Citur perspectiva um “excelente 2015”
Empresa celebrou 30 anos e João Luís Moita, CEO, faz um balanço positivo deste período.

Raquel Relvas Neto
SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”
“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
A Citur – Destination Manager Company celebrou na passada sexta-feira, dia 16 de Janeiro, o seu 30º aniversário.
João Luís Moita, CEO da Citur, ao Publituris, faz um balanço positivo destes 30 anos da empresa que detém escritórios em Lisboa, Porto e no Algarve. Com os mesmos propósitos aquando da sua fundação em 1985, o responsável não deixa de referir que “muita coisa mudou”, excepto os seus colaboradores, alguns dos quais na empresa desde o seu início. “Felizmente não temos uma grande rotatividade de pessoas, o núcleo duro está cá todo: Luís Moura, Filipe Póvoas, Maria João Seabra, Raúl Hilário, Alexandra Costa, Cristina Gouveia. A continuidade penso que tem sido uma das razões do nosso sucesso”.
O CEO da Citur realça que ao longo dos anos a empresa encetou um processo constante de adaptação, pois tanto o paradigma como a tipologia do negócio sofreram alterações. “Hoje, estamos muito mais virados para a Meetings Industry mais do que estávamos no início, pese embora o facto de já termos começado também dentro dela. A nível de serviços é completamente diferente, a nossa criatividade e a nossa produção, hoje em dia, tem um peso muito mais elevado”.
Depois de em 2014, terem realizado mais de 200 eventos internacionais, a Citur perspectiva um “excelente 2015”, justificado sobretudo pela aposta da empresa em novos mercados emergentes, como a China, Colômbia e Índia. “O que temos é uma diversidade dos mercados um pouco mais alargada, lançámos umas coisas novas em países que não são tradicionalmente emissores para Portugal”, realça, explicando que nos mercados desconhecidos “a nossa importância é maior e gostamos disso, gostamos desses desafios de novas gentes, culturas e mentalidades”.
Mas o caminho da empresa passa também por consolidar a sua presença nos mercados tradicionais, desde a Escandinávia e a Alemanha; à Rússia, que apresenta alguma fragilidade com a desvalorização do rublo; aos Estados Unidos da América, que apresentam sinais de recuperação.; entre outros.
No que diz respeito ao futuro, o responsável sublinha que “a ideia é continuar a evoluir e consolidar. (…) Acho que somos uma referência quer a nível nacional, quer internacional. Temos estado sempre em crescente o que é muito importante”, além de que também “continuamos apaixonados pelo que fazemos”.