“Sector das feiras deve trabalhar a internacionalização”
Começa esta sexta-feira o 11º congresso da União de Feiras Ibero-Americanas (UNIFIB), na EXPONOR.

Tiago da Cunha Esteves
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A América Latina é um mercado para o qual o sector das feiras e os agentes económicos devem olhar, devido à oportunidade que representa. Essa é, pelo menos, a visão do presidente da Associação Portuguesa de Feiras e Congressos (APFC), Miguel Corais, em declarações à Publituris.
O 11º congresso da União de Feiras Ibero-Americanas (UNIFIB) começa esta sexta-feira, na EXPONOR – Feira Internacional do Porto, numa organização conjunta da APFC, da Associação de Feiras Espanholas (AFE) e da Associação Internacional de Feiras da América Latina (AFIDA). “O congresso vai reunir 100 participantes, entre eles, os líderes dos principais recintos de feiras ibero-americanos”, explica Miguel Corais, sob o tema “O futuro: cooperação e novos desafios”.
Credibilizar, dinamizar e reposicionar o mercado das feiras e dos congressos em Portugal são alguns dos principais objectivos da APFC com este evento, que decorre até sábado.
“O estado do sector da Indústria de feiras em Portugal, Espanha e América Latina”, “perspectivas para a indústria de feiras a nível mundial” e “oportunidades de intercâmbio e cooperação” são alguns dos temas que vão estar em debate.
“Importância da América Latina”
De acordo com o presidente da APFC, o sector das feiras, em Portugal, está demasiado orientado para o mercado interno e precisa de caminhar no sentido da internacionalização, com vista ao aumento das exportações. “Para isso, a América Latina é importante em termos económicos, além das relações privilegiadas que existem entre essa região e a Península Ibérica”, sustenta.
Para Miguel Corais, qualquer feira tem de servir como “instrumento de desenvolvimento do país”. “Este congresso também pode ser importante para juntar o universo ibero-americano e cooperarmos para explorarmos novos mercados, nomeadamente, o asiático ou o africano”, refere.