Ryanair/Açores: Presidente da APAVT espera que conetividade aérea da região possa ser sempre cada vez melhor
Face a notícias veiculadas pelos órgãos de comunicação dos Açores que dão conta que a Ryanair poderá abandonar a operação na região, já próximo horário de Inverno IATA, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, que afirma não conhecer o processo, acredita que “se trata de negociações normais entre um destino turístico e uma companhia aérea”, esperando, por isso, que a conetividade aérea dos Açores não seja beliscada.

Carolina Morgado
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“Não vejo grandes razões para ser pessimista, mas como não conheço o processo, temos de aguardar, esperando que a conectividade aérea dos Açores com o mercado português e com outros mercados emissores europeus possa sempre ser cada vez melhor e não ser pior que em anos anteriores”, defendeu Pedro Costa Ferreira, que liderou uma delegação da direção da APAVT, numa viagem de imprensa que a Associação Portuguesa das Agências de Viagens promoveu no fim de semana passado às ilhas açorianas da Terceira e Graciosa, na qual o Publituris participou.
Notícias de que a Ryanair estaria a ponderar deixar de voar para os Açores, vontade que terá sido comunicada à VisitAzores, tem também “causado alguma apreensão junto dos cerca de 70 colaboradores” que trabalham a partir da base da empresa em Ponta Delgada, avisados que “a mesma iria ser encerrada no inverno próximo”.
No entanto, o Governo Regional dos Açores Governo confirma que mantém conversações com Ryanair para garantir operação nas ilhas de São Miguel e Terceira, que tiveram início em março de 2015, com voos para Lisboa, Porto e Londres.
Berta Cabral, secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, em declarações aos jornalistas, adiantou que os motivos que estarão na origem desta decisão predem-se com “as dificuldades acrescidas” que a Ryanair, “tal todas as companhias aéreas”, tem tido “decorrente da conjuntura internacional”, à qual acrescem novos custos.
As notícias indicam ainda que o Turismo de Portugal chegou a pagar à Ryanair cerca de 1,5 milhões de euros pela operação na ilha Terceira, querendo a companhia um aumento desta verba.
A secretária regional adianta ainda que é da vontade do Governo Regional que a companhia aérea continue a voar para os Açores, mesmo que exista já “uma grande conectividade” entre o arquipélago e o resto do mundo através das cerca de duas dezenas de companhias que voam para as ilhas açorianas neste momento, incluindo a operação da SATA Internacional e da TAP.