Pequim critica controlo de passageiros prevenientes da China e ameaça retaliar
O governo de Pequim criticou, esta terça-feira, a imposição de testes de Covid-19 em vários países a passageiros provenientes da China, que enfrenta uma onda de casos sem precedentes.

Carolina Morgado
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O governo da China qualificou de “inaceitáveis” as medidas adotadas por alguns países para controlar a chegada de viajantes do gigante asiático, alegando que não existem argumentos científicos que justifiquem as restrições aprovadas por esses governos.
Refira-se que uma dezena de países impôs testes de coronavírus a chineses nos últimos dias, face à preocupação do que consideram a falta de transparência sobre os números de infetados e por medo do aparecimento de novas variantes.
“Alguns países estabeleceram restrições de entrada visando apenas viajantes chineses. Isso não tem base científica e algumas práticas são inaceitáveis”, denunciou Mao Ning, porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores.
“Opomo-nos firmemente a manipular as medidas de prevenção e controlo da pandemia para atingir objetivos políticos”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Mao lembrou que as variantes do coronavírus detetadas na China “já circulam pelo mundo”, pelo que não há espaço para decisões que seriam “discriminatórias”.
Assim, Pequim reserva-se o direito de retaliar, em virtude do “princípio da reciprocidade” que rege as relações internacionais. Entretanto, a porta-voz não entrou em mais detalhes sobre essas possíveis represálias.
O governo chinês confirmou esta terça-feira uma nova reunião com a Organização Mundial da Saúde (OMS), focada em tecnologias que podem ajudar no controlo da propagação do vírus. Mao defendeu que as autoridades chinesas têm sido transparentes e partilhado informações com o resto do mundo desde o início da pandemia.