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“Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais […]

Inês de Matos
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“Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais […]

Inês de Matos
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O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais visitados do país, o que, a par dos prémios recebidos, atesta o sucesso da empresa. Em entrevista ao Publituris, Manuel Baptista, presidente do conselho de administração da empresa, faz um balanço positivo do trabalho realizado, fala sobre a importância do Turismo e revela alguns dos projectos em cartaz, a desenvolver até 2020.

A Parques de Sintra – Monte da Lua foi criada em 2000, na sequência da classificação da Paisagem Cultural de Sintra como Património Mundial da Humanidade. 18 anos depois, podemos dizer que há hoje uma nova Sintra, pelo menos a nível monumental?
Temos uma Sintra recuperada. A paisagem cultural de Sintra foi a primeira classificada como património mundial na Europa e, pela primeira vez, a UNESCO juntou o património construído com o património natural. Dessa junção resultou a paisagem de Sintra e a classificação como património mundial da humanidade, e a Parques de Sintra nasceu com a missão de recuperar, divulgar, conservar e acompanhar todo este património. A nossa missão não está totalmente cumprida, mas está substancialmente, uma vez que todos os monumentos e a parte natural estão recuperados e a prova disso são os nossos visitantes, que têm crescido a um nível superior ao crescimento do Turismo em Lisboa e em Portugal, o que significa que esta missão tem tido sucesso. Se o património não estivesse recuperado, não teríamos tantos visitantes. Uma das nossas máximas é que o património recuperado é património visitado, e é património sustentável, porque só este conjunto permitiu que tivéssemos sucesso durante todos estes anos.

Quando a Parques de Sintra foi criada, qual era a realidade destes monumentos e por onde começaram as intervenções?
A paisagem de Sintra estava completamente degradada, em todos os seus aspectos, a começar pelo Convento dos Capuchos, que não tinha qualquer cerca e foi um verdadeiro milagre a constituição da empresa, em 2000, o que permitiu que se construísse uma cerca e se impedisse a continuação da degradação do Convento dos Capuchos. Já no Palácio de Monserrate, não existia cobertura e chovia lá dentro como se estivéssemos na rua. Estes são apenas alguns exemplos da situação que existia em 2000, porque nos anos anteriores, talvez nos últimos 50 anos, não tinha havido qualquer preocupação com a manutenção e conservação e, portanto, o património tinha-se degradado e estava totalmente abandonado, de tal maneira que estava em risco a sobrevivência do próprio património.
O próprio Parque e Palácio da Pena estavam abandonados, não tinham as condições de degradação que tinha o Palácio de Monserrate, mas estava abandonado, como prova o facto de, em 1999, o Chalet da Condessa d’Edla ter ardido completamente, durante dois dias, sem ninguém ter dado por nada. Só depois de ter ardido é que se registou que o chalet tinha sido destruído, o que mostra bem a situação dramática que o património de Sintra vivia.

Depois de todos estes projectos, qual é o montante do investimento já realizado?
Desde o ano 2000, o investimento será já muito superior aos 100 milhões de euros. Houve o apoio de alguns fundos comunitários, que foram muito importantes e que contribuíram muito para o início da recuperação levada a cabo pela Parques de Sintra. Ao longo destes anos, o conjunto de monumentos e de património natural que está submetido à gestão da Parques de Sintra tem crescido substancialmente e é isso que permite o aumento de receitas e que exigiu um aumento de investimento na sua recuperação.

Referiu, há pouco, que a Parques de Sintra ainda não acabou a sua missão. O que é que falta fazer?
Falta ainda a recuperação de muito património construído e de algum património natural. Por outro lado, em 2012, a Parques de Sintra recebeu uma outra área para recuperação, a Escola Portuguesa de Arte Equestre, que estava numa situação lastimável. Foi preciso um esforço financeiro muito grande para a recuperar, mas, hoje, a Escola Portuguesa de Arte Equestre tem excelentes instalações para actuar no Picadeiro Henrique Calado, tem boxes e instalações especiais de treino no Páteo da Nora e continua com instalações em Queluz. Portanto, este foi um outro contributo da Parques de Sintra para a recuperação do património do país.
Mas a nossa acção, no que diz respeito à recuperação, ainda não terminou. Ainda temos património para recuperar, nomeadamente no Convento dos Capuchos, que tem tido algumas dificuldades de autorização, mas esperamos que, este ano, possamos dar o salto, no sentido de recuperar o próprio convento, ao nível das infraestruturas e das condições de acesso, porque se queremos ter mais visitantes, temos que lhes dar boas condições de acesso.
Nos próximos três anos, de 2018 a 2020, vamos fazer um investimento de 52 milhões de euros na recuperação do património. Isto demonstra que ainda temos muito para fazer, mesmo que uma parte substancial da nossa actividade, neste momento, já seja a manutenção, mas aquilo que ainda não está recuperado, terá que ter um investimento inicial. Portanto, nos próximos três anos, ainda vamos fazer um esforço grande e investir mais 52 milhões de euros na recuperação do património.

Entretanto, a Parques de Sintra viu ser-lhe atribuída a gestão de mais monumentos. Isto traduz um reconhecimento pela qualidade do trabalho que tem sido desenvolvido?
Exactamente, pelo menos, em termos de sustentabilidade, a Parques de Sintra tem, com certeza, feito um bom trabalho. É um trabalho que nos orgulhamos de apresentar e os prémios que temos recebido, que são da mais diversa natureza, são a prova de que a nossa acção tem sido bem-sucedida.

E no futuro, é possível que a Parques de Sintra venha a juntar mais monumentos ao portefólio que já detém?
Sim, é o caso do Convento da Peninha. Já celebrámos os respectivos protocolos e, neste momento, estamos a fazer os projectos de recuperação. Assim que estiverem concluídos, iniciaremos as obras, quer no acesso à Peninha, quer no estacionamento, quer ainda na recuperação da própria igreja da Peninha e das instalações de apoio. O mesmo acontece em relação ao Cabo da Roca, em que assinámos já um protocolo com a Marinha, no sentido de se recuperarem as instalações adjacentes ao Cabo da Roca e também aí vamos ter, ainda este ano, novidades.

Importância do Turismo
O projecto da Parques de Sintra permitiu trazer de volta o Turismo para Sintra, que tinha tido uma forte tradição turística no passado. Esse era também um objectivo, quando se optou pela criação da empresa?

Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património. A Parques de Sintra é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, mas os meios financeiros não provêm do Orçamento do Estado. Temos um compromisso, assumido há alguns anos, no sentido de que a sustentabilidade, recuperação e manutenção do património, quer o natural quer o construído, são alcançadas através das visitas, ou seja, através das receitas criadas pelas visitas, daí o Turismo ser tão importante. Mas temos procurado diversificar as nossas receitas, porque o dinheiro proveniente das entradas é importante, mas também é importante termos outras fontes de receita, como as cafetarias, lojas e o aluguer de espaços. É desse conjunto que conseguimos sobreviver e temos sobrevivido tranquilamente.

Os projectos que a Parques de Sintra está agora a desenvolver vão ser também importantes para aumentar o número de visitantes, que, no ano passado, já subiu 20,65%?
Exactamente. No ano passado, tivemos cerca de 3,2 milhões de visitantes. Temos crescido e assim esperamos continuar, de uma forma diversificada. O Palácio da Pena tem sido o monumento mais visitado do conjunto que nos está atribuído, mas queremos diversificar as visitas, quer com o próprio Parque da Pena, levando as pessoas a visitarem mais o parque – são 100 hectares de jardins magníficos e exemplarmente recuperados – quer com o Chalet da Condessa d’Edla e outras construções que estão recuperadas, quer ainda com o outro conjunto de monumentos que nos está afecto, nomeadamente o Palácio Nacional de Queluz, que tem uma capacidade de crescimento muito grande e está já em fase de recuperação. No Palácio de Queluz, já terminámos a fase de pintura de exteriores e agora estamos a recuperar o Jardim de Malta, que dentro de três ou quatro meses estará completamente recuperado, assim como a Sala dos Embaixadores, que estará concluída também em três ou quatro meses. Em Queluz, fazemos parte de um projecto muito ambicioso, que é o eixo Verde e Azul, com a Câmara Municipal de Sintra, com a Câmara Municipal da Amadora e com a Câmara Municipal de Oeiras, no sentido de recuperarmos uma área de património natural e construído, que existe desde a Serra da Carregueira ate à Cruz Quebrada. Nesse plano, vamos recuperar o terreiro de Queluz, com a construção de uma ponte verde sobre o IC19, que permita o acesso dos visitantes à matinha, uma mata que pertencia ao Palácio, mas que ficou cortada com a construção do IC19. Este ano e nos dois próximos, vamos estar muito comprometidos com esse projecto.

Como referiu, no ano passado, os monumentos da Parques de Sintra receberam 3,2 milhões de visitantes. E para este ano, qual é a expectativa?
O nosso objectivo é continuar a crescer e, para isso, é muito importante que o Turismo continue a crescer também. Queremos proporcionar boas condições aos visitantes, mas para isso é preciso que continue a haver visitantes em Portugal. Fazemos também muita promoção de Sintra e dos monumentos que nos estão afectos pelo mundo fora e é este conjunto harmónico que nos dá esperança de continuarmos a crescer no número de visitantes.

A Parques de Sintra tem vindo ainda a apostar em iniciativas culturais, como a Temporada da Música Erudita ou os Serões Musicais no Palácio da Pena. Qual é a importância destas iniciativas?
Estas iniciativas têm corrido muito bem, têm sido um sucesso e os espectáculos estão continuamente esgotados. Temos um protocolo com uma associação de especialistas em música barroca, que tem sido um parceiro muito importante na organização destas temporadas musicais. Este ano, temos a começar agora a temporada da Pena, em Março, e, depois, seguir-se-á a temporada na vila e a de Queluz. Achamos que a vivência dos monumentos passa também por estes momentos, uma vez que a música fazia parte do dia-a-dia destes monumentos à época e, portanto, incentivamos esses espectáculos para trazer mais visitantes.

Promoção e relação com o trade
Destacou o trabalho de promoção internacional que a Parques de Sintra tem vindo a fazer. É também esse trabalho que tem permitido que os monumentos recebam tantos visitantes internacionais, que no ano passado representaram mais de 80% do total das visitas?
Não nos cansamos de dizer que essa promoção internacional é muito importante para divulgar o nome de Sintra. Quando a referência é Portugal e Lisboa, Sintra já aparece como um destino conhecido, segundo um inquérito que fizemos. Todos os turistas conheciam os pontos importantes e, além da Torre de Belém e do Mosteiro dos Jerónimos, sabiam que há um destino chamado Sintra. Portanto, Sintra já é muito conhecida, mas nós continuamos a divulgar Sintra e a Parques de Sintra por esse mundo fora, seja com a participação em feiras ou outras iniciativas. Entre os nossos turistas, o principal mercado é o francês, que nos últimos dois anos ultrapassou o espanhol, mas o turismo inglês tem crescido também substancialmente, assim como o alemão. Onde se nota um crescimento muito grande é no turismo brasileiro e russo. O mercado chinês também já tem alguma procura, mas no nosso universo ainda tem uma expressão muito pequena.

A Parques de Sintra lançou recentemente um canal de compras para profissionais do Turismo. Porque surgiu esta necessidade e qual é o peso das vendas de bilhetes através das agências de viagens?
Temos uma panóplia muito grande de bilhetes e os sistemas de informação e de bilhética são, para nós, fundamentais. E são tão fundamentais que foi estratégico criar um anel de fibra óptica entre todos os monumentos que estão sob a nossa gestão, o que nos permitiu ter um sistema eficaz de bilhética. Simultaneamente ao crescimento dos sistemas de informação, fomos instituindo outro tipo de vendas, como o sistema de venda de lojas online, que vai estar disponível a curto prazo, bem como esse sistema de venda para as agências, que já está implantado e que é uma consequência deste esforço de estamos a fazer nos sistemas de informação.
O peso das vendas através das agências de viagens ainda é relativamente curto no total, ainda vivemos muito da compra na bilheteira. Temos feito um esforço para promover a aquisição de bilhetes por outras vias, nomeadamente pela internet, mas estas vendas ainda são relativamente escassas.

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Governo de Cabo Verde de olhos postos no desenvolvimento turístico de Santo Antão

Em declarações à Inforpress, após a sua primeira visita a Santo Antão desde que assumiu o cargo, o ministro realçou o “grande potencial” da ilha como destino turístico, reforçando que […]

Em declarações à Inforpress, após a sua primeira visita a Santo Antão desde que assumiu o cargo, o ministro realçou o “grande potencial” da ilha como destino turístico, reforçando que “estamos a criar um ambiente propício para que o turismo contribua para o desenvolvimento económico, social e ambiental de Santo Antão. O objetivo é garantir um turismo sustentável, que beneficie tanto os empresários locais quanto os habitantes da ilha”, afirmou.

O ministro observou que Santo Antão é o destino “mais atrativo e impressionante” para o turismo de caminhadas em Cabo Verde, com potencial para impulsionar a economia local e aumentar os gastos dos turistas, tendo anunciado que, “o Governo, com o apoio financeiro do Banco Mundial, através do projeto Turismo Resiliente e Economia Azul, mas também do Fundo do Turismo, já começou a tomar medidas concretas que têm vindo a resultar na estruturação e em investimentos no segmento de mercado de caminhadas”.

O titular da área do turismo avançou que têm vindo a ser realizadas intervenções concretas em termos de turismo de caminhada e de requalificação das vilas rurais, sendo um exemplo a ser explorado a nível das outras vilas do país.

Para impulsionar ainda mais este segmento do turismo, José Luís Sá Nogueira revelou que uma equipa técnica especializada está, neste momento, a trabalhar no sentido de propor regulamentos, normas, planos de capacitação, modelos de governança das trilhas turísticas, plano de marketing e, sobretudo, identificar oportunidades de negócios com impacto positivo na geração de rendimentos para as comunidades locais, com vista a assegurar que o turismo de caminhada seja sustentável, tanto ambiental como economicamente e socialmente, válidos também para o turismo de montanha e de natureza.

Refira-se que, recentemente, a Câmara Municipal do Porto Novo anunciou a implementação de um projeto de reabilitação das trilhas turísticas e de construção de novos miradouros com o financiamento do Fundo do Turismo.

“Santo Antão tem uma característica extremamente importante, que é o facto de ter ao lado São Vicente, e as duas ilhas podem constituir um produto turístico por excelência. Portanto, vamos tirar vantagem disso e impulsionar o desenvolvimento de Santo Antão enquanto um destino turístico que queremos colocar no mapa da promoção turística”, exortou o ministro.

Mais de 300km de trilhas

Entretanto, o vice-presidente da Adventry Travel Trade Association (ATTA), Gustavo Timo, afirmou que Santo Antão tem potencial para alcançar novos patamares no turismo mundial, com a implementação do projeto de governança dos caminhos pedestres.

“Santo Antão já se destaca em Cabo Verde pelo conjunto de mais de 300 quilómetros de trilhas que já foram reconhecidas. O visual, a beleza cênica, o povo, a gastronomia, todo o conjunto que Santo Antão oferece é muito único, é muito autêntico e tem capacidade para atrair turistas de todo o mundo”, realçou o consultor internacional em declarações aos jornalistas locais.

“Vamos trabalhar na promoção da regulamentação e da portaria, na implementação de normas técnicas e no desenvolvimento de um modelo de governança, gestão e arrecadação para as trilhas e os caminhos vicinais”, destacou, para apontar que a ideia é que o sistema de trilhas, todo este património, que é um ativo de Santo Antão, se transforme num produto turístico que atraia mais turistas estrangeiros, trazendo recursos, gerando emprego e ativando negócios em torno deste segmento.

 

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Arcos de Valdevez apresenta plano de posicionamento e desenvolvimento turístico sustentável

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez acaba de apresentar a estratégia de posicionamento e desenvolvimento turístico sustentável do concelho, cujas metas para 2030 são aumentar a estada média, os hóspedes internacionais e o valor dos proveitos por hóspede, bem como reduzir a taxa de sazonalidade.

Através desta estratégia pretende-se estruturar os produtos turísticos e estabelecer mecanismos de atratividade, posicionando o destino com notoriedade, promovendo uma imagem de qualidade nos mercados nacionais e internacionais.

Para a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, o plano visa promover os elementos distintivos do concelho como porta de entrada do Parque Nacional Peneda-Gerês, o património histórico-cultural e a singularidade do património natural e paisagístico, em termos nacionais e internacionais, contando com o apoio e envolvimento da comunidade arcuense.

A autarquia, refira-se, tem marcado presença regular em Feiras de promoção turística, com o objetivo de posicionar o concelho como um destino turístico de excelência naquilo que se refere à oferta de património cultural, gastronomia, natureza e eventos, no panorama nacional, possui uma agenda cultural vasta e realiza periodicamente eventos de promoção da gastronomia local, da sua cultura e das suas tradições.

Entretanto, Arcos de Valdevez alcançou um novo recorde ao nível do número de dormidas, tendo ultrapassado as 100 mil no ano de 2024. Nos últimos dez anos atingiu um aumento de 425%, ou seja, multiplicou por cinco o número de dormidas no concelho, as quais eram 18 485 em 2014 e que passaram para as 106 201 em 2024.

Estes são números, de acordo com nota da Câmara Municipal, atestam o sucesso das medidas e o impacto das políticas implementadas pelo Executivo e os parceiros ao longo dos últimos anos neste setor.

A nota avança que este crescimento é um estímulo para continuar a desenvolver a atividade e reforçar o papel do turismo no desenvolvimento económico do concelho, a criação de emprego e rendimento e contribuir para a fixação e atração de pessoas e investimento em Arcos de Valdevez.

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4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira

O 4ª Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal, que decorre até esta sexta-feira, 4 de abril, no concelho de Odemira, e que reúne cerca de 170 participantes de todo o país, está a debater o valor das estações náuticas e o seu contributo para o desenvolvimento dos territórios.

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Para José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, trata-se de um evento “que representa a afirmação do destino neste segmento de mercado com enorme potencial de crescimento e que permite diversificar a nossa oferta turística e acrescentar valor à economia local”.

António José Correia, coordenador da Rede de Estações Náuticas de Portugal, aponta que, com esta iniciativa “pretendemos dinamizar a fileira do turismo náutico em Portugal e potenciar o seu valor”, destacando que, “este ano, estamos no Alentejo, uma região que tem vindo a afirmar-se com destino náutico e que já conta com oito estações náuticas”, a saber: Alandroal, Avis, Mértola, Monsaraz, Moura, Sines, Ponte de Sor e Odemira (esta com três polos náuticos: Vila Nova de Milfontes, Odemira e Santa Clara).

Já o presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro, destacou este encontro como uma forma de afirmar as Estações Náuticas como aceleradores do desenvolvimento dos territórios.

Na sua intervenção, na sessão de abertura do encontro, José Santos avançou que “estamos cada vez mais empenhados em reforçar o trabalho desenvolvido no âmbito das oito estações náuticas do Alentejo”, realçando que “têm sido apresentados produtos e experiências turísticas que valorizam o turismo náutico e que contribuem para tornar a região mais competitiva e atrativa e é esse o nosso caminho”.

Entre os vários temas em debate no 4ª Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal destacam-se “Rede das Estações Náuticas de Portugal – Proposta de Valor”, “Estação Náutica de Odemira – Contributo para a Concretização do Plano Estratégico e Operacional de Valorização do Rio Mira”, “Financiamento” e “Estruturação e Promoção da Oferta Turística das Estações Náuticas”. Decorrem também workshops temáticos sobre “Governança”, “Comunicação e Promoção”, “Sustentabilidade” e “Desporto Náutico para Todos”.

Organizado pela Fórum Oceano, em coordenação com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e o Município de Odemira, o encontro conta com o apoio institucional do Turismo de Portugal e da Docapesca.

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WTTC critica ETA no Reino Unido

Com a entrada em vigor da obrigação da Autorização Eletrónica de Viagem (ETA) para todos os visitantes europeus para entrarem no Reino Unido, o WTTC critica a medida.

Victor Jorge

A partir de 2 de abril, todos os cidadãos europeus, incluindo os portugueses, que pretendam visitar o Reino Unido devem solicitar uma Autorização Eletrónica de Viagem (ETA, sigla em inglês) antes de viajar.

A presidente e CEO do World Travel & Tourism Council, Julia Simpson, criticou esta medida, referindo que “vai completamente contra a política de crescimento do Reino Unido” e que “em vez de tornar o país um destino atrativo, cria mais um obstáculo para os turistas”.

“Os visitantes internacionais são, na prática, exportações – trazendo moeda estrangeira valiosa”, afirmou Julia Simpson, dando ainda conta que o Reino Unido “já é um dos países mais caros para visitar, com um IVA acima da média, Taxa de Passageiros Aéreos, preços inflacionados devido às contribuições para a Segurança Social das empresas e a ausência de compras isentas de impostos para clientes de alto valor. São erros que prejudicam a nossa economia”.

De acordo com os números do WTTC, o setor das viagens e turismo contribui com mais de 280 mil milhões de libras (cerca de 335 mil milhões de euros) para a economia do Reino Unido, sustentando mais de quatro milhões de empregos em todo o país. “Além disso, as nossas empresas pagam anualmente 100 mil milhões de libras ao Tesouro em receitas fiscais”, avança ainda Julia Simpson.

E a presidente e CEO do WTT aconselha o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, a “concentrar-se no crescimento da economia e na proteção dos empregos, em vez de introduzir políticas que os coloquem em risco”.

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Turismo da Tailândia associa-se a conferência sobre influência da gastronomia portuguesa na Tailândia

A conferência “Camões – Cidadão do Mundo e a Globalização dos Alimentos pela Mão dos Marinheiros Portugueses. Tailândia – A Influência Portuguesa na Cozinha Tailandesa”decorre a 8 de abril, na Biblioteca do Palácio Galveias, em Lisboa, com entrada gratuita.

Publituris

A Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT) associou-se a uma conferência que vai debater a influência da gastronomia portuguesa na Tailândia, que vai ter lugar a 8 de abril, pelas 18h00, na Biblioteca do Palácio Galveias, no Campo Pequeno, em Lisboa.

Denominada “Camões – Cidadão do Mundo e a Globalização dos Alimentos pela Mão dos Marinheiros Portugueses. Tailândia – A Influência Portuguesa na Cozinha Tailandesa”, esta conferência está inserida na Exposição Universal da Matriz Portuguesa – Camões 500 e vai contar com entrada gratuita.

A iniciativa conta com a participação de Margarida Pereira-Müller, documentalista científica, investigadora e escritora especializada em gastronomia, que vai abordar a influência da presença portuguesa na Tailândia, com especial destaque para a culinária.

“Esta iniciativa permite não só evidenciar a passagem de Luís de Camões pelo Sudeste Asiático como também lembrar os importantes laços históricos que unem os dois países”, afirma Rosário Louro, representante da TAT em Portugal.

Segundo a responsável, “a gastronomia é um reflexo autêntico da influência portuguesa na Tailândia e um exemplo marcante dessa herança, que os tailandeses tanto valorizam”.

Durante o evento, será também oferecida uma degustação de gastronomia tailandesa, numa parceria da TAT com o restaurante Siam Square.

Recorde-se que a presença portuguesa na Tailândia, a partir do século XVI, deixou um legado que se reflete na introdução de ingredientes na cozinha tailandesa, muitos oriundos de países por onde os portugueses passaram, como a malagueta, tomate, batata, milho, alface, repolho, papaia, anona, goiaba, ananás, castanha de caju e amendoim, bem como diferentes formas de confecionar, nas quais se destacam os fios de ovos e outras sobremesas inspiradas na doçaria conventual portuguesa.

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Turismo de Portugal e regiões promovem 150 experiências de Turismo Industrial

A 4.ª edição da  agenda nacional de atividades “À Descoberta do Turismo Industrial”, que decorre entre 5 e 19 de abril, conta com 150 experiências únicas de norte a sul do país e nos Açores.

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O Turismo de Portugal e as Entidades Regionais de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Algarve, Centro, Porto e Norte, Região de Lisboa e Direção Regional de Turismo do Açores vão promover, entre 5 a 19 de abril, a 4.ª edição da  agenda nacional de atividades “À Descoberta do Turismo Industrial”, iniciativa que vai contar com 150 experiências únicas de norte a sul do país e nos Açores.

Teatro e danças no subsolo, visitas e percurso em túneis subterrâneos, escape rooms e desafios de pintura e fotografia são, segundo um comunicado do Turismo de Portugal, algumas das experiências que estar disponíveis ao abrigo desta iniciativa, cuja agenda completa está disponível aqui.

A programação, que este ano está também disponível inglês e espanhol com vista à “promoção internacional da iniciativa”, conta também com o apoio dos parceiros do Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa do Turismo Industrial.

“A aposta no Turismo Industrial pretende reforçar a coesão territorial do país, a diversificação da oferta dos territórios, o reforço da sua atratividade ao longo de todo o ano, bem como a valorização das atividades económicas nacionais diferenciadoras e do seu património autêntico”, explica o Turismo de Portugal.

A Rede Portuguesa de Turismo Industrial conta com cerca de 230 recursos, distribuídos pelas dimensões do património industrial e indústria viva, e nas várias áreas temáticas: agroalimentar, moda e têxtil, cerâmica e vidro, ourivesaria, extrativa, transportes, entre outras.

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Turismo de Portugal avalia estratégia media internacional

O Turismo de Portugal irá gastar até 907 mil euros com avaliação da estratégia de media a nível internacional.

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O Turismo de Portugal vai avançar com uma avaliação da eficácia do plano de comunicação com os media internacionais, podendo para isso gastar cerca de 900 mil euros, segundo uma portaria publicada em Diário da República.

Para desenvolver esta análise, o Turismo de Portugal vai “iniciar um procedimento pré-contratual de concurso público internacional para a aquisição de serviços de avaliação mediática e digital”, lê-se na portaria, contrato que terá um período de vigência de 36 meses.

O valor global não deverá exceder o montante máximo de 738.000 euros, a que acresce IVA à taxa legal em vigor, perfazendo o montante de 907.740 euros, envolvendo despesa em anos económicos diferentes, de 2025 a 2027.

Estes encargos “são suportados por verbas do Turismo de Portugal, I. P., com financiamento através de receita própria, inscritas e a inscrever no respetivo orçamento”.

A avaliação vai incidir sobre diferentes tipos de media, designadamente televisão, rádio, jornais e revistas impressos e media digitais, incluindo redes sociais e blogs, tendo em vista analisar as referências ao Destino Portugal e/ou à marca VisitPortugal.

O objetivo desta análise da performance da relação com os media é “avaliar a eficácia das ações de comunicação e de relações públicas desenvolvidas nos mercados-alvo e, desta forma, otimizar a presença e influência mediática do destino e da marca VisitPortugal nos referidos mercados”.

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Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial

Associando-se à agenda nacional “À Descoberta do Turismo Industrial”, o Turismo do Algarve oferece 18 atividades inseridas neste programa.

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O Turismo do Algarve, enquanto membro do Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa do Turismo Industrial desde 2020, associa-se à 4.ª edição da agenda nacional “À Descoberta do Turismo Industrial”, que de 5 a 19 de abril de 2025 oferece 150 experiências de norte a sul do país e nos Açores.

Na região do Algarve estão programadas 18 atividades com a colaboração de 13 parceiros regionais, com atividades exclusivas em locais de indústria viva e património industrial.

Entre as experiências disponíveis no Algarve destacam-se visitas guiadas a fábricas de cortiça e de transformação de azeitonas, a espaços museológicos que contam e interpretam a história da indústria conserveira na região, tours por adegas e lagares com provas de vinhos e azeites premiados, percursos em salinas tradicionais com observação da biodiversidade local e aventuras subterrâneas na mina de sal-gema de Loulé. Incluem-se ainda workshops criativos, desafios fotográficos e momentos gastronómicos únicos que reforçam a autenticidade e diversidade do património económico e cultural algarvio.

Esta iniciativa visa reforçar a coesão territorial, promover a diversificação da oferta turística ao longo de todo o ano e destacar o Algarve como um destino que valoriza as suas tradições produtivas e industriais, contribuindo também para a sustentabilidade económica local.

“O Algarve possui uma riqueza extraordinária no seu património industrial, com forte potencial para se afirmar através de experiências turísticas diferenciadoras. Estamos empenhados em continuar a capacitar e promover os nossos parceiros, consolidando uma oferta turística diversificada e sustentável”, refere André Gomes, presidente do Turismo do Algarve.

Com um total de 230 recursos a nível nacional na Rede Portuguesa do Turismo Industrial, distribuídos por áreas como agroalimentar, cortiça, vinho, cerâmica, entre outras, o Algarve destaca-se pela qualidade e singularidade das suas propostas.

A agenda completa está disponível em português, inglês e espanhol, constituindo um convite aberto à descoberta e valorização das tradições e inovação tecnológica da região.

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ARPTA com nova liderança

José Manuel Santos lidera nova direção da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo. Tomada de posse decorre a 7 de abril.

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A Assembleia Geral Eleitoral da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) culminou com a eleição dos novos órgãos sociais para o triénio 2025-2028. A sufrágio apresentou-se uma lista única, encabeçada por José Manuel Santos, atual presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, que assume agora também a liderança da ARPTA.

A nova direção reflete uma ampla representatividade do tecido turístico regional, reunindo associações setoriais, grupos hoteleiros, operadores turísticos e projetos de enoturismo e sustentabilidade, num esforço conjunto para reforçar a coesão e a competitividade do destino Alentejo.

A cerimónia de tomada de posse está marcada para o próximo 7 de abril, pelas 15h00, na Herdade da Malhadinha Nova, em Albernoa, Beja.

“A promoção turística do Alentejo precisa de uma resposta mais ambiciosa e agregadora, à altura dos desafios e oportunidades que temos pela frente. Queremos liderar o futuro com uma estratégia mais integrada, mais internacional e com forte ligação ao território e às empresas que o constroem diariamente”, refere José Manuel Santos, presidente eleito da Direção da ARPTA

O novo ciclo de governação da ARPTA parte de uma visão clara: reforçar a promoção externa do Alentejo, aumentar o peso do turismo internacional, garantir maior eficácia na gestão dos recursos e alinhar-se com uma estratégia de desenvolvimento sustentável para toda a região, incluindo o Ribatejo. A convergência operacional entre a Entidade Regional de Turismo e a ARPTA será um dos pilares para garantir maior coesão, inovação e capacidade de resposta.

O manifesto apresentado propõe uma Agência mais autónoma financeiramente, mais próxima dos associados, mais funcional na promoção externa e mais digital e inovadora. Estão também previstas ações concretas como a criação de clubes de produto, reforço da equipa técnica, novos instrumentos de marketing digital e campanhas de promoção em mercados estratégicos, como o Brasil, EUA e Espanha, bem como a aposta na captação de eventos internacionais e produções audiovisuais.

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Indústria do turismo dos EUA preocupada com queda nas viagens domésticas e internacionais

O anúncio de diversas medidas por parte da administração dos EUA, liderada por Donald Trump, parece estar a ter impacto nas viagens dos americanos, com as U.S. Travel Association a mostrar-se preocupada com a situação.

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A U.S. Travel Association afirmou, recentemente, que a indústria do turismo está a enfrentar tendências preocupantes tanto nas viagens domésticas como nas viagens internacionais para os EUA, atribuindo a situação a vários fatores, incluindo o dólar forte e a atual mensagem transmitida pelos EUA.

As declarações surgem depois de a empresa de dados de aviação OAG ter relatado que as reservas antecipadas entre os EUA e o Canadá – o principal mercado emissor de turismo internacional para os EUA – caíram mais de 70% para a temporada de verão.

No mês passado, a Tourism Economics (TE) reviu a sua previsão para as viagens internacionais aos EUA, prevendo agora uma queda de 5,1% em 2025, em contraste com a projeção inicial de um crescimento de 8,8%.

A Tourism Economics citou o aumento das tensões comerciais globais, alertando que “à medida que as políticas comerciais globais continuam em mudança, os intervenientes da indústria devem reconhecer a ligação crítica entre a política económica e a procura por viagens”. Assim, a análise da Tourism Economics alertam para consequências de “alto risco” para o setor de viagens dos EUA, com amplas implicações económicas para além do turismo. “A colaboração dentro da indústria será essencial para mitigar os impactos negativos”, conclui a TE.

Os dados indicam, igualmente, que os gastos com viagens internacionais para os EUA, em 2025, poderão cair 12,3%, resultando numa perda anual de 22 mil milhões de dólares.

A U.S. Travel Association não mencionou as tarifas ou políticas comerciais entre os potenciais fatores que estão a reduzir as viagens, atribuindo a queda a “uma variedade de fatores, incluindo um dólar forte, longos tempos de espera para vistos, preocupações com restrições de viagem, dúvidas sobre a hospitalidade dos EUA, o abrandamento da economia americana e recentes preocupações com segurança.”

A associação esclareceu que as questões de segurança referem-se “ao sentimento manifestado nos últimos meses por alguns viajantes que expressaram preocupações com a segurança.”

“Estes desafios são reais e exigem ações decisivas”, declarou a U.S. Travel Association, indicando estar a “a trabalhar ativamente com a Casa Branca e o Congresso para promover políticas que impulsionem a expansão económica e mantenham os EUA competitivos a nível global”.

Só em 2024, as viagens injetaram 1,3 biliões de dólares na economia americana e sustentaram 15 milhões de empregos em todo o país.

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