante com organismos como a ANA Aeroportos/Vinci Airports, a ANAC e a NAV.

Como se sabe a marca Iberojet gere-se em Portugal com a denominação Orbest e Evelop em Espanha. Assim, adiantou, “a nossa ideia, e obtivemos consentimento para isso, é tornar a Iberojet apenas uma única marca que acomodasse as duas designações que as empresas tinham até agora.

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O Grupo, disse, “pediu para relançar a imagem da companhia, ajustá-la ao nosso estilo e torná-la ainda mais portuguesa, tal como a Ávoris que quer tornar-se cada vez mais portuguesa sob o ponto de vista do mercado. Foi por isso que aceitei”.

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António Loureiro esclareceu que a Iberojet é uma companhia aérea charter que serve a operação do grupo espanhol Ávoris, “mas temos projetos e ambições para ir um pouco mais além. Com a dimensão do Grupo não faz sentido que a sua companhia de aviação se remeta apenas a transportador os seus operadores. Pode-se aproveitar muito mais”, destacou.

Avançar também para voos regulares
Nesse sentido, o responsável apontou que “o objetivo é manter a filosofia de charter, mas ter também uma componente de venda de voos numa perspetiva regular, para além de continuar a fazer ACMIS (aluguer de aviões com tripulação incluída, bem como os seguros e a manutenção) para várias empresas”.

Por outro lado, frisou, sem entrar em pormenores, que “estamos com outras ideias também para dentro da própria Iberojet, podendo constituir outras unidades de negócio muito interessantes, aproveitando a capacidade do Grupo Avoris, isto tudo numa perspetiva de consolidar a sua imagem em Portugal e fazê-la crescer, sem hostilizar ninguém. Sabemos que as aventuras espanholas em termos de viagens e turismo no nosso país, algumas correram mal por causa da arrogância e, este grupo é tudo menos arrogante. E só nessa base é que eu também entraria aqui”.

Estamos num processo de tornar o front-end da Iberojet muito mais apelativo e que permita vender ancillaries (produtos e serviços auxiliares) ou fast-tracks, de uma forma absolutamente normal, como se fosse uma companhia aérea regular. É uma área que, além de trazer muito revenue, permite tratar o passageiro de outra maneira e dar-lhe um “miminho” extra. Este processo está no bom caminho e acredito que vou conseguir fazer ali umas melhorias grandes

Outro objetivo do novo diretor-geral da companhia aérea do Grupo Ávoris em Portugal é melhorar o sistema de distribuição em voos charter. “Estamos num processo de tornar o front-end da Iberojet muito mais apelativo e que permita vender ancillaries (produtos e serviços auxiliares) ou fast-tracks, de uma forma absolutamente normal, como se fosse uma companhia aérea regular. É uma área que, além de trazer muito revenue, permite tratar o passageiro de outra maneira e dar-lhe um “miminho” extra. Este processo está no bom caminho e acredito que vou conseguir fazer ali umas melhorias grandes”, confidenciou.

Dois A330neo baseados em Lisboa
A Iberojet tem colocados dois aviões A330neo no aeroporto de Lisboa, um com executiva (18 lugares sempre como uma boa ocupação) e económica, e outro em full economy, mas “reforçamos sempre com outros aparelhos se for caso disso e, no futuro, a minha ideia é basear em Portugal ainda mais aviões, até pelos objetivos de crescimento que temos, mas desde que sejam criadas melhores condições no aeroporto de Lisboa, que é a base da nossa operação”. O sonho de António Loureiro é ter um A350 em Lisboa.

O nosso entrevistado considerou que “temos um equipamento bonito e muito recente, e o nosso padrão de serviço de bordo não tem nada a ver com uma companhia charter”. Apontou ainda que estes aviões têm tido um bom ritmo de voos, acelerando, como é óbvio, a partir do final de abril quando o Grupo coloca no máximo a sua programação de verão.

Beja, só se forem todos os operadores
No entanto, Loureiro, que como diz, nasceu no mundo da aviação, tem clara noção das dificuldades que se colocam no aeroporto de Lisboa para uma companhia aérea que pretenda crescer, e não descarta a possibilidade de operações também à saída do Porto. “Em 50 anos não se avançou politicamente e não se pensou. As pessoas puseram os partidos à frente dos interesses nacionais. E eu acho que agora estamos a pagar a fatura disso.

A minha grande pergunta, a pergunta que toda a gente faz é, o turismo aguenta até à construção do próximo aeroporto, mesmo se o decidirmos agora?”, questionou o profissional ainda a propósito do novo aeroporto. Sendo a Iberojet uma companhia charter, a questão que colocámos a António Loureiro é se não veria com bons olhos a empresa basear-se em Beja para poder crescer e abrir novos horizontes.

“É verdade que a companhia só cresce se tiver condições logísticas para o fazer, e o aeroporto é a principal condição”, disse, acentuando que Beja “poderia funcionar, mas para isso teria de haver condições efetivas, o que não acontece, pois não existem infraestruturas necessárias para operar, não tens lá a PSP de fronteiras, não tens catering, não tens uma série de componentes de handling, itens necessários para a operação”.

No entanto, “mesmo que existissem, bastava que um operador que seja que ficasse a operar à saída de Lisboa para o mesmo destino que opero, para nós ficarmos em desvantagem”. António Loureiro é categórico “Não estou a dizer que a empresa está a pensar em deslocar-se para o aeroporto de Beja, nada disso, até porque essa decisão compete aos nossos operadores. Temos problemas na operação, claro que sim, complica, mas acho que está na altura de começarmos (os operadores) a pensar todos, a falar entre todos, mas têm de ser todos. Não havendo um consenso será difícil uma decisão deste tipo”.

O objetivo é manter a filosofia de charter, mas ter também uma componente de venda de voos numa perspetiva regular, para além de continuar a fazer ACMIS (aluguer de aviões com tripulação incluída, bem como os seguros e a manutenção) para várias empresas

Outros destinos na calha
Este verão, a Iberojet vai operar voos charter de Lisboa para Cancun (México), Varadero e Santa Clara (Cuba), em estreia, La Romana, Punta Cana e Samaná (República Dominicana), ou seja, apenas operações de longo curso. “Não temos médio curso com equipamentos nossos, mas com o ritmo de desenvolvimento de alguns destinos, diria que este verão não, porque está feito, está fechado, mas é capaz de haver aí destinos de médio curso que justifiquem um avião deste tipo operado por nós. Mas será sempre por decisão dos operadores que integram o grupo, apesar de, na qualidade de diretor-geral da companhia ter a liberdade de dar os meus inputs, apresentar as nossas dificuldades operacionais e dar alternativas em função também dos contratos que temos”.

Equipa com experiência acumulada
António Loureiro deu-nos conta que o pessoal que está ligado à companhia aérea em Lisboa é português. “Uma coisa que eu gostei muito foi ver uma estabilidade relativamente às tripulações e a todas as equipas. Os nossos quadros têm muita experiência acumulada, profissionais que passaram por outras empresas e trouxeram todo esse know-how. Fiquei realmente impressionado com a qualidade desses profissionais”, destacou.

O diretor-geral da Iberojet em Portugal reconheceu que a relação com a companhia aérea em Espanha é “fantástica”. Sublinhou, para concluir, que “estamos a integrar equipas e a torná-las cada vez mais visíveis, num conceito de empresa ibérica, mas respeitando as fronteiras de cada um para um objetivo comum, o de tornar o Grupo Ávoris ainda mais sólido na sua componente aérea”.

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Teldar Travel entra em nova fase de desenvolvimento

Considerado um dos principais players em soluções de reservas para profissionais do turismo, a Teldar Travel está a entrar numa nova fase de desenvolvimento estratégico em 2025, marcada por uma forte expansão internacional e uma grande transformação digital.

Para além da expansão para novos mercados, incluindo Itália, países nórdicos, Estados Unidos e, em breve, Oriente Médio a empresa vai fazer uma reformulação completa da sua oferta e identidade de marca, com um novo branding e três produtos distintos: Teldar Plus, Teldar Biz e Teldar Connect.

Este ano representa um momento chave na história da Teldar Travel. A empresa persegue dois objetivos complementares: consolidar a sua posição nos seus mercados históricos (França, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda) e acelerar o seu desenvolvimento internacional.

Já no primeiro semestre de 2025, a Teldar Travel retoma as suas operações em Itália, após uma pausa devido à pandemia. A empresa também se estabelece em quatro novos países nórdicos (Suécia, Noruega, Finlândia, Dinamarca) e dá um passo decisivo ao entrar no mercado norte-americano, expandindo-se para os Estados Unidos. A expansão continuará no final do ano com a abertura de novos mercados no Oriente Médio.

Para acompanhar este crescimento, a Teldar Travel reforça as suas equipas e estabelece parcerias-chave. A empresa recrutou nomes de referência no setor de viagens: Adam McKnight, nomeado International Growth Director, será responsável por liderar a aceleração do desenvolvimento internacional da empresa, enquanto Tom Bell, Sales Director for Northern Europe, Spain & Portugal, irá liderar a estratégia comercial nestes mercados estratégicos, e  Christophe Buvot, nomeado diretor de Desenvolvimento de Negócios para os mercados francófonos, será responsável por acelerar o crescimento comercial da Teldar Travel e do grupo Gekko.

No âmbito desta transformação, a Teldar Travel reformula profundamente a sua oferta e imagem, através de diversas iniciativas como um novo branding, mais moderno e premium, refletindo a diversidade da oferta e o seu compromisso com a inovação tecnológica para atender às necessidades da indústria do turismo, ao mesmo tempo que se divide agora em três produtos distintos: Teldar Plus,  plataforma de reserva de acomodação, transfers e atividades para agências de viagens de lazer; Teldar Biz, solução de reserva de alojamento dedicada às agências de viagens corporativas para atender às necessidades de PME; e Teldar Connect , solução de distribuição de alojamento via API para profissionais de viagens, operadores turísticos, empresas de cruzeiros e bed banks.

De destacar também novos sites de reserva e distribuição via API. Inspirados nas melhores práticas B2C, estas novas plataformas oferecem funcionalidades projetadas especificamente para os profissionais do turismo, aumentando a produtividade.

Há igualmente novas funcionalidades: Um módulo de IA para uma experiência do utilizador aprimorada, disponível na V2; Um comparador de ofertas para facilitar a tomada de decisão; Novos filtros de pesquisa ainda mais precisos; Atualização das comissões das agências diretamente no carrinho de compras; e um programa de fidelidade mais exclusivo, o Miles Attack, que permite aos agentes de viagens converter os seus MILES em dinheiro transferido diretamente para suas contas bancárias.

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Air Serbia abre nova rota entre Belgrado e Tiblissi

A partir de 15 de junho, a Air Serbia abre uma nova rota que vai ligar as capitais da Sérvia e da Geórgia, numa operação com três voos por semana em cada sentido.

A Air Serbia vai abrir, a 15 de junho, uma nova rota que vai ligar as capitais da Sérvia e da Geórgia, numa operação com três voos por semana, informou a companhia aérea de bandeira da Sérvia.

A nova rota da Air Serbia conta com partidas de Belgrado às segundas, quintas e domingos, enquanto as partidas da capital da Geórgia decorrem às terças, sextas e domingos, estando os bilhetes já a serem comercializados aqui, assim como através da APP e lojas da companhia aérea.

As partidas de Belgrado decorrem às 13h20, às segundas e quintas-feiras, chegando a Tiblissi às 18h20, enquanto aos domingos estão agendadas para as 07h55, com chegada à capital da Geórgia às 12h55.

Em sentido contrário, as partidas de Tiblissi estão marcadas para as 03h35, às terças e sextas-feiras, chegando a Belgrado pelas 04h50, enquanto o voo de domingo tem saída da capital georgiana às 14h25, chegando à capital da Sérvia pelas 15h40.

Num comunicado enviado à imprensa, a Air Serbia lembra que a “Geórgia tem uma grande diáspora”, pelo que os novos voos esperam atrair também estes passageiros, uma vez que vão facilitar as conexões entre a Geórgia e destinos na América, Europa Ocidental e Balcãs Ocidentais, via Belgrado.

“Acreditamos que os passageiros da Geórgia constituirão uma parcela significativa dos passageiros em conexão nos voos da Air Serbia e que a própria Geórgia será um destino atraente para passageiros da Sérvia e da região”, afirma Boško Rupić, diretor-geral Comercial e de Estratégia da Air Serbia, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

Recorde-se que, via Belgrado, a Air Serbia permite conexões para vários destinos na Europa, como Amesterdão, Barcelona, ​​Berlim, Bolonha, Zurique, Copenhaga, Cracóvia, Milão, Nice, Dusseldorf, Roma, Frankfurt, Hamburgo, Oslo, Paris, Podgorica, Praga, Estocolmo, Tivat, Valência e Zagreb.

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Hotéis Onyria em Cascais passam a ostentar marcas de luxo da IHG Hotels & Resorts

Os hotéis do grupo Onyria em Cascais passam a integrar o IHG Hotels & Resorts, ao abrigo de um acordo em regime de franchising que implicará um investimento superior a cinco milhões de euros, que será aplicado em renovações e decoração, assim como a criação de novos espaços. As propriedades e gestão mantêm-se no Grupo Onyria e na família Pinto Coelho.

O Grupo Onyria, que detém o Onyria Quinta da Marinha Hotel e o Onyria Marinha Boutique Hotel na Quinta da Marinha, em Cascais, acaba de celebrar uma parceria em regime de franchising com um dos principais grupos hoteleiros do mundo, a Intercontinental (IHG).

Esta parceria permite associar duas marcas de luxo da IHG às unidades hoteleiras do Grupo Onyria, em Cascais. Desta forma, O Onyria Quinta da Marinha Hotel passará a integrar a marca Kimpton Hotels & Restaurants, reconhecida pela sua hospitalidade e serviço personalizado, cujo rebranding será concluído no início de 2026, após obras de renovação. O Kimpton Quinta da Marinha Cascais contará com 198 quartos, dos quais 10 serão suites, e um spa com ginásio renovado. Os hóspedes poderão escolher entre dois restaurantes e dois bares, bem como uma piscina interior e outra exterior. O hotel contará ainda com o seu campo de golfe de 18 buracos, e terá ainda 12 salas de conferências e uma casa no lago, ideal para reuniões ou eventos.

Já o Onyria Marinha Boutique Hotel e as Villas (72 quartos & 40 villas) farão a transição para a Vignette Collection, uma marca que reúne hotéis de luxo independentes com uma identidade própria e experiências diferenciadas, passando a chamar-se Onyria Marinha Cascais – Vignette Collection. Esta mudança ocorrerá ainda antes deste verão.

A gestão e propriedade se manterão a cargo do Grupo Onyria e da família Pinto Coelho, que se mantém ativo no desenvolvimento e na procura de novas oportunidades de crescimento.

João Pinto Coelho, CCO do Grupo Onyria, está convicto que “as marcas da IHG se alinham perfeitamente com a nossa visão de reter a herança cultural do nosso destino e produto, ao mesmo tempo que oferecem experiências autênticas e únicas”, por isso, “faz todo o sentido esta parceria para o Grupo Onyria, que não só nos traz reconhecimento global, como o acesso aos mais de 145 milhões de membros do IHG One Rewards e uma experiência de luxo elevada para os todos os hóspedes”, realçou.

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Futuro do turismo de saúde e bem-estar a partir dos Spas vai ser debatido no Algarve

“O Spa do Futuro: Desafios e Oportunidades – Um Caminho que Começa Convosco” é tema de um evento que vai decorrer dia 31 de março, no auditório do Turismo do Algarve, para discutir o futuro do turismo de saúde e bem-estar a partir dos Spas.

O evento intitulado “O Spa do Futuro: Desafios e Oportunidades – Um Caminho que Começa Convosco”, é promovido pelo KIPT CoLAB, pelo S2AQUAcoLAB, pelo GreenCoLab e pelo ABC CoLAB. A sessão tem como objetivo explorar os desafios e as oportunidades do turismo de saúde e de bem-estar, promovendo inovações tecnológicas e práticas sustentáveis.

O projeto “SPA do Futuro”, financiado pelo ALGARVE2030, visa transformar a experiência em Spas, utilizando novas tecnologias e práticas ecológicas para oferecer tratamentos personalizados e melhorar a sustentabilidade do setor. Este projeto surge como resposta à crescente procura por experiências mais sustentáveis, inovadoras e personalizadas.

O evento, que marca o início dos trabalhos do projeto, contará com várias sessões interativas, onde especialistas, investigadores e representantes de diferentes entidades partilharão conhecimentos e experiências, oferecendo uma análise detalhada do impacto das inovações e do papel da sustentabilidade no turismo de saúde e de bem-estar.

A sessão de abertura, marcada para as 15h00, contará com as intervenções de André Gomes, Turismo do Algarve, Antónia Correia, KIPT CoLAB, Clévio Nóbrega, ABC CoLAB Paula Guedes, Associação Portuguesa de Spas, bem como de representantes do S2AQUA CoLAB e GreenCoLab.

A apresentação do projeto “Spa do Futuro”, objetivos e plano de ação estará a cargo de Rui Mendonça-Pedro, KIPT CoLAB, Cátia Marques, S2AQUAcoLAB, Ana Ramos, GreenCoLab, Vânia Roberto, ABC CoLAB, e Beatriz Marques, KIPT CoLAB

Em seguida, especialistas e académicos discutirão os desafios que o setor enfrenta, bem como as novas oportunidades que surgem, com intervenções de Nuno Silva Gustavo, ESHTE, Cristina Valente Pedro, UAlg, Ana Galhardo e Vanda Janeiro, Wellness Academy.

Este evento, de acordo com o KIPT CoLab, tem uma importância estratégica para o futuro do turismo de bem-estar no Algarve, reunindo as principais entidades envolvidas na inovação e sustentabilidade do setor. O projeto “SpaA do Futuro” não só vai colocar o Algarve na vanguarda do turismo de saúde, mas também promover soluções que integram a tecnologia, a personalização e a sustentabilidade ambiental, alinhando-se com as tendências globais do setor.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

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Enóphilo Wine Fest Lisboa celebra 10 anos com mais de 350 vinhos

O evento regressa dia 12 de abril a Lisboa para dar a conhecer os vinhos de diversos produtores nacionais, contando este ano com três provas especiais — uma delas, a reedição de uma das primeiras provas realizadas em 2015, dedicada aos vinhos de Carcavelos.

O Enóphilo Wine Fest Lisboa chega no dia 12 de abril ao Hotel Marriott. Das 15h às 20h, será possível degustar mais de 350 vinhos de mais de 40 produtores em prova livre e, ainda, participar em três provas especiais, que assinalam os 10 anos do evento.

Em tom de celebração, as três provas especiais deste ano serão palco de muitas novidades e vinhos inéditos, mas também de redescobertas de clássicos. Haverá uma prova inteiramente dedicada a espumantes, conduzida pela Quinta das Bágeiras, uma casa de referência no panorama vínico nacional, uma prova vertical da Vinilourenço, onde se poderá apreciar várias colheitas do Pai Horácio, o considerado topo de gama deste produtor do Douro, e finalmente uma prova dedicada aos vinhos de Carcavelos com o projeto Villa Oeiras, que tem feito um grande trabalho de recuperação deste vinho generoso, preservando esta tradição.

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TAP dá lucro pelo 3.º ano consecutivo mas com descida de quase 70%

No ano passado, a TAP obteve um resultado liquido de 53,7 milhões de euros, valor que se mantém positivo pelo terceiro ano consecutivo, mas que traduz uma descida de 69,7% face aos 177,3 milhões de euros de 2023, devido ao impacto de “provisões laborais extraordinárias e perdas cambiais”.

Em 2024, a TAP obteve um resultado liquido de 53,7 milhões de euros, valor que continua positivo pelo terceiro ano consecutivo mas que apresenta uma descida de quase 70% face ao apresentado em 2023.

De acordo com um comunicado divulgado na manhã desta quarta-feira, 26 de março, o resultado do ano passado “foi maioritariamente impactado por provisões laborais extraordinárias e perdas cambiais”, o que ditou uma descida de 69,7% face aos 177,3 milhões de euros contabilizados em 2023.

“Os resultados de 2024 confirmam a trajetória de recuperação da TAP iniciada nos últimos anos. Pelo terceiro ano consecutivo, a TAP apresentou um resultado líquido positivo, suportado pelo aumento das receitas e pela estabilização dos resultados operacionais. Adicionalmente, o contínuo aumento da pontualidade e regularidade confirmam uma operação mais robusta e resiliente”, congratula-se Luís Rodrigues, CEO da TAP.

Apesar da acentuada descida do lucro face ao ano anterior, a TAP realça que, relativamente a 2019, “último ano antes da pandemia, os resultados registam um incremento de 149,4 milhões de euros.

O comunicado divulgado pela TAP dá ainda conta que as receitas operacionais totalizaram “um novo máximo histórico”, chegando aos 4.242,4 milhões de euros, o que traduz um aumento de 0,7% face a 2023 e 28,6% acima dos níveis de 2019.

“As receitas de passagens voadas mantiveram-se positivas, impulsionadas pelo aumento da capacidade (+1,6%) e pela melhoria do Load Factor (+1,5 p.p.)”, destaca também a companhia aérea.

A TAP refere ainda que também o “forte desempenho do segmento de Manutenção (+44,6%), em particular na atividade da oficina de motores, também contribuiu para o crescimento das receitas”.

Quanto a passageiros, no ano passado, a companhia aérea de bandeira nacional transportou, em 2024, 16,1 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 1,6% em relação ao ano anterior, atingindo 94% dos valores alcançados em 2019. Já o número total de voos operados diminuiu 1,5% face a 2023, atingindo 86% dos níveis pré-crise.

Já a receita por passageiro por assento/quilómetro disponível (PRASK) somou 7,13 cêntimos, diminuindo 2,3% (-0,17 cêntimos) em termos homólogos, mas permanecendo 28,4% (+1,58 cêntimos) acima dos níveis de 2019.

Quanto a custos, a informação divulgada pela TAP revela que os custos operacionais recorrentes aumentaram 0,8% em termos homólogos, atingindo 3.859,8 milhões de euros em 2024, com o CASK – Cost of Available Seat Kilometer dos custos operacionais recorrentes a diminuir 0,7% para 7,20 cêntimos, enquanto nos custos operacionais recorrentes, excluindo custos com combustível, aumentou 2,1% face a 2023, atingindo 5,25 cêntimos.

No ano passado, o EBITDA recorrente da TAP atingiu os 875,3 milhões de euros, com uma margem de 20,6%, aumentando 3,7 milhões de euros ou 0,4% em comparação com 2023, enquanto o EBIT recorrente totalizou os 382,7 milhões de euros, com uma margem de 9,0%, representando uma diminuição de 3,2 milhões de euros ou 0,8%, refletindo um nível de rentabilidade consolidado, em linha com 2023 e “acomodando com sucesso os novos Acordos de Empresa e o aumento dos custos com pessoal”.

O CEO da TAP realça que estes resultados foram alcançados “num ano muito desafiante, marcado por um aumento relevante da concorrência nos nossos principais mercados, fortes desvalorizações cambiais, desafios operacionais, nomeadamente no controlo de tráfego aéreo e eventos meteorológicos adversos, e constrangimentos estruturais, como o limite de aeronaves”.

Para 2025, o responsável prevê “um ano desafiante”, ainda que sublinhe que este será o ” último ano do plano de restruturação”, pelo que a TAP vai continuar focada na sua “transformação”, de forma a tornar-se numa “companhia sustentadamente rentável e numa das mais atrativas da indústria”.

 

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“Conversas da Sustentabilidade” chega a Ponte de Lima

Ponte de Lima recebe, no próximo dia 4 de abril, o evento “Conversas da Sustentabilidade – Certificação como Fator de Diferenciação para Destinos de Excelência”, uma iniciativa que reunirá especialistas e agentes do setor turístico para debater desafios e oportunidades no caminho para um turismo mais sustentável.

O evento, que decorre entre as 14h00 e as 18h00, contará com a presença de Vasco Ferraz, Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, na sessão de abertura.

A programação inicia-se com o painel “Destinos Turísticos Sustentáveis: Desafios e Oportunidades”, com a participação de João Pedro Gama (vereador do Turismo da Câmara Municipal de Castro Daire), Manuel Sousa (arquiteto paisagista) e Luís Pedro Martins (presidente da Entidade de Turismo do Porto e Norte), seguindo-se um debate sobre o papel dos agentes turísticos na promoção do turismo sustentável, num painel que contará com contributos de Lídia Sequeira (Quality & Compliance Manager da Cosmos), Filipa Calhoa (Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra) e Susana Mesquita (Especialista em Turismo Territorial).

O evento encerra com uma sessão dedicada ao “Compromisso com a Sustentabilidade: Próximos Passos para os Destinos e Agentes Turísticos”, conduzida por Paulo Barreiro de Sousa, vice-presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima e vereador do Turismo.

A iniciativa é promovida com o apoio de organizações de referência na certificação e turismo sustentável, incluindo Green Destinations, GSTC – Global Sustainable Tourism Council, Turismo de Portugal e Visit Ponte de Lima.

 

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Feira de Enoturismo do Algarve pretende promover a região como destino vínico de excelência

No próximo dia 7 de abril, entre as 14h30 e as 18h30, o Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, será palco da Feira de Enoturismo do Algarve, um evento exclusivo para profissionais do setor, que pretende consolidar a região como um destino enoturístico de referência, promovendo as suas quintas, vinhos e experiências.

Promovida pela Comissão Vitivinícola do Algarve, no âmbito da Rota dos Vinhos do Algarve (Algarve Wine Tourism), com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa, a Feira de Enoturismo do Algarve surge como uma oportunidade para agentes do setor, operadores turísticos, agências de viagens, empresas de animação turística, restaurantes e hotéis, e outros profissionais conhecerem, em primeira mão, a oferta diversificada de enoturismo da região. Os visitantes poderão interagir diretamente com produtores locais, explorar novas experiências vínicas e estabelecer parcerias estratégicas para dinamizar o setor.

A participação na Feira de Enoturismo do Algarve é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

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Atlântida WTA mostra aos seus clientes as funcionalidades da Atriis – Self Booking Tool

A Atlântida WTA Viagens fez, esta terça-feira, em Lisboa, uma detalhada demonstração a um grupo de empresas com quem trabalha, da Atriis – Self Booking Tool, plataforma de reserva e gestão de viagens corporativas, que visa promover maior eficiência, rentabilidade e satisfação dos clientes.

A Atlântida WTA Viagens assume que é das poucas agências a fazer a demonstração e integração desta ferramenta nas empresas acabando por ser uma ação inovadora e pioneira. Se muitas agências de viagens em Portugal ainda estão na fase do processo de aquisição da Atriis, “nós já estamos a implementá-la nas empresas e por isso muito avançados nesta matéria”, sublinharam.

Após a detalhada demonstração da Atriis – Self Booking Tool feita por Carla Gonçalves, do departamento de Innovation & Travel Experience da Atlântida WTA Viagens, Ricardo Caixinha, CEO da empresa, explicou ao Publituris que “convidámos empresas nossas clientes que estão disponíveis para uma digitalização e uma transformação do fluxo, bem como potenciais clientes que para verem a solução porque querem algo diferente daquilo que têm hoje em dia”.

Segundo Ricardo Caixinha, “tentamos perceber qual é a necessidade do cliente para que possa tirar o maior partido, disponibilizamos a plataforma completamente customizada de acordo com as suas políticas de viagens, os seus contratos com determinados fornecedores, e entregamos um produto chave na mão, e depois vamos fazendo a manutenção da solução juntamente com o cliente”.

A plataforma está neste momento completamente disponível para o mercado, assegurou o CEO da Atlântida WTA Viagens, reforçando que “é sempre customizada de acordo com as necessidades do cliente, em termos de conteúdos, mas está perfeitamente preparada para entregar aos clientes que a queiram utilizar”.

O que diferencia esta solução de outras já conhecidas no mercado, “é a componente gráfica, a forma fácil como se navega é uma das grandes mais-valias, mas acima de tudo, porque é muito rica ao nível de conteúdos, fazendo a comparação de diversas fontes, apresenta e garante ao cliente o melhor preço de mercado, quer em termos de voo, hotel, transferes ou aluguer de veículo, e depois é a capacidade de customização de uma política de viagens ao detalhe”, destacou Ricardo Caixinha.

A ferramenta está também associação à redução de custos e rapidez. O responsável considerou que “consegue unificar esses dois eixos. O cliente tem o produto disponível na sua mão, consegue fazer a sua pesquisa com a garantia do melhor preço de mercado, porque com as agregações de fornecedores que temos para cada produto garantimos que o cliente tem o melhor preço, não tendo a necessidade de desperdiçar o seu tempo em pesquisas em diversas fontes, congregando toda essa oferta numa plataforma única”, sem ser necessário instalação e podendo ser personalizável com o logo da empresa.

Para a Atlântida WTA Viagens foi um investimento grande, “e acima de tudo, de tempo, porque para chegarmos a um resultado destes já estamos a trabalhar na solução há seis meses, para a customizar e garantir os testes de carga para garantir uma resposta ao cliente dentro daquilo que foram os parâmetros de pesquisa” apontou, para avançar que “vai exigir também investimento a médio e longo prazos de forma a continuarmos a enriquecer em termos de produto e garantir que o ciente continua satisfeito com a sua utilização”.

Os clientes da agência de viagens têm também associado um investimento inicial, mas na verdade, “pode não ser uma obrigação desde que garanta um mínimo de transações na plataforma”. No entanto, no geral, “será sempre um investimento relativamente baixo face ao que conseguir extrair, aos desperdícios de tempo e dos custos que tinham ao comprar de forma desagregada”, já que esta “solução permite um ecossistema completamente controlado, e tudo isso são ganhos, ou seja, um investimento que vale muito a pena”, concluiu.

Refira-se que Atriis – Self Booking Tool que a Atlântida WTA Viagens apresentou esta terça-feira está agregado, na parte aérea, aos sistemas de reservas da Travelport, Amadeus e Sabre, e ao NDC das companhias aéreas que já fizeram a sua integração, e na parte hoteleira, aos conteúdos dos bed banks, da Booking.com, Expedia, e dos próprios hotéis.

A Atriis capacita as TMCs e empresas a otimizar viagens, cortar custos, melhorar experiências e alcançar uma gestão global de viagens sustentável e eficiente. Por outro lado, combina conteúdo rico multicanal, um Marketplace global partilhado e uma interface intuitiva numa plataforma construída para atender às necessidades completas dos agentes e viajantes corporativos de hoje, ao mesmo tempo que corta as complexidades operacionais e lacunas de conteúdo que aumentam os custos.

Assim, a Atriis fornece a tecnologia que permite que empresas que gerem viagens (TMCs) e clientes corporativos controlem todas as suas necessidades de viagem de forma rápida, intuitiva e económica, oferecendo uma panóplia de companhias aéreas inclusive as low cost, uma grande variedade de inventário de hotéis, de empresas de rent-a-car e de transferes, bem como reservas de viagens de comboio.

 

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Novo catamarã é “passo natural na expansão da Timeless”

A nova embarcação da Timeless vai operar no rio Tejo, em Lisboa, tem capacidade para oito passageiros e conta com assinatura gastronómica da chef Justa Nobre.

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A Timeless, a empresa de turismo de luxo que desenvolve e organiza transferes privados e experiências de luxo personalizadas, adquiriu o catamarã TML Sailing que vai permitir oferecer “experiências de luxo inesquecíveis” e que marca “um passo natural na expansão” da empresa.

“A TML Sailing marca um passo natural na expansão da Timeless, reforçando o nosso compromisso em oferecer experiências exclusivas. Com esta nova aposta, elevamos a nossa oferta, permitindo que os nossos clientes descubram Lisboa a partir de uma nova perspetiva, com o mesmo nível de excelência e personalização que define a nossa marca”, afirma Nuno Costa, CEO da Timeless.

A nova embarcação da Timeless vai operar no rio Tejo, em Lisboa, e conta com a assinatura gastronómica da chef Justa Nobre, que “promete os ingredientes locais mais frescos e uma mistura de sabores arrojados, com elegância e requinte”.

A bordo, os clientes podem também usufruir de um chef privado, que convida a “mergulhar no mundo da gastronomia tradicional portuguesa” e com hipótese de  “participar na criação de uma verdadeira obra de arte culinária”.

“Esta experiência tem a duração de 3 horas, com capacidade para oito clientes com almoço ou jantar e o pack de bebidas essenciais”, refere a Timeless, num comunicado enviado à imprensa.

O catamarã da Timeless conta também com  Sommelier a bordo, que fará a seleção das melhores opções portuguesas e permitirá uma experiência única com uma prova de seis vinhos, enquanto os clientes navegam ao largo da capital.

Brunch a bordo, confecionado com as melhores iguarias; um passeio ao pôr do sol pelo rio Tejo ou ainda uma noite de cinema a bordo, com jantar incluído, e a exibição de um filme, sem faltarem as pipocas, são outras das atividades que a Timeless disponibiliza no novo catamarã.

“Além destes serviços, os clientes poderão ainda usufruir do catamarã da TML Sailing numa ótica corporativa, nomeadamente, através da sua utilização para reuniões ou encontros empresariais”, indica ainda a Timeless.

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