Málaga também vai proibir novos registos de alojamentos turísticos de curta duração
Depois de Barcelona, também em Málaga os novos registos de alojamentos turísticos de curta duração vão passar a estar proibidos em 43 bairros da cidade, medida que é uma resposta aos protestos dos habitantes da cidade conta a escassez e preços elevados da habitação.

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Depois de Barcelona, também em Málaga os novos registos de alojamentos turísticos de curta duração vão passar a estar proibidos em 43 bairros da cidade, avança a Reuters, que cita um comunicado da autarquia de Málaga.
De acordo com a Reuters, a proibição agora anunciada é a respostas das autoridades locais aos protestos que os habitantes de Málaga têm vindo a levar a cabo contra o aumento do alojamento turístico de curta duração, que tem motivado um aumento dos preços da habitação.
A proibição vai aplicar-se em 43 bairros da cidade, nos quais mais de 8% das habitações são colocadas no mercado de aluguer turístico de curta duração, já que, segundo um estudo das autoridades locais, no centro de Málaga os alugueres turísticos de curta duração representam 65% do total de acomodações turísticas.
Nesse 43 bairros de Málaga que vão ser sujeitos a esta restrição, que vai ser avaliada a cada ano, a habitação apresenta também um preço mais elevado e a percentagem de moradores é menor do que noutras zonas da cidade.
Estes problemas não são novos em Málaga e, no passado, levaram mesmo o autarca da cidade, Francisco De la Torre, a escrever uma carta ao ministro do Turismo de Espanha, solicitando permissão para a adoção de uma nova taxa sobre pernoitas em casas de férias, com exceção da hotelaria, cujas verbas reverteriam para subsidiar alugueres solidários.
A 18 de outubro, Francisco De la Torre regressou ao tema e revelou que Málaga conta, atualmente, com 14 mil camas na hotelaria para 40 mil em unidades de alojamento turístico de curta duração.
Recorde-se que Málaga não é a primeira cidade espanhola a avançar para a proibição de novos registos de alojamentos turísticos de curta duração, uma vez que também Barcelona adotou a mesma medida e vai, gradualmente, eliminar o alojamento local até 2028.