“Mais Mundo Houvesse” reúne memórias de viagens de Joaquim Pinto Lopes
Gonçalo Cadilhe, Raquel Ochoa e José Luís Peixoto assinam as memórias de Joaquim Pinto Lopes, numa obra escrita a três mãos sobre o português fundador da agência homónima. O livro, que acaba de ser apresentado em Lisboa, assinala os 50 anos de existência da Pinto Lopes Viagens e presta homenagem às cinco décadas de sucesso empresarial.

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“Mais Mundo Houvesse” foi escrito a três mãos e reúne as memorias de viagens de Joaquim Pinto Lopes, provavelmente o português com mais décadas de viagens e mais quilómetros acumulados da nossa época. Fundador da agência de viagens homónima, Pinto Lopes rodeou-se para a elaboração deste livro de três escritores habituados, também eles, a calcorrear o mundo e a escrever sobre viagens: Gonçalo Cadilhe, Raquel Ochoa e José Luís Peixoto. Mas quer o livro, quer o contributo dos autores, não surgem de um mero acaso. De facto, “Mais Mundo Houvesse” é lançado com o intuito de celebrar os cinquenta anos da agência Pinto Lopes Viagens que, a partir de 1973, começou a organizar viagens em grupo primeiro pela Europa e depois por todos os continentes.
A escolha destes escritores em particular explica-se pela colaboração que, nos últimos dez anos, têm desenvolvido no projeto “Viagens com Autores”, uma forma original e exclusiva de viajar em companhia de figuras públicas e especialistas reconhecidos para destinos extraordinários, perseguindo temáticas culturais que cada um destes autores conhece de forma própria e profunda.
“Mais Mundo Houvesse” é uma expressão típica de Joaquim Pinto Lopes quando comenta que já pouco lhe falta visitar no planeta Terra. O livro descreve as viagens, as aventuras, os episódios mais marcantes, as situações complicadas ou anedóticas, as grandes etapas de uma vida dedicada há mais de setenta anos a visitar os lugares mais espantosos do globo. Estruturada em três partes, a obra dá diferentes perspectivas do percurso existencial de Joaquim Pinto Lopes. José Luís Peixoto apresenta-nos uma visão poética e humana do viajante e homem de família, mantendo-se dentro do género biográfico. Por sua vez, Raquel Ochoa, recorrendo a um estilo empático e intimista, bate à porta de dezenas de amigos, familiares e companheiros de viagem de Joaquim Pinto Lopes para nos dar um retrato complementar do biografado e recordar episódios edificantes das suas vivências que o próprio, ou por humildade, ou por pudor, ou por excesso de vida, deixava por revelar.
Já Gonçalo Cadilhe apropria-se de uma viagem pela Namíbia que realizou em conjunto com Joaquim Pinto Lopes para, extrapolando momentos, confidências e cumplicidades, sugerir reflexões, comentários e leituras que iluminam, de uma forma mais subtil e profunda, a personalidade do biografado.
O livro conta com um caderno de fotografias que por um lado ilustram diferentes fases da existência do viajante e da agência de viagens, como também apresentam imagens que nos fazem sonhar com muitos dos lugares por onde Joaquim Pinto Lopes andou e que partilhou com alguns dos milhares de clientes que têm viajado consigo ao longo das décadas.