Portugal já é o 2º mercado em termos de reservas para a Blink
Presente em Portugal há pouco mais de um ano, a empresa faz um balanço positivo e revela que o mercado português continua a ganhar protagonismo.

Tiago da Cunha Esteves
KLM celebra 85 anos em Portugal com oferta a crescer 23% este verão
CEAV Protour 2025 no Porto acentua relacionamento com a APAVT
Euroairlines assina acordo de interline com Azores Airlines
28ª edição da Intur de 13 a 16 de novembro em Valladolid
Majestic Princess apresenta-se com novos e renovados espaços
Wine Workshop Experience tem 1ª edição dia 16 de abril no Palácio Chiado
Governo de Cabo Verde de olhos postos no desenvolvimento turístico de Santo Antão
Algarve dá a conhecer as linhas de financiamento e Programa Empresas Turismo 360º
Arcos de Valdevez apresenta plano de posicionamento e desenvolvimento turístico sustentável
“Vinho da Casa” vai apresentar 100 vinhos, 20 produtores, durante 3 dias, em Lisboa
O mercado português já é o segundo mais importante em termos de reservas por habitante para a Blink Booking, que chegou a Portugal há pouco mais de um ano e que está presente em oito países europeus. Para Gonçalo Pinto, do gabinete de marketing da empresa, o balanço que faz “é, sem dúvida, óptimo”, segundo disse à Publituris.
Neste momento, a Blink trabalha com 120 hotéis no Alentejo, Algarve, Cascais, Estoril, Sintra, Lisboa, Minho, Porto, Trás-os-Montes e Alto Douro. “Mesmo assim, continuamos a trabalhar para agregar novos destinos e hotéis à nossa aplicação, para desta forma, podermos satisfazer a procura dos nossos utilizadores”, explica o responsável.
A maioria das reservas é feita por motivos de lazer e está relacionada com escapadas de fim-de-semana. “No que respeita a negócios, as reservas de uma noite são mais frequentes em Portugal e Espanha Oeste”, acrescenta Gonçalo Pinto.
O Algarve foi a última região a ser adicionada à oferta da Blink. “Embora Lisboa e Porto sejam as cidades maiores enquanto população, para nós é importante conseguir o máximo de presença ao longo do território português”, justifica.