Mealhada também cancela festejos de Carnaval
Organização justifica a decisão pelo facto de “não estarem reunidas as condições necessárias” para a realização dos festejos de Carnaval, mas admite que ainda está a pensar numa forma de assinalar o dia de Carnaval.

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Depois de também Sines ter anunciado o cancelamento dos desfiles de Carnaval já esta semana, foi agora a vez da Mealhada seguir o mesmo caminho e anunciar que, este ano, os festejos do Entrudo também ficam suspensos, num cancelamento que é justificado com o aumento de casos de COVID-19.
A decisão de cancelar os festejos, anunciada pela Associação de Carnaval da Bairrada e pela Câmara Municipal da Mealhada, é justificada pelo facto de “não estarem reunidas as condições necessárias para a sua realização”, devido à COVID-19.
“Sabíamos que era difícil levar a cabo algumas festividades carnavalescas, mas tentámos esticar ao máximo para ver se a situação epidemiológica mudava. Todos os eventos que estavam a ser programados foram cancelados”, revelou o presidente da Associação de Carnaval da Bairrada, Alexandre Oliveira, citado pela Lusa.
De acordo com o responsável, a organização do Carnaval da Mealhada tinha decidido promover, este ano, iniciativas “algo diferentes”, sem os dois habituais desfiles, uma vez que as escolas de samba do concelho não estavam preparadas.
“As nossas escolas de samba não estavam preparadas e o nosso Carnaval depende bastante das nossas quatro escolas de samba. Não havendo forma de fazer os desfiles habituais, faríamos algo um bocadinho diferente, em que teríamos tenda, desfile trapalhão e mais algumas coisas, mas nem isso será possível”, lamentou o responsável.
“O único caminho possível era cancelar”, acrescentou Alexandre Oliveira, explicando que a decisão foi tomada em conjunto com a autarquia da Mealhada, que também concordou que não era possível “pedir às pessoas que corressem esse risco”.
Este é o segundo ano que a Mealhada fica sem Desfile de Carnaval, “o maior evento anual do concelho”, que todos os anos envolve “centenas de pessoas”, ainda que Alexandre Oliveira admita que a organização ainda esteja a pensar numa forma de, pelo menos, assinalar o dia de Carnaval.
“Este ano contávamos reinventar a perspetiva de Carnaval, mas nem isso é possível. Ainda iremos pensar em alguma forma de assinalar, pelo menos, o Dia de Carnaval”, disse, descartando, no entanto, qualquer evento digital, uma vez que “as pessoas já não estão fechadas em casa, como no início da pandemia”.