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Análise

Quanto vale o Turismo numas eleições?

A 10 de março disputam-se mais uma eleições legislativas. Ninguém esperava ir a votos tão cedo, existindo uma maioria absoluta no Parlamento que acabou por cair em novembro do ano passado. Todos os partidos que iremos encontrar nos boletins de voto possuem a sua estratégia para ganhar votos junto do eleitorado. Aqui deixamos a questão: quanto vale o turismo nos programas eleitorais?

Victor Jorge
Análise

Quanto vale o Turismo numas eleições?

A 10 de março disputam-se mais uma eleições legislativas. Ninguém esperava ir a votos tão cedo, existindo uma maioria absoluta no Parlamento que acabou por cair em novembro do ano passado. Todos os partidos que iremos encontrar nos boletins de voto possuem a sua estratégia para ganhar votos junto do eleitorado. Aqui deixamos a questão: quanto vale o turismo nos programas eleitorais?

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Neste primeiro texto, o jornal Publituris faz um resumo do que trazem os oito partidos/coligações políticos nos seus programas eleitorais no que diz respeito ao “Turismo”.

No PARTIDO SOCIALISTAS (PS), o Turismo aparece no programa eleitoral nos seguintes enquadramentos:

  • “Exportamos mais e melhor. As exportações de bens e serviços superaram, pela primeira vez na história, os 50% do PIB. Em 2015, representavam 40,6% e poucos anos antes apenas 35%. Hoje, são mais 46 mil milhões de euros exportados do que em 2015. E esta transformação não decorreu apenas do setor do turismo. Portugal soube abrir a economia a novas oportunidades de crescimento e de diversificação”.
  • “A CP deverá prosseguir e adaptar o seu Plano Estratégico 2030 preparando a operação de serviços ferroviários de Alta Velocidade e de turismo ferroviário”.
  • “O apoio público à captação de eventos desportivos internacionais deve, portanto, evoluir para uma ação coordenada entre o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e o Turismo de Portugal, ponderada em fatores como o impacto, retorno e territorialidade, bem como a sustentabilidade social e ambiental. A Conferência de Ministros do Desporto do Conselho da Europa 2024, que será realizada em Portugal, no Porto, protagonizará um dos mais relevantes momentos políticos do desporto internacional”.
  • “Concretizar a ‘Agenda do Turismo para o Interior’ promovendo um turismo mais equilibrado e uma transformação no modelo de desenvolvimento turístico do país, onde contam todas as geografias”.
  • “Apostar em ações de formação incentivando os residentes nas aldeias a investir no turismo, bem como em qualificação dos profissionais melhorando a qualidade dos serviços, informando os potenciais investidores dos apoios existentes”.
  • “Modernizar e internacionalizar as atividades tradicionais da economia do mar incluindo indústria dos produtos da pesca e aquicultura e o desenvolvimento de projetos de turismo costeiro e náutico sustentáveis e regenerativos”.
  • “Garantir a acessibilidade física, digital, de informação e comunicação, gerando mais inclusão e sustentabilidade, nos serviços públicos, infraestruturas, meios de transporte, parque habitacional, cultura, desporto, turismo e lazer”.
  • “No que respeita ao investimento e desenvolvimento de capacidades operacionais, com vista a garantir a manutenção de Portugal como um dos países mais seguros do Mundo como instrumento fundamental para a qualidade de vida dos portugueses, bem como para a atração de investimento estrangeiro e turismo”.

Na ALIANÇA DEMOCRÁTICA (AD), o Turismo é enquadrado nas seguintes formas:

  • “São atividades económicas centrais para o mundo rural contribuindo para a desejada coesão territorial, gerando dinâmicas que permitem dinamizar atividades de comércio, de turismo e de indústria”.
  • “Consolidar Portugal como destino turístico de excelência em tudo o que está ligado à economia azul, ao mar e às atividades náuticas, eixo fundamental para a nossa oferta”.
  • “Incentivar a criação de “Rota do Turismo Rural” em cada região, associando oferta
  • de dormidas, de experiências e de outras atividades em mundo rural”.
  • “Promover programas específicos de agroturismo em territórios de baixa densidade”.
  • “Compatibilizar a exploração racional dos recursos e usos do Espaço Marítimo Nacional com as atividades tradicionais existentes (pesca, turismo e outras) e respeitando a proteção do meio ambiente sob impacto e criando condições sustentáveis para a produção eólica offshore”.
  • “Para as empresas dos sectores transacionáveis como a indústria, agricultura ou turismo, é fundamental ganharem dimensão e aumentarem a sua presença em novos mercados e conseguirem integrar-se em cadeias de valor global, contribuindo para a internacionalização da economia e para o crescimento da produtividade”.
  • “Em termos de estrutura orgânica, reforçar a tutela do Ministério da Economia, de modo a agilizar decisões e facilitar a convergência nos processos e prazos com impacto nas empresas. Reforçar a articulação próxima com o Turismo de Portugal, nomeadamente no que toca a missões e ações externas”.
  • “Os setores do Turismo e Serviços em Portugal são fundamentais para a economia nacional. Em 2022, o peso do setor do Turismo na Economia atingiu 29,2 mil milhões de euros, 12,2% do PIB, um valor que representa um recorde em termos relativos e que conheceu novos aumentos”.
  • “No contexto de um conjunto de tendências no Turismo, Comércio e Serviços, as soluções de políticas públicas no Espaço Europeu, que Portugal deve acompanhar para ser competitivo, têm procurado acautelar modelos de crescimento de oferta turística que criem valor acrescentado, mas também integração com as economias locais”.
  • “Incrementar o valor das exportações associadas ao Turismo, Comércio e Serviços”.
  • “Incrementar o salário médio do setor Serviços, Comércio e Turismo, pelo aumento de produtividade e maior valor acrescentado”.
  • “Valorizar o ensino e formação contínua em Turismo e criar/consolidar uma rede nacional integrada de formação (hubs), com escala e qualidade, suportando conteúdos programáticos complementares que potenciam a oferta de qualidade”.

No CHEGA, o Turismo aparece da seguinte forma:

  • Turismo de Saúde. A permissividade da nossa Lei de Imigração e a gratuitidade do nosso Serviço Nacional de Saúde atraem cada vez mais grávidas estrangeiras que só se deslocam a Portugal para dar à luz”.
  • “Assumindo a nossa localização geográfica, a nossa especificidade, a nossa história e cultura, não podemos deixar de mencionar o turismo como uma das alavancas económicas de Portugal”.
  • “O turismo desempenha um papel fundamental na economia de Portugal e tem uma importância significativa para o país, representando perto de 12% no PIB, com elevada margem de progressão, sendo uma das principais fontes de receita nacional e empregando directa e indirectamente uma parcela considerável da população portuguesa”.
  • “Quando se pretende combater o êxodo rural, o turismo tem o potencial de impulsionar o desenvolvimento regional ao atrair visitantes para regiões fora dos principais centros urbanos. O turismo contribui para a fixação das populações e para a criação de novos negócios e empregos, atrai investimentos em infra-estruturas e serviços, o que contribui para o desenvolvimento geral do país como um todo. Através do turismo promove-se a imagem de Portugal e o seu conhecimento no estrangeiro, o que beneficia a reputação e a atractividade do país”.
  • “Promover o turismo como factor de progresso e de correcção de assimetrias internas”.
  • “Promover o turismo sustentável, partindo do princípio que o turista além de visitar lugares, pretende viver experiências, respeitando o meio-ambiente e as comunidades locais”.
  • “O turismo pode ter um papel muito relevante nesse aspecto, devendo promover-se uma sinergia entre ambos os sectores, em que um alimenta o outro e vice-versa”.
  • “Aflorar sinergias entre o turismo e o património cultural por forma a que ambos se promovam um ao outro”.
  • “Conceder apoio financeiro e logístico para projectos artísticos que valorizem e interpretem o património cultural português, tanto material quanto imaterial, numa lógica de interação com a indústria do turismo”.

No LIVRE, é desta forma que o Turismo aparece no programa eleitoral:

  • “A dependência económica que o país tem em relação ao investimento estrangeiro nas áreas do imobiliário e do turismo, fomentado por um enquadramento legislativo criado para o efeito, é acompanhada de diversas formas de especulação imobiliária que estão a alterar radicalmente as nossas casas, ruas e bairros”.
  • “Reforçar a exigência legislativa de adequação de habitações utilizadas para fins turísticos, nomeadamente o alojamento local, na qual se deve diferenciar a atividade profissional e a dos pequenos proprietários, estabelecer parâmetros urbanísticos que promovam a diversidade de usos nas cidades no licenciamento dos estabelecimentos hoteleiros, em articulação entre o Turismo de Portugal e as autarquias”.
  • “Recuperar os comboios noturnos em Portugal e na Península Ibérica, reativando, em 2024, dos serviços ferroviários noturnos Lusitânia e Sud-Expresso e garantindo a adoção dos serviços ferroviários noturnos como parte da estratégia ferroviária nacional, ibérica e de ligação aos restantes países europeus, através da articulação da CP e a IP com a RENFE, SNCF e outros operadores públicos ou privados, providenciando uma alternativa ecológica e de baixas emissões comparativamente ao transporte aéreo; promovendo o turismo sustentável e ligando Portugal a outros destinos no centro da Europa”.
  • “Restringir o turismo massificado e destrutivo em áreas protegidas, prevendo a capacidade de carga de cada uma destas, e incentivando um turismo de acordo com princípios sustentáveis e que beneficia as populações locais”.
  • “Apoiar financeiramente os municípios na criação de meios de transporte público alternativos que tenham um impacto mínimo nos ecossistemas, fomentando um turismo de natureza mais sustentável”.
  • “Este programa [Revive Natureza} deverá ter o seu âmbito de ação ampliado para além da área do turismo, permitindo projetos associados à conservação da natureza, à educação ambiental e ao empreendedorismo rural”.
  • “Incentivar a criação de emprego nas Áreas Protegidas e sítios da Rede Natura 2000, privilegiando setores relacionados com a manutenção da bio e geodiversidade, turismo sustentável, entre outros que permitam concretizar os planos de gestão destas áreas”.
  • “Revisão do Programa ‘REVIVE’, para que os seus concursos tenham como objetivo principal a fruição do património cultural por todas as pessoas, em vez de serem subordinados ao seu aproveitamento turístico”.

Analisemos agora como o Turismo aparece no programa eleitoral do BLOCO DE ESQUERDA (BE):

  • “A estratégia de crescimento económico assente no turismo e no imobiliário provocou uma crise na habitação”.
  • “A escalada histórica dos preços da habitação foi potenciada, primeiro, pelo período de taxas de juro historicamente baixas que tornaram o imobiliário num ativo atrativo pela sua rentabilidade e, depois, pelo processo inflacionista, que aumentou os custos do endividamento. No entanto, se estas são causas transversais a vários países, há elementos que justificam a particular gravidade da situação em Portugal: a promoção do turismo de massas e do turismo habitacional de luxo, com o regime do Residente Não Habitual ou os Vistos Gold”.
  • “Para baixar os preços das casas, é necessária a intervenção do banco público na quebra dos juros, a fixação de tetos para baixar as rendas, a proibição da venda de casas a não residentes e a limitação do seu desvio para alojamento turístico”.
  • “Por outro lado, as casas disponíveis estão a ser afetas a outros fins, como o turismo, o turismo residencial de luxo, a obtenção de vistos gold e a especulação financeira, sem qualquer tipo de controlo ou limites”.
  • “Um artigo recente do Jornal A Mensagem de Lisboa resumia a saturação a que Lisboa chegou: ‘A Baixa conta, atualmente, com 31 hotéis, 1411 quartos e mais unidades de Alojamento Local (AL) do que residentes. São 977 unidades de AL para 969 residentes no perímetro da Baixa Pombalina. Os dados são do Turismo de Portugal e do Censos 2021, filtrados para um perímetro que considera a planta ortogonal da Baixa Pombalina’”.
  • “Moratória a novos empreendimentos turísticos – Suspensão da emissão de títulos para novos empreendimentos turísticos nas zonas de pressão habitacional até 2030”.
  • “Na maioria dos casos, o alegado interesse nacional tem pouca ou nenhuma justificação. Basta olhar para a destruição de habitats protegidos e de áreas sensíveis para a construção de imobiliário de luxo ou de turismo, como ocorre agora nos megaprojetos da península de Tróia”.
  • “Não surpreende que os transportes para Tróia tenham um preço elevado e que vários empreendimentos imobiliários para turismo de luxo tenham sido considerados projetos PIN”.
  • “O encarecimento brutal da travessia fluvial pela SONAE é uma forma ardilosa de afastar os setubalenses de Tróia, restringindo-a a uma elite endinheirada. A mesma SONAE promove o Troiaecoresort, um empreendimento turístico que pretende vedar o acesso dos pescadores à Caldeira a partir de 2024”.
  • “Requisição de imóveis afetos ao alojamento local ou alojamento utilizado com fins turísticos, priorizando as habitações detidas por proprietários com elevado número de imóveis em alojamento local/turístico”.

E no PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS (PCP), como e quantas vezes aparece o turismo no programa eleitoral?

  • “Aposta nos circuitos curtos de comercialização com a primazia no fornecimento às cantinas de entidades públicas, a promoção do agroturismo e do turismo rural e a divulgação da qualidade dos sabores, cultura e tradições”.
  • “O Turismo e a sua integração numa estratégia de desenvolvimento nacional”
  • “Portugal tem condições excepcionais, em todo o seu território, para o desenvolvimento do Turismo. O Turismo – cujo crescimento foi particularmente significativo nos últimos anos – tem sido determinante no saldo da balança de bens e serviços, com um peso equivalente a 50% de toda actividade industrial”.
  • “A valorização do papel das entidades regionais de turismo e da sua articulação com as autarquias locais, a promoção de uma estratégia voltada também para o mercado interno e para o direito do povo português ao lazer”.
  • “São necessárias políticas viradas para a actividade produtiva com criação de emprego estável, onde se poderão ancorar e ampliar, de forma sustentável, outras actividades, nomeadamente o turismo e outros serviços e defender o mundo rural”.

A INICIATIVA LIBERAL (IL) “trata” o turismo da seguinte forma:

  • “Reformar a Lei de Bases do Turismo
  • “Despenalizar o turismo de Alojamento Local”
  • “Portugal enfrenta o desafio de reformular a sua Lei de Bases do Turismo para aproveitar ao máximo o potencial do seu setor turístico. Nos últimos anos, o turismo tem sido o principal motor do crescimento económico em Portugal, representando cerca de 15,8% do PIB nacional em 2022. É, portanto, imperativo criar as condições para que o turismo não estagne, mas sim se reinvente, gerando ainda mais riqueza para o país”.
  • “Tal como se investiu na promoção do alojamento local, é importante também reavaliar outros modelos, desde o turismo rural no Alentejo ao timesharing no Algarve, passando pelo Ecoturismo no Gerês e pelos Design Hotels nas grandes cidades”.
  • “Deve apostar-se na formação e qualificação dos recursos humanos no setor do turismo, adaptando as competências às novas procuras do mercado. Finalmente, deve fortalecer-se a representação internacional de Portugal no turismo, destacando as novas políticas liberais e sustentáveis do país”.
  • “Este ataque [Programa ‘Mais Habitação’] tem consequências na economia: em 2019, só o turismo de alojamento local representou 8,5% das exportações portuguesas e 40% das estadias. Se se considera que a economia portuguesa é hoje demasiado dependente do turismo, então deve ser o resto da economia que tem de crescer, e não o turismo que tem de encolher. A Iniciativa Liberal defende a reversão do agravamento fiscal introduzido nos últimos anos, passando o coeficiente de tributação do AL de 0,5% para o anterior de 0,35 na modalidade de apartamento ou moradia, como estava em vigor anteriormente. A Iniciativa Liberal recusa liminarmente a diabolização de sectores como o AL que fizeram muito pela recuperação estética, habitacional e económica das cidades portuguesas, promovendo o turismo e criando riqueza”.
  • “A vasta maioria de casos de AL surgiram como uma forma empreendedora de tirar proveito da liberdade de escolha dos turistas, tendo acrescentado um elevadíssimo número de camas sem as quais haveria uma enorme limitação no turismo nacional”.
  • “A Iniciativa Liberal quer implementar uma legislação turística que seja moderna, eficiente e responsável ambientalmente, posicionando o país como um destino de referência no cenário turístico europeu e mundial”.
  • “Queremos simplificar procedimentos administrativos e reduzir a burocracia, bem como numa coordenação mais eficiente das competências entre variadas entidades públicas, visando atrair mais investimentos nacionais e internacionais no setor turístico”.
  • “Reativação de linhas com interesse económico, social e turístico, como é o caso da linha do Douro até Barca d’Alva, ramal de Monção, linha Régua–Vila Real, linha Beja–Ourique e linha Pampilhosa–Cantanhede”.

Finalmente, o turismo no programa no PESSOAS – ANIMAIS – NATUREZA (PAN).

  • “Combater a poluição do turismo de cruzeiro por via da rápida implementação em todos os portos nacionais das obrigações previstas no Regulamento relativo à criação de uma infraestrutura para combustíveis alternativos, no que se refere ao fornecimento de eletricidade da rede em terra aos navios de cruzeiro até 2030, e da inclusão dos scrubbers de circuito fechado no âmbito da proibição da utilização de scrubbers em vigor nos portos nacionais”.
  • “Garantir, em parceria com a academia e as ONGA, a elaboração de um estudo sobre a capacidade de carga do país relativamente ao turismo de cruzeiro, avaliando em função dos resultados a possibilidade de implementar limites à entrada de grandes navios de cruzeiro em portos nacionais, designadamente relativos ao número de navios cruzeiros que possam atracar anualmente”.
  • “Portugal vive uma grave crise habitacional, causada pelos baixos salários, pela ausência de mecanismos que contrariem a especulação, por uma política de aposta cega no turismo que não acautelou os impactos na habitação e por uma falta de investimento na habitação pública, e que foi agravada por um contexto de subida desenfreada das taxas de juro”.
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Turismo do Porto e Norte e CCDR Norte lançam novo produto “Rotas do Norte”

As “Rotas do Norte” pretendem “colmatar uma lacuna regional estrutural e um constrangimento relevante na gestão e promoção turística dos ativos patrimoniais e artísticos regionais existentes” na região Norte de Portugal.

Publituris

A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR Norte) estabeleceram um protocolo de cooperação com vista à criação, desenvolvimento e promoção de Rotas Turísticas Regionais no Norte, designadas “Rotas do Norte”.

Num comunicado enviado à imprensa, o TPNP explica que estas rotas turísticas foram desenhadas nos últimos três meses, num trabalho conjunto entre as duas entidades, com o objetivo de “colmatar uma lacuna regional estrutural e um constrangimento relevante na gestão e promoção turística dos ativos patrimoniais e artísticos regionais existentes”.

Para o TPNP, as “Rotas do Norte” “são “a chave” para resolver um bloqueio, com décadas, na estruturação e promoção de bens culturais com potencial turístico na Região Norte”.

As duas entidades juntaram-se para “constituir e desenvolver diferentes rotas turístico-culturais de Património Cultural, Arte e Arquitetura Contemporâneas, com uma ampla cobertura regional”, num “processo que será assegurado através de um modelo de gestão articulado, pelas duas entidades, de reconhecimento formal do interesse da adesão de um bem patrimonial a uma Rota Regional”.

“Este protocolo operacionaliza ainda um outro instrumento relevante, na sequência de uma deliberação recente da autoridade de gestão do Programa NORTE 2030: a atribuição do selo “Rotas do Norte”. Tal atribuição passará a ser um dos requisitos obrigatórios para candidaturas a cofinanciamento europeu em avisos dedicados a “reforçar o papel da cultura e do turismo sustentável no desenvolvimento económico, na inclusão social e na inovação social”, explica ainda o TPNP, revelando que o primeiro “aviso de concurso de financiamento será tornado público também esta sexta-feira”.

O protocolo de cooperação foi assinado numa cerimónia que contou com a presença do presidente da CCDR NORTE, António Cunha, do vice-presidente da CCDR NORTE para a Cultura e Património, Jorge Sobrado, e do presidente da Direção da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro Martins.

Para Luís Pedro Martins, este protocolo vai contribuir “para a preparação da estratégia turístico-cultural do destino” e marca ““um dia histórico na relação entre as duas instituições”, uma vez que permite, finalmente, “estruturar este produto estratégico e ter uma oferta mais assertiva, organizada e segmentada que valorize os ativos culturais da região”.

Segundo o presidente do TPNP, esta decisão vai ajudar “a garantir a visitação a estes espaços, coisa que atualmente nem sempre acontece, aumentar fluxos e ajudar ao desenvolvimento socioeconómico e coesão territorial no destino”.

O pedido de reconhecimento e a adesão às “Rotas do Norte” poderá ser realizado por entidades proprietárias, gestoras ou promotoras de bens de património cultural, devendo a solicitação ser realizada à CCDR Norte ou à TPNP, “através do preenchimento de um formulário eletrónico próprio”, que está disponível aqui e aqui.

Já a aprovação e atribuição do selo dependerá do cumprimento de um conjunto de critérios, disponíveis para consulta, a partir desta data, nos portais web institucionais.

 

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A 19.ª edição dos Publituris Portugal Travel Awards em menos de 5 minutos

No dia 4 de julho, o jornal Publituris entregou pela 19.ª vez os Portugal Travel Awards. Dos 177 nomeados resultaram 22 vencedores, com Raul Martins a receber o Prémio “Belmiro Santos”.

Publituris

O Pestana Douro Riverside, no Porto, foi o palco para os Publituris Portugal Travel Awards 2024.

Contando com a presença de mais de 400 pessoas, a 19.ª edição dos prémios do jornal Publituris distinguiu 22 vencedores em igual número de categorias, votados por um júri, assinantes do jornal e subscritores da newsletter diária, havendo ainda lugar para a entrega do prémio “Belmiro Santos”.

Contando com a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado; presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade; presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros; vereadora para o Turismo e Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha; presidente da APECATE, António Marques Vidal; vice-presidente- executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira; secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, secretário-geral da ARAC, Joaquim Robalo de Almeida; presidentes das ERT do Porto e Norte de Portugal (Luís Pedro Martins), do Ribatejo e Alentejo, (José Santos), Lisboa (Carla Salsinha) e Algarve (André Gomes) entre os inúmeros convidados, foram entregues os seguintes prémios:

Melhor Companhia de Aviação – TAP Air Portugal

Melhor Companhia de Aviação Lowcost – easyJet

Melhor Rent-a-Car – Europcar

Melhor Operador Turístico – Solférias

Melhor Rede de Agências de Viagens – Agência Abreu

Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros

Melhor Cadeia Hoteleira – Vila Galé Hotéis

Melhor Hotel Cinco Estrelas – Torel Avantagarde

Melhor Hotel Quatro Estrelas – Octant Hotels Furnas

Melhor Hotel Resort – Monchique Resort & Spa

Melhor Boutique Hotel – Pestana Fisherman

Melhor Hotel de Cidade – Montebelo Vista Alegre Lisboa Chiado Hotel

Melhor Hotel MICE – Meliá Ria Hotel & Spa

Melhor Hotel de Praia – EPIC Sana Algarve Hotel

Melhor Turismo Rural – Herdade da Matinha

Melhor Enoturismo – Torre de Palma Wine Hotel

Melhor Campo de Golfe – Oitavos Dunes – Cascais

Melhor Parque Temático e Diversões – Zoomarine

Melhor Empresa de Animação Turística – Picos de Aventura

Melhor Marina – Marina de Vilamoura

Melhor Destino Internacional – Dubai

Melhor Região de Turismo Nacional – Açores

Prémio “Belmiro Santos” – Raul Martins (*atribuído diretamente pela redação do Publituris)

O jornal Publituris agradece, mais uma vez, o apoio e patrocínio do Novo Banco, Turismo do Porto e Norte de Portugal, Câmara Municipal do Porto, Pestana Hotel Group, Consolidador.com, Mawdy, Europastry, Nescafé, Lufthansa LGSP, Grohe, GR8 events, Movielight, Multislide, Workgroup.

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2.ª Edição do ISCE Tourism PAP Challenge tem nove finalistas

A final da 2.ª Edição do ISCE Tourism PAP Challenge realiza-se no dia 18 de julho e conta com 9 finalistas.

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tagsISCE

A final da 2.ª edição do ISCE Tourism PAP Challenge powered by Merytu, uma iniciativa do Departamento de Turismo do ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo, que tem como parceiros institucionais a Câmara Municipal de Odivelas, as Escolas do Turismo de Portugal e a Associação Forúm Turismo e que conta ainda com o apoio da Orbitur, Randstad, ISIC, Lisbon Digital School, Parque Aventura Sniper, Immerso Hotel, Sogenave, Tempo de Aventura, Host, Grupo LIDEL e PACTOR está marcada para 18 de julho e conta com nove finalistas

A final da iniciativa que tem como missão valorizar o ensino profissional em Turismo em Portugal, realiza-se entre as 14 horas e as 19 horas, no auditório do ISCE e conta com a participação de nove estudantes finalistas, provenientes de sete escolas com cursos profissionais de turismo e que disputarão a atribuição de uma bolsa de estudo no curso de Licenciatura em Gestão Turística do ISCE e ainda os prémios Best Pitch, Digitalização, Inovação e Criativadade e Sustentabilidade e Responsabilidade Social, prémios patrocinados pela Orbitur, Lisbon Digital School, Randstad e Immerso Hotel, respetivamente.

Esta 2.ª edição do concurso desafia os estudantes e as escolas, que ministram cursos profissionais em turismo, a identificarem e apresentarem as melhores Provas de Aptidão Profissional (PAP) do presente ano letivo.

O ISCE Tourism PAP Challenge powered by Merytu, pretende incentivar o ingresso dos alunos do ensino profissional no ensino superior, valorizando o setor, o ensino profissional existente e os futuros profissionais do mesmo.

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Politécnico de Beja abre candidaturas para pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar”

As aulas da pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar” do IPBeja arrancam a 24 de outubro e as candidaturas decorrem em duas fases, a primeira das quais até 31 de agosto.

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O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) já abriu a primeira fase de candidaturas para a pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar”, estando estas a decorrer até 31 de agosto, segundo informação publicada no website da instituição de ensino superior.

“Atendendo à vocação do Ensino Superior Politécnico, procura-se com esta oferta formativa responder às necessidades de formação avançada com caráter específico e profissional”, avança a instituição de ensino superior.

As candidaturas decorrem em duas fases, a primeira das quais até 31 de agosto, enquanto a segunda tem lugar entre 23 de setembro e 11 de outubro, prevendo-se que as aulas arranquem a 24 de outubro.

Esta pós-graduação destina-se a atuais e futuros profissionais de Turismo, mas também de áreas congéneres, decorre na modalidade de e-learning e está vocacionada para o desenvolvimento de competências e de qualificações teóricas e técnicas na área específica do Turismo Sustentável.

As candidaturas podem ser realizadas aqui.

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Transportes

47% das opiniões sobre companhias aéreas nas redes sociais são negativas

Uma análise da Onclusive mostra que 47% dos posts nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são negativos. Em contrapartida, somente 37% são positivos.

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Quase metade (47%) dos posts publicados nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são críticas ou negativos, enquanto 37% são positivos. Os restantes são neutros, consistindo em imagens e vídeos de aeroportos, voos, aviões e notícias imparciais sobre companhias aéreas, revela uma análise recente da Onclusive.

O tópico mais discutido é a bagagem, com uma quantidade significativa de comentários negativos sobre bagagem perdida ou danificada e as taxas adicionais de bagagem extra impostos por algumas companhias aéreas. A gestão e as respostas do serviço de apoio ao cliente também são objeto de críticas.

Os comentários positivos, embora menos frequentes, destacam iniciativas das companhias aéreas, tais como alterações de políticas que permitem que permite aos passageiros levar um animal de estimação e uma mala de mão de tamanho normal para a cabina.

O segundo tópico mais discutido é o comportamento das tripulações de voo e dos passageiros. Estas conversas incluem comentários negativos sobre a simpatia dos membros da tripulação, comentários positivos sobre a forma como lidam passageiros difíceis e comentários sobre o mau comportamento conduta ou agressividade de outros passageiros.

Os consumidores partilham frequentemente as suas experiências negativas nas redes sociais, especialmente se sentirem que não obtiveram respostas satisfatórias do pessoal ou do serviço de apoio ao cliente.

Independentemente da companhia aérea, a qualidade da comida e o conforto dos assentos são os principais tópicos de discussão, tornando-os os serviços mais comentados nas redes sociais, ultrapassando o entretenimento a bordo.

Os clientes das companhias aéreas também comentam, frequentemente, os serviços adicionais ou opcionais pelos quais pagaram um suplemento. Este tópico é o 10.º mais discutido, aparecendo, igualmente, as salas de espera nos aeroportos. Os clientes discutem vários aspetos, como o conforto, design, limpeza e a frustração de não ter acesso, apesar de terem um cartão de membro.

O segundo serviço mais comentado é o WiFi a bordo. À medida que as companhias aéreas vão instalando gradualmente o WiFi nas suas frotas, as ofertas de acesso gratuito a aplicações de mensagens estão a receber recções muito positivas.

O terceiro serviço mais discutido é a seleção de lugares. Este serviço é particularmente importante para as famílias que pretendem sentar-se juntas e passageiros que desejam adicionar um assento conforto ou duplo.

Muitas mensagens também envolvem pedidos de reembolso ou reclamações sobre o mau funcionamento do website relacionado com a seleção de lugares.

Já do lado das companhias aéreas, nas publicações e entrevistas, são abordados frequentemente temas diretamente relacionados com os principais acontecimentos recentes no setor, com especial destaque para a segurança e proteção.

A reputação das companhias aéreas está intimamente ligada à fiabilidade das suas aeronaves e dos seus fabricantes.

As companhias aéreas e os seus fornecedores estão a centrar-se cada vez mais na sustentabilidade nas suas comunicações, com indicações de medidas para eliminar os plásticos de utilização única e o alumínio de utilização única a bordo até 2025 ou a compra e utilização de combustível de aviação sustentável (SAF).

“A sustentabilidade tornou-se um importante critério de classificação para as companhias aéreas, a par da qualidade do serviço e do conforto”, destaca a análise da Onclusive.

“Há uma diferença notável entre as prioridades dos clientes expressas nas redes sociais e os tópicos que as companhias aéreas discutem nas suas plataformas sociais. Os clientes destacam as suas necessidades e preocupações, procurando respostas atempadas, enquanto as companhias aéreas se concentram nas mensagens de marca e atualizações operacionais”, diz ainda a Onclusive.

Ao alinhar as estratégias de marketing e comunicação com as prioridades dos clientes, as companhias aéreas podem promover ligações mais fortes, dando a consultora como exemplo a abordagem a questões frequentemente discutidas como opções de reserva flexíveis ou perda de bagagem com conteúdo claro e informativo que criam confiança e lealdade. “Colmatar esta lacuna aumenta a satisfação do cliente e proporciona uma vantagem competitiva”.

Do lado da cobertura realizada pelos órgãos de comunicação social, o destaque, nos últimos 12 meses, vai claramente para as questões relacionadas com a proteção e segurança. A informação financeira (lucros, ganhos, preços das ações) é o terceiro tipo de conteúdos mais publicados.

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Air France-KLM e SAS estabelecem acordos de codeshare e interline

Os acordos de codeshare e interline entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

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A Air France-KLM e a SAS assinaram acordos de codeshare e interline que abrangem os voos da Air France, da KLM e da SAS, e que entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

Segundo um comunicado da Air France-KLM, estes acordos também abrangem os benefícios recíprocos dos programas de fidelização, concretamente o Flying Blue e EuroBonus.

O acordo de codeshare abrange vários destinos europeus, com os passageiros da Air France-KLM a passarem a ter acesso a 33 destinos no norte da Europa além dos hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto os passageiros da companhia aérea escandinava passam a ter acesso a 33 destinos na Europa além dos hubs da Air France e da KLM – respetivamente, nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol.

“Além disso, num futuro próximo, serão adicionados ao acordo destinos intercontinentais”, acrescenta a Air France-KLM, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de julho.

Já o acordo interline vai cobrir a rede europeia das companhias Air France, KLM e SAS, “oferecendo aos clientes opções de viagem distendidas”, explica-se ainda no comunicado divulgado.

Os membros do Flying Blue e do EuroBonus, os programas de fidelização da Air France-KLM e SAS, respetivamente, também ganham algumas vantagens, passando a ser possível “acumular e gastar Milhas/Pontos em todos os voos operados a partir de 1 de setembro de 2024”.

“Os membros elegíveis do EuroBonus poderão ainda desfrutar dos serviços e benefícios da SkyTeam, incluindo o SkyPriority e os acessos aos lounges”, refere ainda o comunicado da Air France-KLM.

Segundo Angus Clarke, diretor Comercial (CCO) da Air France-KLM, “estes acordos marcam um passo importante rumo a uma cooperação comercial próxima entre a Air France, a KLM e a SAS”, que vai oferece aos passageiros das três companhias aéreas “uma ampla gama de destinos europeus e serviços de alta qualidade”.

“Estamos desejosos de desenvolver ainda mais este relacionamento e fortalecer a nossa posição na região escandinava”, acrescenta o responsável da Air France-KLM, citado no comunicado divulgado.

Já Paul Verhagen, diretor Comercial (CCO) da SAS, mostra-se satisfeito pelos acordos alcançados com a Air France-KLM, futura parceira da SAS na aliança SkyTeam, uma vez que estes vão aumentar a “conectividade e oferecendo maiores benefícios” aos passageiros da SAS.

A Air France e a KLM operam até 200 voos semanais entre os seus hubs – nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol – e os hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto a SAS opera até 44 voos semanais para Paris-CDG de Copenhaga, Oslo e Estocolmo, e 65 para o aeroporto de Amesterdão-Schiphol.

Os voos no âmbito deste codeshare e interline arrancam a 1 de setembro, mas já podem ser adquiridos nos websites das três companhias aéreas.

 

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Dom Pedro Golf Vilamoura renova Old Course

O campo de golfe surge mais exclusivo e mais sustentável.

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O Dom Pedro Golf Vilamoura está a realizar uma extensa renovação do Old Course para consolidar o seu lugar entre os melhores campos de Golfe da Europa.

Como resultado das renovações, o Old Course será transformado num clube de golfe Premium, com um serviço personalizado, concierge VIP e condições de jogo de classe mundial. Dentro do campo, as melhorias centraram-se na sustentabilidade, como parte de uma nova estratégia a longo prazo para torná-lo um dos campos mais ecológicos da Europa. De realçar os novos sistemas de aspersão e as variedades de relva resistentes à água para reduzir os consumos, as estações de hidropressores para reduzir o consumo de energia e a nova frota de máquinas 100% elétricas.

As mudanças estão a ser implementadas sem o campo encerrar, minimizando o impacto e colocando em primeiro lugar a experiência do cliente, prevendo-se que estas melhorias estejam concluídas até ao final de agosto.

Nuno Sepúlveda, Co-CEO da DETAILS – Hospitality, Sports, Leisure, a plataforma de gestão dos ativos de golfe em Vilamoura, explica que “as renovações do Old Course alinham-se com a visão de longo prazo de melhorar a qualidade, a sofisticação e a experiência do cliente. Estas melhorias têm como objetivo específico manter altos padrões nas instalações e serviços de golfe, e reforçar a imagem de Vilamoura como um destino de golfe de primeira classe”.

Após a conclusão das melhorias no campo, está prevista, para novembro, a abertura de um novo Clubhouse, que incluirá melhorias em todas as instalações, como a loja de golfe, a sala de estar, o restaurante, o bar e a área do terraço, conferindo-lhe um visual clássico e elegante, que realça o legado do campo.

“Todas renovações são meticulosamente planeadas para respeitar o design clássico e o legado do campo, enquanto introduzem melhorias que aprimoram a experiência geral de golfe. Ao equilibrar cuidadosamente o antigo com o novo, a renovação garante que o campo continue a ser um destino querido para os golfistas”, acrescenta Nuno Sepúlveda.

Os greens e fairways receberão manutenção cuidadosa, os bunkers serão aperfeiçoados com nova areia e as tee box terão um novo tipo de relva plantada, a relva Bermuda, o que vai permitir nivelar as raízes e tornar as tee box ambientalmente sustentáveis e de qualidade premium. Houve, também, uma transformação completa dos caminhos dos buggies, agora construídos em betão wall-to-wall. Um aspecto notável desta ação é a abordagem sustentável adotada: o betão retirado dos antigos caminhos foi triturado e reutilizado como base para os novos percursos, e a terra removida do solo durante esta intervenção foi armazenada, crivada e reutilizada no acabamento final.

A aparência geral do campo de golfe terá mais definição entre as áreas de jogo e a paisagem icónica entre os pinheiros. Esta definição terá um impacto significativo, tanto na aparência como na qualidade, sendo que com isto os fairways receberão mais luz solar.

Haverá ainda a requalificação do campo de prática e a introdução de tecnologia de última geração, possibilitando várias sessões de treino e experiências que atendem as expetativas mais elevadas de todos os golfistas.

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Comboio histórico do Vouga associa-se ao AgitÁgueda – Art Festival

A edição de verão do Comboio Histórico do Vouga, vai estar associada ao AgitÁgueda – Art Festival. A primeira viagem desta série única será já no próximo sábado, dia 13 de julho.

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São oito viagens agendadas para todos os sábados, de 13 de julho a 31 de agosto. Esta iniciativa resulta de uma parceria estabelecida entre a CP, o Município de Águeda e a Junta de Freguesia de Macinhata do Vouga.

O itinerário da viagem começa na estação de Aveiro, às 13h45, com destino a Macinhata do Vouga, onde os passageiros terão a oportunidade de fazer uma visita guiada ao Museu Ferroviário. O percurso prossegue então para Águeda, onde os visitantes serão recebidos por um guia que os levará num passeio pela cidade para apreciar as obras de arte urbana que compõem o AgitÁgueda. A chegada a Aveiro está prevista para as 20h07.

Até ao dia 27 de julho, as viagens contarão com animação do AgitÁgueda, proporcionando uma experiência cultural e artística durante o percurso. A partir dessa data, os passageiros terão a oportunidade de visitar e admirar as obras de arte urbana resultantes do festival.

Refira-se que o comboio histórico do Vouga é tracionado pela locomotiva diesel CP 9004, uma peça histórica construída no final da década de 50 do século passado, que marcou o fim da era dos comboios de via estreita na Linha de Guimarães. O comboio é composto por cinco carruagens que são verdadeiras joias da história dos caminhos de ferro: Carruagem de varandim belga de 1908, oferecendo uma viagem nostálgica aos tempos áureos do transporte ferroviário; Carruagem alemã de 1925, que exemplifica a engenharia e design ferroviários do início do século XX; Carruagem construída pelos Caminhos de Ferro do Estado nas oficinas do Porto em 1913, representando o legado industrial português; Carruagem portuguesa do Barreiro, de 1908, que outrora percorria a pitoresca Linha do Corgo, entre Régua e Chaves; e ainda carruagem mista italiana, mostrando a diversidade e riqueza do património ferroviário europeu.

Os bilhetes para esta experiência são de 37 euros para adulto e 22 euros para crianças dos 4 aos 12 anos, e já se encontram disponíveis para venda nos canais habituais da CP.

 

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Produto “Solo Hotel” da Soltour cresce 25% em reservas no início do verão

O produto “Solo Hotel”, do operador turístico Soltour, com ofertas no mundo inteiro, registou um aumento de 25% nas reservas para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

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A Soltour registou um aumento de 25% nas reservas de hotéis para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

O operador turístico continua a reforçar a sua oferta de pacotes de férias, como evidencia a disponibilidade do seu produto exclusivo “Solo Hotel”, com alojamento em hotéis de três e quatro estrelas a preços especiais, num total de 186 mil unidades distribuídas por todo o mundo, em 3.697 destinos.

“Este produto é mais um passo nos nossos esforços para alargar a oferta de viagens às agências, proporcionando uma opção exclusiva de ‘Solo Hotel’ a preços imbatíveis e condições únicas, adaptando-nos às necessidades dos clientes”, explica Luís Santos, diretor Comercial da Soltour para Espanha e Portugal.

Esta nova abordagem sublinha o empenho da Soltour em fornecer soluções flexíveis e personalizadas a todos os viajantes, assegurando que cada cliente encontra a opção perfeita para as suas férias.

Entre os destinos disponíveis, o operador turístico amplia as suas opções para os Estados Unidos e para a Ásia, bem como para as capitais europeias de Roma, Londres, Paris e Berlim. Além disso, o operador oferece preços competitivos para a Grécia e para o Chipre.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

Victor Jorge

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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