Marrocos quer ser destino do ano em Portugal e Espanha
Marrocos quer ser o destino turístico do ano tanto em Portugal como em Espanha, tendo assinado, durante a FITUR, parcerias a Confederação Espanhola de Agências de Viagens (CEAV) e a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Estas parcerias visam promover o turismo nacional junto das associações de agências de viagens dos dois países ibéricos através de um plano de ação anual.
Toda a imprensa marroquina noticia que, à margem da FITUR, que decorreu em Madrid, a Direção Nacional de Turismo de Marrocos (ONMT) assinou duas parcerias com a Confederação Espanhola de Agências de Viagens (CEAV) e a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Objetivo: fazer de 2024 o ano de Marrocos para as duas instituições com um plano de ação anual que afetará mais de cinco mil membros de cada uma das associações todo o território espanhol e português.
Estas operações permitirão também, conforme foi anunciado, melhorar a perceção de Marrocos e dar a conhecer o Reino, o seu rico património cultural, os seus destinos turísticos, a sua gastronomia e todas as inovações que podem enriquecer a oferta aos operadores turísticos, bem como facilitar um ambiente propício para intercâmbio entre profissionais de turismo marroquinos e distribuidores espanhóis e portugueses.
Igualmente, durante a FITUR, conforme referiu a imprensa marroquina, o grupo GEA Portugal entregou a Adel El Fakir, CEO da ONMT, o troféu de “Melhor Destino Internacional” para o mercado português”.
E não será para menos, já que o destino atingiu um novo marco histórico, em 2023, com 14,5 milhões de entradas. um milhão a mais do que o objetivo estabelecido pelo governo no seu programa 2023-2026.
O recorde anterior foi registado em 2019, com 13 milhões de visitantes, antes do setor ser encerrado repentinamente devido à crise da Covid. O número de turistas estrangeiros aumentou 41% em termos anuais e representou 49% do total das chegadas, um aumento de três pontos em termos anuais.
Os marroquinos residentes no estrangeiro (MRE) representaram o resto das chegadas (51% do total), um número que registou um aumento de 27% num único ano.
Apesar do complexo contexto geopolítico global, dezembro foi marcado por um fluxo sem precedentes, com a chegada de quase 1,3 milhão de turistas distribuídos igualmente entre o MRE e os turistas estrangeiros, segundo o Ministério marroquino do Turismo.
Ao contrário do que temiam as autoridades turísticas marroquinas, o terramoto que atingiu o país em setembro passado não paralisou o sector. No final de 2023, Marraquexe era o primeiro destino vendido pela low cost Transavia, à frente de Tunes, Porto, Lisboa e Sevilha.
O objetivo de Marrocos é agora destacar outras facetas da sua oferta para se desenvolver um pouco mais nos mercados internacionais e reforçar a sua posição em relação à Península Ibérica, sublinhou Adel El Fakir, para realçar que o objetivo é mostrar que não é só Marraquexe, é preciso destacar outros destinos. Neste sentido, quer incentivar os operadores turísticos a desenvolver a sua produção noutros destinos marroquinos.