Azul lança primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico
A tecnologia de biometria já está a ser instalada nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e deverá começar a ser usada ainda este mês de agosto.

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A Azul vai passar a disponibilizar, ao longo deste mês, a primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico no embarque, uma novidade que surge depois dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terem implementado “de forma definitiva o embarque facial biométrico 100% digital para passageiros e tripulantes”.
“Combinando análise de dados e validação por biometria, a tecnologia dispensa a apresentação de cartões de embarque e documentos de identificação dos viajantes de voos domésticos partindo desses terminais. Serão beneficiados especialmente os usuários da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro. Com o procedimento instalado nos aeroportos que formam a rota de maior movimento do país, o Brasil tem agora a primeira ponte área biométrica de ponta a ponta do mundo”, sublinha a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.
De acordo com a Azul, a tecnologia de biometria está já a ser instalada nos dois aeroportos brasileiros e, quando estiver totalmente disponível, vai permitir que os passageiros dos voos entre São Paulo-Congonha e Rio de Janeiro-Santos Dumont, façam o check-in e embarque sem necessidade de apresentação de qualquer documento, uma vez que a identificação é realizada por reconhecimento facial.
Além dos passageiros, esta tecnologia vai estar também disponível para tripulantes, permitindo “o acesso às áreas restritas dos dois terminais aéreos”, acrescenta a Azul, na informação divulgada.
A tecnologia de biometria vai ser instalada de forma gradual e, segundo a companhia aérea, tem o objetivo de “tornar mais eficiente, ágil e seguro o processamento de passageiros e tripulantes, tendo por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos usuários contra uso indevido ou não autorizado”.
A companhia aérea explica ainda que o sistema de biometria já foi testado com sucesso durante o projeto piloto do programa federal Embarque+Seguro, que chegou a sete aeroportos brasileiros e processou mais de 6,2 mil passageiros.
“A participação da Azul neste projeto reforça o investimento constante da companhia em inovação, segurança e comodidade no setor aéreo brasileiro, que incrementam a experiência dos clientes da empresa durante toda a jornada de viagem. Não medimos esforços para apresentar novas soluções que possibilitem uma experiência de voo segura e eficiente aos nossos clientes”, refere Jason Ward, ice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.
Segundo a companhia aérea, para terem acesso ao check-in biométrico, os passageiros devem dispor de um documento biométrico válido, assim como de uma passagem aérea e acesso ao canal de registo e validação biométrica da companhia aérea. Depois, é necessário aceitar os termos da Lei Geral de Proteção de Dados de forma digital para obter a validação do registo e poder usar a tecnologia instalada nos aeroportos.
No aeroporto, a biometria facial é usada em duas etapas, primeiro no acesso à sala de embarque e, depois, no embarque para o avião, devendo os passageiros usar as máquinas de reconhecimento facial que vão estar disponíveis.
Para passar a ser usada nos dois aeroportos brasileiros, esta tecnologia tem vindo a ser instalada de forma gradual em todas as áreas de check-in e portões de embarque dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, existindo já 12 portas de embarque com esta tecnologia e 10 máquinas de reconhecimento facial no aeroporto de Congonhas, bem como oito portas e cinco máquinas na infraestrutura aeroportuária do Rio de Janeiro.
“Após realizados os devidos testes, cada equipamento torna-se imediatamente operacional, disponibilizando a solução tecnológica para uso de todas as companhias aéreas que operam nos dois terminais e que tenham formalizado a sua adesão à iniciativa”, acrescenta a Azul.