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“Os Estados Unidos são um mercado importante para Lisboa”

Vítor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e director-geral da Associação Turismo de Lisboa, falou com o Publituris e referiu que a prioridade da promoção está na Europa e nos Estados Unidos.

Inês Pereira
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“Os Estados Unidos são um mercado importante para Lisboa”

Vítor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e director-geral da Associação Turismo de Lisboa, falou com o Publituris e referiu que a prioridade da promoção está na Europa e nos Estados Unidos.

Inês Pereira
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Vítor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e director-geral da Associação Turismo de Lisboa, falou com o Publituris e referiu que a prioridade da promoção está na Europa e nos Estados Unidos.

Para este ano, quais são as perspectivas para o crescimento do Turismo, em Lisboa?
Pensamos que poderá ter ainda algum crescimento naturalmente, mas não tão acentuado como nos últimos dois anos. Há condições para crescer em termos de taxas de ocupação, hotelaria, RevPar, de receitas globais e de oferta. Como sabemos há mais projectos que vão entrar em operação.
Lisboa é a zona do país, onde há mais aberturas de unidades hoteleiras.
Lisboa é talvez a região mais dinâmica, não só nesse critério, mas noutros. É onde há mais apetência para o investimento. Não é necessário fazer um programa de captação, é uma questão natural, os investidores e hoteleiros procuram essas oportunidades.

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Como vê esta relação entre a hotelaria tradicional e o alojamento local?
Há espaço para todos, especialmente em destinos urbanos, onde essa oferta é complementar. O que julgamos é que deve haver sempre condições equitativas de posicionamento de acesso aos mercados, ou seja, deve haver equilíbrio ao nível da regulamentação e legislação. Estas ofertas devem e têm de existir, o que queremos é que tenham qualidade, que estejam todas no sistema e que a concorrência seja leal. São essas as únicas preocupações que temos. Todo este movimento, quer da hotelaria (novas unidades), quer do alojamento local, tem tido um efeito importante na reabilitação urbana, dos centros históricos e isso é muito importante para um destino urbano.

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O que há a fazer para melhorar o destino?
A opinião dos turistas é favorável. Há um bom grau de reputação, satisfação e recomendação do destino. Há coisas a melhorar e compete à Câmara Municipal de Lisboa e às Freguesias fazê-lo. Temos chamado à atenção para a necessidade de que o aumento de turistas em Lisboa seja acompanhado por uma resposta qualitativa de melhoria dos serviços urbanos. Penso que isso está a acontecer. A nível estrutural, o município tem projectos em curso que vão melhorar bastante o enquadramento urbano e também o nível de serviços básicos da cidade, tais como a recolha de lixo, conservação e manutenção dos espaços públicos e dos seus equipamentos.

Que pontos tem enunciado para serem resolvidos?
Temos colaborado, quer a nível do planeamento, quer através de opiniões concretas sobre as opções a nível municipal para questões estruturais que existem. Por exemplo, a estratégia que a Câmara está a desenvolver, no sentido de melhorar e qualificar certas zonas da cidade que não têm actualmente uma concentração turística é positiva, porque vai permitir-nos crescer. Dou o exemplo da Praça de Espanha. A Câmara tem um projecto de tornar essa zona mais urbana, algo que vai beneficiar muito com o equipamento da Fundação Calouste Gulbenkien, que está aí instalado, de forma a termos aí mais turistas. Isto é, em vez dos turistas estarem todos ao mesmo tempo à porta do Mosteiro dos Jerónimos, poderão ir a outras zonas.
Depois chamamos a atenção para questões mais pontuais, como a ocupação do espaço público, que deve ser cuidado.

Na  sua opinião, como é que o turista vê Lisboa?
Cada um verá à sua maneira. Essa é a característica que Lisboa tem e que a diferencia doutros destinos e de outras cidades muito competitivas. Lisboa é quase uma Lisboa para cada pessoa. É uma relação que não é fácil de explicar, mas que se sente e percebe quando as pessoas falam da cidade. De todos os inquéritos que fazemos há uma grande apreciação positiva sobre Lisboa, valorizando, por exemplo, muito a população, o relacionamento das pessoas com o visitante, algo que é irrepetível e faz parte da natureza da cidade. Depois, existem alguns factores que as pessoas apreciam, como a estrutura urbana, a luz e o rio. É uma cidade cosmopolita que oferece tudo o que as cidades concorrentes oferecem, mas com esta diferenciação. Por exemplo, há sempre uma cidade que tem melhores museus ou melhores restaurantes, mas é este conjunto e a relação com as pessoas que cria a diferença. A cidade em si faz essa diferença.

O Aeroporto de Lisboa atingiu os 20 milhões de passageiros. Qual a melhor solução para que a infraestrutura aeroportuária possa crescer?
Salvo qualquer factor que não conhecemos, o que nos parece melhor são as propostas que a ANA fez, ou seja, a nova pista no Montijo e a reformulação do aeroporto da Portela, com a iluminação de uma das actuais pistas e criar condições para o funcionamento do hub da TAP. Para nós é o melhor conjunto de soluções e vai permitir que o aeroporto persista e continue a ter uma localização central, que é o factor diferenciador e uma vantagem competitiva face a outras cidades.
No caso concreto da pista complementar na base aérea do Montijo também é importante para a região de Setúbal que, dentro da região de Lisboa, tem menos desenvolvimento turístico, mas tem excelentes condições para se desenvolver e poderá beneficiar desse aspecto.

Qual será o impacto do terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia?
É importante, porque contribui para a qualificação de uma zona central da cidade com grande interesse patrimonial. A criação do terminal de cruzeiros, a par das obras do município no Cais do Sodré e no Campo das Cebolas, vai contribuir para a atractividade de Lisboa. É uma operação interessante. Não representa o grosso do nosso turismo, pois o nosso principal segmento são os city breaks e os meetings industry, mas é importante o crescimento dos cruzeiros, porque aumenta o crescimento dos passageiros e dos turnaround, ou seja, o número de pessoas que possam começar ou terminar os cruzeiros em Lisboa, que possa permitir alojamento de uma ou duas noites.

É importante aumentar a média das estadias, que não chega às três noites?
Desejamos sempre aumentar a estadia. Simplesmente a margem para crescer é pequena. Se olharmos para todas as outras cidades, mesmo aquelas que estão mais desenvolvidas a nível turístico do que nós, as permanências andam sempre à volta desses valores. Tem a ver com os city breaks e com o segmento MI. Temos interesse e trabalhamos outros produtos, desde o golfe ao touring, que permitem outro tipo de permanência. Mas em termos quantitativos, são segmentos poucos expressivos e não irão aumentar essa permanência. À medida que conseguirmos desenvolver outros destinos na região, isso irá contribuir para aumentar a estadia, mas não irá alterar as estatísticas.

Há players do segmento do Turismo de Compras que afirmam haver falta de promoção do destino Lisboa. Concorda?
Não concordo que haja falta de promoção. Da análise que fizemos, consideramos que o shopping, tal como a gastronomia, são qualificadores de outros segmentos. Quem vem em city breaks faz compras e gosta da gastronomia, quem vem para um congresso faz compras e também gosta da gastronomia. O destino não está posicionado para ser um local onde as pessoas vão de propósito por causa do shopping.

Qual é, então, a prioridade?
Consideramos os Estados Unidos um mercado importante. Não o temos trabalhado mais, porque não há mais ligações aéreas. A estratégia que a TAP está agora a implementar é importante para o mercado dos EUA.
Por outro lado, temos mais de 80% dos mercados emissores que são os europeus. Se olharmos para a Alemanha, onde temos uma quota de mercado inferior a 2%, dá-nos uma imagem clara do que temos para crescer nos mercados onde já estamos implementados. Se passarmos de 2% a 3%, estamos a falar de muitas room nights.
Há uma alteração que se verificou no último ano, pela primeira vez, que corresponde a uma maior internacionalização de Lisboa: o facto do mercado francês ter ultrapassado o mercado espanhol, que era o primeiro mercado de Lisboa. Os turistas franceses aumentaram 12,4% em 2015. A leitura que faço desta alteração é que há uma maior internacionalização do destino. Lisboa tem vindo a ganhar um protagonismo muito grande junto dos mercados externos. A Alemanha também se aproxima de Espanha, assim como o Reino Unido. Temos aqui margens para crescer.
A Europa é o nosso foco, é aí que há mais estabilidade e maio poder económico.
No Brasil, por exemplo, vamos reorientar o investimento na promoção, para que esteja mais concentrado no segmento de classes com mais poder económico.

As taxas turísticas já começaram a ser cobradas. A verba irá para o Fundo de Desenvolvimento. Quais são as prioridades de aplicação desses rendimentos?
Não posso dizer em concreto quais são as prioridades, pois o Comité de Desenvolvimento ainda não reuniu. Só posso dizer que a taxa está a ser tranquilamente implementada, depois de todas as polémicas que gerou. Os dados de Janeiro mostram que a aplicação da taxa não teve impacto negativo na competitividade do destino, o REVPAR continua a subir e a prioridade é perceber como vão ser utilizados esses recursos na consolidação do nosso destino turístico.
Há regras básicas que estão determinadas pelo município, que podem incluir desde promoção, animação, infraestruturas e equipamento de interesse turístico. São estes quatro grandes capítulos onde faz sentido a utilização das verbas do Fundo de Desenvolvimento Turístico. Há um procedimento estabelecido que vai garantir que todo o produto das taxas seja utilizado nestas finalidades.

Deve-se aplicar esta mesma taxa ao alojamento local ou às plataformas onde se promovem estas unidades?
O alojamento local está incluído e vai ser objecto de acompanhamento e fiscalização, para cumprir a medida, tal como os hotéis. Não faz sentido que um hotel pague e haja outra oferta que não o faça, é uma prioridade estratégica incluir o alojamento local.
Se houver grandes organizações a fazer esse trabalho é óptimo para o destino turístico. A Câmara e os operadores estão a trabalhar nesse assunto.

O Pavilhão Carlos Lopes vai ser requalificado. Mas não para Centro de Congressos como se previu?
No nosso plano de actividades está incluída a reconstrução do Pavilhão Carlos Lopes, mas não se trata do projecto do grande Centro de Congressos. O Turismo de Lisboa adquiriu um direito de superfície à Câmara e está a recuperá-lo para eventos, apresentações e espectáculos. É um restauro para eventos temporários. O financiamento é feito através da verba destinada para este projecto da contrapartida inicial do Casino de Lisboa, por meios da Associação Turismo de Lisboa e financiamento bancário.
Metade da verba (1 milhão e 750 mil euros) foi paga no acto da escritura. O restante será pago durante 50 anos.

Quais são os grandes eventos de 2016 que destacaria?
Temos um conjunto de eventos. Por um lado, o calendário regular com grandes festivais como o “Nos Alive”, “Super Bock Super Rock”, e, este ano, o “Rock in Rio”.
Depois, temos eventos pontuais, como o “WebSummit”, que são importantes para o destino e cuja expectativa é grande. Já mostrámos que somos um destino capaz de realizar grandes eventos com sucesso. Este evento que traz muita gente, mas tem mais aspectos. O impacto mediático, a grande promoção de Lisboa à volta do evento e a possibilidade que o Websummit tem de catalizar Lisboa como cidade inovadora a nível do empreendedorismo. Já existem pessoas inscritas de 144 países, cada uma destas pessoas tem a sua rede de contactos e temos a certeza que todos vão gostar de Lisboa.
Foi um casamento muito feliz para o evento e para Lisboa.

Que comentário faz à demissão de João Cotrim de Figueiredo e à imediata nomeação de Luís Araújo para o cargo de presidente do Turismo de Portugal?
Não tenho opinião sobre esse assunto. O João Cotrim de Figueiredo esteve cerca de dois anos no Turismo de Portugal, não tenha razão de queixa. O nosso relacionamento foi sempre bom. É uma pessoa correcta, afável e profissional. O que sei é o que foi tornado público e o Governo escolheu outra pessoa. Nunca trabalhei com o novo presidente, queremos trabalhar e ajudar quem estiver no cargo. Tem todo o apoio e colaboração possível do nosso lado.

Como correu a primeira reunião com a Secretária de Estado do Turismo?
A Secretária de Estado do Turismo fez uma visita ao Turismo de Lisboa e explicámos o que era cada uma das organizações e os projectos em cursos. Foi uma reunião positiva.
Uma dos temas que falámos diz respeito à organização regional do Turismo. Justifica-se a existência de uma organização regional própria para o turismo, tal como se justifica uma a nível nacional que é o Turismo de Portugal. Pode-se questionar porque existe esta organização específica do turismo e não está tudo integrado?
Não vejo nenhuma razão para se dizer que o Turismo de Portugal tem de se fundir com a AICEP e as ERT’s com as CCDR’s. Não vejo vantagem nisso.
A segunda questão tem a ver se se justifica existir uma parte nacional e uma regional, num país como o nosso, que é pequeno, mas que é muito diverso. Por exemplo, nas Caraíbas o produto é sempre o mesmo. Em Portugal, o Algarve é diferente de Lisboa, o Alentejo, o Centro, o Norte, a Madeira, etc. Quem pode trabalhar e desenvolver mais o produto são as organizações regionais.
Considero que é fundamental que exista uma organização regional de turismo e não estou de acordo com as perspectivas centralistas e de tratar tudo por igual, somente porque temos um país pequeno. Esse é um argumento que não funciona. Desenvolvendo as nossas regiões estamos a desenvolver o país. Cada uma dá uma contribuição para o conjunto, mas há uma vantagem de haver uma visão regional.
A nível das entidades regionais, não podemos esquecer que tivemos dois processos legislativos que nos consumiram muitas energias em 2008 e 2013. Não faz sentido voltar à estaca zero. Faz sentido manter as ERT’s.
Defendo a manutenção das ERT’s e das agências regionais, onde há entrosamento entre entidades públicas e privadas. As agências são as entidades especializadas na promoção externa. Defendo a concentração da promoção toda nas agências regionais e defendo que as ERT’s devem ser reforçadas, num processo de descentralização negociado com o Turismo de Portugal, para trabalhar o produto, o destino turístico. É muito importante e essencial para fazer a ligação com investidores, melhorar a experiência dos turistas, para criação de produtos turísticos e para organizar a sua estrutura económica em produtos turísticos. Há aqui um campo de trabalho muito importante.
É preciso encontrar uma solução para estas ‘escapadelas’ que estão a existir, nomeadamente a nível de promoção, a propósito do quadro comunitário de apoio “Portugal 2020”. Afinal quem é que é responsável pela estratégia promocional do Turismo? Tem que ser o Turismo de Portugal e, portanto, não faz sentido que apareçam iniciativas fora desta responsabilidade, financiadas pelo programa. Ainda noutro dia em Espanha, havia o stand de Portugal e um stand conjunto de duas das maiores regiões em termos de extensão. Isso faz algum sentido? Acho que é um desperdício de recursos e é sobreposição, não faz sentido. Devia haver coragem para enquadrar essas situações.

Este ano há eleições na Associação de Turismo de Lisboa. Vai continuar?
A minha vontade é continuar, estou disponível para continuar se houver essa confiança por parte da direcção.
As listas deverão ser apresentadas neste primeiro semestre. Deverá ser uma lista que venha reforçar a ATL.

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GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais

O Grupo GEA Portugal faz um balanço positivo das suas reuniões regionais que tiveram lugar entre 24 e 31 de março, com um total de 255 participantes distribuídos por encontros em Coimbra, Porto, Lisboa, Albufeira e Funchal, reunindo responsáveis das agências associadas para discutir estratégias, novidades e oportunidades no setor de viagens.

Durante as reuniões foram abordados temas cruciais que refletem a importância da estratégia comercial e do ecossistema GEA. A discussão sobre estratégia comercial destacou a necessidade de adaptar as abordagens de mercado para atender às novas demandas dos clientes e maximizar as oportunidades de crescimento.

Além disso, o ecossistema GEA foi explorado em profundidade, abrangendo desde formação contínua para os associados até a implementação de ferramentas tecnológicas que facilitam a operação das agências de viagens, passando pelo desenvolvimento de novas parcerias estratégicas. De acordo com o grupo de gestão de agências de viagens, “foi o momento fundamental para fazermos o ponto de situação das novidades e estratégia definida aquando da nossa convenção”, para destacar que os main sponsors a Teldar e a Pliant também realizaram apresentações, “enriquecendo o evento com insights valiosos”.

Nuno Tomaz, diretor Comercial da rede, realçou que as reuniões regionais, como momentos estruturantes GEA, “são fundamentais para fortalecer os laços entre a equipa de gestão do grupo e as agências associadas, promovendo um ambiente de colaboração”, reforçando que a transmissão da informação sobre a produção da rede no exercício anual anterior, bem como sobre os projetos em curso, “é essencial para que possamos posicionar-nos comercialmente no ano corrente e enfrentar, enquanto agrupamento, os desafios do setor de forma eficaz”.

Nuno Tomaz assegura que “estamos comprometidos em gerar mais margem e rentabilidade para os nossos associados, mas também no cumprimento de tudo a que nos propomos e prometemos às agências associadas da GEA”.

 

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Mercado das Viagens promove ciclo de formações

Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”. O responsável […]

Adriano Portugal, diretor-geral da Mercado das Viagens, sublinha que “com estas ações, a nossa rede reafirma o seu compromisso com a formação contínua, mantendo sessões em formato webinar”.

O responsável adianta também que nesta fase, “estamos envolvidos com fornecedores distintos, que incluem operadores turísticos, centrais de reservas hoteleiras, companhias de cruzeiros, rent-a-car e destinos emergentes”.

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2024 regista novo recorde nas reservas no AL

O número de dormidas em alojamentos turísticos de curta duração registou, em 2024, um crescimento homólogo de 18,8% para as 854,1 milhões, atingindo um novo máximo na União Europeia (UE), divulga o Eurostat.

Em 2024, os hóspedes passaram 854,1 milhões de noites em alojamentos de curta duração na União Europeia (UE), reservados através da Airbnb, Booking, Expedia Group ou TripAdvisor, avança o Eurostat. Este valor representa um aumento de 18,8% em comparação com 2023 (719,0 milhões de noites), estabelecendo um novo recorde.

Com exceção de abril, todos os meses de 2024 registaram um número superior de noites em alojamentos de curta duração em comparação com o mesmo período de 2023.

Os maiores aumentos relativos face a 2023 ocorreram em março (+48%), maio (+31,7%), agosto (+21,6%) e novembro (+21,5%). A evolução atípica de março e abril (com uma queda de 1,8%) deve-se, provavelmente, ao facto de a Páscoa ter sido em março em 2024, enquanto em 2023 ocorreu em abril.

As regiões mais populares para alojamento de curta duração reservado através de plataformas online no terceiro trimestre de 2024 foram Jadranska Hrvatska, na Croácia (25,2 milhões de noites, +6,0% face ao terceiro trimestre de 2023), a Andaluzia, em Espanha (17,2 milhões de noites, +23,1%) e a região francesa da Provença-Alpes-Costa Azul (15,6 milhões de noites, +26,2%).

No mesmo trimestre, entre as 20 principais regiões, 6 estavam em França, 5 em Espanha e Itália, 2 na Grécia e 1 na Croácia e em Portugal.

De resto, em Portugal a região do Algarve foi a mais procurada por turistas que optam por alojamentos de curta duração, integrando a tabela dos 20 destinos mais procurados, com 6,07 milhões, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa, com 4,4 milhões, e a região Norte, com 3,89 milhões.

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Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%

A SiteMinder revela que as reservas de hotéis em Portugal para as férias da Páscoa de 2025 aumentaram 22,1% face ao mesmo período do ano passado, enquanto a tarifa média diária sobe 13,7%, passando de 208,64€ em 2024 para 237,23€ este ano, o que coloca o nosso país na liderança europeia neste indicador.

Os dados desta plataforma mundial de distribuição e receitas hoteleira, que comparam reservas nos mesmos estabelecimentos 30 dias antes da Páscoa de 2024 e 2025, revelam não apenas um aumento na procura, mas também uma maior antecedência na organização das viagens e uma crescente presença de turistas internacionais no país.

 

Os resultados da SiteMinder, atualizados a 18 de março, mostram que, durante o período de cinco noites deste feriado, as reservas por propriedade aumentaram significativamente. Além disso, a tarifa média diária (ADR) subiu 13,7%, passando de 208,64€ em 2024 para 237,23€ em 2025.

A Europa também regista um aumento significativo na tarifa média diária, mas Portugal e Espanha estão entre os líderes, com um aumento de 13,7% e quase 8%, respetivamente, em relação a este indicador. A tendência, segundo a SiteMinder, é acompanhada por outros países europeus, como Itália (+6,23%), Alemanha (+5,81%) e França (+5,61%).

Por outro lado, verifica-se que apesar da redução na duração das estadias, o tempo médio de antecedência das reservas aumentou 10,8% em relação ao ano passado, passando de 94,5 para 104,75 dias. No entanto, a duração média das estadias caiu 7,64%, passando de 2,88 para 2,66 noites.

A proporção de turistas internacionais em Portugal também cresceu significativamente. Em 2024, 72,59% das reservas eram de viajantes estrangeiros, e segundo os dados mais recentes de 2025, essa percentagem subiu para 83,07%, reforçando o posicionamento do país como um destino atrativo para o mercado global.

A plataforma analisou as reservas para o feriado do Dia do Trabalhador (1 de maio), que mostram sinais positivos para Portugal, com um aumento de 4,19% nas reservas em relação a 2024. A ADR também subiu 4,32%, passando de 229,08€ para 238,99€, acompanhada por um crescimento de 7,42% no tempo de antecedência das reservas, agora em 127,6 dias.

Apesar destes indicadores positivos para Portugal, tanto na Páscoa como no Dia do Trabalhador, James Bishop, vice-presidente de Ecossistema e Parcerias Estratégicas da SiteMinder alerta que “os hoteleiros devem manter-se atentos à tendência de reservas de última hora, especialmente por parte do mercado doméstico, que pode ainda influenciar os resultados finais”.

 

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Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP

Os voos entre Lisboa e capital do Rio Grande do Sul realizam-se três vezes por semana operados com o A330-900neo.

A TAP retomou, recentemente, os voos para Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul. A TAP vai ligar Lisboa e Porto Alegre com três voos por semana, operados com o moderno avião A330-900neo, com capacidade para 298 passageiros.

Com a reforma da pista do Aeroporto Salgado Filho, reaberto ao tráfego aéreo desde outubro, os voos entre Lisboa e Porto Alegre vão realizar-se às terças, quintas e sábados, com partida da capital portuguesa às 13h05 e chegada a Porto Alegre às 20h25. Com uma duração total de 11h20, este é um dos voos mais longos da rede de destinos TAP. No sentido contrário, o voo da TAP parte da capital do estado do Rio Grande do Sul às 21h55, chegando ao aeroporto de Lisboa às 12h45.

“Tínhamos prometido que iríamos fazer todos os esforços para que esta rota voltasse a operar o mais rapidamente possível. Aqui estamos nós, prontos para voltar a conectar este Estado à Europa”, frisa Luís Rodrigues, CEO da TAP.

Já o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, considera que “a retoma dos voos diretos entre Porto Alegre e Lisboa é um símbolo da resiliência e da reconstrução do Rio Grande do Sul. Após enfrentarmos um dos momentos mais desafiadores da nossa história, ver nossa capital novamente conectada diretamente com a Europa demonstra a confiança do mundo na nossa recuperação. Esta rota fortalece nossos laços históricos e culturais com Portugal e também abre novas oportunidades para o turismo e negócios internacionais, alinhando-se às diretrizes do nosso Plano de Desenvolvimento Econômico.”

O primeiro voo TP117 partiu de Lisboa às 14h20, de dia 1 de abril, e chegou ao Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho às 21h45 e retomou assim as ligações para Porto Alegre, depois das fortes chuvas de maio de 2024.

De referir que a TAP Air Portugal voa diretamente de Lisboa para São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife, Salvador, Florianópolis e Manaus, além de ligar o Porto a São Paulo e ao Rio de Janeiro. No total, são 13 cidades do Brasil (15 rotas, de Lisboa e Porto) que a TAP liga diretamente a Portugal.

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90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”

Uma nova investigação da Serko e da Sabre destaca os principais desafios, êxitos e prioridades da inteligência artificial (IA) no setor das viagens empresariais, incluindo o retorno do investimento, exigências tecnológicas e outros aspetos relevantes.

A Serko e a Sabre acabam de publicar o relatório “Panorama 2025 da inteligência artificial nas viagens empresariais: explorar oportunidades, ultrapassar desafios”. O estudo, baseado num inquérito a mais de 300 gestores de viagens nos Estados Unidos, em empresas com receitas superiores a 50 milhões de dólares, revela de que forma a inteligência artificial (IA) e a inteligência artificial generativa estão a transformar o panorama das viagens de negócios, e em que áreas as organizações continuam a falhar.

“Os resultados do estudo são claros: embora a adoção da IA nas viagens empresariais seja elevada, o sucesso não é garantido”, afirmou Darrin Grafton, diretor executivo e cofundador da Serko.

O responsável realça que, embora 90% dos gestores de viagens afirmarem ter implementado a IA ou a IA generativa, “muitos continuam a enfrentar obstáculos. Seja por uma implementação deficiente, falta de capacidades internas ou apoio limitado dos parceiros, estes desafios impedem as organizações de obterem o valor total do seu investimento. É precisamente aqui que empresas tecnológicas como a Serko ou a Sabre têm oportunidade de intervir.”

Mais de 90% dos inquiridos indicam utilizar IA ou IA generativa, principalmente para redução de custos (71%), melhoria da experiência do viajante (68%) e análise de dados (63%). Quando se refere ao retorno do investimento, 52% referem que a IA superou as suas expectativas; 45% indicam que está a cumpri-las. Os principais casos de utilização incluem otimização de reservas (73%), definição de preços e poupança de custos (70%) e apoio ao viajante através de chatbots (64%).

Por outro lado, cerca de metade dos gestores de viagens acredita que a IA terá um impacto “significativo” ou “transformador” nos seus programas nos próximos cinco anos. No entanto, embora alguns inquiridos sintam que receberam apoio, 49% afirmam que este foi apenas “moderado” e 11% indicam ter recebido pouco ou nenhum apoio. Os fornecedores tecnológicos apresentam resultados semelhantes.

No que diz respeito aos principais obstáculos, contam-se dificuldades de implementação (46%), falta de talento interno (19%) e restrições orçamentais (14%) estão a atrasar o progresso, realçando que os fornecedores tecnológicos devem acelerar a integração da IA, colocando o cliente no centro.

Como indica o estudo, a IA deixou de ser uma fase de experimentação para se tornar uma expectativa. No entanto, os dados revelam que muitos programas de viagens empresariais continuam a ter dificuldades em escalar eficazmente os seus esforços. É aqui que os parceiros tecnológicos devem assumir um papel mais ativo, colmatando a lacuna entre potencial e desempenho.

Sundar Narasimhan, vice-presidente sénior e presidente da Sabre Labs, sublinha que “as empresas que não integrem processos de decisão baseados em IA correm o risco de ficar para trás – não apenas em termos de eficiência e poupança, mas também na capacidade de proporcionar experiências personalizadas e fluídas, como os viajantes agora esperam”. Assim, acrescentou: “A nossa prioridade é apoiar os nossos clientes nesta transição com confiança, garantindo que dispõem das ferramentas, estratégias e apoio certos para transformar o investimento em IA em resultados tangíveis para os viajantes e para o negócio.”

A Serko e a Sabre estão de acordo: inovar apenas por inovar não é suficiente. Cabe aos fornecedores tecnológicos simplificar a implementação, oferecer automatização inteligente e acompanhar ativamente os clientes nas suas jornadas de transformação com a IA, o que pressupõe alinhar os planos de desenvolvimento com as necessidades reais do mercado, reduzir a complexidade da integração e garantir que a IA oferece não apenas melhorias de desempenho, mas valor centrado no viajante.

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ITA Airways junta-se à aliança de aviação Star Alliance

A companhia aérea italiana ITA Airways, depois de ter sido parcialmente adquirida pelo grupo alemão Lufthansa, foi autorizada a iniciar a sua integração na Star Alliance.

Em comunicado, o presidente executivo da Star Aliance, Theo Panagiotoulias, adiantou que espera que “a ITA Airways se junte à rede Star Alliance como membro de pleno direito no início de 2026”.

Após a integração da companhia aérea italiana, a Star Alliance vai ser composta por 26 companhias aéreas, incluindo a TAP, e abranger 18.000 voos diários de ligação entre 192 países.

O Grupo Lufthansa, que inclui também a Germanwings, a Swiss, a Austrian Airlines e a Brussels Airlines, detém uma participação de 41% na ITA Airways (Italia Trasporto Aereo), que vai acrescentar 360 voos diários à rede da aliança global.

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Caminhos Cruzados amplia leque de experiências enogastronómicas

A Caminhos Cruzados, produtor vitivinícola do Dão, sediado em Nelas, continua a diversificar o leque de experiências enogastronómicas, acrescentando workshops de culinária às propostas de wine and food, com assinatura do chef Miguel Vidal.

O chef residente da adega da Caminhos Cruzados, localizada na Quinta da Teixuga, guia os participantes numa viagem de sabores, partilhando técnicas e receitas criativas para explorar a harmonia entre os versáteis vinhos do produtor e os alimentos, privilegiando a autenticidade à mesa, com ingredientes endógenos.

Miguel Vidal privilegia a utilização de produtos frescos e locais, respeitando as estações do ano e o caráter único da região, embora a experiência incida igualmente sobre outros pontos do mapa nacional, apostando na interpretação de receitas da cozinha tradicional portuguesa.

O programa tem uma duração aproximada de 2h30 e começa com uma visita à vinha, adega e sala de estágios do produtor, seguindo-se a aula prática de preparação de sete receitas (três entradas frias, três pratos quentes e uma sobremesa) e a degustação de três vinhos da Caminhos Cruzados, parte integrante do Pacheca Group, para harmonizar a experiência.

Os workshops de culinária estão disponíveis para grupos de duas a 12 pessoas (75 euros por pessoa), mediante marcação prévia, complementando um leque de experiências que inclui, entre outras, provas de uva e cacau, jogo dos aromas, enologia criativa ou um peddy paper pela vinha.

 

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Portugueses no Top 5 dos clientes nos AL da LovelyStay

Em 2024, os viajantes nacionais surgiram na 4ª posição do ranking de clientes nos alojamentos turísticos geridos pela LovelyStay, logo a seguir a Espanha, França e Estados Unidos. Porto, Lisboa e Algarve são os destinos preferidos dos portugueses, com a Madeira a crescer.

Os viajantes domésticos surgem na 4ª posição do ranking de hóspedes nos alojamentos geridos pela empresa em 2024, apenas atrás dos clientes provenientes de Espanha, França e Estados Unidos, e à frente de países como a Alemanha, Reino Unido, Brasil, Itália, Canadá e Países Baixos.

Em termos de destinos preferidos, o Porto liderou as reservas realizadas pelos portugueses no ano passado, seguido pela região do Algarve e por Lisboa, embora se destaquem também os alojamentos situados no arquipélago da Madeira.

Miguel Marinho Soares, Head of Portugal da LovelyStay, comenta eu “é muito gratificante verificar que os portugueses gostam cada vez mais de viajar por Portugal e descobrir os encantos do nosso país, evidenciando que o turismo nacional não é apenas protagonizado pelos estrangeiros.” “Por outro lado”, continua o responsável, “ao mostrar que os portugueses estão entre os viajantes que mais recorrem ao AL no seu próprio país, este ranking desmistifica também a ideia de que este tipo de acomodação é apenas direcionada a estrangeiros.”

De acordo com os dados da LovelyStay, 75% das reservas feitas pelos hóspedes portugueses em 2024 são de adultos sem crianças e 25% são famílias com menores.

Os alojamentos turísticos geridos pela LovelyStay em Portugal tiveram um preço médio de 134€ por noite em 2024 e registaram uma ocupação média de 72%, garantindo uma rentabilidade de até 35% superior em comparação com outras empresas do mesmo setor. No ano passado, a empresa registou um crescimento bruto de reservas superior a 50% face a 2023 e alcançou um volume de negócios na ordem dos €49 milhões de euros.

No ano em que celebra 10 anos de atividade, a LovelyStay tem sob a sua gestão mais de 1.500 unidades de alojamento turístico para estadias de curta e média duração em todo o território nacional, entre apartamentos, villas e ainda a gestão integrada de edifícios completos.

Um dos principais objetivos da empresa em 2025 é reforçar os alojamentos no segmento premium, apostando na qualidade das suas propriedades, na diversificação de tipologias com uma crescente oferta de villas e na maior presença em destinos de referência. A LovelyStay permanece igualmente empenhada em procurar novas propriedades para aumentar o seu portefólio, estando focada tanto nos mercados mais consolidados, como Lisboa, Porto e Algarve, como em destinos com grande potencial de crescimento, como a Madeira.

Miguel Marinho Soares assegura que “a personalização e eficiência no acompanhamento dos clientes, com um gestor de conta dedicado a cada proprietário, é o maior diferencial da LovelyStay, a par com uma plataforma inovadora que assegura total transparência, ao permitir que os proprietários acompanhem as reservas, a rentabilidade e o desempenho dos seus imóveis em tempo real”, avançando que “a nossa tecnologia permite ainda otimizar os preços de forma dinâmica, garantindo a máxima rentabilidade, ao mesmo tempo que gere todo o processo, desde a gestão de reservas à manutenção, de forma totalmente integrada”, conclui o Head of Portugal da LovelyStay.

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Ryanair passa a ligar Porto e Roma

A Ryanair anunciou a ligação das cidades do Porto e Roma à operação de verão 2025.

A Ryanair liga, a partir deste verão, as cidades do Porto e Roma (Fiumicino). A ligação será realizada por seis voos semanais, constituindo esta uma das 72 rotas que a Ryanair opera a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Elena Cabral, diretora de Comunicação da Ryanair, salienta a “oferta que a companhia passa a disponibilizar a partir do Porto”, adiantando ainda que, “apesar dos constrangimentos artificias no crescimento a partir de Lisboa, a Ryanair mantém o compromisso com as regiões de Portugal, incluindo o Porto com 12 aviões baseados, representando a criação de mais de 4.600 empregos”.

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