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Foster + Partners desenha um dos maiores aeroportos do mundo na Arábia Saudita

A Foster + Partners é o gabinete responsável pelo projeto de um dos maiores aeroportos do mundo. O Aeroporto Internacional King Salman terá seis pistas e capacidade para 185 milhões de passageiros, em 2050.

Victor Jorge
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Foster + Partners desenha um dos maiores aeroportos do mundo na Arábia Saudita

A Foster + Partners é o gabinete responsável pelo projeto de um dos maiores aeroportos do mundo. O Aeroporto Internacional King Salman terá seis pistas e capacidade para 185 milhões de passageiros, em 2050.

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O gabinete de arquitetura britânico Foster + Partners ficou responsável por desenhar o Aeroporto Internacional King Salman de seis pistas em Riade, que deve tornar-se um dos maiores aeroportos do mundo.

Batizado em homenagem ao rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, o Aeroporto Internacional Rei Salman incorporará os terminais existentes com o nome do ex-rei Khalid bin Abdulaziz Al Saud.

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Juntamente com o Aeroporto Internacional King Salman, que deve acomodar até 120 milhões de viajantes até 2030 como um dos maiores aeroportos do mundo, a Foster + Partners também está a projetar 12 quilómetros quadrados de instalações residenciais e recreativas, lojas de comércio e instalações de apoio ao aeroporto.

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Até 2050, prevê-se que a capacidade de passageiros aumente para 185 milhões de viajantes, com capacidade para processar 3,5 milhões de toneladas de carga.

“Olhando para o futuro, o novo Aeroporto Internacional King Salman reimagina o terminal tradicional como um único hub, servido por várias entradas”, refere o chefe do gabinete Foster + Partners, Luke Fox.

“O terminal tem muito do lugar onde se encontra instalado e conecta os passageiros às experiências sensoriais da cidade, com elementos naturais, luz temperada e instalações de última geração”.

O gabinete refere ainda que o aeroporto funcionará como “um centro logístico global, estimulará o transporte, o comércio e o turismo e atuará como uma ponte ligando o Oriente ao Ocidente”.

De acordo com a Foster + Partners, o projeto levará em consideração a identidade de Riade e a cultura saudita, afim de criar uma “experiência de viagem única”, além de obter a certificação LEED Platinum, avançando o gabinete que o aeroporto utilizará energia renovável e incorporará “iniciativas ecológicas de ponta” no seu projeto.

O Aeroporto Internacional King Salman é o terceiro aeroporto projetado pela Foster + Partners na Arábia Saudita. A construção do Aeroporto Internacional do Mar Vermelho já começou, “inspirado nas cores e texturas da paisagem do deserto”.

O gabinete também está a projetar um terminal de aeroporto privado e uma torre de controle para Amaala, um resort de luxo na costa do Mar Vermelho, o que levou a Foster + Partners a retirar-se do movimento “Architects Declare”, do qual era signatário.

Além disso, está a projetar vários projetos destinados a construir o turismo na Arábia Saudita, incluindo o hotel Southern Dunes e um hotel em forma de anel sobre palafitas como parte do Projeto Mar Vermelho na costa oeste do país.

Projetos anteriores desenhados pelo gabinete no país incluem um quarteto de estações ferroviárias de alta velocidade em Meca, Medina, Jeddah e King Abdullah Economic City.

O grupo de ativistas “Cimate, Architects Climate Action Network”, pediu ao gabinete que abandonasse o aeroporto de Amaala, que servirá exclusivamente o aeroporto de luxo, ou que se retirasse do grupo de ação de mudança climática “Architects Declare”.

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TAP passa a ligar Faro e Funchal

A partir de 2 de junho, o Algarve e a Madeira ficam mais perto com dois voos por semana da TAP.

A TAP vai ligar diretamente o Algarve e a Madeira, com dois voos por semana, que têm início a 2 de junho e operam até 11 de setembro.

Às segundas-feiras, o voo entre Funchal e Faro tem partida marcada para as 20h50 e o voo entre Faro e Funchal às 23h15. Às quintas-feiras, o voo parte do Funchal às 6h10 e de Faro às 8h35.

Os voos serão operados com aeronaves E190 de 106 lugares, estando previstos um total de 30 frequências, correspondentes a uma oferta de 3.180 lugares em cada sentido de viagem.

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Mais hóspedes, com menos dormidas, mas proveitos a subir em fevereiro

Embora o mês de fevereiro mostre um ligeiro abrandamento no número de hóspedes e uma descida nas dormidas, os proveitos continuam a subir. No acumulado do ano, os números do turismo em Portugal continuam a crescer em todos os parâmetros.

No mês de fevereiro de 2025, o setor do alojamento turístico registou 1,8 milhões de hóspedes e 4,2 milhões de dormidas, correspondendo a variações de 0,6% e -2,5%, respetivamente (+8,2% e +6,3% em janeiro, pela mesma ordem).

As dormidas de residentes totalizaram 1,375 milhões, tendo diminuído 0,8% face às 1,387 milhões de igual mês de 2024 (+11% em janeiro), enquanto os mercados externos apresentaram um decréscimo de 3,3% (+3,9% em janeiro), alcançando 2,795 milhões de dormidas, contra as 2,892 milhões de fevereiro do ano passado.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), “estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, por um lado, pelo efeito do período de férias associado ao Carnaval, que este ano ocorreu em março, enquanto no ano anterior se concentrou em fevereiro”. Por outro lado, refere o INE, “o mês de fevereiro deste ano teve menos dia que o ano anterior, uma vez que 2024 foi um ano bissexto”.

Em termos de dormidas, os dados do INE indicam uma liderança de Lisboa, com 1,170 milhões, correspondendo a uma ligeira descida de 5,6% face a fevereiro de 2024, sendo a única região a ultrapassar a fasquia do milhão.

Em segundo lugar, aparece o Algarve, com 776 mil dormidas, o que perfaz um decréscimo de 5,1% face a fevereiro do ano passado, surgindo o Norte em terceiro lugar, com 756 mil dormidas, uma subida de 0,9% face ao mês homólogo de 2024.

A maior subida nas dormidas, no mês de fevereiro, foi conseguida pela Península de Setúbal (+7,8%), enquanto nas descidas, a região do Oeste e vale do Tejo apresenta um decréscimo de 7,1%.

Subida dos residentes compensam descida dos não residentes
No que diz respeito aos hóspedes, contabilizados que foram 1,773 milhões de pessoas, os residentes somaram 817 mil, correspondendo a uma subida de 2,2% face a fevereiro de 2024, enquanto os não residentes totalizaram 957 mil, uma descida de 0,8% relativamente a igual período do ano passado.

Também aqui, a liderança pertence a Lisboa com 533 mil hóspedes numa descida de 1,6% relativamente a fevereiro de 2024, com a região Norte a ocupar a segunda posição com 427 mil hóspedes (+2,5%) e em terceiro lugar o Algarve com, 211 mil hóspedes (+0,9%).

Destaque para a subida a duplo dígito dos Açores (+11,3%), totalizando 49 mil hóspedes, enquanto a maior descida pertenceu à região do Oeste e vale do Tejo (-3,3%).

Dos mais de 957 mil hóspedes não residentes, Espanha liderou com 125 mil, aparecendo o Reino Unido (115 mil) e França (79 mil) em segundo e terceiro lugares, respetivamente.

Já nas dormidas, os 10 principais mercados emissores, em fevereiro, representaram 72,1% do total de dormidas de não residentes neste mês, com o mercado britânico a manter a liderança (16,4% do total das dormidas de não residentes em fevereiro), com 458 mil, apesar do decréscimo de 7,5% face ao mês homólogo.

As dormidas do mercado alemão, o segundo principal mercado emissor em fevereiro (11,2% do total), diminuíram 5,1% para 313 mil. Seguiu-se o mercado espanhol, na 3.ª posição (quota de 8,3%), com um decréscimo de 8,4% para 231 mil.

No grupo dos 10 principais mercados emissores em fevereiro, o mercado polaco foi o único a registar crescimento (+23,2%), atingindo os 119 mil. Nos decréscimos, destacou-se a variação registada do mercado brasileiro (-18,9%) para 130 mil.

Dormidas dos não residentes estagnam no primeiro bimestre
No acumulado do ano (janeiro-fevereiro), os dados divulgados pelo INE mostram uma subida de 4,1% no número de hóspedes, totalizando 3,378 milhões. Os residentes em Portugal somaram 1,564 milhões, numa evolução de 5,7%, enquanto os não residentes totalizaram 1,814 milhões, uma subida de 2,7% face aos dois primeiros meses de 2024.

Lisboa liderou no número de hóspedes, com 1,040 milhões (+3% face ao primeiro bimestre de 2024), seguindo-se o Norte com 812 mil (+4,7%) e o Algarve (375 mil, +3,3%). A região que mais cresceu no número de hóspedes neste primeiro bimestre de 2025 foram os Açores (+13,6%), não se registando qualquer descida nas regiões turísticas nacionais.

Nos hóspedes não residentes, Espanha foi quem registou maior número, com 228 mil, seguindo-se o Reino Unido (quase 200 mil) e EUA (152 mil).

Analisadas as dormidas nestes primeiros dois meses de 2025, o mercado nacional registou 7,840 milhões numa subida de 1,4% face ao período homólogo de 2024. Neste parâmetro, os residentes em Portugal somaram 2,642 milhões de dormidas, numa subida de 4,5% face aos primeiros dois meses de 2025. Já as dormidas de não residentes registaram uma descida de 0,1% para 5,198 milhões.

A região da Grande Lisboa aparece novamente a liderar neste campo, com 2,246 milhões de dormidas, embora registe uma descida de 0,3%. O Norte é a segunda região com mais dormidas, com 1,429 milhões, numa subida de 3,5% face a igual período do ano passado. Em terceiro lugar aparece o Algarve, com 1,347 milhões de dormidas, correspondendo a uma descida de 2,5% relativamente a janeiro-fevereiro de 2024.

A maior subida doi registada pela Península de Setúbal, com um incremento de 10,4%, para 164 mil dormidas, enquanto no capítulo das descidas, o Algarve reparte esta posição (-2,5%) com a região do Oeste e Vale do Tejo.

Por mercados emissores, das quase 5,2 milhões de dormidas, quase 810 mil foram de britânicos, surgindo a Alemanha em segundo lugar (580 mil) e Espanha na terceira posição (431 mil).

Mais proveitos
Apesar do decréscimo nas dormidas, os proveitos aumentaram em fevereiro, +4% nos proveitos totais e +3,4% nos relativos a aposento (+13,9% e +14,3% em janeiro, pela mesma ordem), atingindo 287,7 e 208,8 milhões de euros, respetivamente.

A Grande Lisboa foi a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos (34,5% dos proveitos totais – 99,4 milhões de euros – e 36% dos proveitos de aposento – 75 milhões de euros), seguida da Madeira (17,1% – 49 milhões de euros – e 16,7% – 35 milhões de euros, respetivamente) e do Norte (16,4% – 47 milhões de euros – e 16,5% – 34 milhões de euros, pela mesma ordem).

Os aumentos de proveitos mais expressivos ocorreram na Madeira (+16,7% nos proveitos totais e +20,7% nos de aposento) e na Península de Setúbal (+12,2% e +15,4%, pela mesma ordem). Os maiores decréscimos registaram-se no Oeste e Vale do Tejo (-3,1% e -0,7%, respetivamente) e no Alentejo (-2,4% em ambos).

Já no acumulado dos primeiros dois meses de 2025, os proveitos totais somaram quase 550 milhões de euros, numa subida de 8,5% face a igual período de 2024, enquanto os proveitos de aposentos totalizaram 398 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 8,3%.

Lisboa aparece em primeiro lugar com mais de 191 milhões de euros em proveitos totais (+5,1%), seguindo-se a Madeira com 99 milhões de euros (+22,9%) e o Norte com 90 milhões de euros (+8,2%).

No que diz respeito aos proveitos de aposentos, a liderança também pertence a Lisboa com 145 milhões de euros (+4,5%), seguindo-se a Madeira com 69 milhões de euros (+24,6%) e o Norte com 65 milhões de euros (+6,9%).

Estada média continuou a decrescer em fevereiro
Em fevereiro, a estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico (2,35 noites) continuou a diminuir (-3,1%, após -1,8% em janeiro). Os valores mais elevados deste indicador continuaram a observar-se na Madeira (4,73 noites) e no Algarve (3,68 noites), tendo as estadias mais curtas ocorrido no Centro (1,58 noites) e no Oeste e Vale do Tejo (1,64 noites).

Em fevereiro, a estada média dos residentes (1,68 noites) diminuiu 3,0% e a dos não residentes (2,92 noites) decresceu 2,6%.

A Madeira registou as estadas médias mais prolongadas, quer dos não residentes (5,33 noites) quer dos residentes (2,88 noites).

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 39,6 euros em fevereiro, registando um aumento de 4,5% (+10,4% em janeiro). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 87,9 euros (+4,9%, após +7,2% em janeiro).

O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Madeira (71,5 euros), seguindo-se a Grande Lisboa (64,7 euros). Os maiores crescimentos ocorreram na Madeira (+22,4%) e na Península de Setúbal (+18,0%), enquanto no Alentejo se registou o maior decréscimo (-5,7%).

A Grande Lisboa destacou-se com o valor mais elevado de ADR (110,2 euros), seguida da Madeira (100,1 euros), tendo esta última apresentado o maior crescimento neste indicador (+18,6%).

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easyJet reabre base de Faro para o verão de 2025

A easyJet retomou a atividade da sua base sazonal no Algarve, mantendo-se em funcionamento até ao final de outubro, operando 19 rotas a partir do aeroporto de Faro.

A easyJet reabriu a sua base de Faro, inaugurada no verão de 2021, a partir da qual vai operar 19 rotas este verão. Até ao final de outubro, a companhia irá realizar ligações de e para o Algarve, onde possui 4 aviões em base – dois Airbus A319 e dois Airbus A320 – e que se juntam aos 5 aviões que durante todo o ano operam para Faro desde outras bases, atingindo uma capacidade total de mais de 2 milhões de lugares.

A partir de Faro, a easyJet ligará diretamente o Algarve a diversas cidades europeias, com rotas para Bordéus, Lyon, Nantes, Paris Orly, Toulouse (França), Birmingham, Bristol, Glasgow, Liverpool, Londres Gatwick, Londres Luton, Londres Southend, Manchester, Southampton (Inglaterra), Belfast (Irlanda), Amesterdão (Países Baixos), Basileia, Genebra e Zurique (Suíça).

José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, destaca os “mais de 190 mil voos que nos permitiram transportar de e para o aeroporto de Faro mais de 24 milhões de passageiros”, numa operação que começou em 1999.

O responsável pela companhia aérea no nosso país conclui que, “com a reabertura da base aérea de Faro ajudamos a contribuir para o desenvolvimento económico e turístico da região do Algarve. Temos aumentado a empregabilidade local e são já 167 os colaboradores que temos nesta base e que nos vão permitir operar 19 rotas neste verão de 2025, com uma capacidade para mais de 2 milhões de passageiros”.

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Aeroportos da Madeira aumentam ligações depois de ultrapassar os 5 milhões de passageiros em 2024

Os Aeroportos da Madeira contarão com 14 novas operações. A 8 de junho será inaugurada a ligação direta com a United Airlines.  

Os Aeroportos da Madeira – Funchal e Porto Santo – receberam mais de 5 milhões de passageiros em 2024, indicando a ANA – Aeroportos de Portugal um aumento de 4,6% face a 2023 e +50% relativamente a 2019.

Em comunicado, a ANA refere que os aeroportos da Madeira e Porto Santo “também consolidaram a sua operação ao longo do ano com um crescimento de 8% na atual temporada de inverno, garantindo um fluxo contínuo de tráfego para além da época alta”.

Com a inauguração a 8 de junho da nova rota Nova Iorque (Newark) – Madeira, a United Airlines passa a ser a única companhia americana a operar nos cinco aeroportos ANA, agora com as novas rotas para Faro e Madeira que iniciam no Verão de 2025.

Entre os novos destinos diretos contam-se voos para Nantes e Londres (Luton) com a easyJet (14 rotas diretas à Madeira da companhia aérea); Edimburgo (Escócia) com a Ryanair, marcando o regresso do segundo avião baseado na Madeira); Shannon (República da Irlanda) com a Ryanair; Milão ((Malpensa) com a Ryanair; o regresso de Bruxelas com a Brussels Airlines; Londres (Luton) com a Jet2.com; Nuremberga (Alemanha) com a Condor (operada pela Marabu); e Bournemouth (UK) com a Jet2.com.

Além disso, as rotas inauguradas durante o inverno de 2024, estendem-se para o verão de 2025 e incluem Reiquiavique com a Play; Amesterdão com a easyJet; Colónia com a Eurowings, e Estocolmo com a SAS.

Para suportar o crescimento sustentado do tráfego e garantir elevados padrões operacionais, a ANA diz estar a implementar um “programa robusto de investimentos em infraestrutura e tecnologia, abrangendo todos os aeroportos sob a sua gestão”.

Assim, estão a ser realizadas “significativas melhorias” no terminal, algumas já concluídas, como a criação de um novo lounge e do canal de fast lane na área de segurança, novas lojas e novos espaços que melhoram a experiência do passageiro nos aeroportos da Madeira.

Já no campo da sustentabilidade, a ANA está a implementar um conjunto de iniciativas “inovadoras” que vão desde a instalação de tecnologia biométrica nas portas de acesso e embarque, à instalação de centrais fotovoltaicas na Madeira e em Porto Santo e ao aproveitamento dos ventos com Micro Eólicas no perímetro aeroportuário.

Já no Aeroporto do Porto Santo, a ANA destaca o “grande investimento que será efetuado”, com o desenvolvimento de um novo terminal que permitirá duplicar a capacidade operacional, num investimento superior a 50 milhões de euros.

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Mais 50 Boeing para a Korean Air

A Korean Air encomendou 50 aviões de fuselagem larga à Boeing.

A Korean Air finalizou a encomenda de 50 aviões de fuselagem larga à Boeing, incluindo 20 unidades 777-9, 20 aviões 787-10 e opções para mais 10 unidades adicionais do 787 Dreamliner representando o maior acordo da companhia aérea com a Boeing, adiantando-se que “terá um papel fundamental na integração contínua das operações com a Asiana Airlines”.

“Durante mais de 50 anos, a Korean Air e a Boeing construíram uma relação baseada na confiança e no crescimento mútuo. Agora, fortalecemos ainda mais essa relação histórica com esta encomenda marcante”, afirmou Walter Cho, presidente e CEO da Korean Air e do Hanjin Group.

A Korean Air está a transformar-se numa das maiores companhias aéreas do mundo em termos de capacidade, após a sua fusão com a Asiana Airlines no ano passado. Recentemente, a transportadora revelou a sua nova identidade visual e pintura num 787-10 como primeiro passo para operar sob uma única entidade. Como parte desse processo, a empresa está a renovar a sua frota com novos aviões de fuselagem larga e eficiência energética para aumentar a capacidade da sua rede global.

“A combinação da eficiência económica e do alcance do 777X e do 787 Dreamliner posicionará a Korean Air para um crescimento contínuo e sucesso a longo prazo”, concluiu Dan Schull, vice-presidente de Vendas e Marketing Comercial da Boeing para o Nordeste Asiático.

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Turespaña prevê 11,1 milhões de assentos no mês de abril

A Turespaña estima um incremento de 7% no número de assentos para o mês de abril. Já a AENA avança com 320 milhões de passageiros nos aeroportos espanhóis em 2025.

A Turespaña estima em 11,1 milhões o número total de lugares previstos em voos internacionais para Espanha no mês de abril de 2025. Em comparação com o mesmo mês do ano 2024, quando foram oferecidos 10,4 milhões, o aumento anual é de 7,3%.

Comparando as previsões com os dados registados na mesma data de 2024, os aumentos mais significativos no mês de abril verificam-se no Reino Unido (+7,6%), Alemanha (+7,2%) e Itália (+7%), enquanto o crescimento mais moderado é o de França (+2%).

Entre os países nórdicos, a Noruega regista o maior crescimento de lugares disponíveis, com um aumento de 8,3%, seguindo-se a Finlândia (+4,2%) e a Suécia (+0,8%).

Pelo contrário, a Dinamarca reduz o número de lugares previstos para abril, com uma ligeira descida de 1%.

Destacam-se ainda a Irlanda, a Polónia e a Turquia, com uma projeção de crescimento superior a 15% cada.

Já os Estados Unidos recuperam dinamismo em abril (+1,4%). Entre os países ibero-americanos, a Colômbia e o México registam os maiores volumes de capacidade programada, com um aumento significativo de 13,5% no primeiro caso, e uma redução de 4% no segundo para o quarto mês do ano.

Para o ano 2025, a AENA estima que o crescimento do número de passageiros nos aeroportos em Espanha será de 3,4%, atingindo aproximadamente 320 milhões de passageiros.

Recorde-se que, em 2024, o tráfego de passageiros nos aeroportos espanhóis geridos pela AENA alcançou os 309,3 milhões, representando um crescimento de 9,2% face a 2023 e um recorde pelo segundo ano consecutivo.

Para a próxima temporada de verão, que começou a 30 de março e se prolongará até 25 de outubro, as companhias aéreas programaram em Espanha 246,8 milhões de lugares entre partidas e chegadas. Isto representa um aumento de 1,5% face aos lugares programados para a mesma temporada de 2024 e de 6,5% em comparação com o tráfego efetivamente operado no final da última temporada.

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Local by Clube Viajar reflete proximidade e conhecimento profundo do destino Portugal

Na sequência do recente rebranding do departamento de incoming da Clube Viajar, que passou a designar-se Local DMC by Clube Viajar, o Publituris falou com a diretora Comercial, Mariana Morais, que nos deu conta dos motivos desta nova identidade. “Este projeto surge como uma evolução estratégica para criar uma marca mais alinhada com o que fazemos e com a forma como queremos posicionar-nos no mercado internacional”, revelou. Um nome e uma identidade visual que “refletem melhor a nossa missão de conectar os nossos clientes às pessoas e cultura de Portugal”.

A nova identidade do departamento de incoming da Clube Viajar, um grupo com mais de 30 anos de experiência no setor das viagens, reflete três pilares fundamentais, conforme avança Mariana Morais, diretora Comercial da Local by Clube Viajar. A proximidade, pois “criamos experiências à medida, desenhadas com base em conhecimento profundo e na relação de proximidade com clientes e parceiros”; a autenticidade, porque, “mais do que uma DMC, somos especialistas locais que proporcionam um verdadeiro mergulho na cultura portuguesa”; e a expertise e personalização, já que “cada programa é pensado ao detalhe, garantindo experiências únicas e inesquecíveis”.

“Já há algum tempo existia o desejo de fazer um freshen’up à marca, incluindo a sua componente visual, de forma a refletir melhor a nossa evolução, alinhar a nossa identidade com aquilo que somos e o nosso compromisso com a excelência”, expõe Mariana Morais.

Conforme explica a responsável, a Local é uma DMC 100% dedicada à gestão de eventos, incentivos e experiências Mariana Morais, diretora Comercial da Local by Clube Viajar exclusivas de luxo em Portugal, avançando que “o nosso trabalho vai além da organização logística – desenhamos programas que destacam os produtos locais, os costumes e a essência de cada região, criando ligações genuínas entre os viajantes e o destino”. Neste sentido, o rebranding da marca surge “como um passo natural na consolidação da nossa presença no mercado internacional”, sublinha Mariana Morais, realçando que, com o crescimento do setor MICE & Luxury Travel em Portugal, “sentimos a necessidade de reforçar a nossa identidade com um nome que representa melhor a nossa proposta de valor”.

Mesma equipa e mesmo nível de serviço de excelência
Por outro lado, este rebranding “mantém a mesma equipa, o mesmo nível de serviço de excelência e a mesma dedicação aos nossos clientes, agora sob uma marca que reflete ainda mais a nossa essência e compromisso com experiências autênticas e diferenciadoras em Portugal”, assegura. A Local DMC foca-se sobretudo no segmento corporate / incentivos, mas segundo a sua diretora Comercial, “tem vindo a crescer o número de pedidos no segmento de luxury leisure, organizando eventos de incentivo e reuniões para empresas internacionais assim como itinerários de experiências únicas em Portugal”, cujos mercados prioritários chegam da Alemanha, Benelux, Estados Unidos, Áustria, Espanha e os mercados emergentes da América Latina.

Assim, a Local, oferece serviços completos de gestão de eventos em todo Portugal, incluindo as ilhas. Quer esteja a organizar reuniões corporativas, programas de incentivos ou experiências de lazer exclusivas, cada programa “é meticulosamente elaborado para atingir os seus objetivos, combinando a cultura portuguesa com a nossa experiência local em cada detalhe”, acentua a marca na sua página oficial, para evidenciar que desde o design de itinerários personalizados até à gestão da execução no local, “tratamos de todos os aspetos com precisão e cuidado”.

Parte do Clube Viajar Travel Group, fundado em 1995, e afiliada à Lufthansa City Centre desde 2020, que amplia a sua visibilidade global e a conecta a mercados estratégicos, a marca desenvolve uma estratégia de promoção que inclui, feiras internacionais e networking, como IMEX Frankfurt, IBTM Barcelona, ou ILTM, entre outras, bem como parcerias estratégicas com agências e empresas de eventos internacionais e organização de famtrips no destino, além de manter uma presença digital ativa nas redes sociais, que lhe permite reforçar o seu posicionamento no setor.

Visibilidade global
Efetivamente, ser membro da Lufthansa City Centre (LCC) dá à Local DMC “vantagem competitiva”, permitindo-lhe “o acesso a uma rede global de mais de 500 agências especializadas, maior credibilidade e confiança no mercado internacional, e possibilidade de participar em ações de formação e eventos exclusivos”, observou. Refira-se que, fundada em 1991, a LCC sustenta que os seus parceiros DMC são verdadeiros especialistas em destinos dos países e regiões que representam e estão bem enraizados localmente, conhecendo todos os segredos e preciosidades escondidas para tornar a jornada do seu cliente uma experiência única na vida. Todas as agências de viagens do Lufthansa City Center têm um selo de aprovação da sede da LCC, sediada em Frankfurt, Alemanha. Este selo garante que as empresas tenham a expertise, o know-how e a infraestrutura para fornecer serviços recetivo nos países e regiões que representam.

Portugal bem posicionado no segmento MICE
Sendo o MICE o principal core business da Local DMC, Mariana Morais confirma que “tem vindo a crescer em Portugal, consolidando o país como um dos destinos mais procurados para eventos corporativos de alto nível”. No entanto, destacou que “a escassez de staff qualificado torna cada vez mais desafiante garantir um serviço premium e exemplar”, daí que “o papel de um DMC no terreno é mais essencial do que nunca, assegurando a qualidade e a excelência na execução de cada evento”.

E os clientes agradecem, referindo-se, de uma forma geral, três aspetos principais no seu feedback: “A diversidade e exclusividade das experiências oferecidas; A qualidade dos serviços e parceiros locais; O acompanhamento próximo e personalizado da nossa equipa”, esclareceu a responsável.

A Local DMC também não descora a questão da sustentabilidade, que considera “um compromisso central”, refletido em dois eixos principais, que passam, designadamente, por “sustentabilidade nas experiências que criamos, e dentro da própria empresa”, ressalvou Mariana Morais.

Por um lado, disse, “trabalhamos com parceiros e fornecedores sustentáveis, garantindo que os nossos programas apoiam a economia local e reduzem o impacto ambiental, promovemos atividades ecológicas e culturais, como tours de barco elétrico no Douro, workshops com produtores locais e experiências gastronómicas baseadas em produtos biológicos e sazonais, bem como o turismo responsável, incentivando os clientes a respeitar as tradições, apoiar negócios locais e reduzir o desperdício”, sublinhou.

Quanto à sustentabilidade dentro da própria empresa, a diretora Comercial enfatizou “políticas internas de reciclagem e redução de consumo de papel e plástico, uso de tecnologias digitais para diminuir o impacto ambiental na gestão dos programas, e ações de caráter social e comunitário, colaborando com instituições locais para apoiar causas sociais e promover um turismo mais inclusivo”, para concluir que, Portugal tem um potencial imenso para o turismo sustentável, e “queremos garantir que cada viagem que organizamos respeita e valoriza o meio ambiente e a cultura local”.

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Uganda: A Pérola de África quer desenvolver turismo e convida empresas portuguesas a investir no país

Conhecido como a “Pérola de África” pela sua diversidade, o Uganda veio à Europa dar a conhecer uma oferta turística única e atrair investimento estrangeiro que ajude a desenvolver um setor que tem um vasto potencial e que é visto como estratégico para o crescimento económico do país. Em contrapartida, há vários benefícios fiscais e um mar de oportunidades.

Inês de Matos

O setor do turismo é um dos quatro considerados estratégicos para o desenvolvimento económico do Uganda, que lançou recentemente a Uganda’s Vision 2040, uma estratégia que pretende “transformar” o país em 15 anos, tornando o Uganda “num país próspero”, segundo Bagiire Vincent Waiswa, secretário permanente do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Uganda.

A nova estratégia de desenvolvimento económico do Uganda foi o tema central do 1.º Fórum Económico Uganda-França, que decorreu em Paris, França, num evento promovido pela Embaixada do Uganda em França e que, além das empresas francesas, procurou atrair também investimento português e espanhol.

“Estamos a fazer esforços para que as empresas francesas, espanholas e portuguesas invistam no Uganda”, resumiu o responsável, que apresentou os principais objetivos da nova estratégia de desenvolvimento económico do país.

Turismo; Agricultura; Mineração, incluindo petróleo e gás; assim como Ciência, Tecnologia e Inovação são as áreas previstas na nova estratégia do Uganda e nas quais o país pretende atrair investimento estrangeiro, oferecendo em contrapartida um mar de oportunidades e diversos benefícios fiscais e não fiscais. “Isenção de impostos, garantias de proteção ao investimento, facilidade de repatriação de interesses e uma zona económica especial para apoiar o crescimento dos negócios” são, segundo Doreen Ruth Amule, embaixadora do Uganda para França, Espanha e Portugal, alguns dos atrativos que o Uganda tem para oferecer às empresas estrangeiras que queiram investir no país. Logo na sessão de abertura do evento, a embaixadora lembrou que, “ao longo dos anos, o Uganda posicionou-se como um destino para o investimento estratégico em África”, o que se deve à sua “economia estável, vastos recursos naturais e uma força de trabalho abundante e dinâmica”.

Por isso, o país “oferece muitas oportunidades”, com destaque para o turismo, uma vez que, acrescentou Doreen Ruth Amule, o Uganda é considerado “a Pérola de África” e é “capaz de oferecer uma experiência turística inesquecível”. “O Uganda oferece uma experiência turística inesquecível para os turistas franceses, espanhóis e portugueses que procuram aventura, natureza e cultura. E o Governo do Uganda continua a apostar no desenvolvimento do turismo, através do aumento das infraestruturas, do trabalho de conservação e de parcerias estratégicas”, explicou a embaixadora.

Uganda tem tudo o que existe em África
A oferta turística do Uganda esteve em destaque logo de seguida, num painel dedicado às oportunidades que o país oferece no setor do turismo e que contou com a participação de Lilly Ajarova, diretora do Uganda Tourism Board, que começou por lembrar que a marca do país é “Explore Uganda, the Pearl of Africa”, justamente pela “diversidade que o Uganda oferece”. “Somos conhecidos como a Pérola de África porque o Uganda tem tudo o que o continente africano tem para oferecer. Podemos não ter uma oferta muito vasta, mas temos um pouco de tudo o que os países africanos têm para oferecer”, resumiu a responsável.

O Uganda é, segundo Lilly Ajarova, “um dos 10 principais países no mundo com fauna e flora mais diversas”. E isso começa logo nos primatas, já que o país conta com 12 espécies distintas de primatas. Os mais conhecidos, acrescentou a responsável, são os gorilas de montanha, mas o país também tem chimpanzés e outros destes animais, numa oferta que “não se consegue encontrar em nenhum outro local do mundo”. “Existem cerca de mil gorilas no mundo que ainda vivem no seu habitat natural, e o Uganda tem 54% desses animais. Há apenas três países no mundo onde existem gorilas de montanha, que são o Uganda, Ruanda e a República Democrática do Congo”, referiu ainda a responsável, confessando que os gorilas são um dos principais cartões de visita do Uganda.

Além dos primatas, o Uganda tem também “1.080 espécies de aves e isso representa 50% das espécies de aves que existem no continente africano e 11% das espécies de aves do mundo” e “uma das culturas mais diversas do mundo”, assim como uma paisagem “que varia desde as montanhas, aos rios, à savana, às florestas impenetráveis” e que inclui, por exemplo, “as montanhas mais altas de África, o segundo lago mais profundo do continente ou a nascente do rio mais longo do mundo, o Nilo”.

O clima e a hospitalidade do povo, referiu ainda a responsável, ajudam a tornar o Uganda num país único. “É por isso que somos conhecidos pela Pérola de África, pela diversidade que o Uganda oferece”, concluiu Lilly Ajarova.

Um mar de oportunidades no turismo
Apesar da oferta diversa, o Uganda está ainda a dar os primeiros passos no desenvolvimento da sua oferta turística e, por isso, existem diversas oportunidades que podem ser exploradas pelas empresas portuguesas que estejam dispostas a investir no país.

“Temos muitas iniciativas para acelerar o desenvolvimento do turismo”, referiu Ramathan Ggoobi, secretário do Tesouro do Ministério das Finanças do Uganda, que veio a Paris dar a conhecer a estratégia Uganda’s Vision 2040, “um programa ambicioso para fazer crescer a economia nos próximos 15 anos”.

Depois de falar sobre as condições de investimento nos restantes setores, o responsável afirmou que o turismo é um dos setores estratégicos para o Uganda, uma vez que pode ajudar ao crescimento na economia, em cerca de 50 mil milhões de dólares até 2040”. Por isso, além de não haver qualquer “restrição no movimento de capital” e da isenção de impostos, há ainda terrenos gratuitos por uma década para quem investir no país, assim uma das mais elevadas taxas de retorno do investimento do mundo, na ordem dos 14%.

No setor do turismo, o país procura investimento principalmente na área da hotelaria, com vista à abertura de “hotéis de luxo de classe mundial nos locais de interesse turístico”. “Queremos receber o máximo de pessoas possível e, para isso, temos de construir hotéis de luxo de classe mundial.

Na zona sudoeste do Uganda, temos chimpanzés, mas não temos hotéis de luxo. Por isso, nesta zona, o investimento na hotelaria é muito importante para nós e quem investir, vai ganhar muito dinheiro”, exemplificou o responsável, garantindo que “o Uganda é um dos melhores destinos do mundo para o investimento estrangeiro e tem um dos maiores retornos”.

À hotelaria, Doreen Ruth Amule acrescentou a área da formação turística como outra oportunidade para universidades e instituições de ensino francesas, espanholas e portuguesas investirem no país. “70% da população do Uganda são jovens, o que também mostra que há um elevado potencial para investir na formação, incluindo na hotelaria e em diferentes campos do setor do turismo”, afirmou a embaixadora do Uganda, garantindo que “os ugandeses são fáceis de formar”.

Outra oportunidade trazida para o debate por Doreen Ruth Amule foi ainda o turismo náutico, uma vez que o Uganda conta com “muitos corpos de água, mas que ainda não têm um investimento consolidado, nomeadamente em passeios de barco e outras atividades aquáticas”. “Quem investir nesta área também vai ser bem-sucedido, tal como na área da hotelaria”, acrescentou, defendendo, tal como Ramathan Ggoobi, que “não há nada a temer sobre o investimento no Uganda”.

Uganda quer estar mais próximo da Europa
Apesar do país ainda ser relativamente desconhecido na Europa, Lilly Ajarova considera que o Uganda tem tudo para agradar aos turistas do Velho Continente, como provam as estatísticas ascendentes do mercado francês. “Em 2022, França foi o nono mercado estrangeiro para o Uganda. No ano seguinte, França subiu para a oitava posição, e, no ano passado, voltou a subir para a sétima posição. Esta estatística é clara e mostra que há interesse do mercado francês pelo Uganda”, defendeu a responsável.

No entanto, a diretora do Turismo do Uganda também considera que “são precisas mais infraestruturas para atender estes turistas, como hotéis ou restaurantes e outros itens que são importantes desenvolver”, motivo pelo qual o país incluiu o turismo na nova estratégia de desenvolvimento económico e tem vindo a apostar na promoção no mercado europeu.

“Estamos a recorrer a várias estratégias para promover o Uganda, e uma delas é estarmos presentes nos media internacionais. Já convidámos alguns jornalistas da Europa para visitar o Uganda e também temos estado a participar nas feiras internacionais de turismo, ainda em janeiro estivemos na FITUR, em Espanha”, revelou Lilly Ajarova.

Segundo a responsável, o Uganda está ainda a realizar “campanhas digitais” e a promover-se através dos filmes que passam nas companhias aéreas. Outra das estratégias, acrescentou a diretora do Turismo do Uganda, é ainda a promoção da oferta de MICE do país, uma vez que, em janeiro de 2023, o Governo do Uganda lançou “um novo centro de convenções, que tem capacidade para receber quatro mil pessoas sentadas” e que é “o maior centro de convenção do leste de África”. “

Temos infraestrutura, temos feito formação das empresas que organizam estes eventos, que é outra área-chave, e temos também unidades de alojamento para os participantes nas conferências”, explicou Lilly Ajarova, lembrando que esta aposta permitiu já que o Uganda subisse da 12.ª para a sexta posição do ranking da ICCA em África. “Temos feito promoção desta oferta e temos recebido algumas conferências internacionais, por isso, continuamos a promover esta oferta junto dos media especializados”, concluiu a responsável.

Recorde-se que a estratégia Uganda’s Vision 2040 prevê um forte crescimento país e estima que, até 2040, a economia do Uganda cresça de 49,5 mil milhões de dólares para 500 mil milhões de dólares.

*O Publituris viajou para França a convite da embaixada do Uganda em Paris
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ForwardKeys coloca mais de 150 mil americanos a viajarem para Lisboa em julho e agosto

Lisboa surge entre os 10 destinos para onde os americanos mais viajarão nos meses de julho e agosto deste ano. Mas também o Porto e Faro aparecem entre os destinos que mais crescem.

Victor Jorge

De acordo com uma recente análise da ForwardKeys, a cidade de Lisboa receberá 153.000 turistas americanos em julho e agosto deste ano, representando uma quota de 3,1% das viagens totais a realizar pelos viajantes dos EUA, estimadas em 4.960.000, para os 27 Estados-Membros da Europa, incluindo o Reino Unido.

Não aparecendo no Top 10, a cidade do Porto, no entanto, é destacada devido ao crescimento de 9% face a 2024 (uma subida de três posições), enquanto Faro também registará uma forte subida, calculada numa melhoria de 15 posições.

A liderar este ranking da ForwardKeys aparece a cidade de Londres, estimando-se que receba 826 mil turistas americanos nos meses de julho e agosto (quota de 16,6%), sendo que os 2.º e 3.º lugares pertencem a Paris (405 mil turistas americanos e uma quota de 8,2%) e Roma (376 mil turistas e uma quota de 7,6%), respetivamente.

A cidade de Londres, contudo, deverá registar uma descida de 2% na receção de turistas americanos, face a igual período de 2024, com uma das maiores descidas a pertencer à Islândia (-12%), apesar do programa de stopover que ganhou popularidade junto dos viajantes americanos.

Entre as maiores subidas está a Helsínquia (+16%) que atrai mais turistas americanos este verão, possivelmente devido ao aumento da concorrência e à melhoria das ligações de longo curso, com a capacidade de voos diretos entre os EUA e Helsínquia a ter aumentado 59%.

“Com os turistas americanos a representarem a segunda maior despesa em turismo internacional a nível global — 158,7 mil milhões de dólares em 2023, segundo a Statista — ficando atrás apenas dos viajantes chineses, “compreender as suas intenções de viagem e as tendências emergentes é de enorme importância económica para destinos em todo o mundo. Prever essas tendências com precisão permite que os destinos otimizem as suas estratégias de marketing, infraestruturas e alocação de recursos, de modo a capitalizar oportunidades e mitigar possíveis descidas”, conclui a ForwardKeys.

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Portugal no Top 20 para viver e trabalhar, diz ranking da Henley&Partners

Num ranking mundial, Portugal surge entre os 20 melhores destinos para viver e trabalhar.

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De acordo com o ranking realizado pela Henley & Partners, Portugal surge em 16.º lugar entre os melhores destinos para viver e trabalhar.

Com uma pontuação global de 56% (de 0 a 100), Portugal só fica abaixo da média no “potencial de rendimento” (41%) e “educação premium” (44%), atingindo, no entanto, 92% no item “mobilidade económica”.

No primeiro lugar, surge a Suíça, com um score global de 84%, seguindo-se nos 2.º e 3.º lugar Singapura e os EUA, respetivamente com 79% e 78%.

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