Lisboa sem marchas pelo segundo ano consecutivo
A autarquia liderada por Fernando Medina dá conta da atribuição de 15.000 euros, a cada entidade organizadora das marchas, valor correspondente a metade do subsídio habitual.

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A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou esta quinta-feira, 6 de maio, que tendo em conta o atual contexto pandémico, e devido às restrições de saúde pública que ainda se mantêm, não irá realizar o Concurso das Marchas Populares, que habitualmente decorre no mês de junho.
A Câmara presidida por Fernando Medina diz-se “ciente” do impacto, não apenas económico, mas também social e emocional, nas famílias e comunidades diretamente envolvidas”, que provoca a não realização deste momento ímpar na vida cultural da cidade.
Assim, a CML pretende compensar o prejuízo económico através da atribuição, a cada entidade organizadora das marchas, com a atribuição de 15.000 euros, valor correspondente a metade do subsídio habitual.
Recorde-se que este é o segundo ano consecutivo que a autarquia cancela as Marchas Populares de Lisboa, iniciativa que é realizada desde o século XVIII, mas que assumiu uma vertente competitiva a partir de 1932.
Além das marchas, também os arraiais de Santo António, ambos integrados nas festas da cidade, são um forte atrativo turístico para Lisboa.