Angola dá Ministério ao Turismo e quer maior dinamismo do setor
O Presidente da República de Angola dá Ministério ao Turismo, separando-o da Cultura. A decisão deve-se justamente à necessidade de conferir maior dinamismo ao setor.

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João Lourenço exige ao novo membro do Governo, Márcio de Jesus Lopes Daniel, um diagnóstico para apurar por que razão o país não conseguiu ainda “verdadeiramente atrair turistas”, apesar de “todas as condições que Angola tem”.
O Presidente da República de Angola, João Lourenço, acaba de conferir posse, em Luanda, aos ministros do Turismo, Márcio de Jesus Lopes Daniel, que era até ao momento secretário de Estado para as Autarquias Locais, e da Cultura, Filipe Silvino de Pina Zau (reconduzido). Tomaram igualmente posse os secretários de Estado para o Turismo, Hélder Jonas Leonardo Marcelino, e para a Cultura, Maria da Piedade de Jesus.
No seu discurso de empossamento, João Lourenço, citado pela imprensa local, destacou como novidade o Ministério do Turismo que fica independente do setor da Cultura, referindo que a separação tem como objetivo permitir que os novos sectores se dediquem exclusivamente ao turismo e à cultura.
De acordo com o Chefe de Estado angolano, o turismo é um setor muito importante para a economia no quadro da estratégia para a diversificação da economia, e pode captar outras fontes de divisa e contribuir de forma considerável para baixar os índices de desemprego.
O turismo, reforçou, é um bom embaixador dos países que têm o setor desenvolvido, porque leva o nome desses países para os quatro cantos do mundo e cria bastante emprego.
Apelou ao ministro do turismo para que primeiro faça um diagnóstico para descobrir por que razão é que com todas condições que Angola tem não se consegue ainda, verdadeiramente, atrair turistas.
“O fator guerra está ultrapassado. Já lá vão 22 anos, isentamos os vistos aos cidadãos de mais de 90 países, melhoramos o ambiente de negócios no geral e mesmo assim constatamos que não sentimos a mudança necessária no que diz respeito à procura de Angola como um novo destino turístico”, frisou João Lourenço.