IAG prevê outro verão congestionado nos aeroportos europeus
Falta de pessoal no Reino Unidos, greves em França, guerra na Ucrânia que reduziu o espaço aéreo e volume de atividade nos céus já semelhante ao de 2019, vão congestionar novamente os aeroportos europeus este verão, antecipa o CEO da IAG, Luis Gallego.

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O CEO do International Airlines Group (IAG), holding que inclui a Iberia, British Airways, Vueling, Aer Lingus e Level, afirmou que “este verão vai ser totalmente diferente, mas vamos continuar a ser problemas” nos aeroportos europeus, que acredita que tudo dependerá do tráfego aéreo e da evolução das greves na França.
Luis Gallego, disse, no entanto, que durante o próximo verão continuarão a haver problemas nos aeroportos europeus porque no Reino Unido, por exemplo, continuam a treinar o pessoal das companhias aéreas e devido às greves dos setor na França, bem como a guerra na Ucrânia, entre outros motivos.
No IV Fórum Internacional de Expansión, o principal executivo da holding, citado pela EFE, apontou que a guerra na Ucrânia reduziu o espaço aéreo e, isso, com um volume de atividade nos céus já semelhante ao anterior à pandemia, em 2019, “vão criar nova tensão à operação”.
Para evitar o impacto das greves em França (34 dias entre os meses de março e abril), que afetam 30% das ligações que sobrevoam a Europa, “estamos a tentar dialogar com Bruxelas para proteger os sobrevoos”, assegurou Gallego, embora “se não for resolvido no verão, continuaremos a ter essa dificuldade”.
Recorde-que que a pandemia levou empresas do grupo, como a British Airways, a despedir 10 mil funcionários, e esta situação causou especial impacto no verão de 2022 no aeroporto de Heathrow (Londres). Agora o emprego está a ser recuperado, mas esse novo pessoal deve passar por um processo de formação.