Pestana anuncia 1500 quartos até 2019
Entre os novos projectos contam-se o hotel na Rua do Comércio, em Lisboa, um novo boutique hotel no Funchal, um novo hotel em Tróia, e o Bahia Palace, nos Açores.

Raquel Relvas Neto
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Até 2019, o Grupo Pestana vai abrir 10 novos hotéis, que totalizam 1500 quartos.
Entre os novos projectos contam-se o hotel na Rua do Comércio, em Lisboa, com 86 quartos, que vai resultar da conversão de um edifício; um novo boutique hotel junto ao porto do Funchal, com 50 quartos; um novo hotel apartamentos de 150 unidades em Tróia, que complementará a última fase do Tróia Eco-Resort. Ainda em Portugal, está previsto o Pestana Bahia Palace, em São Miguel, nos Açores, com 110 quartos. No campo internacional, estão os projectos para Nova Iorque, com 183 quartos; Amesterdão, com 157 quartos; Marraquexe, com 230 quartos, que resulta de um contrato de arrendamento em parceria com um banco local; Madrid, concretamente na Plaza Mayor, que resulta da concessão da Casa de la Carnicera e será um hotel com 80 quartos; Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, uma unidade de 311 quartos que se prevê que esteja pronta a tempo dos Jogos Olímpicos do próximo ano; e Montevideu, com 112 unidades. A maior parte dos hotéis passa pela concessão ou gestão dos projectos.
O grupo prevê investir entre 35 e 45 milhões de euros anuais nestes novos dez projectos. Os projectos em Portugal serão os que vão abrir mais depressa, seguidos de Amesterdão, Nova Iorque, Marraquexe e Madrid em 2017. Os restantes abrirão até 2019.
O anúncio foi feito esta terça-feira por José Roquette, administrador para a área de Desenvolvimento, durante um encontro com a imprensa com o objectivo de divulgar a importância da Estratégia de Desenvolvimento no Grupo, considerada a força motriz da sua expansão.
Para o responsável, a Europa é o destino “mais relevante” dentro da expansão do grupo português, onde as capitais europeias, como Paris e Bruxelas, estão nos objectivos. Contudo, aqui a jornada de afirmação do grupo será mais lenta, considera José Roquette, acrescentando que existem intenções de ter um segundo hotel na Inglaterra e na Alemanha, que “são os lugares onde é muito mais fácil entrar e fazer negócios”.
Quanto a Cuba, onde o grupo já tinha anunciado intenções de ter um segundo hotel, depois da gestão do resort em Cayo Coco, o responsável referiu que existe agora um ainda mais forte interesse das marcas internacionais pelo destino, o que torna este objectivo mais difícil, “mas não desistimos”.
Com estas novas aberturas, o Pestana Hotel Group, que tem actualmente mais de 7 mil trabalhadores espalhados pelos 86 hotéis, irá contratar entre 700 e 800 trabalhadores para as novas unidades.
Com os novos projectos, a maior cadeira hoteleira portuguesa fica presente em 17 países e três continentes, com 96 hotéis. Um número que fica cada vez mais perto da meta dos 100 hotéis e dos 13 mil quartos.
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