Miguel Quintas apresentou aos agentes de viagens da Airmet os projetos da ANAV
Miguel Quintas, presidente da ANAV, empresário que também gere a Airmet, aproveitou o jantar de aniversário do 18º aniversário da rede, em Lisboa, para dar a conhecer aos agentes de viagens presentes os objetivos, propostas e projetos da associação que lidera.

Carolina Morgado
Turismo de Portugal avalia estratégia media internacional
Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial
easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos
ISCE reúne 34 parceiros na “Global Tourism TechEDU Conference 2025”
AVK adquire Pixel Light e consolida liderança no setor audiovisual
Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025
ARPTA com nova liderança
Iberia reforça ligações a Roma, Paris e Viena
Os 3 dias do RoadShow das Viagens do Publituris
SATA lança campanha para famílias com tarifa gratuita para crianças
Miguel Quintas, chairman do grupo Airmet Portugal, e também presidente da Associação Nacional de Agências de Viagens (ANAV), assegurou aos agentes de viagens da rede presentes no jantar do seu 18º aniversário, em Lisboa, que vai colocar uma ação, ainda este ano, contra a atuação comercial “tendencialmente lesiva da Ryanair”, com o objetivo de defender os direitos das agências de viagens.
“A ANAV é a primeira associação em Portugal a lançar um trabalho específico e legal para defender os interesses das agências de viagens, nomeadamente na dificuldade que as mesmas têm no dia-a-dia com a Ryanair”, disse, referindo que a transportadora aérea “é ostensiva na sua atividade, bloqueando as agências de viagens na sua atividade normal e na sua necessidade de gerar rentabilidade e de dar serviços ao seu público final”.
“Quero aproveitar esta oportunidade para explicar o que esta associação é mais recente em Portugal, é uma associação jovem, mas democrática, transparente e independente, que trabalha, sobretudo, para as agências de viagens, com o objetivo de defender os seus direitos e gerar mais dinheiro”, realçou, referindo que “alterarmos os estatutos da ANAV, precisamente, para evitarmos a eternização do poder, ou seja, há uma limitação de mandatos, há uma independência entre os próprios órgãos da associação, onde não existe uma relação comercial, pessoal ou de sociedade entre eles”, ressalvando que cinco dos seis grupos de gestão das agências de viagens estão representadas na ANAV.
Lembrou que “fomos os primeiros a lançar o conceito do Dia Nacional do Agente de Viagens, mas ficámos muito contentes da associação congénere ter adotado a nossa ideia, mas não satisfeitos com a data escolhida, pois seria fundamental que a escolha do dia para esta comemoração recaísse sobre uma data que tenha um maior interesse comercial e económico para todas as agências de viagens”, disse.
Por outro lado, Miguel Quintas avançou que “estamos a trabalhar, em conjunto com a tutela, para a criação do provedor do cliente da ANAV, figura que permitirá defender os interesses das agências de viagens perante algum problema que possa surgir nas vendas e dá a possibilidade de gerir conflitos de uma forma mais ágil, garantindo o acesso imediato ao fundo de garantia”.