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Desafios de toda a África em debate

A Africa’s Travel Indaba, uma das maiores feiras de turismo da África do Sul, levou a debate alguns dos principais desafios que impedem o crescimento turístico do país e de todo o continente africano: os vistos turísticos e a reduzida oferta de voos. No final, ficou a certeza de que é preciso fazer mais para resolver problemas antigos, que tardam em conhecer solução.

Inês de Matos
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Desafios de toda a África em debate

A Africa’s Travel Indaba, uma das maiores feiras de turismo da África do Sul, levou a debate alguns dos principais desafios que impedem o crescimento turístico do país e de todo o continente africano: os vistos turísticos e a reduzida oferta de voos. No final, ficou a certeza de que é preciso fazer mais para resolver problemas antigos, que tardam em conhecer solução.

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No cargo de ministra do Turismo da África do Sul desde março, foi com uma conversa com Patricia De Lille que Richard Quest, o conhecido jornalista da CNN, abriu o debate sobre o futuro do turismo africano, na última edição da Africa’s Travel Indaba, uma das maiores feiras de turismo da África do Sul, que decorreu em Durban.

Por isso, ninguém se admirou que o debate tenha começado pelos problemas que dizem respeito ao turismo sul-africano, aos quais Patricia De Lille garante estar a dar resposta, começando por mudar os protagonistas mas também a estratégia que tem guiado o turismo do país. “Aceitei ser ministra do turismo porque é uma oportunidade para limpar o turismo sul-africano. E isso é exatamente o que está a ser feito”, garantiu a governante, que chegou ao cargo depois de um escândalo que envolvia o investimento por parte do Turismo da África do Sul de muitos milhões de dólares no patrocínio de um clube de futebol inglês, num negócio que enraiveceu o país, ainda a braços com a recuperação pós-Covid e que cronicamente se queixa da falta de verbas para promoção.

Depois de anos a ganhar credibilidade como autarca da Cidade do Cabo, Patricia De Lille foi escolhida para pôr ordem na casa e levar o turismo sul-africano a um patamar superior. Para isso, pede a colaboração do setor privado e garante que está a trabalhar para resolver alguns dos seus problemas, como a atribuição de licenças. “Há muitos operadores turísticos que precisam de licenças para operar mas o governo demora uma eternidade para lhes conceder essas licenças. Isso é algo que já desbloqueámos”, garantiu.

Este é um país lindo, é um continente lindo, mas o mundo não sabe nada sobre nós, somos nós que temos de ir lá fora vender este país e este continente”, Patricia De Lille, ministra do Turismo da África do Sul

Por enquanto, Patricia De Lille diz estar concentrada na recuperação económica e turística da África do Sul, país que foi fortemente afetado pela COVID-19, mas mostra-se ambiciosa e diz que pretende “elevar o perfil” do turismo sul-africano, assim como o seu orçamento. “Este é um país lindo, é um continente lindo, mas o mundo não sabe nada sobre nós, somos nós que temos de ir lá fora vender este país e este continente”, acrescentou, defendendo a necessidade de “aumentar o reconhecimento da marca” turística sul-africana.

Vistos continuam a ser problema
O aumento de notoriedade da marca turística da África do Sul é, por isso, uma das prioridades da ministra, mas não é a única, uma vez que, segundo a governante, o presidente sul-africano também traçou a agilização de vistos turísticos como uma das prioridades para o mandato de Patricia De Lille. “Muitos países já estão cobertos pelo e-visa, em que o turista pode pedir o visto desde o conforto da sua casa. Estou a instar todos os países africanos para que cheguem a uma visão homogénea no regime dos vistos para que os africanos se possam movimentar livremente por todo o continente”, explicou a governante, revelando que está a trabalhar com todo o governo sul-africano e com 20 outros países africanos para tornar realidade esta intenção. “Acredito que se as pessoas se puderem candidatar online, tudo vai ser mais rápido”, afirmou Patricia De Lille, defendendo ainda o reforço dos recursos humanos para processar os pedidos, uma vez que, atualmente, “essa verificação demora demasiado”.

A questão dos vistos é, aliás, um problema comum a praticamente todo o continente africano, como ficou patente no debate que se gerou de seguida e que contou também com a participação de George Mothema, CEO of the Board of Airlines Representatives of Southern Africa; Blacky Komani, Chair of the Tourism Council of South Africa; e Elcia Grandcourt, Regional Director da Organização Mundial do Turismo (OMT).

Depois das respostas de Patricia De Lille, Richard Quest quis saber porque não adota a África do Sul, assim como o continente africano, um sistema que facilite a atribuição de vistos a quem já possua outros tipos de vistos, como o ESTA, nos EUA, ou o visto não Shengen, na União Europeia, aproveitando o facto da verificação de segurança já ter sido realizada para acelerar o processo. “Tenho de concordar consigo, se quem já tem esses vistos já foi verificado, porque precisa de outro visto para vir à África do Sul?”, questionou Blacky Komani, que acredita, no entanto, que a ministra sul-africana vai ser capaz de levar o processo a bom-porto.

Opinião idêntica manifestou George Mothema, que defendeu que esta é uma das principais razões que levam as companhias aéreas a hesitar em voar para África. “As companhias não querem voar para cá por isso. Poderiam ter muito mais passageiros mas não têm porque as pessoas não têm acesso aos vistos”, denunciou, concordando que o principal travão ao avanço da medida continua a residir nas preocupações de segurança dos vários países, num ponto que foi ainda reforçado por Elcia Grandcourt, que sugere, no entanto, que os países mais atrasados olhem para o que os outros estão a fazer. “Há países que não exigem visto e, por isso, se olharmos para o que está a ser feito em todo o continente, podemos ter uma ideia do que está a funcionar ou não. Não precisamos de inventar novamente a roda, mas temos de avançar e facilitar, envolvendo os diferentes ministérios e partes interessadas”, afirmou.

As companhias não querem voar para cá por isso. Poderiam ter muito mais passageiros mas não têm porque as pessoas não têm acesso aos vistos”, George Mothema, Board of Airlines Representatives of Southern Africa

Voos e o sonho adiado do mercado único africano
Apesar da demora na atribuição de vistos ser um problema que continua a atrasar o desenvolvimento turístico da África do Sul e do continente africano, este debate mostrou que este está longe de ser o único, já que África continua a ser uma das regiões do mundo com menor oferta de voos e onde o mercado único de aviação continua a ser uma miragem.

“Continuamos a falar da criação de um mercado africano único de aviação, mas precisamos avançar nessa questão, que data de 1998 ou 1999”, denunciou George Mothema.

De acordo com o responsável, há muito que as companhias aéreas africanas colaboram com a ICAO – Organização Internacional da Aviação Civil nesta questão, o que tem dado poucos mas alguns frutos. “África está a dar passos rumo a esse caminho, ainda ontem o ministro de Moçambique disse que o país já avançou para os vistos online. Portanto, lentamente, estamos a ver que os países começam a perceber a importância de se abrirem e de facilitarem a entrada de visitantes, é isso que ajuda ao desenvolvimento do turismo”, lembrou, explicando que também a OMT “está a tomar as rédeas desta questão e a liderar os passos necessários para implementar esse mercado único em África”.

Richard Quest lembrou também que tem sido essa falta de colaboração entre os vários países africanos que tem impedido a criação de um céu aberto em África e de uma companhia aérea pan-africana, capaz de voar para todo o continente, numa opinião partilhada por George Mothema, que defende que é necessário “continuar a trabalhar afincadamente para abrir os céus em África”, até porque, acrescentou Patricia De Lille, não é fácil lidar com a fragmentação que ainda existe. “Temos de lidar com a fragmentação, até na África do Sul temos províncias a fazer coisas diferentes”, lamentou a governante, que acredita, no entanto, no potencial do continente africano. “África é um mercado em crescimento e uma companhia aérea olha para o crescimento antes de decidir começar a voar para um destino”, lembrou, defendendo que é preciso “convencer as companhias a voar” para os países africanos.

Temos de olhar de forma diferente para cada país, porque cada um tem diferentes níveis de desenvolvimento. Não podemos comparar a África do Sul com países que ainda estão no início do seu desenvolvimento turístico”, Elcia Grandcourt, OMT

E o protecionismo? Para Richard Quest este é um dos problemas que levam a que as companhias hesitem em voar para África, uma vez que a “primeira coisa em que os países pensam é em proteger o seu próprio mercado”. “Tem razão, por isso concordei consigo quando disse que não estamos a dar um tiro no pé, estamos a dar tiros nos dois pés. Precisamos de olhar para estes problemas que infligimos a nós próprios e corrigi-los para nos podermos mostrar ao resto do mundo”, admitiu a ministra.

Mais critico mostrou-se George Mothema, para quem o protecionismo que existem em África “limita o número de companhias aéreas e dita preços mais altos”. “Essa é uma das razões pelas quais defendemos a abertura dos céus em África, também para garantir que existe uma competição saudável e que mais companhias entram no mercado, o que vai criar preços mais convidativos”, explicou, defendendo que “o céu aberto deve ser uma realidade porque vai permitir que as companhias aéreas entrem e participem no mercado africano”.

Richard Quest quis, depois, saber se os participantes concordariam com a criação de um mercado único africano semelhante ao europeu, em que as companhias aéreas podem realizar voos entre os vários países, numa ideia com a qual George Mothema, enquanto representante das companhias aéreas que operam na África do Sul, disse estar “totalmente de acordo”.

Já Blacky Komani preferiu abordar a perspetiva dos consumidores, defendendo que é preciso encontrar um modelo que sirva as necessidades dos consumidores, o que, segundo Richard Quest, não serve de desculpa, uma vez que, se as decisões tivessem em conta as necessidades dos consumidores, a questão do mercado único africano já teria sido resolvida.

Como resolver a discórdia que existe?
Os problemas são muitos e variados, mas há atores que têm força para impulsionar a sua resolução, a exemplo da OMT. Por isso, o moderador deste debate perguntou, de seguida, a Elcia Grandcourt que papel pode este órgão das Nações Unidas desempenhar para que se encontrem soluções. “O nosso papel enquanto OMT é pressionar e encorajar a sua resolução, mas, ao mesmo tempo, continuamos a ver que é necessário trabalhar com estes países nas suas estratégias, este é o tipo de apoio que podemos trazer”, explicou a responsável, defendendo ainda o envolvimento da União Africana como forma de acelerar a resolução destas questões, apesar de considerar que o grande problema se encontra no facto de os países africanos estarem em diferentes níveis de desenvolvimento turístico. “Temos de olhar de forma diferente para cada país, porque cada um tem diferentes níveis de desenvolvimento. Não podemos comparar a África do Sul com países que ainda estão no início do seu desenvolvimento turístico”, lembrou Elcia Grandcourt.

Se quem já tem esses vistos [ESTA ou não Schengen] já foi verificado, porque precisa de outro visto para vir à África do Sul?”, Blacky Komani, Tourism Council of South Africa

Certo, mas também não é preciso seguir o ritmo do mais lento, acrescentou Richard Quest, num comentário que mereceu a concordância do painel, a exemplo de George Mothema, que pediu liberdade para que as “companhias aéreas possam chegar a um determinado destino e realizar conexões para outros destinos”.

Já Patricia De Lille lembrou que apesar de lentos, a África do Sul tem feito progressos na atração das companhias aéreas, como prova a operação da United Airlines que permitiu levar diretamente Richard Quest dos EUA até à Africa do Sul. “Precisamos reconhecer o progresso que já fizemos. O Richard pôde voar para a África do Sul diretamente dos EUA, com a United Airlines. Isso é progresso que alcançámos nos últimos 20 anos. Atualmente, é possível voar desde 50 destinos diretamente para a África do Sul, para a Cidade do Cabo e Joanesburgo. Nos últimos cinco anos, temos voos diretos, portanto, temos progresso e isso permite que os passageiros tenham ligações mais convenientes”, explicou, considerando, por isso, que “há uma melhoria” na oferta.

Mas a governante diz também ser “a primeira a reconhecer que é preciso fazer mais para crescer” e, por isso, comprometeu-se a continuar a trabalhar para que, na próxima Africa’s Travel Indaba seja possível apresentar boas notícias. “Quando voltarmos para a próxima Indaba, é importante mostrar o que alcançámos e os problemas que conseguimos resolver”, disse, considerando que o país tem “negligenciado o setor do turismo” mas que isso está a mudar, uma vez que este setor traz oportunidades não apenas para as grandes cidades, mas também para as pequenas localidades e regiões mais desconhecidas da África do Sul. “Há muitas oportunidades para o mercado doméstico mas também para o internacional. Temos destinos e alojamentos fantásticos mas que continuam à espera da chegada dos turistas”, concluiu.

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SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”

Na intervenção a abrir o 13.º Congresso da APECATE, Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, salientou o trabalho que o Governo vinha a fazer para “aumentar a atratividade de competitividade do turismo em Portugal”.

Victor Jorge

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, aproveitou a intervenção no arranque dos trabalhos do 13.º Congresso da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos | Animação Turística e Eventos (APECATE) para destacar o trabalho que o Governo vinha a desenvolver em prol do “aumento da atratividade de competitividade do turismo em Portugal”.

Num momento que considerou “pouco previsível, mas expectável”, numa clara referência à situação política que o país atravessa, em virtude das eleições marcadas para dia 18 de maio, Pedro Machado fez referência à “revisão e reforço ao turismo” feitas pelo atual Governo, enumerando as diversas linhas de apoio que foram lançadas no último ano, nomeadamente, para o “Portugal Events” e na “Linha de Qualificação da Oferta”, entre outros.

O secretário de Estado do Turismo salientou os “grandes eventos” que Portugal tem vindo a captar, dando como exemplo o MotoGP, o WSL, provas de golfe e hipismo, admitindo, no entanto, que “é importante distribuir todos estes eventos por todo o território nacional”.

Reforçando a ideia de que “a nossa confiança está nas empresas e nos empresários”, Pedro Machado referiu que os temas levantados por António Marques Vidal no arranque do congresso “estavam a ser trabalhados pela Secretaria de Estado do Turismo”, frisando, no entanto, que, na questão do IVA, “este é um tema que ultrapassa o Ministério da Economia”.

Como grandes desafios para o futuro, Pedro Machado deixou “a flexibilidade e agilidade das empresas”, bem como para o “aumento do valor gerado” por essas mesmas empresas, deixando como notas finais que “quando se fala de sustentabilidade, esse é um tema que tem vindo a ser trabalhado já há muitos anos” e que as “comunidades locais estão cada vez mais responsáveis no que toca a esta temática”.

*O jornal Publituris viajou para a ilha Terceira a convite da APECATE 
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“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE

No arranque do 13.º Congresso da APECATE, que se realiza na ilha Terceira, António Marques Vidal, presidente da associação, destacou que o setor dos eventos, congressos e animação turística é “essencial para o turismo”, já que se trata de um setor de soluções e não de problemas”.

Victor Jorge

No arranque do 13.º Congresso da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos | Animação Turística e Eventos (APECATE), António Marque Vidal, presidente da associação, começou por destacar o papel desta indústria para “o sucesso do turismo”.

Na ilha Terceira, local onde decorre o congresso, Marques Vidal admitiu que este “é um setor de soluções e não de problemas” e que é “essencial para o turismo em Portugal”.

“Construímos eventos e com eles alegrias, procuramos constantemente a inovação e criar situações novas, de modo a satisfazer o cliente”, referiu António Marques Vidal na abertura do congresso, aproveitando a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, para indicar que “cabe ao Governo organizar e regular”, admitindo, contudo, que “temos de comunicar cada vez mais e melhor para encontrar soluções”.

Nesse sentido, apontou alguns pontos a considerar pelo futuro Executivo a sair das eleições legislativas de 18 de maio, começando por indicar que “é preciso avançar com o registo das empresas, uma vez que temos de saber quem são, quantas são e o que fazem”, pedindo, igualmente, “mais apoios para os eventos e animação turística”.

Abordando a questão da fiscalidade, António Marques Vidal começou por apontar a “concorrência desleal“ existente, já que existem setores cujas atividades são taxadas a 6% e 13%, “enquanto nós [empresas do universo da APECATE] pagamos 23%. É desigual e é uma fiscalidade desajustada”, dando ainda como exemplo o desporto que paga “somente 6%”.

Outro ponto destacado pelo presidente da APECATE foi o da burocracia, com “exagerada papelada”, questionando mesmo “para que serve? Ninguém sabe”, salientando: “para quê tanta burocracia para quem cumpre”.

No último recado para o Governo, António Marques Vidal salientou a necessidade de “criar infraestruturas para oferecer produtos turísticos de qualidade para quem visita Portugal”, reforçando a necessidade de se investir nos cais de embarque para o produto marítimo/turístico que “não está à altura da exigência de quem nos procura”.

*O jornal Publituris viajou para a ilha Terceira a convite da APECATE 
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Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto

A Soltrour reforça a oferta para a Tunísia na sua programação 2025, com operações de Lisboa e do Porto para Djerba, Monastir e Enfidha, que arrancam em junho e prolongam-se até setembro.

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O operador turístico Soltour reforça a sua programação em 2025 com voos diretos para a Tunísia. Este destino, conhecido pelas suas praias deslumbrantes, cultura rica e hospitalidade única, estará agora ainda mais acessível para os viajantes portugueses, com ligações diretas, todas as semanas, a partir de Lisboa e do Porto.

Os voos, programados para o verão, arrancam em junho e prolongam-se até setembro, permitindo maior flexibilidade na escolha das férias. Do Porto será possível viajar diretamente para Djerba e Monastir; já de Lisboa, a Soltour irá estrear ligações para o aeroporto de Enfidha, que liga a Hammamet, em pacotes exclusivos de sete noites, que vão desde os regimes de meia-pensão ao tudo incluído em alguns dos melhores hotéis do país.

“A Tunísia tem sido um destino de eleição para os viajantes portugueses, combinando praias idílicas, uma cultura vibrante e uma oferta hoteleira diversificada”, refere Luís Santos, diretor da Soltour em Portugal, que avança que, no ano passado “a nossa operação do Porto para Djerba registou uma taxa de vendas a rondar os 95%, um indicador muito positivo”. Assim, “quisemos responder a esta elevada procura mantendo duas operações que têm recebido uma ótima resposta do mercado e acrescentando uma nova ligação”, disse.

Com isto, destaca o responsável, “reforçamos a aposta numa programação que responde às necessidades do mercado nacional, garantindo comodidade, segurança e preços competitivos, com o selo de qualidade da Soltour”.

Para quem parte de Lisboa durante os meses de verão, a Soltour terá pacotes com estadias de sete noites em hotéis de quatro estrelas, em regime de meia-pensão ou de tudo incluído, e voos diretos a partir de 809€ por pessoa. Já do Porto, há também opções atrativas para descobrir a Tunísia, seja em Djerba ou Monastir. Durante o verão, os viajantes poderão desfrutar de pacotes com voos diretos e estadia de sete noites em hotéis de quatro estrelas, com regime de meia-pensão, a partir de 808€ por pessoa.

 

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4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira

O 4ª Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal, que decorre até esta sexta-feira, 4 de abril, no concelho de Odemira, e que reúne cerca de 170 participantes de todo o país, está a debater o valor das estações náuticas e o seu contributo para o desenvolvimento dos territórios.

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Para José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, trata-se de um evento “que representa a afirmação do destino neste segmento de mercado com enorme potencial de crescimento e que permite diversificar a nossa oferta turística e acrescentar valor à economia local”.

António José Correia, coordenador da Rede de Estações Náuticas de Portugal, aponta que, com esta iniciativa “pretendemos dinamizar a fileira do turismo náutico em Portugal e potenciar o seu valor”, destacando que, “este ano, estamos no Alentejo, uma região que tem vindo a afirmar-se com destino náutico e que já conta com oito estações náuticas”, a saber: Alandroal, Avis, Mértola, Monsaraz, Moura, Sines, Ponte de Sor e Odemira (esta com três polos náuticos: Vila Nova de Milfontes, Odemira e Santa Clara).

Já o presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro, destacou este encontro como uma forma de afirmar as Estações Náuticas como aceleradores do desenvolvimento dos territórios.

Na sua intervenção, na sessão de abertura do encontro, José Santos avançou que “estamos cada vez mais empenhados em reforçar o trabalho desenvolvido no âmbito das oito estações náuticas do Alentejo”, realçando que “têm sido apresentados produtos e experiências turísticas que valorizam o turismo náutico e que contribuem para tornar a região mais competitiva e atrativa e é esse o nosso caminho”.

Entre os vários temas em debate no 4ª Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal destacam-se “Rede das Estações Náuticas de Portugal – Proposta de Valor”, “Estação Náutica de Odemira – Contributo para a Concretização do Plano Estratégico e Operacional de Valorização do Rio Mira”, “Financiamento” e “Estruturação e Promoção da Oferta Turística das Estações Náuticas”. Decorrem também workshops temáticos sobre “Governança”, “Comunicação e Promoção”, “Sustentabilidade” e “Desporto Náutico para Todos”.

Organizado pela Fórum Oceano, em coordenação com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e o Município de Odemira, o encontro conta com o apoio institucional do Turismo de Portugal e da Docapesca.

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GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais

O Grupo GEA Portugal faz um balanço positivo das suas reuniões regionais que tiveram lugar entre 24 e 31 de março, com um total de 255 participantes distribuídos por encontros em Coimbra, Porto, Lisboa, Albufeira e Funchal, reunindo responsáveis das agências associadas para discutir estratégias, novidades e oportunidades no setor de viagens.

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Durante as reuniões foram abordados temas cruciais que refletem a importância da estratégia comercial e do ecossistema GEA. A discussão sobre estratégia comercial destacou a necessidade de adaptar as abordagens de mercado para atender às novas demandas dos clientes e maximizar as oportunidades de crescimento.

Além disso, o ecossistema GEA foi explorado em profundidade, abrangendo desde formação contínua para os associados até a implementação de ferramentas tecnológicas que facilitam a operação das agências de viagens, passando pelo desenvolvimento de novas parcerias estratégicas. De acordo com o grupo de gestão de agências de viagens, “foi o momento fundamental para fazermos o ponto de situação das novidades e estratégia definida aquando da nossa convenção”, para destacar que os main sponsors a Teldar e a Pliant também realizaram apresentações, “enriquecendo o evento com insights valiosos”.

Nuno Tomaz, diretor Comercial da rede, realçou que as reuniões regionais, como momentos estruturantes GEA, “são fundamentais para fortalecer os laços entre a equipa de gestão do grupo e as agências associadas, promovendo um ambiente de colaboração”, reforçando que a transmissão da informação sobre a produção da rede no exercício anual anterior, bem como sobre os projetos em curso, “é essencial para que possamos posicionar-nos comercialmente no ano corrente e enfrentar, enquanto agrupamento, os desafios do setor de forma eficaz”.

Nuno Tomaz assegura que “estamos comprometidos em gerar mais margem e rentabilidade para os nossos associados, mas também no cumprimento de tudo a que nos propomos e prometemos às agências associadas da GEA”.

 

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Mercado das Viagens promove ciclo de formações

Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”. O responsável […]

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Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”.

O responsável adianta também que nesta fase, “estamos envolvidos com fornecedores distintos, que incluem operadores turísticos, centrais de reservas hoteleiras, companhias de cruzeiros, rent-a-car e destinos emergentes”.

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2024 regista novo recorde nas reservas no AL

O número de dormidas em alojamentos turísticos de curta duração registou, em 2024, um crescimento homólogo de 18,8% para as 854,1 milhões, atingindo um novo máximo na União Europeia (UE), divulga o Eurostat.

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Em 2024, os hóspedes passaram 854,1 milhões de noites em alojamentos de curta duração na União Europeia (UE), reservados através da Airbnb, Booking, Expedia Group ou TripAdvisor, avança o Eurostat. Este valor representa um aumento de 18,8% em comparação com 2023 (719,0 milhões de noites), estabelecendo um novo recorde.

Com exceção de abril, todos os meses de 2024 registaram um número superior de noites em alojamentos de curta duração em comparação com o mesmo período de 2023.

Os maiores aumentos relativos face a 2023 ocorreram em março (+48%), maio (+31,7%), agosto (+21,6%) e novembro (+21,5%). A evolução atípica de março e abril (com uma queda de 1,8%) deve-se, provavelmente, ao facto de a Páscoa ter sido em março em 2024, enquanto em 2023 ocorreu em abril.

As regiões mais populares para alojamento de curta duração reservado através de plataformas online no terceiro trimestre de 2024 foram Jadranska Hrvatska, na Croácia (25,2 milhões de noites, +6,0% face ao terceiro trimestre de 2023), a Andaluzia, em Espanha (17,2 milhões de noites, +23,1%) e a região francesa da Provença-Alpes-Costa Azul (15,6 milhões de noites, +26,2%).

No mesmo trimestre, entre as 20 principais regiões, 6 estavam em França, 5 em Espanha e Itália, 2 na Grécia e 1 na Croácia e em Portugal.

De resto, em Portugal a região do Algarve foi a mais procurada por turistas que optam por alojamentos de curta duração, integrando a tabela dos 20 destinos mais procurados, com 6,07 milhões, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa, com 4,4 milhões, e a região Norte, com 3,89 milhões.

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Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%

A SiteMinder revela que as reservas de hotéis em Portugal para as férias da Páscoa de 2025 aumentaram 22,1% face ao mesmo período do ano passado, enquanto a tarifa média diária sobe 13,7%, passando de 208,64€ em 2024 para 237,23€ este ano, o que coloca o nosso país na liderança europeia neste indicador.

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Os dados desta plataforma mundial de distribuição e receitas hoteleira, que comparam reservas nos mesmos estabelecimentos 30 dias antes da Páscoa de 2024 e 2025, revelam não apenas um aumento na procura, mas também uma maior antecedência na organização das viagens e uma crescente presença de turistas internacionais no país.

 

Os resultados da SiteMinder, atualizados a 18 de março, mostram que, durante o período de cinco noites deste feriado, as reservas por propriedade aumentaram significativamente. Além disso, a tarifa média diária (ADR) subiu 13,7%, passando de 208,64€ em 2024 para 237,23€ em 2025.

A Europa também regista um aumento significativo na tarifa média diária, mas Portugal e Espanha estão entre os líderes, com um aumento de 13,7% e quase 8%, respetivamente, em relação a este indicador. A tendência, segundo a SiteMinder, é acompanhada por outros países europeus, como Itália (+6,23%), Alemanha (+5,81%) e França (+5,61%).

Por outro lado, verifica-se que apesar da redução na duração das estadias, o tempo médio de antecedência das reservas aumentou 10,8% em relação ao ano passado, passando de 94,5 para 104,75 dias. No entanto, a duração média das estadias caiu 7,64%, passando de 2,88 para 2,66 noites.

A proporção de turistas internacionais em Portugal também cresceu significativamente. Em 2024, 72,59% das reservas eram de viajantes estrangeiros, e segundo os dados mais recentes de 2025, essa percentagem subiu para 83,07%, reforçando o posicionamento do país como um destino atrativo para o mercado global.

A plataforma analisou as reservas para o feriado do Dia do Trabalhador (1 de maio), que mostram sinais positivos para Portugal, com um aumento de 4,19% nas reservas em relação a 2024. A ADR também subiu 4,32%, passando de 229,08€ para 238,99€, acompanhada por um crescimento de 7,42% no tempo de antecedência das reservas, agora em 127,6 dias.

Apesar destes indicadores positivos para Portugal, tanto na Páscoa como no Dia do Trabalhador, James Bishop, vice-presidente de Ecossistema e Parcerias Estratégicas da SiteMinder alerta que “os hoteleiros devem manter-se atentos à tendência de reservas de última hora, especialmente por parte do mercado doméstico, que pode ainda influenciar os resultados finais”.

 

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Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP

Os voos entre Lisboa e capital do Rio Grande do Sul realizam-se três vezes por semana operados com o A330-900neo.

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A TAP retomou, recentemente, os voos para Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul. A TAP vai ligar Lisboa e Porto Alegre com três voos por semana, operados com o moderno avião A330-900neo, com capacidade para 298 passageiros.

Com a reforma da pista do Aeroporto Salgado Filho, reaberto ao tráfego aéreo desde outubro, os voos entre Lisboa e Porto Alegre vão realizar-se às terças, quintas e sábados, com partida da capital portuguesa às 13h05 e chegada a Porto Alegre às 20h25. Com uma duração total de 11h20, este é um dos voos mais longos da rede de destinos TAP. No sentido contrário, o voo da TAP parte da capital do estado do Rio Grande do Sul às 21h55, chegando ao aeroporto de Lisboa às 12h45.

“Tínhamos prometido que iríamos fazer todos os esforços para que esta rota voltasse a operar o mais rapidamente possível. Aqui estamos nós, prontos para voltar a conectar este Estado à Europa”, frisa Luís Rodrigues, CEO da TAP.

Já o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, considera que “a retoma dos voos diretos entre Porto Alegre e Lisboa é um símbolo da resiliência e da reconstrução do Rio Grande do Sul. Após enfrentarmos um dos momentos mais desafiadores da nossa história, ver nossa capital novamente conectada diretamente com a Europa demonstra a confiança do mundo na nossa recuperação. Esta rota fortalece nossos laços históricos e culturais com Portugal e também abre novas oportunidades para o turismo e negócios internacionais, alinhando-se às diretrizes do nosso Plano de Desenvolvimento Econômico.”

O primeiro voo TP117 partiu de Lisboa às 14h20, de dia 1 de abril, e chegou ao Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho às 21h45 e retomou assim as ligações para Porto Alegre, depois das fortes chuvas de maio de 2024.

De referir que a TAP Air Portugal voa diretamente de Lisboa para São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife, Salvador, Florianópolis e Manaus, além de ligar o Porto a São Paulo e ao Rio de Janeiro. No total, são 13 cidades do Brasil (15 rotas, de Lisboa e Porto) que a TAP liga diretamente a Portugal.

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90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”

Uma nova investigação da Serko e da Sabre destaca os principais desafios, êxitos e prioridades da inteligência artificial (IA) no setor das viagens empresariais, incluindo o retorno do investimento, exigências tecnológicas e outros aspetos relevantes.

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A Serko e a Sabre acabam de publicar o relatório “Panorama 2025 da inteligência artificial nas viagens empresariais: explorar oportunidades, ultrapassar desafios”. O estudo, baseado num inquérito a mais de 300 gestores de viagens nos Estados Unidos, em empresas com receitas superiores a 50 milhões de dólares, revela de que forma a inteligência artificial (IA) e a inteligência artificial generativa estão a transformar o panorama das viagens de negócios, e em que áreas as organizações continuam a falhar.

“Os resultados do estudo são claros: embora a adoção da IA nas viagens empresariais seja elevada, o sucesso não é garantido”, afirmou Darrin Grafton, diretor executivo e cofundador da Serko.

O responsável realça que, embora 90% dos gestores de viagens afirmarem ter implementado a IA ou a IA generativa, “muitos continuam a enfrentar obstáculos. Seja por uma implementação deficiente, falta de capacidades internas ou apoio limitado dos parceiros, estes desafios impedem as organizações de obterem o valor total do seu investimento. É precisamente aqui que empresas tecnológicas como a Serko ou a Sabre têm oportunidade de intervir.”

Mais de 90% dos inquiridos indicam utilizar IA ou IA generativa, principalmente para redução de custos (71%), melhoria da experiência do viajante (68%) e análise de dados (63%). Quando se refere ao retorno do investimento, 52% referem que a IA superou as suas expectativas; 45% indicam que está a cumpri-las. Os principais casos de utilização incluem otimização de reservas (73%), definição de preços e poupança de custos (70%) e apoio ao viajante através de chatbots (64%).

Por outro lado, cerca de metade dos gestores de viagens acredita que a IA terá um impacto “significativo” ou “transformador” nos seus programas nos próximos cinco anos. No entanto, embora alguns inquiridos sintam que receberam apoio, 49% afirmam que este foi apenas “moderado” e 11% indicam ter recebido pouco ou nenhum apoio. Os fornecedores tecnológicos apresentam resultados semelhantes.

No que diz respeito aos principais obstáculos, contam-se dificuldades de implementação (46%), falta de talento interno (19%) e restrições orçamentais (14%) estão a atrasar o progresso, realçando que os fornecedores tecnológicos devem acelerar a integração da IA, colocando o cliente no centro.

Como indica o estudo, a IA deixou de ser uma fase de experimentação para se tornar uma expectativa. No entanto, os dados revelam que muitos programas de viagens empresariais continuam a ter dificuldades em escalar eficazmente os seus esforços. É aqui que os parceiros tecnológicos devem assumir um papel mais ativo, colmatando a lacuna entre potencial e desempenho.

Sundar Narasimhan, vice-presidente sénior e presidente da Sabre Labs, sublinha que “as empresas que não integrem processos de decisão baseados em IA correm o risco de ficar para trás – não apenas em termos de eficiência e poupança, mas também na capacidade de proporcionar experiências personalizadas e fluídas, como os viajantes agora esperam”. Assim, acrescentou: “A nossa prioridade é apoiar os nossos clientes nesta transição com confiança, garantindo que dispõem das ferramentas, estratégias e apoio certos para transformar o investimento em IA em resultados tangíveis para os viajantes e para o negócio.”

A Serko e a Sabre estão de acordo: inovar apenas por inovar não é suficiente. Cabe aos fornecedores tecnológicos simplificar a implementação, oferecer automatização inteligente e acompanhar ativamente os clientes nas suas jornadas de transformação com a IA, o que pressupõe alinhar os planos de desenvolvimento com as necessidades reais do mercado, reduzir a complexidade da integração e garantir que a IA oferece não apenas melhorias de desempenho, mas valor centrado no viajante.

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