Mosteiro dos Jerónimos foi o monumento mais visitado no 1.º semestre
Número de visitantes nos Monumentos, Museus e Palácios sob a gestão da Direcção Geral do Património Cultural aumentou 10% nos primeiros seis meses do ano, para 2.428.650.

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O Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, voltou a ser o monumento nacional mais visitado no primeiro semestre do ano, contabilizando um total de 570.889 visitantes, revelou esta sexta-feira, 28 de Julho, a Direcção Geral do Património Cultural (DGPC).
Em nota à imprensa, a DGPC avança que o número de visitantes nos Monumentos, Museus e Palácios sob a sua gestão aumentou 10% nos primeiros seis meses do ano, num total de 2.428.650, quando em igual período do ano passado tinham sido contabilizados 2.210.986 visitantes.
Por equipamentos, foi nos monumentos que se registaram mais visitantes, o que se traduziu numa subida de 12,3%, seguindo-se os museus, que registaram mais 6,8% de visitantes, enquanto nos palácios o número de visitantes cresceu 5,8%.
A DGPC diz ainda que o aumento do número de visitas foi comum ao público nacional e estrangeiro, com subidas de 12,3% e 8,6%, respectivamente.
“A maior afluência do público que as estatísticas evidenciam relaciona-se com a crescente dinamização cultural assegurada pelos diferentes espaços, materializada nomeadamente em exposições temporárias, concertos, visitas guiadas e atividades dos serviços educativos”, explica a DGPC em comunicado.
Depois do Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém foi o segundo monumento com maior número de visitantes, num total de 324.572 visitantes, seguindo-se o Mosteiro da Batalha, com 205.300 visitantes, o Palácio Nacional de Mafra, com 178.189 visitas, bem como o Museu Nacional dos Coches, que recebeu 168.905 visitas.
O Convento de Cristo (150.091 visitantes), o Museu Nacional de Arte Antiga (106.911), o Mosteiro de Alcobaça (104.902), o Museu Nacional do Azulejo (89.840) e o Museu Nacional de Arqueologia (80.449) completam o Top10 dos Monumentos, Museus e Palácios sob a gestão da DGPC mais visitados.
A DGPC destaca ainda três espaços museológicos que, de 2016 para 2017, registaram crescimentos superiores a 100%, como é o caso do Museu Nacional de Etnologia, que registou 25.145 visitantes, o que representa um aumento de 163,1%; do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), que teve 59.409 visitantes, o que se traduz num aumento de 136,7%; e do Museu de Arte Popular, com 18.280 visitantes, variação positiva de 104,9%.
Outros equipamentos com subida significativa na afluência do público foram o Panteão Nacional, com 67.244 visitantes e um aumento de 29,6%, o Palácio Nacional da Ajuda, com 43.331 visitantes, subida de 19,3% e a Casa Museu Anastácio Gonçalves, que teve 6.599 visitantes, traduzindo-se num aumento de 17,6%.