ATR com mais grupos de incentivos
GSA destaca potenciar dos destinos Canadá, Índia e África do Sul.

Patricia Afonso
KLM celebra 85 anos em Portugal com oferta a crescer 23% este verão
CEAV Protour 2025 no Porto acentua relacionamento com a APAVT
Euroairlines assina acordo de interline com Azores Airlines
28ª edição da Intur de 13 a 16 de novembro em Valladolid
Majestic Princess apresenta-se com novos e renovados espaços
Wine Workshop Experience tem 1ª edição dia 16 de abril no Palácio Chiado
Governo de Cabo Verde de olhos postos no desenvolvimento turístico de Santo Antão
Algarve dá a conhecer as linhas de financiamento e Programa Empresas Turismo 360º
Arcos de Valdevez apresenta plano de posicionamento e desenvolvimento turístico sustentável
“Vinho da Casa” vai apresentar 100 vinhos, 20 produtores, durante 3 dias, em Lisboa
Depois de um ano pautado por situações instáveis em alguns países das suas representadas, como o Verão Quente e a Ucrânia, a ATR, GSA que integra o Grupo Springwater Turismo, espera um bom 2015.
Em entrevista ao Publituris, Artur Sousa, director da ATR, explicou que, apesar das crises vividas em 2014, o ano correu bem, performance que contou com o contributo do departamento de vistos, cuja abertura foi anunciada na edição da BTL do ano passado.
Para 2015, o responsável diz apenas que “obviamente que queremos mais e mais, as perspectivas são sempre para melhorar.”
Sobre as representadas da ATR, Artur Sousa destaca o potencial do Canadá, servido todo o ano pela Air Transat, mas que ainda não é um “destino muito implementado”, apesar dos esforços da companhia; e fala na Índia, agora servida via Paris pela Jet Airways, uma modalidade que agrada o mercado étnico – o mais forte em Portugal neste produto.
Sobre a South Africa Airways, Artur Sousa indica que o BSP em Portugal tem diminuído, porque “houve várias agências que começaram a emitir em Moçambique e Angola”; enquanto a Sundor volta a ter a operação para a Tel Aviv em 2015.
Por sua vez, a Flexible Autos, que integrou mais recentemente o portefólio, tem corrido “bastante bem”, com o broker, que trabalha unicamente b2b, a ter uma boa dinâmica.
Sobre o mercado, o responsável da ATR refere que, este ano, a GSA, e o mercado nacional em geral, têm assistido a um aumento de reservas dos grupos de incentivos. Por outro lado, as “reservas tardias” continuam a ser um comportamento muito típico.
Quanto a novas representadas, Artur Sousa diz que a empresa “não pára”, mas “não queremos qualquer representada, não é essa a nossa lógica de negócio, tem que ser algo que nos traga mais-valias”.