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GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão

A GuestReady, empresa ligada ao setor do Alojamento Local (AL) em Portugal e na Europa, anuncia um primeiro semestre de crescimento no turismo, com a taxa de ocupação das unidades que tem sob gestão a aproximar-se dos 90% em maio e em junho em Portugal, com o valor médio das noites a rondar os 90 euros.

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GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão

A GuestReady, empresa ligada ao setor do Alojamento Local (AL) em Portugal e na Europa, anuncia um primeiro semestre de crescimento no turismo, com a taxa de ocupação das unidades que tem sob gestão a aproximar-se dos 90% em maio e em junho em Portugal, com o valor médio das noites a rondar os 90 euros.

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De acordo com a empresa, as comemorações dos Santos Populares e os festivais musicais de verão são os responsáveis por esta subida de preços e de ocupação. Assim, em Lisboa a procura recente escalou com a comemoração do Santo António, que levou o preço médio por noite a ultrapassar os 100 euros, enquanto nos fins-de-semana em que se realizou o Rock In Rio a média de preços continuou a subir, registando-se nos 120 euros por noite. Já no Porto, o Primavera Sound, que decorreu no início do mês de junho, e o São João, que teve lugar no final do mês, fizeram com o preço médio por noite ultrapassasse os 90 euros por noite no primeiro mês do verão.

Apesar dos eventos que geram um apelo especial, Lisboa e Porto são cidades procuradas o ano inteiro, salienta a GuestReady, devido aos pontos turísticos de interesse. Mas os meses de verão trazem uma procura redobrada por todo o tipo de unidades no país, sobretudo as que têm piscina, estão perto da praia, do rio ou na montanha, ou que são aptas para famílias e grupos grandes.

A GuestReady faz o balanço de um primeiro semestre positivo e de crescimento no turismo, tendo gerido nos primeiros seis meses de 2024 praticamente mais três mil reservas do que em período homólogo de 2023, consequência também do crescimento de portefólio.

Os festivais que acontecem nas próximas semanas, nomeadamente, em Lisboa, Porto e Sesimbra, deverão causar também impacto nas unidades de alojamento local dessas zonas, com maior procura e ocupação, prevê a GuestReady.

 

 

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Prithvirajsing Roopun, Presidente da República das Ilhas Maurícias

Destinos

Ilhas Maurícias querem mais viajantes portugueses e CPLP pode ser uma ponte importante

De visita oficial ao nosso país, o Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, aproveitou a ocasião para se encontrar com diversos agentes do setor do turismo português. Numa apresentação do destino, Prithvirajsing Roopun salientou que as Ilhas Maurícias registaram uma recuperação excecional pós-pandemia e espera que Portugal contribua para a consolidação do turismo no país, referindo que “estamos em Portugal não só para falar de negócios, mas também de experiências”.

Com uma população de 1,2 milhões de habitantes, as Ilhas Maurícias receberam, em 2023, 1,3 milhões de viajantes. Viajantes, porque a Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA) pela voz do seu diretor, Arvind Bundhun, bem como pelo Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, admitem que “não queremos simplesmente turistas. Queremos viajantes, pessoas que se envolvam com a comunidade e que procuram as experiências que proporcionamos a quem nos visita”.

A convite do Chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, Prithvirajsing Roopun revelou na apresentação realizada em Lisboa que “tivemos reuniões muito positivas com a AICEP e com representantes do turismo em Portugal e convidámos Portugal a fazer parte do desenvolvimento do turismo nas Ilhas Maurícias”.

“O que já alcançámos ainda é pouco relativamente ao que queremos alcançar enquanto destino turístico, mas a sensação de hospitalidade e bem receber unem-nos e temos de aproveitar esta realidade”, considerou o Presidente das Ilhas Maurícias, assinalando ainda que “isso só se consegue numa situação win-win” e que “através desta visita criámos pontes e fazer crescer esta relação e o turismo é parte fundamental”.

Na apresentação do destino ficou claro que as ilhas Maurícias nunca serão – nem querem – ser um destino de turismo de massas e que tem muito mais para oferecer do que as praias. Para tal, há todo um leque de atividades, experiências e segmentos a explorar que incluem, além da já referida praia, a natureza, casamentos, MICE, cultura, luxo, gastronomia, wellness, golfe e cruzeiros.

Não existindo ligação direta entre Portugal e as Ilhas Maurícias, “algo que gostaríamos que fosse alterado, até pela proximidade com Moçambique e pelo voo direto que a TAP disponibiliza para Maputo”, Arvind Bundhun revelou que “o crescimento de visitantes portugueses tem sido assinalável, passando dos 1.500, em 2019, para 2.500, em 2022, atingindo os 5.000 no ano passado”, admitindo que o objetivo é aumentar este número de forma sustentável.

Arvind Bundhun, Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA)

Atualmente, o diretor da MTPA considera ser “importante haver voos ponto-a-ponto, mas não existindo, temos de encontrar alternativas”, destacando a estratégia de hubs disponibilizada pela Emirates e Turkish Airlines (existindo ainda voos oferecidos pela (Air Mauritius, Kenya Airways ou voos sazonais da NEOS ou Iberojet), admitindo, no entanto, que “a forma mais fácil e rápida de chegas às ilhas é através do aeroporto Charles de Gaulle (Paris, França)”.

Apostando na diversificação, inclusão e autenticidade do destino, Arvind Bundhun assinalou existir “muito potencial nos mercados emissores mais pequenos como Portugal e é nestes que estamos a apostar, com estratégias bem definidas e constantes”.

Mas é de França que a maioria dos viajantes chegam às Ilhas Maurícias, representando, em 2023, cerca de 30% do total, seguida do Reino Unido.

Com uma oferta de 114 hotéis licenciados e não mais de 15.000 camas na hotelaria, número que cresce para 30.000 contabilizados a restante oferta de alojamento, tanto o diretor da Autoridade de Promoção Turística da Maurícia como o Presidente da República salientaram que “temos todo o cuidado com o desenvolvimento e crescimento do turismo”, até porque “não queremos um turismo massificado e já sentimos o impacto das alterações climáticas”.

Com uma estadia média que passou de 9 noites, em 2019, para 13 noites, em 2023, e as receitas a subirem 25% de 2022 para 2023, Arvind Bundhun admitiu que “sabemos bem a importância da sustentabilidade e do impacto que os voos de longo curso têm na pegada climática”.

Por isso, Arvind Bundhun concluiu que, “a nossa meta é chegar aos 2 milhões de viajantes nos próximos 10 anos. Mas também nos perguntamos se realmente queremos atingir esse número sem prejudicar o nosso ecossistema e, fundamentalmente, que habita o nosso território”.

Em cima da mesa, e para concluir, esteve também a adesão das Ilhas Maurícias à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que Marcelo Rebelo de Sousa, de resto, defendeu quando se encontrou com o seu homólogo Prithvirajsing Roopun e que, segundo o mesmo, é importante “encorajar os estudantes mauricianos a aprenderem português, com o apoio da CPLP”, já que pode “ajudar as relações com Moçambique”, país lusófono mais próximo das Ilhas Maurícias, e “assim, criar mais uma ponte com Portugal”.

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Buscas online por museus crescem 50% em Portugal com destaque para exposições imersivas

Segundo uma pesquisa da Preply, só o Museu Nacional do Azulejo, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Fundação Calouste Gulbenkian geraram mais de 100 mil pesquisas online no ano passado.

A procura na internet por museus em Portugal registou um aumento de 50% no ano passado, avança a Preply, que destaca as buscas pelos museus tradicionais como o Museu Nacional do Azulejo, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Fundação Calouste Gulbenkian, assim como por exposições imersivas.

Segundo a pesquisa da Preply, só estes três museus – Museu Nacional do Azulejo, Museu Nacional de Arte Antiga e Fundação Calouste Gulbenkian – geraram mais de 100 mil pesquisas no período em questão.

No caso dos museus, os três mais procurados online localizam-se em Lisboa, enquanto o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, ficou na quarta posição, seguindo-se o Museu da Marinha; Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia; Museu Nacional do Traje; Museu da Carris; Museu do Tesouro Real  e Museu Nacional de História Natural e da Ciência, todos localizados em Lisboa.

“Algo que o ranking de museus mais pesquisados no país evidencia é como, de maneira geral, os centros culturais de maior interesse tendem a concentrar-se numa localidade específica: Lisboa, cujas atrações refletem a popularidade de uma região tão visitada pelos habitantes de outros distritos”, lê-se num comunicado da Preply.

A procura por exposições e instalações específicas também se tem destacado, com a Preply a indicar que o destaque foi para a busca por “experiências interativas como “Dalí: Cybernetics” e “Frida Kahlo, a Biografia Imersiva””.

A pesquisa da Preply procurou também apurar quais são os museus localizados fora do país que os portugueses mais procuram na internet e concluiu que o Museu do Louvre, em Paris, lidera as buscas, seguindo-se o Museu do Prado, em Madrid, o Museu de Orsay, também em Paris; e o Museu Van Gogh, em Amesterdão.

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Vila Galé inaugura primeiro Collection no Brasil após investimento de 80 milhões de reais

A inauguração do Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está prevista para novembro deste ano, altura em que o grupo hoteleiro espera ter o hotel em operação. A unidade hoteleira de 116 quartos que presta homenagem às obras de cantores e compositores brasileiros e internacionais foi alvo de um investimento de 80 milhões de reais.

A Vila Galé já tem data de abertura marcada para o seu primeiro hotel da linha Collection no Brasil. O Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, deverá dar início à operação a 1 de novembro deste ano, após um investimento de 80 milhões de reais.

Localizado junto à Lagoa do Cauípe, em frente à praia do Cumbuco, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco presta homenagem às obras de cantores e compositores brasileiros e internacionais. Desta forma, é possível encontrar quartos cuja decoração é inspirada  em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

“As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente”, refere Carlos Magno, diretor adjunto de operações do Nordeste do Brasil, em nota de imprensa, indicado que “os hóspedes poderão se hospedar no final de ano”.

O hotel conta com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega. Das valências do Vila Galé Collection Sunset Cumbuco fazem parte um Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness; um Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo; e ainda um centro náutico para apoiar as atividades aquáticas.

A oferta de Food and Beverage (F&B) é composta por três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

A linha Collection é a submarca que distingue alguns dos hotéis do grupo, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. Estas unidades oferecem um conceito “diferenciado” não só pela “qualidade das instalações”, mas também “pelos serviços disponibilizados e pela localização”, como o grupo menciona em comunicado.

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Aviação

Ucrânia pede ajuda para reabrir aeroportos e voltar a receber voos comerciais

Alexandrer Kava, vice-ministro das Finanças da Ucrânia, estima que a reconstrução das principais infraestruturas aeroportuárias do país custe 1.680 milhões de dólares e espera que seja possível retomar os voos comerciais “no final deste ano ou no início do próximo”.

A Ucrânia está a pedir ajuda financeira à União Europeia (UE) para recuperar e reabrir os seus aeroportos, segundo o vice-ministro das Finanças da Ucrânia, Alexandrer Kava, que estima que a reconstrução das principais infraestruturas aeroportuárias do país venha a custar 1.680 milhões de dólares.

De acordo com o governante ucraniano, que participou no recente Congresso Anual do ACI Europe, que teve lugar em Istambul, Turquia, a Ucrânia espera que seja possível voltar a receber voos comerciais “no final deste ano ou no início do próximo”, num cenário que o próprio considerou “otimista”.

“Agradeceríamos muito se a União Europeia e outros parceiros apoiassem financeiramente os aeroportos ucranianos para mantê-los prontos para retomar as operações, porque esperamos que, após o fim da guerra, a procura de voos para a Ucrânia cresça significativamente”, afirmou o responsável, citado pelo jornal espanhol Hosteltur.

Alexandrer Kava explicou que a Ucrânia tem vindo a realizar avaliações sobre o risco de retoma dos voos comerciais e fez mesmo um estudo sobre a segurança operacional, que espera agora a aprovação por parte de autoridades como a Agência Europeia de Segurança Aérea (AESA), o Eurocontrol, a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Além da reconstrução dos aeroportos, uma vez que várias destas infraestruturas ucranianas foram completamente destruídas na sequência da invasão russa ao país, o vice-ministro das Finanças da Ucrânia diz que também as defesas aéreas de Kyiv-Boryspil e Lviv, que seriam os aeroportos mais utilizados do país, precisam de ser reforçadas para que a retoma dos voos comerciais possa acontecer.

Alexandrer Kava revelou ainda que a Ucrânia está também a iniciar conversações com companhias aéreas e seguradoras para que seja possível retomar os voos comerciais no país.

 

 

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Alojamento

Christopher Potter é o novo diretor de Revenue Management do Lisbon Marriott Hotel

O profissional acumula experiência em vários hotéis da cadeia Marriott em áreas como revenue management, vendas, front-office e operações. Prepara-se agora para assumir uma nova função no Lisbon Marriott Hotel a 2 de agosto.

A partir de 2 de agosto, Christopher Potter assume o cargo de diretor de Revenue Management do Lisbon Marriott Hotel.

Com 24 anos de experiência no setor hoteleiro, Christopher Potter assumiu vários cargos, nomeadamente na área financeira, revenue management, vendas, front-office, operações e de direção-geral.

Formado em Hotel & Restaurant Management pela Universidade de Houston, concluiu o MBA na área financeira pela Universidade do Texas – Permian Basis. Começou o seu percurso profissional em 2002, como Front Office Supervisor no Houston Airport Marriott, sendo que em 2004 trabalhou como diretor-geral no Fairfield Inn & Suites by Marriott em Woodlands, no Texas.

Já em 2006 assumiu a função de Front Desk Manager no Marriott Rivercenter, tendo transitado para o cargo de Regional Sales Manager no Texas San Antonio, Austin e Houston Market, entre 2007 e 2010.

O currículo de Christopher soma dois anos como Room Inventory Manager em unidades hoteleiras como Courtyard and Residence Inn by Marriott Downtown e Courtyard by Marriott San Antonio Riverwalk, além de ter desempenhado a função de Revenue Manager no Renaissance Austin Hotel; Courtyard and Residence Inn by Marriott Downtown e Courtyard by Marriott San Antonio Riverwalk, de 2012 a 2013.

Em março de 2013 foi nomeado Senior Revenue Manager do JW Marriott San Antonio Hill Country Resort & Spa e do Renaissance Austin Hotel, tendo sido promovido a Corporate Task Force Revenue Manager na Marriott International em 2016.

Quatro anos mais tarde, em 2020, assumiu o cargo de Corporate Regional Revenue Manager BC LYNDO Hospitality e, em 2021, as funções de Senior Assistant Diretor of Finance and Accounting no JW Marriott San Antonio Hill Country Resort & Spa.

Recentemente, entre 2022 e 2024, desempenhou o cargo de Director of Revenue Analysis de um grupo de hotéis, nomeadamente o Downtown Detroit Cluster, Westin e Courtyard.

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REDE-T renova parcerias com Host Hotel Systems e Clever

Host Hotel Systems e Clever viram renovadas as parcerias com a REDE-T para o ano 2024.

A REDE-T anunciou, recentemente, a renovação para 2024 das parcerias existentes com a Host Hotel Systems assim como com a Clever pertencente ao mesmo grupo.

Ambas as marcas apresentam soluções vantajosas e descontos a todos os membros que pretendam adquirir o programa através da plataforma REDE-T.

A Clever Hospitality Analytics é uma empresa do universo de empresas do grupo Host Hotel Systems e tem como missão desenvolver e oferecer ao mercado hoteleiro soluções de Inteligência Analítica e de negócio que permitam aos clientes uma completa visão analítica global e o apoio constante à tomada de decisão.

De referir que a plataforma REDE-T caminha já para os 18.000 profissionais do canal HORECA registados, quase 25.000 ofertas de trabalho e quase 1.500 documentos para download.

Além disso, permite, também, o acesso a mais de 2.000 Curriculum Vitae dos melhores profissionais do setor e um diretório de empresas com muitas das mais conhecidas marcas presentes.

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Turismo do Centro desvenda cinco singularidades da região com nova campanha

A Turismo do Centro de Portugal apresentou a nova campanha promocional, destacando cinco pilares estratégicos de promoção da região: gastronomia e vinhos, turismo de natureza, turismo espiritual, turismo náutico e turismo industrial.

Victor Jorge

A Turismo do Centro de Portugal (TCP) apresentou esta terça-feira, 16 de julho, a nova campanha promocional composta por cinco filmes que pretendem espelhar, de acordo com Raul Almeida, presidente da região, “a força do turismo da e no Centro de Portugal”.

Depois de avançar com os números referentes aos primeiros cinco meses de 2024, através dos quais o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que as dormidas na região aumentaram 5% face a igual período de 2023 e os proveitos totais no alojamento turísticos registam uma subida de 11,7%, Raul Almeida admitiu que “tudo se encaminha para que 2024 seja um ano melhor que 2023, demonstrando que a atividade turística está a criar e a gerar riqueza”.

Nesse sentido e depois do lançamento da campanha “Centro de Portugal: um destino em tanto”, em 2022, e do “Sabia que?” de 2023, a nova campanha pretende ser “nada mais do que desvendar as singularidades de uma região”, revelou Adriana Rodrigues, chefe de Núcleo de Comunicação, Imagem & Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, adiantando ainda que o objetivo passa por, em 2024, “ser a marca do turismo da diversidade em Portugal”.

“São 100 municípios, são centenas de produtos turísticos e havia esta necessidade de mostrarmos uma vantagem diferenciadora relativamente a outros destinos”, salientando ainda que se trata de “um processo de afunilamento daquilo que queremos mostrar na e da Região-Centro do Portugal”.

Sílvia Ribau, chefe de Núcleo de Estruturação, Planeamento e Promoção Turística na Turismo Centro de Portugal, explicou que esta campanha tem por base cinco pilares estratégicos, sendo três deles considerados maduros (Cultura, História, Património, Gastronomia e Vinhos; Natureza, Wellness, Ativo e Desportivo e Mar; Turismo Espiritual e Religioso) e dois deles novos produtos (Estações Náuticas; Turismo Industrial).

“Não há aqui uma rutura, mas é importante destacar aquelas particularidades e vicissitudes que fazem do Centro de Portugal um destino diferenciador, de dar dimensão à marca Portugal”. Reconhecendo que, tal como as outras regiões, “competimos no e pelo mercado interno”, o objetivo passa por “continuar este caminho de explorar estas singularidades da região Centro de Portugal e que podem despoletar aquela vontade nos portugueses de vir conhecer, de saber mais, de experienciar e viver o Centro de Portugal”.

Assim, decorrente do conceito dos spots do ano passado, foram criados cinco novos filmes de 20 segundos alusivos aos tais cinco produtos turísticos, lembrando Sílvia Ribau de que a região possui 11 Estações Náuticas certificadas, desde lagoas, albufeiras a praias oceânicas, fazendo ainda referência a um produto emergente: turismo industrial.

Presente na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal (TdP), salientou que “quando um destino tem uma identidade forte e tem uma oferta cultural dinâmica, que baseia a sua oferta turística naquilo que tem a ver com o território, com as suas gentes, com as pessoas, com a natureza, são destinos mais competitivos, são aqueles que têm capacidade de atrair viajantes com maior respeito pelo território, maior respeito por quem lá vive. E isso é o Centro de Portugal e é isso que é mostrado exatamente com esta campanha”.

Numa segunda nota, a responsável do TdP salientou o turismo interno e o facto desta campanha “estar dirigida aos portugueses e para que os portugueses conheçam mais e melhor o seu país, que possam usufruir Portugal de norte a sul, neste caso, do litoral ao interior, 365 dias por ano”.

Por último, Lídia Monteiro destacou ainda a “coerência da mensagem”, referindo que, embora as campanhas sejam distintas “há uma coerência na evolução das campanhas que a Turismo do Centro tem vindo”.

Na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, foi também divulgado um novo filme promocional do projeto Landscape Together, decorrente da iniciativa Experimenta Paisagem, da autoria do ateliê de arquitetura MAG, em estreita parceria com a Turismo Centro de Portugal, entre outros parceiros, e que tem como âmbito a criação de um museu a céu aberto nas paisagens do interior do Centro de Portugal.

Produzido e realizado pela Slideshow, o filme dá a conhecer as obras de arte já implementadas pelo projeto: “Menina dos Medos”, “Farol dos Ventos” e “Magma Cellar” (Proença-a-Nova), “Véu” (Sertã) e “Moongate” (Oleiros).

“Estas obras refletem e materializam a essência dos lugares onde estão instaladas, considerando Teresa castro, do ateliê MAG, que desta forma o projeto Landscape Together valoriza o território”.

Pode ver aqui os filmes apresentados pela Turismo do Centro de Portugal, produzidos pela Lobby Films and Advertising e realizados por Telmo Martins.

Centro de Portugal, desportos náuticos aqui tão perto

Centro de Portugal, património industrial aqui tão perto

Centro de Portugal, a natureza aqui tão perto

Centro de Portugal, a fé e a espiritualidade aqui tão perto

Centro de Portugal, a gastronomia aqui tão perto

Museu “Experimenta Paisagem” I Projeto “Landscape Together”

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Euroconsumers pede a companhias aéreas que reembolsem taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas

A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

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A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Euroconsumers, organização europeia de defesa do consumidor que congrega organizações de vários países, incluindo a portuguesa DECO PROteste, explica que está a pedir a devolução de valores cobrados indevidamente pela bagagem de mão na sequência da “decisão da autoridade espanhola para a defesa do consumidor de aplicar coimas a várias companhias aéreas por imporem aos passageiros taxas adicionais indevidas relativas a bagagem de mão”.

Segundo a organização, “o tempo em que se podia entrar facilmente com um trolley no avião parece ter acabado”, o que se deve ao facto de, nos últimos anos, cada vez mais companhias aéreas terem introduzido “taxas adicionais pela bagagem de mão, mesmo que de tamanho razoável”.

“Esta situação é problemática, antes de mais, porque impede os consumidores de compararem facilmente os preços reais. A legislação europeia é clara nesta matéria: o preço final a pagar pelos serviços aéreos deve incluir todas as taxas aplicáveis desde a primeira apresentação”, explica a Euroconsumers.

A organização europeia de defesa do consumidor diz ainda que o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias esclareceu que a bagagem de mão deve ser considerada “um elemento necessário do transporte de passageiros e não deve ser objeto de taxas adicionais se respeitar os requisitos razoáveis de peso e dimensões”.

Apesar dos esclarecimentos e da prática já ter sido considerada ilegal pelas autoridades espanholas, denuncia a Euroconsumers, “várias companhias aéreas continuaram a impor taxas variáveis sobre a bagagem de mão com base na procura, na rota e nas datas da viagem, com custos que variam entre seis e 75 euros”.

Por isso, a Euroconsumers resolveu pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea a devolução do dinheiro para todos os consumidores afetados, assim como a possibilidade dos passageiros viajarem com bagagem de mão de tamanho razoável sem custos adicionais.

“Em caso de incumprimento, a Euroconsumers não terá outra alternativa senão intentar uma ação judicial para proteger os direitos e interesses dos consumidores. Nesse sentido, as organizações do Grupo estão a pedir aos consumidores que guardem os recibos das suas bagagens de mão”, refere ainda a organização europeia.

Para Els Bruggeman, Head of Policy and Enforcement da Euroconsumers, a estratégia das companhias aéreas “em relação aos consumidores é claramente injusta e ilegal”, com o responsável a considerar que já é “mais do que tempo de os consumidores recuperarem todas as taxas cobradas indevidamente pela bagagem de mão e a Euroconsumers estará presente para garantir que assim seja”.

 

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TAAG aumenta frequências para Lagos

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola vai aumentar de cinco para seis o número de ligações aéreas por semana entre Luanda, capital angolana, e Lagos, a maior cidade da Nigéria, num reforço de frequências que entra em vigor em setembro.

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A TAAG – Linhas Aéreas de Angola vai aumentar de cinco para seis o número de ligações aéreas por semana entre Luanda, capital angolana, e Lagos, a maior cidade da Nigéria, num reforço de frequências que entra em vigor em setembro.

“A partir de setembro teremos um aumento de frequências na rota de Lagos a partir de Lisboa: passaremos de 5 para 6 frequências semanais de segunda-feira a sábado”, lê-se numa nota informativa da companhia aérea angolana.

Segundo a TAAG, este reforço de ligações traduz-se “numa melhoria da oferta, com mais conectividade dentro do continente africano”, até porque o tempo de escala para voos de longa duração foi encurtada.

A nova frequência para Lagos já se encontra disponível para venda e os bilhetes podem ser adquiridos aqui, assim como  nos restantes canais oficiais da transportadora angolana.

 

 

 

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Portugueses apoiam voos exclusivamente para adultos

Segundo um recente estudo da eDreams sobre as atitudes e preferências dos viajantes nos voos, 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia.

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Os portugueses mostram-se inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, apurou um recente estudo da eDreams sobre as principais atitudes e preferências dos viajantes portugueses nos voos.

“Os resultados mostram que 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia. Outros 22% disseram ser neutros quanto a este tópico”, revela a eDreams, num comunicado divulgado esta terça-feira, 16 de julho.

O apoio aos voos exclusivamente para adultos torna-se mais forte quanto mais jovens são os portugueses inquiridos, uma vez que, segundo este estudo, “as faixas etárias mais jovens são quem mais apoia os voos exclusivos para adultos”, com 31% dos jovens entre os 18 e os 24 anos de idade a apoiarem esta ideia, numa percentagem que desce para 25% na faixa etária entre os 25 e os 34 anos de idade, enquanto os inquiridos acima dos 65 anos de idade “não demonstram qualquer interesse neste tipo de voos”.

“Ainda neste ponto, os dados globais revelam que a maioria dos inquiridos seria mais a favor de voos exclusivos para adultos do que os portugueses (51%), e apenas 23% seria contra eles”, acrescenta a informação divulgada pela eDreams.

O estudo procurou também apurar quais os comportamentos a bordo dos aviões que mais irritam os viajantes nacionais, concluindo que “a maioria dos portugueses irrita-se com pessoas que reclinam a cadeira para trás (57%), e também com a necessidade de se levantarem para deixar o vizinho do lado passar (54%)”. Os portugueses parecem não gostar ainda de passageiros que se levantam assim que o avião aterra (32%) e daqueles que metem constantemente conversa (27%).

Segundo a eDreams, os portugueses são “a nacionalidade que mais se irrita por ter de se levantar para deixar o vizinho do lado passar”.

O estudo debruçou-se ainda sobre as reações dos viajantes relativamente à utilização de aparelhos eletrónicos durante a descolagem e aterragem, apurando que, alguns passageiros “sentem necessidade de avisar a tripulação para intervir (18%) ou chegam mesmo a entrar em pânico internamente por pensarem que o avião vai ter um problema (15%)”.

“De forma interessante, a faixa etária mais jovem (18-24 anos) é a que sente mais medo e ansiedade quando outros utilizam aparelho eletrónicos nos voos (24%); e este sentimento é também bastante mais forte nas mulheres (21%) do que nos homens (7%)”, apurou ainda o estudo da eDreams.

No entanto, quase metade dos portugueses (49%) diz sentir-se indiferente quanto à utilização de aparelhos eletrónicos, num opinião partilhada por grande parte dos viajantes a nível global, já que 44% dos viajantes manifesta “tolerância em relação a esta prática, o que revela uma atitude contrastante no que diz respeito às práticas de segurança recomendadas pela generalidade das companhias aéreas”.

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