Tripulantes da easyJet voltam à greve até 25 de julho
Esta é a terceira greve dos tripulantes de cabine da easyJet em Portugal em cerca de três meses, depois de uma paralisação em abril e outra no fim de maio e início de junho, reivindicando condições semelhantes às dos tripulantes das bases da companhia aérea noutros países.

Publituris
Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial
easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos
ISCE reúne 34 parceiros na “Global Tourism TechEDU Conference 2025”
AVK adquire Pixel Light e consolida liderança no setor audiovisual
Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025
ARPTA com nova liderança
Iberia reforça ligações a Roma, Paris e Viena
Os 3 dias do RoadShow das Viagens do Publituris
SATA lança campanha para famílias com tarifa gratuita para crianças
Indústria do turismo dos EUA preocupada com queda nas viagens domésticas e internacionais
Os tripulantes de cabine da easyJet voltam esta sexta-feira, 21 de julho, a início um novo período de greve, que se prolonga até terça-feira, 25 de julho, reivindicando condições semelhantes às dos tripulantes das bases da companhia aérea noutros países.
A greve, agendada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), foi convocada depois dos tripulantes de cabine da easyJet em Portugal terem recusado a proposta salarial da companhia aérea.
Os dirigentes sindicais acusam a easyJet de “precarização e discriminação” face aos outros países e exigem aumentos salariais, bem como melhores condições de trabalho.
“Não é justo que um tripulante em Portugal ganhe menos 67% do que um tripulante em França ou na Alemanha. Não é o nível de vida de Portugal comparado com França que justifica esse diferencial. Estamos a falar de uma das bases mais rentáveis, rede essa que teve lucro no primeiro trimestre de 228 milhões. Os lucros têm de acompanhar as condições dos trabalhadores”, disse Ricardo Penarróias, presidente do SNPVAC.
Esta é a terceira greve dos tripulantes de cabine da easyJet em Portugal em cerca de três meses, depois de uma paralisação em abril e outra no fim de maio e início de junho, reivindicando condições semelhantes para os tripulantes das bases portugueses às dos das bases noutros países.
Em consequência desta paralisação, esperam-se que vários voos da companhia aérea sejam cancelados ao longo dos cinco dias de greve, com as rotas para a Madeira, Londres, Paris, Genebra e Luxemburgo a apresentaram-se como as mais afetadas.