A próxima edição do Publituris faz capa com a entrevista a Harry Theoharis, candidato a secretário-geral do Turismo da ONU (UN Tourism). O ex-ministro do Turismo da Grécia, admite que a experiência que viveu durante os anos da pandemia funcionará como um “espelho” do que poderá e deverá fazer à frente da organização. Segundo Theoharis, neste momento, a Europa turística até tem medo de mencionar a palavra “overtourism”, salientando que “precisamos de olhar para as questões, resolvê-las e geri-las”.
Como indicadores-chave de sucesso pelos quais gostaria de ser avaliado, o candidato a secretário-geral do Turismo da ONU refere que “a esperança é que no final do primeiro mandato vejamos todos os 160 Estados-Membros mais envolvidos, que todos se candidatem a integrar o Conselho Executivo e que todos queiram fazer parte da organização” que, diz, “tem de trabalhar de forma mais transparente, eficiente e relevante”.
Newblue voa até à Jamaica
Foi na fam/presstrip, organizada pela Newblue, que levou agentes top sellers e imprensa à Jamaica, que o Publituris conversou com Duarte Correia, diretor-geral da World2Meet (W2M) em Portugal, que explicou a razão desta aposta no país do Caribe. A operação arranca a 4 de junho e estende-se até outubro.
Viagens Tempo
A Viagens Tempo posiciona-se no mercado “como um operador turístico de proximidade, flexível, cujo foco é dar atenção e ajudar as agências de viagens a concretizar as vendas e crescermos juntos, para além de oferecer programas que vão ao encontro das expectativas do cliente final”. Quem o diz é o diretor do operador turístico, Ricardo Gordo.
Local DMC by Clube Viajar
Na sequência do recente rebranding do departamento de incoming da Clube Viajar, que passou a designar-se Local DMC by Clube Viajar, o Publituris falou com a sua diretora Comercial, Mariana Morais, que nos deu conta dos motivos desta nova identidade. “Este projeto surge como uma evolução estratégica para criar uma marca mais alinhada com o que fazemos e com a forma como queremos posicionar-nos no mercado internacional”, revelou. Um nome e uma identidade visual que “refletem melhor a nossa missão de conectar os nossos clientes às pessoas e cultura de Portugal”.
Uganda
Conhecido como a “Pérola de África” pela sua diversidade, o Uganda veio à Europa dar a conhecer uma oferta turística única e atrair investimento estrangeiro que ajude a desenvolver um setor que tem um vasto potencial e que é visto como estratégico para o crescimento económico do país. Em contrapartida, há vários benefícios fiscais e um mar de oportunidades.
A nova estratégia de desenvolvimento económico do Uganda foi o tema central do 1.º Fórum Económico Uganda-França, que decorreu em Paris, França, a 17 de fevereiro, num evento promovido pela Embaixada do Uganda em França e que, além das empresas francesas, procurou atrair também investimento português e espanhol.
Turismo vira hi-tec
No dossier desta edição, olhamos para a tecnologia no setor do turismo. Se é verdade que a evolução tecnológica tem desempenhado um papel crucial na transformação do setor do turismo nos últimos anos, revolucionando a forma como os serviços são prestados e procurados, melhorando a eficiência operacional das empresas e enriquecendo a experiência do viajante, também é verdade que ainda há muitos updates e upgrades a fazer.
E Se o universo da tecnologia já se vislumbrava como desafiante para todos os setores de atividade, não ficando, naturalmente, o turismo excluído, os próximos tempos, e com a velocidade de criação e inovação existente, palavras como “integração”, “implementação”, “adaptabilidade”, “conexão”, mas também “proximidade”, “planeamento” e “acessibilidade” farão parte do léxico obrigatório do lado das empresas.
Apesar de toda a discussão sobre o avanço tecnológico e a inevitabilidade deste no dia-a-dia de cada um de nós, seja pessoal, profissional ou como viajante, uma coisa é certa: a interação do humano continua e continuará a ser fundamental para o setor do turismo.
Check-in
No “Check-in” desta edição questionámos o Conselho Editorial sobre o impacto que a política externa de Donald Trump poderá ter no turismo em Portugal; o (possível) final da guerra na Ucrânia; a recuperação do longo-curso na Ásia-Pacífico; o contínuo crescimento das regiões turísticas nacionais em termos de hóspedes, dormidas e receitas; qual a região turística nacional com maior potencial de crescimento em 2025; e se a anunciada “Estratégia Turismo 2035” já deveria ter sido apresentada.
Opiniões
As duas opiniões desta última edição de fevereiro pertencem a Francisco Jaime Quesado “economista e gestor) – “A Nova Banca” – e Sílvia Dias (Savoy Signature) – “Inteligência Artificial: Oportunidade, risco ou evolução natural”.
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