DIT Géstion pretende convencer operadores turísticos a olhar para o “Oriente Cubano”
Jon Arriaga, diretor geral da DIT Portugal disse que vai convencer os operadores turísticos a programarem o “Oriente Cubano”, uma região de Cuba bem diferente, onde a natureza é rainha, mas ainda desconhecido do turismo europeu.

Carolina Morgado
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Ao trazer para Holguín a sua segunda macro convenção, a DIT Géstion, pretende dar a conhecer a região conhecida como “Oriente Cubano” não só aos agentes de viagens portugueses e espanhóis que fazem parte deste grupo de gestão, mas também influenciar os operadores turísticos.
O diretor geral da DIT Portugal lembrou que “o ano passado fizemos outra região cubana, estivemos em Santa Clara e este decidimos Holguín porque é um ponto que é desconhecido pelo turismo europeu”.
Só o facto do voo fretado à Iberojet ter aterrado no sábado, dia 5 de outubro, em Holguín, e ter sido recebido por jatos da água dos bombeiros locais, demonstra que nunca tinha chegado a este aeroporto internacional um avião nem espanhol nem português aqui”.
Jon Arriaga realça que esta região oferece um destino que oferece um produto muito diferente da restante ilha de Cuba, baseado não só no sol e praia, mas principalmente de natureza, a que tanto os portugueses como os espanhóis não estão habituados, e avança que a DIT “quer vender os destinos fora de praia porque praia temos, nas Caraíbas, a concorrência de Cancun e República Dominicana, e este produto combina praia com natureza, por isso a nossa aposta é que os agentes de viagens conheçam esta região”, confirmando que “somos agências de viagens, mas temos muito contactos com operadores turísticos e queremos falar com eles sobre esta região cubana”.
Nesta parceria com operadores turísticos, a DIT Géstion, refira-se, após ter trazido a sua macro convenção o ano passado para a região de Santa Clara, onde nunca tinha havido um avião espanhol ou português, “encarregámos de levar os operadores turísticos a olharem para esse destino o que levou a que o operador turístico Jolidey, do Grupo Ávoris, levasse a cabo, este verão, uma operação Lisboa-Santa Clara, com um voo direto semanal, com destino ao Cayo Santa María, de julho a setembro, bem como outro de Madrid. Estas operações tiveram tanto êxito que, no próximo ano decorrerão durante quatro meses, e será colocado um outro avião desde Barcelona”, revelou.
“O nosso objetivo é mostrar o produto às nossas agências de viagens e se virmos que vale a pena, tentamos convencer os operadores turísticos a avançar e ajudamos os governos a negociar as condições”, explicou ainda o responsável, que adiantou que o grupo de gestão de agências de viagens está a olhar igualmente para outra região de Cuba, desta vez, para Cayo Largo.