Cruzeiros do MSC Virtuosa reforçam posição de “Lisboa como um porto de turnaround”, destaca APL
Navio da MSC Cruzeiros iniciou esta segunda-feira, 27 de setembro, a primeira de cinco operações de turnaround na capital portuguesa.

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O MSC Virtuosa começou esta segunda-feira, 27 de setembro, a realizar cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa, numa operação que, segundo a APL – Administração do Porto de Lisboa, reforça a posição da capital portuguesa “como um porto de turnaround” e contribui para que a atividade de cruzeiros seja “cada dia mais, uma atividade sustentável em todos os pilares: económico, social e ambiental”.
“A APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A. aproveita o Dia Mundial do Turismo, que se assinala hoje [27 de setembro], para destacar a presença pela segunda vez, em Lisboa, do navio de cruzeiros MSC Virtuosa, um dos navios mais inovadores e ambientalmente avançados da atualidade. Com embarque e desembarque previsto de 1.500 turistas no Terminal de Cruzeiros de Lisboa, com todas as garantias de segurança, o MSC Virtuosa é o exemplo de que a indústria do turismo de cruzeiros é, cada dia mais, uma atividade sustentável em todos os pilares: económico, social e ambiental”, destaca a APL, no comunicado divulgado.
No total, o MSC Virtuosa vai contar com cinco partidas e chegadas a Lisboa, tendo a primeira partida decorrido esta segunda-feira, enquanto as restantes têm lugar em novembro, num itinerário de nove noites, que visita Génova, Málaga, Casablanca, Lisboa, Barcelona e Marselha.
“Os turistas turnaround permanecem em Lisboa, em estadias pré e pós viagem de cruzeiro aproveitando para disfrutar da cidade de uma forma mais prolongada. Estas operações são ainda uma oportunidade para o turista português realizar viagens de cruzeiro, a preços mais acessíveis e mais comodamente, evitando as deslocações de avião para outros portos”, acrescenta a APL, destacando a importância desta atividade a nível económico.
A APL destaca também que esta operação decorre “de acordo com os protocolos de saúde e segurança das várias entidades que intervêm e articulam na operação do navio”, incluindo a testagem de todos os passageiros e tripulantes, antes do início da viagem, durante o cruzeiro e/ou antes do desembarque, assim como o distanciamento social e as excursões em sistema de bolha, uma vez que apenas está autorizada a saída de passageiros e tripulantes que participem numa excursão organizada e/ou controlada pelo navio.
Já a nível ambiental, a APL sublinha ainda que “o MSC Virtuosa apresenta-se como um dos navios mais desenvolvidos em termos de tecnologia ambiental, com níveis de eficiência energética da navegação muito avançados, que permitem a redução de 98% de emissões de óxido de enxofre (SOx) e das emissões de óxido de nitrogénio (NOx) em 90%”.
Na informação divulgada, a APL lembra que “a indústria dos cruzeiros tem vindo a assumir cada vez maior relevo no contexto do turismo mundial”, seja por ser um dos “subsectores turísticos que tem registado índices de crescimento mais rápidos” ou pelo “seu impacto na economia global”, uma vez que, segundo a CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros, em 2018, “o contributo do turismo de cruzeiros, na economia global, situou-se nos 150,13 mil milhões de dólares”.
“Sendo o porto de Lisboa porta de entrada de milhares destes turistas, que deixam um contributo importante nas estruturas económicas e turísticas da cidade e seus arredores, ao mesmo tempo que levam aos quatro cantos do mundo o que de melhor temos para lhes dar, a intenção é continuar a contribuir para o reconhecimento internacional da cidade de Lisboa, enquanto destino turístico de cruzeiros”, conclui a APL.