SETCS inaugura empreendimento do grupo do Convento do Espinheiro
A Quinta do Santo, localizada em Évora, é composta por quatro suítes, um apartamento T2 e um restaurante, o Cenoura-brava, num empreendimento que, apesar de ser detido e gerido pelo Convento do Espinheiro, é autónomo da unidade hoteleira.

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O Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, esteve presente na inauguração oficial da Quinta do Santo, um empreendimento com quatro suítes a cinco quilómetros de Évora, que teve lugar na passada quarta-feira, 21 de junho. Nesta inauguração também marcou presença Matilde Camacho, administradora do Grupo do Convento do Espinheiro.
A Quinta do Santo é uma antiga casa de família reabilitada “vizinha do Convento do Espinheiro, mas autónoma deste”, como referido em comunicado. Inaugurado em dezembro de 2022, mas apenas de forma oficial esta semana, este alojamento de quatro suítes e um apartamento T2 com capacidade para quatro pessoas é caracterizado por ter um “estilo campestre informal com serviço de hotel”.

Créditos: Jerónimo Heitor Coelho
As quatro suítes são servidas por uma grande sala e cada uma está equipada com casas de banho com duches de grandes dimensões e lavatórios em mármore, com amenities da Bulgari. Já o apartamento T2 é composto por dois quartos no primeiro piso e sala e cozinha no rés-do-chão.
Este alojamento encontra-se numa propriedade de seis hectares “adquirida por uma empresa do grupo do Convento do Espinheiro”, como explicado em nota de imprensa, que também detém a gestão deste alojamento – sendo que os hóspedes da Quinta do Santo podem usufruir dos serviços do Espinheiro, tais como o spa ou o campo de ténis.

Créditos: Jerónimo Heitor Coelho
No exterior, os hóspedes podem usufruir de duas piscinas – uma piscina infinita e outra mais pequena, para crianças – e um terraço, num terreno que inclui árvores de fruto e oliveiras.
Restaurante do alojamento aposta na micro sazonalidade
Das restantes valências deste alojamento faz parte o restaurante Cenoura-brava, um fine-dining “assente nas técnicas da alta-cozinha, mas com pouca intervenção”. O destaque vai para os produtos locais “num raio de 40 quilómetros”, à exceção do peixe, proveniente de Setúbal, e do vinho, com referências “de norte a sul do país”, como referido em comunicado.
O Cenoura-brava disponibiliza um meni de nove momentos pensado “de modo a proporcionar um confronte de sabores e texturas”, destacando-se pratos como o “Presunto, Gema e Lula”. No entanto, os comensais podem esperar a substituição dos pratos, já que o restaurante trabalha com a micro sazonalidade e aposta num menu flexível, alterado consoante “o que a natureza e os produtores oferecem em determinado mês”.

Créditos: Jerónimo Heitor Coelho
Neste espaço os visitantes podem encontrar “um lugar conectado ao campo e ao Alentejo, informal e despojado”. A simplicidade dos interiores, de paredes brancas, é pontuada por móveis antigos, cadeiras vintage diferentes entre si em madeira e tons pastel, loiças de cerâmica e guardanapos em linho.
Também este espaço de restauração é gerido pelo Convento do Espinheiro, o hotel de cinco estrelas que se localiza a menos de um quilómetro deste empreendimento.

Créditos: Jerónimo Heitor Coelho