Airbnb espera da UE regulamentação “mais clara, mais simples e mais harmonizada” para o setor
A Airbnb está confiante que a Europa chegará a acordo sobre um regulamento de arrendamento de curta duração “mais claro, mais simples e mais harmonizado”, depois de o Parlamento Europeu ter acordado esta terça-feira a sua posição para negociar com o Conselho uma diretiva que regulamente as casas turísticas e exija registo às plataformas.

Publituris
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
ITA Airways junta-se à aliança de aviação Star Alliance
Caminhos Cruzados amplia leque de experiências enogastronómicas
Em comunicado, a Airbnb, citado pela agência de notícias europapress, pediu um “procedimento simples de registo online para propriedades de aluguer de curto prazo em jurisdições que o exijam”. Também vê a necessidade de “um quadro simplificado de partilha de dados para apoiar a elaboração de políticas baseadas em evidências”.
Além disso, de acordo com a mesma fonte, a Airbnb propõe que haja “obrigações para as plataformas ajudarem a garantir que a informação partilhada é correta”, em linha com o disposto na Lei dos Serviços Digitais (DSA).
A plataforma espera que o novo regulamento permita aos 27 Estados-membros aceder aos dados necessários para desenvolver e fazer cumprir os regulamentos locais, “desde que sejam justos, simples e cumpram a legislação da UE”, acrescentando que está disponível “para ajudar a tornar as novas regras da UE um sucesso para todos”.
A Airbnb, conforme dá conta a europapress, destacou no seu comunicado, a sua colaboração com as autoridades locais no desenvolvimento de regulamentações eficazes (França, Grécia e Países Baixos), enquanto as regulamentações locais noutros países “têm sido desproporcionais e excluem muitos europeus das oportunidades” de alojamento.