Associação Portuguesa de Resorts agora é Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts
A partir de agora, a Associação Portuguesa de Resorts passa a designar-se APR – Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts.

Carolina Morgado
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O objetivo desta alteração, segundo nota de imprensa da APR, “é que o nome reflita de uma forma mais eficaz a atividade e missão da Associação e enfatize a importância do Turismo Residencial que continua a contribuir para o desenvolvimento económico, social e ambiental em todo o território e a posicionar Portugal como um dos destinos turísticos mais competitivos e sustentáveis do mundo”.
Segundo Pedro Fontainhas, diretor executivo da APR, esta nova denominação é mais representativa do nosso propósito, é mais inclusiva em relação às atividades que a Associação desenvolve e encaixa naturalmente no Ativo Emergente “Living – Viver em Portugal” reconhecido na Estratégia do Turismo 2027”. Por outro lado, sublinha: a expressão Turismo Residencial é facilmente reconhecível em todos os mercados internacionais onde operamos e expõe de forma mais eficaz o âmbito da APR perante todos os nossos parceiros, entidades públicas e organismos oficiais”.
O Turismo Residencial, refira-se, abrange atividades diversificadas, complementares e interdependentes como a construção e venda de imobiliário turístico residencial, a manutenção e gestão dos empreendimentos turísticos, a prestação de serviços integrais de apoio aos numerosos residentes permanentes (segurança, limpeza, manutenção, alimentação, etc.), exploração turística das unidades e a promoção e gestão de serviços turísticos de saúde e bem-estar, desportivos e de lazer como golfe, ténis, desportos aquáticos e de natureza, para além de atrair e fixar em Portugal novos residentes com elevado poder de investimento e de consumo.
A Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts estima que o impacto económico de cada novo residente em Portugal, em cinco anos, é superior a seis vezes o investimento inicial, destacando que, em 2019 foram adquiridos 19.520 imóveis por não-residentes no valor de 3.344 milhões de euros que produzirão, até 2024, perto de 20 mil milhões de euros de investimento direto, consumo e impostos.