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Agências de viagens e operadores turísticos trilham o caminho da sustentabilidade

Em Portugal já há mais de quarenta agências de viagens com coordenadores de sustentabilidade formados, 15 que atingiram o estatuto de Travelife Partner, outras que o estão a finalizar e algumas, mesmo a prosseguir o processo até ao final, para a certificação. Referimo-nos à Travelife, a única certificação em sustentabilidade, reconhecida pelo GSTC (Global Sustainability Tourism Council), que foi pensada, criada e implementada especificamente para agências de viagens e operadores turísticos, no âmbito do projeto SUSTOUR.

Carolina Morgado
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Agências de viagens e operadores turísticos trilham o caminho da sustentabilidade

Em Portugal já há mais de quarenta agências de viagens com coordenadores de sustentabilidade formados, 15 que atingiram o estatuto de Travelife Partner, outras que o estão a finalizar e algumas, mesmo a prosseguir o processo até ao final, para a certificação. Referimo-nos à Travelife, a única certificação em sustentabilidade, reconhecida pelo GSTC (Global Sustainability Tourism Council), que foi pensada, criada e implementada especificamente para agências de viagens e operadores turísticos, no âmbito do projeto SUSTOUR.

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Em entrevista ao Publituris, Paula Antunes, diretora da APAVT com o pelouro da Sustentabilidade, fala-nos do projeto SUSTOUR e da sua certificação em sustentabilidade Travelife, bem como a forma como foi abraçado pelas agências de viagens e operadores turísticos em Portugal.

Em que consiste o SUSTOUR?
SUSTOUR é o nome de um projeto destinado a promover a sustentabilidade entre agências de viagens e operadores turísticos europeus que sejam PMEs. Resulta de uma candidatura que foi aprovada pela Comissão Europeia, a um consórcio constituído pela ECEAT (ONG que gere a certificação Travelife), ECTAA (Confederação Europeia das Associações de Agências de Viagens e Operadores Turísticos), Futouris (Alemanha), ANVR (Associação Holandesa de Agências de Viagens), SMAL (Associação Finlandesa de Agências de Viagens), UHPA (Associação Croata de Agências de Viagens) e pela APAVT.

Este consórcio comprometeu-se inicialmente, a promover as capacidades e competências de mais de 175 agências e operadores turísticos (PME’s) para implementar formação, sistemas de gestão, normas e soluções, melhorando a sua gestão e desempenho sustentáveis. Um objetivo largamente ultrapassado, dado que atualmente são mais de 600 as PMEs europeias a beneficiar do SUSTOUR. Através deste projeto, todas estas empresas se candidataram e conseguiram obter um apoio, que consiste em poderem fazer a certificação de sustentabilidade Travelife, sem custos.

E a certificação Travelife?
A Travelife é a única certificação em sustentabilidade, reconhecida pelo GSTC (Global Sustainability Tourism Council), que foi pensada, criada e implementada especificamente para agências de viagens e operadores turísticos. Existem outras certificações de qualidade, claro, mas o que diferencia a Travelife é o facto de ter tido operadores e agências na sua génese, o que lhe confere uma base de conhecimento do negócio que melhor pôde e pode adequar os critérios às necessidades e características destas empresas. É uma certificação exigente, mas é exatamente o seu grau de exigência, que lhe garante a credibilidade de que goza nos mercados internacionais.

Qual é montante financeiro que o projeto exige?
O montante global do projeto é de 1,3 milhões de euros, sendo cofinanciado pela Comissão Europeia, ao abrigo do programa COSME, e pelos parceiros.

 62 operadores turísticos e agentes de viagens portugueses de pequena e média dimensão teriam sido selecionados para participar do projeto SUSTOUR. Em que pé está este projeto?O projeto está na reta final, dado que terminará em setembro deste ano, conforme referido. Em Portugal temos já mais de quarenta agências com coordenadores de sustentabilidade formados, 15 agências que atingiram o estatuto de Travelife Partner, outras que o estão a finalizar e algumas, estão a mesmo a prosseguir o processo até ao final, para a certificação. Se pensarmos que há um ano não existia nenhuma, podemos afirmar estar extremamente satisfeitos com esta situação.

Processo exigente, mas que se faz, passo a passo
Que requisitos ou critérios são necessários para se chegar a esta certificação?
Requisitos, só mesmo o reconhecer a necessidade de iniciar este caminho da sustentabilidade, conscientes de que é um processo exigente, mas que se faz, passo a passo. Critérios, na verdade são 260, aqueles a que têm de responder, cobrindo todos os pilares da sustentabilidade: Ambiental, Social e de Governança (ou ESG, na sigla em inglês).

Atualmente são mais de 600 as PMEs europeias a beneficiar do SUSTOUR. Através deste projeto, todas estas empresas se candidataram e conseguiram obter um apoio, que consiste em poderem fazer a certificação de sustentabilidade Travelife, sem custos

Quanto custa às agências de viagens e operadores turísticos em Portugal?
No âmbito do projeto SUSTOUR, não há qualquer custo para as agências associadas da APAVT que concorreram e foram aprovadas. Fora deste âmbito e em resultado de um acordo celebrado com a Travelife, os nossos associados beneficiam de condições de acesso vantajosas, sendo mesmo dispensados do valor de inscrição na plataforma.

Quem os analisa? Será feito um acompanhamento à posteriori? Por quem?
Trata-se de um processo rigoroso, como já referi anteriormente, e essa é uma das razões pelas quais alcançou a notoriedade e a credibilidade que hoje tem em todo o mundo. Todos os processos de certificação Travelife são auditados presencialmente, por auditores que chegam de várias partes da Europa. Chegam, sentam-se na agência, “passam a pente fino” todas as declarações que foram feitas, conversam com os funcionários e, no final, sugerem correções e recomendam a sua aprovação… ou não.

Que apoios técnicos são dados? De que forma?
A própria Travelife disponibiliza Coaches que orientam as agências na resposta aos vários critérios. Existem atualmente três Coaches de língua portuguesa, mas as agências podem ter apoio de Coaches de outros países, desde que tenham uma língua comum. Além disso, a APAVT presta apoio a nível de consultoria de sustentabilidade para os seus associados.

Algumas agências de viagens e operadores turísticos portugueses já ostentam a certificação no nível “Travelife Partner”. Que passos terão de ser dados para o selo “Travelife Certified”?
Atingir o estatuto de Travelife Partner significa o reconhecimento de um forte compromisso da agência com a sustentabilidade, ao preencher praticamente 130 critérios. Para prosseguir para o Travelife Certified, há que dar resposta praticamente ao dobro dos critérios – 260 – o que não é difícil, mas é, isso sim, bastante trabalhoso.

Foto crédito: Depositphotos.com

Otimizar oportunidades de negócio
Como é que esta certificação se reflete no consumidor final?
Reflete-se sempre, mas por enquanto a níveis diferentes, face ao segmento de negócio.

Os clientes do norte e centro da Europa, por exemplo, assim como as suas agências e operadores, têm vindo de forma crescente, a exigir que todos os seus parceiros partilhem das mesmas preocupações com a sustentabilidade, pelo que esta certificação vai permitir otimizar oportunidades de negócio, assim como o interesse no destino, no caso das agências da área de Incoming e M&I.

Os clientes do segmento Corporate, sobretudo as multinacionais, já o exigem muito, às suas agências. É difícil imaginar, dentro de poucos anos, uma agência não certificada a poder ter como cliente uma empresa multinacional.

Em relação ao cliente de lazer, a realidade ainda não é a mesma, simplesmente porque o nosso turista não tem, por enquanto, esse grau de exigência. Mas sendo essa a tendência, as agências da área de Outgoing, estão a preparar-se para as gerações futuras.

Porque é importante este projeto e esta certificação no setor da distribuição? Na prática o que muda para essas empresas?
A APAVT existe para servir os seus associados. Acho que isto, por si só, justifica a importância atribuída a este projeto. Estamos a contribuir para formar agências mais sustentáveis, melhor preparadas para enfrentar as exigências dos seus clientes de hoje e do futuro, estamos a criar condições para que se diferenciem, como também o fazem, por exemplo, com o projeto Checked by DECO.

Além disso, a certificação traz outras vantagens, como é o acesso a fundos ou a crédito bancário, que hoje em dia privilegia as empresas sustentáveis, o que acontecerá cada vez mais.

Em resumo, o que muda para essas empresas é o estarem mais preparadas para um ambiente de mercado que está, efetivamente, a mudar.

Como está a ser divulgado junto dos associados da APAVT por forma a que concorram?
Para o projeto SUSTOUR, as inscrições abriram, houve 62 empresas a concorrer, e fecharam. Não há espaço para mais. Para a certificação Travelife fora do âmbito do SUSTOUR, temos divulgado através das nossas circulares, emails, em reuniões com agrupamentos e também de forma direta e personalizada.

Em Portugal temos já mais de quarenta agências com coordenadores de sustentabilidade formados, 15 agências que atingiram o estatuto de Travelife Partner, outras que o estão a finalizar e algumas, estão a mesmo a prosseguir o processo até ao final, para a certificação

Para além das agências de viagens e operadores turísticos
A APAVT assinou recentemente protocolos com a AGIC – Associação Portuguesa dos Guias-Intérpretes e Correios de Turismo e com o SNATTI – Sindicato Nacional de Atividade Turística, Tradutores e Intérpretes, com o objetivo de contribuir para a formação dos Guias Turísticos em Sustentabilidade. Estes protocolos estão relacionados com o projeto Sustour?
São protocolos tripartidos entre a APAVT, as organizações de Guias-Intérpretes e a Travelife.

A relação que existe com o SUSTOUR é o facto de, até setembro deste ano (quando termina o projeto) os guias destas organizações poderem fazer os cursos de formação em Sustentabilidade específicos para a sua atividade, de forma gratuita. A partir daí poderão fazê-lo, mas já com um pequeno custo que será a Travelife a fixar.

É importante para uma agência de viagens saber que os Guias-Intérpretes, que são uma peça fundamental na qualidade do serviço prestado aos clientes, têm formação em Sustentabilidade. Além de ser um dos critérios exigidos, para a certificação.

Este é o motivo pelo qual, ao abrigo destes protocolos, iremos divulgar junto dos nossos associados, a lista dos Guias que terminaram com sucesso os cursos e que, cumulativamente, tenham assinado o Código de Conduta de Guias da Travelife.

Apraz-nos muito dizer que, além destes protocolos assinados na BTL, fomos contactados por mais três organizações de guias que querem replicar esta iniciativa, a AGIGARVE (Associação de Guias-intérpretes do Algarve), a AGIA (Associação de Guias-intérpretes do Alentejo) e a AGITA (Associação de Guias de Informação Turística dos Açores), estando assim coberto todo o território continental e ilhas.

E o protocolo com o Fórum da Sustentabilidade?
O Fórum da Sustentabilidade é uma organização sem fins lucrativos, criada pela Rita Montez, que trabalha no nosso país com a Travelife. Através deste protocolo, os membros da APAVT que estão em processo de certificação no âmbito do SUSTOUR, beneficiam de gratuitidade no acesso às reuniões que o Fórum promove, sendo que este tem vindo a adotar temas relevantes para a certificação. Os outros interessados poderão também participar, mas com um pequeno fee, dado haver um desconto acordado para os associados da APAVT.  No dia 14 deste mês, o Fórum promoveu uma reunião sobre o tema do Alojamento Sustentável na perspetiva do agente de viagens e no dia 20 o tema escolhido foi o do cálculo das emissões de carbono.

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CEAV Protour 2025 no Porto acentua relacionamento com a APAVT

Cerca de 100 agências de viagens no norte de Portugal reuniram com 35 expositores, desde seguradoras e redes hoteleiras até companhias aéreas e empresas de cruzeiros, além de destinos espanhóis e internacionais, no âmbito do CEAV Protour 2025, que acaba de fazer a sua estreia no Porto. Esta oportunidade permitiu-lhes criar contactos e promover novas oportunidades de negócio entre os dois países.

A Confederação Espanhola de Agências de Viagens (CEAV), com a colaboração da APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, reuniu cerca de 140 profissionais do turismo num workshop realizado esta quinta-feira no Porto.

Este evento, que visita Portugal pela terceira vez, mas pela primeira vez a cidade do Porto, é a sexta etapa do CEAV Profesional Tour 2025, uma iniciativa de workshops presenciais em Espanha e Portugal com agências de viagens, destinos e empresas do setor. O CEAV Protour percorreu já Valência e Múrcia e Vigo, devendo passar ainda, este ano, por Valladolid, Gran Canaria, Tenerife, Sevilha e Málaga.

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, que participou do evento, realçou que ambas as entidades trabalham “como irmãs” com o objetivo comum de “fortalecer o setor do turismo na Península Ibérica”.

Já Carlos Garrido, presidente do CEAV, destacou que este é o único workshop do tour que se realiza fora de Espanha, para realçar a ajuda prestada pela APAVT. “Trabalhando em conjunto, as associações podem trocar boas práticas, promover o turismo nos dois países e enfrentar desafios comuns, como a digitalização, a sustentabilidade e a conectividade”, realçou.

No workshop do Porto, foi destacado Marrocos, que continua a ser o destino do ano com o CEAV, e a incorporação da Alemanha e da Andaluzia como destinos Premium europeu e nacional. Da mesma forma, a Air Canada anunciou o lançamento, a partir de 5 de junho, de uma nova rota entre o Porto e Montreal. Os voos desta nova rota sazonal de verão funcionarão três vezes por semana, com partida do Porto todas as terças, quintas e domingos à tarde, e chegada ao Quebec em pouco mais de sete horas.  No regresso, os voos partirão de Montreal todas as segundas, quartas e sábados à noite, chegando ao Porto na manhã seguinte.

A Rota dos Vinhos das Rías Baixas também viajou até ao Porto, onde as adegas Mar de Frades, Gil Armada, Martín Códax, Pazo de Rubianes e Vionta puderam conhecer fornecedores turísticos e agências de viagens portuguesas a quem apresentaram os seus produtos e serviços de enoturismo como parceiros da rota dos vinhos.

Outra novidade do roadshow deste ano é a incorporação de inteligência artificial através de vídeos imersivos inovadores. Esta experiência permite que os participantes se sintam como se estivessem num aeroporto, preparando-se para embarcar num voo. Com esta tecnologia de ponta, o objetivo é oferecer uma simulação realista que conecte os participantes ao mundo do turismo de uma forma completamente nova.

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Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto

A Soltrour reforça a oferta para a Tunísia na sua programação 2025, com operações de Lisboa e do Porto para Djerba, Monastir e Enfidha, que arrancam em junho e prolongam-se até setembro.

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O operador turístico Soltour reforça a sua programação em 2025 com voos diretos para a Tunísia. Este destino, conhecido pelas suas praias deslumbrantes, cultura rica e hospitalidade única, estará agora ainda mais acessível para os viajantes portugueses, com ligações diretas, todas as semanas, a partir de Lisboa e do Porto.

Os voos, programados para o verão, arrancam em junho e prolongam-se até setembro, permitindo maior flexibilidade na escolha das férias. Do Porto será possível viajar diretamente para Djerba e Monastir; já de Lisboa, a Soltour irá estrear ligações para o aeroporto de Enfidha, que liga a Hammamet, em pacotes exclusivos de sete noites, que vão desde os regimes de meia-pensão ao tudo incluído em alguns dos melhores hotéis do país.

“A Tunísia tem sido um destino de eleição para os viajantes portugueses, combinando praias idílicas, uma cultura vibrante e uma oferta hoteleira diversificada”, refere Luís Santos, diretor da Soltour em Portugal, que avança que, no ano passado “a nossa operação do Porto para Djerba registou uma taxa de vendas a rondar os 95%, um indicador muito positivo”. Assim, “quisemos responder a esta elevada procura mantendo duas operações que têm recebido uma ótima resposta do mercado e acrescentando uma nova ligação”, disse.

Com isto, destaca o responsável, “reforçamos a aposta numa programação que responde às necessidades do mercado nacional, garantindo comodidade, segurança e preços competitivos, com o selo de qualidade da Soltour”.

Para quem parte de Lisboa durante os meses de verão, a Soltour terá pacotes com estadias de sete noites em hotéis de quatro estrelas, em regime de meia-pensão ou de tudo incluído, e voos diretos a partir de 809€ por pessoa. Já do Porto, há também opções atrativas para descobrir a Tunísia, seja em Djerba ou Monastir. Durante o verão, os viajantes poderão desfrutar de pacotes com voos diretos e estadia de sete noites em hotéis de quatro estrelas, com regime de meia-pensão, a partir de 808€ por pessoa.

 

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GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais

O Grupo GEA Portugal faz um balanço positivo das suas reuniões regionais que tiveram lugar entre 24 e 31 de março, com um total de 255 participantes distribuídos por encontros em Coimbra, Porto, Lisboa, Albufeira e Funchal, reunindo responsáveis das agências associadas para discutir estratégias, novidades e oportunidades no setor de viagens.

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Durante as reuniões foram abordados temas cruciais que refletem a importância da estratégia comercial e do ecossistema GEA. A discussão sobre estratégia comercial destacou a necessidade de adaptar as abordagens de mercado para atender às novas demandas dos clientes e maximizar as oportunidades de crescimento.

Além disso, o ecossistema GEA foi explorado em profundidade, abrangendo desde formação contínua para os associados até a implementação de ferramentas tecnológicas que facilitam a operação das agências de viagens, passando pelo desenvolvimento de novas parcerias estratégicas. De acordo com o grupo de gestão de agências de viagens, “foi o momento fundamental para fazermos o ponto de situação das novidades e estratégia definida aquando da nossa convenção”, para destacar que os main sponsors a Teldar e a Pliant também realizaram apresentações, “enriquecendo o evento com insights valiosos”.

Nuno Tomaz, diretor Comercial da rede, realçou que as reuniões regionais, como momentos estruturantes GEA, “são fundamentais para fortalecer os laços entre a equipa de gestão do grupo e as agências associadas, promovendo um ambiente de colaboração”, reforçando que a transmissão da informação sobre a produção da rede no exercício anual anterior, bem como sobre os projetos em curso, “é essencial para que possamos posicionar-nos comercialmente no ano corrente e enfrentar, enquanto agrupamento, os desafios do setor de forma eficaz”.

Nuno Tomaz assegura que “estamos comprometidos em gerar mais margem e rentabilidade para os nossos associados, mas também no cumprimento de tudo a que nos propomos e prometemos às agências associadas da GEA”.

 

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Mercado das Viagens promove ciclo de formações

Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”. O responsável […]

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Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”.

O responsável adianta também que nesta fase, “estamos envolvidos com fornecedores distintos, que incluem operadores turísticos, centrais de reservas hoteleiras, companhias de cruzeiros, rent-a-car e destinos emergentes”.

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90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”

Uma nova investigação da Serko e da Sabre destaca os principais desafios, êxitos e prioridades da inteligência artificial (IA) no setor das viagens empresariais, incluindo o retorno do investimento, exigências tecnológicas e outros aspetos relevantes.

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A Serko e a Sabre acabam de publicar o relatório “Panorama 2025 da inteligência artificial nas viagens empresariais: explorar oportunidades, ultrapassar desafios”. O estudo, baseado num inquérito a mais de 300 gestores de viagens nos Estados Unidos, em empresas com receitas superiores a 50 milhões de dólares, revela de que forma a inteligência artificial (IA) e a inteligência artificial generativa estão a transformar o panorama das viagens de negócios, e em que áreas as organizações continuam a falhar.

“Os resultados do estudo são claros: embora a adoção da IA nas viagens empresariais seja elevada, o sucesso não é garantido”, afirmou Darrin Grafton, diretor executivo e cofundador da Serko.

O responsável realça que, embora 90% dos gestores de viagens afirmarem ter implementado a IA ou a IA generativa, “muitos continuam a enfrentar obstáculos. Seja por uma implementação deficiente, falta de capacidades internas ou apoio limitado dos parceiros, estes desafios impedem as organizações de obterem o valor total do seu investimento. É precisamente aqui que empresas tecnológicas como a Serko ou a Sabre têm oportunidade de intervir.”

Mais de 90% dos inquiridos indicam utilizar IA ou IA generativa, principalmente para redução de custos (71%), melhoria da experiência do viajante (68%) e análise de dados (63%). Quando se refere ao retorno do investimento, 52% referem que a IA superou as suas expectativas; 45% indicam que está a cumpri-las. Os principais casos de utilização incluem otimização de reservas (73%), definição de preços e poupança de custos (70%) e apoio ao viajante através de chatbots (64%).

Por outro lado, cerca de metade dos gestores de viagens acredita que a IA terá um impacto “significativo” ou “transformador” nos seus programas nos próximos cinco anos. No entanto, embora alguns inquiridos sintam que receberam apoio, 49% afirmam que este foi apenas “moderado” e 11% indicam ter recebido pouco ou nenhum apoio. Os fornecedores tecnológicos apresentam resultados semelhantes.

No que diz respeito aos principais obstáculos, contam-se dificuldades de implementação (46%), falta de talento interno (19%) e restrições orçamentais (14%) estão a atrasar o progresso, realçando que os fornecedores tecnológicos devem acelerar a integração da IA, colocando o cliente no centro.

Como indica o estudo, a IA deixou de ser uma fase de experimentação para se tornar uma expectativa. No entanto, os dados revelam que muitos programas de viagens empresariais continuam a ter dificuldades em escalar eficazmente os seus esforços. É aqui que os parceiros tecnológicos devem assumir um papel mais ativo, colmatando a lacuna entre potencial e desempenho.

Sundar Narasimhan, vice-presidente sénior e presidente da Sabre Labs, sublinha que “as empresas que não integrem processos de decisão baseados em IA correm o risco de ficar para trás – não apenas em termos de eficiência e poupança, mas também na capacidade de proporcionar experiências personalizadas e fluídas, como os viajantes agora esperam”. Assim, acrescentou: “A nossa prioridade é apoiar os nossos clientes nesta transição com confiança, garantindo que dispõem das ferramentas, estratégias e apoio certos para transformar o investimento em IA em resultados tangíveis para os viajantes e para o negócio.”

A Serko e a Sabre estão de acordo: inovar apenas por inovar não é suficiente. Cabe aos fornecedores tecnológicos simplificar a implementação, oferecer automatização inteligente e acompanhar ativamente os clientes nas suas jornadas de transformação com a IA, o que pressupõe alinhar os planos de desenvolvimento com as necessidades reais do mercado, reduzir a complexidade da integração e garantir que a IA oferece não apenas melhorias de desempenho, mas valor centrado no viajante.

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Lusanova leva agentes de viagens à Grécia

Seis agentes de viagens portugueses estão a explorar a Grécia numa viagem de familiarização, que decorre até sábado, dia 5 de abril, promovida pela Lusanova, em parceria com a companhia aérea Aegean Airlines.

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Acompanhados por Marta Cruz e Francisco Álvares, da Lusanova, e por Yvonne Bardaji da Aegean Airlines, os agentes de viagens da ACP, Best Travel, Go Discover, Top Atlântico, Viajes El Corte Inglés e Wamos terão a oportunidade de conhecer pessoalmente alguns dos destinos incluídos na programação do operador turístico para a Grécia.

A capital Atenas, juntamente com Mycenas e Epidauro, são os principais destinos a serem explorados pelos profissionais durante esta experiência, oferecendo uma imersão na história e cultura da Grécia antiga. A jornada culminará com um cruzeiro de quatro noites no Mar Egeu, com paragens em Mykonos, a mais cosmopolita das ilhas gregas, Kusadasi, cidade turca vizinha de Éfeso, um dos maiores e mais importantes sítios arqueológicos da antiguidade, Patmos, onde se encontra o Mosteiro de São João, e a medieval cidade de Rodes, classificada Património da Humanidade pela UNESCO. O itinerário do cruzeiro inclui ainda as idílicas ilhas de Creta e Santorini, famosas pelas suas paisagens e praias paradisíacas.

 

 

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Flexibilidade é o que caracteriza a Viagens Tempo

A Viagens Tempo posiciona-se no mercado “como um operador turístico de proximidade, flexível, cujo foco é dar atenção e ajudar as agências de viagens a concretizar as vendas e crescermos juntos, para além de oferecer programas que vão ao encontro das expectativas do cliente final”. Quem o diz é o diretor do operador turístico, Ricardo Gordo.

Desde a pandemia que “o nosso crescimento tem sido constante e acredito que vai continuar, de forma sustentável e valores sólidos, adicionando sempre valor ao produto”, garantiu o diretor do operador turístico Viagens Tempo, Ricardo Gordo, em declarações ao Publituris. Sobre o posicionamento da Viagens Tempo no mercado, o responsável refere que “temos de evoluir todos os anos, mas não acredito em mudanças drásticas, crescimentos bruscos e muito rápidos, e sim no caminho que sempre foi alinhado, ou seja, sustentável”, para avançar que o futuro “vai depender também da evolução do próprio mercado”. No entanto, uma coisa é certa, disse: “Temos de estar disponíveis para isso, evoluir com as novas tecnologias, a inteligência artificial, e com destinos emergentes que possam aparecer, sem loucuras, mas mantendo a nossa linha, que é uma empresa familiar, próxima do agente de viagens, e o maior valor que tento imprimir na empresa é a flexibilidade”, realçou.

Nesta linha, Ricardo Gordo é presença assídua nas convenções anuais dos vários grupos e redes de gestão de agências de viagens, tendo a Viagens Tempo sido várias vezes premiada. Para o diretor do operador turístico, trata-se “de uma oportunidade para mostrarmos o nosso produto e, acima de tudo, para mostrarmos que estamos junto dos agentes de viagens, e que nos vejam como um parceiro viável para o sucesso do seu negócio, que os seus clientes vão, cheguem satisfeitos e voltem a viajar. Só assim todos nós ganhamos dinheiro no processo e prestamos o melhor serviço possível”, defendeu, para indicar que, neste contexto, “a nossa maior preocupação é na pré-venda, venda e pós-venda”.

Ásia em evidência
Quanto ao produto, Ricardo Gordo considera que “somos um operador generalista porque vendemos todo o mundo, ou seja, temos produtos que os outros operadores também oferecem. Não vendemos produtos massificados, de charters, nunca foi o foco da empresa, não quer dizer que no futuro não possa vir a ser, mas até agora não está nos nossos horizontes”, para sublinhar que a diferenciação “é feita pela equipa que se mantém na empresa há muitos anos, o conhecimento do produto e aquilo que conseguimos colocar nós próprios naquilo que oferecemos, e o acompanhamento que damos em todo o processo, desde a pré-venda, enquanto o cliente está no destino e no pós-venda”, reforçou.

O diretor da Viagens Tempo recorda que “temos 30 anos, começámos com Portugal e Espanha e agora vendemos praticamente o mundo inteiro, e nos últimos anos temos crescido mais nos destinos longínquos, com grande conhecimento da nossa parte, e onde conseguimos fazer alguma diferença”. Desde a Europa, África, Ásia, “tentamos sempre procurar destinos novos, sem esquecer que o mundo hoje é global e já está tudo descoberto, o que podemos dar é o nosso serviço, o nosso conhecimento e colocar o máximo de qualidade possível naquilo que fazemos”.

Durante a pandemia, que teve efeito transversal a todo o mundo, o primeiro destino a abrir foram as Maldivas, “o que causou um boom de vendas, e na nossa empresa também sentimos isso, e ainda hoje um dos principais destinos da Viagens Tempo são as Maldivas, coisa que não acontecia antes da pandemia”. No entanto, conforme revelou o nosso entrevistado, “o ano passado a Ásia conquistou muito terreno aos outros continentes, numa relação qualidade-preço mais apelativa, ou seja, o Japão e o Vietname foram os destinos que mais tiveram procura, em detrimento de outros como a América Latina que, devido a algumas instabilidades políticas que se verificaram na região, sofreu um pouco mais, mas a Ásia tem sido um dos grandes continentes e uma aposta”.

E este ano? “Sinto que existe uma continuidade do que se verificou em 2024. Os destinos continuam a ser os mesmos, embora a África esteja a subir, com safaris e praias, como por exemplo, o Zanzibar”, adiantou Ricardo Gordo. Se o ano passado foi globalmente positivo, “2025 mantém a tendência de continuidade. Tem-se assistido a uma subida constante, e bastante sustentável, das vendas, e parece-me que o ano também vai correr bem e vai haver um crescimento igual ao do ano passado”, evidenciou. O grosso da programação está praticamente completa e disponível no site do operador turístico.

Três tipo de produtos
A Viagens Tempo, refira-se oferece, essencialmente, três tipos de produtos: Praias exclusivas, circuitos culturais na Europa e um pouco em todo o mundo, e um terceiro, lançado há três anos, que são grupos em partidas exclusivas. Este último “é tipo chave na mão em que o cliente tem tudo incluído e vai com acompanhamento da Viagens Tempo desde o aeroporto de saída até ao regresso, um produto mais específico para aquele cliente que quer ser mais acompanhado, viajar só com portugueses e com guia em todos os momentos. Este produto tem crescido muito, tem-se desenvolvido com bastantes mais partidas, sem descurar os regulares”, reforçou o responsável.

O operador turístico tem sede no Porto, mas, segundo o seu diretor, “a maior parte das nossas vendas provém do sul, e a nossa ideia é tentar vender em todo o país”, explicou, avançando que “temos uma comercial no sul e outra no norte, e toda a nossa parte de comunicação, mas o importante é sermos conhecidos”. Para tal, “temos contratos com todas as agências de viagens do país, e o nosso foco é sempre, estarmos disponíveis, sermos flexíveis e estarmos sempre ao lado dos agentes de viagens para podermos crescer juntos”, concluiu.

Viagens em grupo exclusivos

O operador turístico Viagens Tempo disponibiliza ao mercado uma série de viagens em grupo exclusivos, sempre com acompanhamento do seu pessoal desde Portugal até ao destino. Os preços apresentados no seu site têm sempre taxas incluídas. Desta panóplia de circuitos, destacamos os mais significativos.
Europa Florida – saída especial a 26 de abril (Holanda e Bélgica), cinco dias, sete refeições, para visitar Amesterdão / Volendam / Marken / Keukenhof / Haia / Roterdão / Bruges / Gante / Bruxelas.
À Descoberta dos Balcãs – saída especial a 13 de setembro (Croácia, Montenegro, Albânia e Macedónia do Norte), oito dias, 13 refeições, para visitar Dubrovnik / Podgorica / Bar / Tirana / Ohrid / Skopje.
Templos e Pirâmides dos Faraós – saídas do Porto e de Lisboa a 29 de abril e 14 de outubro, com guia em português, nove dias, 14 refeições, quatro noites no Cairo mais três noites de cruzeiro.
Croácia e Eslovénia – saídas especiais a 25 de abril, 7 e 28 de junho, 2 e 23 de agosto e 7 de setembro, sete dias, 11 refeições, visitando Zagreb / Bled / Ljubljana / Postojna / Rovinj / Pula / Rijeka / Parque Nacional dos Lagos de Plitvice / Zadar / Sibenik / Trogir / Split / Dubrovnik.
Índia Encantada e Varanasi – saída especial a 8 de setembro, 10 dias, 16 refeições, para visitar Nova Deli / Jaipur / Forte Amber / Abhaneri / Fatehpur Sikri / Agra / Varanasi.
Uzbequistão – A Magia da Rota da Seda – saída especial a 25 de agosto, nove dias, 14 refeições, descobrindo Tashkent / Khiva / Bukhara / Samarcanda.
Castelos do Loire, Bretanha e Normandia – saída especial a 10 de junho (França), numa viagem de 10 dias com 14 refeições, para descobrir Paris / Tours / Nantes / Vannes / Quimper / Saint-Malo / Mont St. Michel / Caen / Praias do Desembarque / Honfleur / Rouen / Giverny.
Sri Lanka – Entre Templos, Florestas e Vida Selvagem – saída especial a 14 de agosto 2025, 10 dias, 15 refeições, visitando Colombo / Kandy / Ella / Parque Nacional de Gal Oya / Sirigiya.
Estocolmo e Fiordes – A Rota dos Vikings – saída especial a 10 de junho 2025 (Suécia e Noruega), 10 dias, 11 refeições, para visitar Estocolmo / Hammer / Região dos Fiordes / Bergen / Cascatas de Voringsfossen / Geilo / Oslo.
México – Especial Catrinas e Dia dos Mortos – saída especial a 31 de outubro, 11 dias, 16 refeições, visitando Cidade do México / San Cristóbal / Palenque / Campeche / Uxmal / Mérida / Chichén Itzá / Riviera Maya.
Coreia do Sul – Luzes e Tradições – saída especial a 31 de outubro, 11 dias, 15 refeições, descobrindo Seul / Gyeongju / Busan.
Japão Rota dos Samurais – saídas especiais a 8 de junho e 25 de julho, 13 dias, 14 refeições, para visitar Tóquio / Hakone / Odawara / Nagoya / Shirakawago / Takayama / Magome / Quioto / Osaka.
Programa especial com possibilidade de visitar a Expo Osaka 2025.

Os destinos

A Viagens Tempo oferece uma ampla programação na Europa, organizando circuitos culturais que combinam as principais cidades do velho continente. Destaque para as partidas especiais exclusivas para o mercado nacional, pensadas para responder às exigências do cliente português.
Se a opção for algo mais exótico e remoto, o operador turístico programa circuitos e safaris em África, das Cidades Imperiais de Marrocos até ao Reino do Leão; circuitos na América, dos Sonhos do Oeste Americano até à Rota dos Incas; circuitos na Ásia e Oceania, da Índia Encantada à Austrália Didgeridoo; circuitos no Médio Oriente, da Rota da Paz, em Israel, às Lendas da Jordânia; e estadias nas idílicas praias no Índico, de Zanzibar às Maldivas.
Em todos os programas, para garantir o melhor acompanhamento e segurança dos clientes, a empresa disponibiliza ainda de um serviço de assistência em viagem 24 horas.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Local by Clube Viajar reflete proximidade e conhecimento profundo do destino Portugal

Na sequência do recente rebranding do departamento de incoming da Clube Viajar, que passou a designar-se Local DMC by Clube Viajar, o Publituris falou com a diretora Comercial, Mariana Morais, que nos deu conta dos motivos desta nova identidade. “Este projeto surge como uma evolução estratégica para criar uma marca mais alinhada com o que fazemos e com a forma como queremos posicionar-nos no mercado internacional”, revelou. Um nome e uma identidade visual que “refletem melhor a nossa missão de conectar os nossos clientes às pessoas e cultura de Portugal”.

A nova identidade do departamento de incoming da Clube Viajar, um grupo com mais de 30 anos de experiência no setor das viagens, reflete três pilares fundamentais, conforme avança Mariana Morais, diretora Comercial da Local by Clube Viajar. A proximidade, pois “criamos experiências à medida, desenhadas com base em conhecimento profundo e na relação de proximidade com clientes e parceiros”; a autenticidade, porque, “mais do que uma DMC, somos especialistas locais que proporcionam um verdadeiro mergulho na cultura portuguesa”; e a expertise e personalização, já que “cada programa é pensado ao detalhe, garantindo experiências únicas e inesquecíveis”.

“Já há algum tempo existia o desejo de fazer um freshen’up à marca, incluindo a sua componente visual, de forma a refletir melhor a nossa evolução, alinhar a nossa identidade com aquilo que somos e o nosso compromisso com a excelência”, expõe Mariana Morais.

Conforme explica a responsável, a Local é uma DMC 100% dedicada à gestão de eventos, incentivos e experiências Mariana Morais, diretora Comercial da Local by Clube Viajar exclusivas de luxo em Portugal, avançando que “o nosso trabalho vai além da organização logística – desenhamos programas que destacam os produtos locais, os costumes e a essência de cada região, criando ligações genuínas entre os viajantes e o destino”. Neste sentido, o rebranding da marca surge “como um passo natural na consolidação da nossa presença no mercado internacional”, sublinha Mariana Morais, realçando que, com o crescimento do setor MICE & Luxury Travel em Portugal, “sentimos a necessidade de reforçar a nossa identidade com um nome que representa melhor a nossa proposta de valor”.

Mesma equipa e mesmo nível de serviço de excelência
Por outro lado, este rebranding “mantém a mesma equipa, o mesmo nível de serviço de excelência e a mesma dedicação aos nossos clientes, agora sob uma marca que reflete ainda mais a nossa essência e compromisso com experiências autênticas e diferenciadoras em Portugal”, assegura. A Local DMC foca-se sobretudo no segmento corporate / incentivos, mas segundo a sua diretora Comercial, “tem vindo a crescer o número de pedidos no segmento de luxury leisure, organizando eventos de incentivo e reuniões para empresas internacionais assim como itinerários de experiências únicas em Portugal”, cujos mercados prioritários chegam da Alemanha, Benelux, Estados Unidos, Áustria, Espanha e os mercados emergentes da América Latina.

Assim, a Local, oferece serviços completos de gestão de eventos em todo Portugal, incluindo as ilhas. Quer esteja a organizar reuniões corporativas, programas de incentivos ou experiências de lazer exclusivas, cada programa “é meticulosamente elaborado para atingir os seus objetivos, combinando a cultura portuguesa com a nossa experiência local em cada detalhe”, acentua a marca na sua página oficial, para evidenciar que desde o design de itinerários personalizados até à gestão da execução no local, “tratamos de todos os aspetos com precisão e cuidado”.

Parte do Clube Viajar Travel Group, fundado em 1995, e afiliada à Lufthansa City Centre desde 2020, que amplia a sua visibilidade global e a conecta a mercados estratégicos, a marca desenvolve uma estratégia de promoção que inclui, feiras internacionais e networking, como IMEX Frankfurt, IBTM Barcelona, ou ILTM, entre outras, bem como parcerias estratégicas com agências e empresas de eventos internacionais e organização de famtrips no destino, além de manter uma presença digital ativa nas redes sociais, que lhe permite reforçar o seu posicionamento no setor.

Visibilidade global
Efetivamente, ser membro da Lufthansa City Centre (LCC) dá à Local DMC “vantagem competitiva”, permitindo-lhe “o acesso a uma rede global de mais de 500 agências especializadas, maior credibilidade e confiança no mercado internacional, e possibilidade de participar em ações de formação e eventos exclusivos”, observou. Refira-se que, fundada em 1991, a LCC sustenta que os seus parceiros DMC são verdadeiros especialistas em destinos dos países e regiões que representam e estão bem enraizados localmente, conhecendo todos os segredos e preciosidades escondidas para tornar a jornada do seu cliente uma experiência única na vida. Todas as agências de viagens do Lufthansa City Center têm um selo de aprovação da sede da LCC, sediada em Frankfurt, Alemanha. Este selo garante que as empresas tenham a expertise, o know-how e a infraestrutura para fornecer serviços recetivo nos países e regiões que representam.

Portugal bem posicionado no segmento MICE
Sendo o MICE o principal core business da Local DMC, Mariana Morais confirma que “tem vindo a crescer em Portugal, consolidando o país como um dos destinos mais procurados para eventos corporativos de alto nível”. No entanto, destacou que “a escassez de staff qualificado torna cada vez mais desafiante garantir um serviço premium e exemplar”, daí que “o papel de um DMC no terreno é mais essencial do que nunca, assegurando a qualidade e a excelência na execução de cada evento”.

E os clientes agradecem, referindo-se, de uma forma geral, três aspetos principais no seu feedback: “A diversidade e exclusividade das experiências oferecidas; A qualidade dos serviços e parceiros locais; O acompanhamento próximo e personalizado da nossa equipa”, esclareceu a responsável.

A Local DMC também não descora a questão da sustentabilidade, que considera “um compromisso central”, refletido em dois eixos principais, que passam, designadamente, por “sustentabilidade nas experiências que criamos, e dentro da própria empresa”, ressalvou Mariana Morais.

Por um lado, disse, “trabalhamos com parceiros e fornecedores sustentáveis, garantindo que os nossos programas apoiam a economia local e reduzem o impacto ambiental, promovemos atividades ecológicas e culturais, como tours de barco elétrico no Douro, workshops com produtores locais e experiências gastronómicas baseadas em produtos biológicos e sazonais, bem como o turismo responsável, incentivando os clientes a respeitar as tradições, apoiar negócios locais e reduzir o desperdício”, sublinhou.

Quanto à sustentabilidade dentro da própria empresa, a diretora Comercial enfatizou “políticas internas de reciclagem e redução de consumo de papel e plástico, uso de tecnologias digitais para diminuir o impacto ambiental na gestão dos programas, e ações de caráter social e comunitário, colaborando com instituições locais para apoiar causas sociais e promover um turismo mais inclusivo”, para concluir que, Portugal tem um potencial imenso para o turismo sustentável, e “queremos garantir que cada viagem que organizamos respeita e valoriza o meio ambiente e a cultura local”.

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Mercado das Viagens abre 2º balcão em Braga

O Mercado das Viagens acaba de abrir o seu segundo balcão na cidade de Braga, na senda do seu crescimento sustentado, seguindo a filosofia estabelecida pelos responsáveis da rede de agências de viagens.

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Na opinião de Adriano Portugal, diretor geral da rede e dos seus administradores, esta abertura, representa mais um passo no plano de crescimento do Mercado das Viagens previsto para o corrente ano, seguindo as premissas de sustentabilidade que foram instituídas como política da rede.

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Reuniões Regionais da Airmet vão chegar a quatro cidades

As Reuniões Regionais da Aimet vão percorrer quatro cidades portuguesas ao longo de quatro dias, começando no Porto, a 31 de março, seguindo depois para Coimbra, a 1 de abril, Lisboa, no dia 2 e Albufeira, a 3 de abril.

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Este evento, dirigido às agências de viagens associadas da Airmet, tem como objetivo reforçar a proximidade com os membros da rede, apresentar novidades e proporcionar um espaço de partilha entre profissionais do setor.

Durante estes encontros, será feito um balanço dos resultados alcançados em 2024 e analisada a evolução e crescimento da rede Airmet. Serão também partilhadas as novidades para 2025, incluindo o investimento em tecnologia e formação, que o agrupamento de gestão de agências de viagens irá realizar com o objetivo de reforçar e melhorar a sua proposta de valor para os seus associados.

O evento contará ainda com a participação de alguns operadores do setor, nomeadamente Citavis, Costa Cruzeiros, Flexible Autos, Grupo W2M, Solférias, Soltrópico/Egotravel e Soltour, que vão apresentar as suas novidades.

Rui Alberto, diretor geral da Airmet, destaca a importância deste ciclo de reuniões regionais, realçando que “estes encontros são uma excelente oportunidade para estarmos próximos das nossas agências e compreendermos as suas necessidades”. O responsável considera ainda que “vamos partilhar os resultados do último ano e apresentar os investimentos que estamos a fazer em tecnologia e formação, sempre com o objetivo de reforçar o apoio que prestamos às nossas agências”, para concluir que “queremos que cada agência sinta que está integrada numa rede forte, dinâmica e focada no crescimento.”

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