Turismo dos Açores depende de “medidas e políticas”
Afirmou Vítor Fraga, secretário Regional do Turismo e Transportes, durante o encerramento do Fórum Turismo 2014.

Publituris
SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”
“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
Vítor Fraga, secretário Regional do Turismo e Transportes dos Açores, afirmou que o desenvolvimento do Turismo na região está dependente de “medidas e políticas” que permitam a sustentabilidade desta actividade e, assim, a “sustentabilidade das empresas directa ou indirectamente relacionadas”.
O responsável, que falava durante o encerramento do Fórum Turismo 2014, promovido pela Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, destacou ainda que “no âmbito destas medidas está, como não podia deixar de ser, o transporte aéreo, como pilar fundamental e insubstituível da acessibilidade a qualquer destino e, por maioria de razão, aos Açores, enquanto região insular.”
Como tal, Vítor Fraga diz que este modelo trará “grandes desafios ao Grupo SATA”, mas garantiu que o Executivo regional “está, agora que foi alcançado o acordo com a República” totalmente disponível para “apoiar a companhia, que tem ainda um importante papel a desempenhar no processo de desenvolvimento e de progresso da nossa região”.
No entanto, se a questão do transporte aéreo é “central para o desenvolvimento do Turismo dos Açores”, é também necessário que “as entidades públicas e privadas tenham a consciência de que os desafios deste sector não se esgotam nesta matéria”, conclui o responsável.