Across aposta na América do Norte e Volta ao Mundo
África continua a ser o core business do operador, que apresentou uma brochura de 60 páginas na BTL.

Patricia Afonso
SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”
“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
Os EUA e Canadá e a Volta ao Mundo são as grandes apostas da Across para este ano, revelou ao Publituris Paulo Alves, director-geral do operador turístico, revelando que a Across vai voltar a lançar, este ano, um folheto sobre o produto Comboios de Luxo.
A Volta ao Mundo é a novidade para 2015 da Across. “Claro que não é um produto que se vende só no mercado nacional”, diz Paulo Alves, escusando-se a dizer o número concreto de vendas já efectuados. Porém, a partida “está garantida”.
Os EUA e Canadá – destino operado com a Air Transat -, cujo folheto exclusivo foi lançado pela primeira vez no ano passado, mantêm-se como aposta para 2015, à qual acresce os Comboios de Luxo. “Há cerca de três anos que não fazemos folheto [sobre o produto Comboio] por contingências do mercado e baixa da procura, mas penso que, em Junho, vamos lançar um folheto só com itinerários”, explicou Paulo Alves.
África conta com uma brochura de 60 páginas e é o principal produto do operador turístico, que tem como objectivo crescer, “mas não nos podemos esquecer que a Across posiciona-se no mercado a trabalhar nichos e a dificuldade é essa mesma, o crescimento.” “Vamos crescendo alguma coisa e penso que 2015 poderá ser efectivamente melhor, mas se ficarmos com o negócio parecido ao do ano passado, já fico contente.”