Cidadela abre com chancela Pestana
“Devolver a Cidadela à Vila de Cascais e a todos os seus visitantes” é o objectivo do Grupo Pestana, que tem a exploração do espaço por um período de 70 anos.

Patricia Afonso
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A centenária Fortaleza de Nossa Senhora, dentro das muralhas que limitam a Cidadela de Cascais, deu lugar à mais recente unidade do grupo Pestana, sob a marca Pousadas de Portugal. Após cerca de ano e meio de obras e um investimento de 20 milhões de euros, 100% particular, a Pousada de Cascais abriu este domingo, dia 18 de Março, assim como toda a envolvente.
A história desta nova pousada, a 38ª e maior das Pousadas de Portugal, começa em 2009, quando o Grupo Pestana ganhou o concurso público internacional da Cidadela de Cascais, que lhe garantiu a exploração do espaço por um período de 70 anos. A partir daí, aquela que é a maior cadeia hoteleira do País projectou “o mais completo espaço até agora concebido, indo ao encontro das cada vez mais exigentes expectativas dos nossos visitantes”, explicou ao Publituris Luís Araújo, administrador do grupo e responsável pela região América Hispânicas, mas que acompanha o projecto, da autoria dos arquitectos Gonçalo Byrne e David Sinclair, desde o início. O objectivo, indicou, “é devolver a Cidadela à Vila de Cascais e a todos os seus visitantes.”
A reconstrução
Com “toda a estrutura existente criteriosamente restaurada e adaptada para unidade hoteleira de luxo”, o espaço no centro da vila de Cascais é composto pela Pousada que integra 126 quartos, entre os quais 18 suites, e um preço mínimo a rondar os 115 euros. Um restaurante, de cozinha portuguesa “com um cariz contemporâneo”; uma piscina interior, com a facilidade de ficar descoberta nos períodos de maior calor; e diversas salas de eventos, nomeadamente duas pequenas, com capacidade para 20 pessoas, e a Sala Mandarim, que pode funcionar num só espaço ou em dois, num total para 110 pessoas, complementam a oferta.
Mas a Cidadela é constituída, no seu conjunto por três restaurantes, uma geladaria, espaço comercial, centro de bem-estar e 13 salas/espaços multiusos para reuniões e os mais diversos eventos.
No que toca à restauração e entretenimento, destaque para a ‘Taberna da Praça’, na Praça de Armas, onde é dado a conhecer o melhor da gastronomia portuguesa; o ‘Maristela’, situado sobre a marina e uma homenagem a D. Carlos e o seu veleiro, onde pode saborear uma refeição mais ligeira; a geladaria ‘i-Scream’; e o CC Club, composto pelo ‘Pátio Chill Out’, que o grupo hoteleiro “pretende que seja o ‘meeting point’ ideal”; um bar lounge – aberto entre as 23h00 e as 04h00 – com pista de dança; e um salão contíguo, com possibilidade de acesso directo aos outros dois espaços e passível de ser reservado para eventos.
Relativamente aos espaços para reuniões e eventos, além dos já mencionados, Luís Araújo destaca a Cisterna, que, “inteiramente restaurada, recuperou toda a sua dignidade e é o cenário perfeito para todo o género de eventos”, com capacidade para cerca de 200 pessoas; a Sala Conde de Catanhede, até 336 convivas; e a capela, “onde se podem realizar serviços religiosos”.
Com uma oferta muito variável, a Pousada de Cascais pretende conquistar todos os segmentos de turistas, concluiu Luís Araújo.