Ryanair multada na Hungria em 764 mil euros por “enganar consumidores”
Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária.

Publituris
Emirates volta a recrutar tripulantes de cabine em Portugal
Rede Expressos oferece maior conforte em serviço Lisboa-Porto com a Mundial Turismo
Lusanova leva agentes de viagens à Grécia
Flexibilidade é o que caracteriza a Viagens Tempo
WTTC critica ETA no Reino Unido
Mais de 100 vinhos de Trás-os-Montes para provar em Vilamoura
BOC Aviation vai ao mercado e encomenda 120 aviões à Airbus e Boeing
Norfin investe na construção de hotel cinco estrelas no Palmares Ocean Living & Golf
Quinta do Castelo acolhe a Grande Festa Nacional do Enoturismo
Publituris estabelece parceria com a HOSCO para dinamizar emprego no setor do turismo e hotelaria
O gabinete húngaro de Defesa do Consumidor multou a Ryanair em 764 mil euros por “enganar os consumidores”, acusando a companhia aérea de baixo custo de ter aumentado os preços devido a um imposto extraordinário sobre as grandes empresas lançado pelo Governo do país.
“O Gabinete de Defesa do Consumidor concluiu hoje que a Ryanair praticou práticas comerciais desleais ao enganar os consumidores”, disse Judit Varga, ministra da Justiça da Hungria, que é citada pela Lusa.
De acordo com a governante, a Ryanair está a ser investigada desde 10 de junho, depois de ter anunciado que iria aumentar os preços em resposta ao novo imposto, que o presidente executivo da companhia aérea, Michael O’Leary, considerou mesmo ser “idiota” e um “assalto”.
Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária, de acordo com o portal económico húngaro Portfolio.hu.
A Ryanair vai recorrer desta coima injustificada levantada pelo Gabinete de Defesa do Consumidor”, disse a empresa, que referiu que ainda não recebeu a notificação oficial sobre este processo.
Recorde-se que o diferendo entre as autoridades húngaras e a Ryanair começou em junho, depois do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, ter anunciado uma série de novos impostos sobre bancos, empresas de energia, seguradoras e companhias aéreas para compensar a subida da inflação.
De imediato, a Ryanair afirmou-se contra este imposto, considerando que nem as companhias aéreas nem as famílias o conseguiriam suportar, até porque o setor do turismo na Hungria está ainda a recuperar da pandemia da COVID-19.