Companhias e Airbus querem fim à ‘guerra’ do carbono
Nove gestores do sector da aviação apelaram a medidas que minimizem o “conflito comercial” a que se tem assistido.

Patricia Afonso
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A Airbus, a Air Berlin, Air France, British Airways, Iberia, Lufthansa, MTU Aero Engines, Safran e Virgin Atlantic apelaram, numa carta conjunta aos chefes de governo do Reino Unido, França, Alemanha e Espanha, que se tome medidas para pôr fim “ao crescente conflito comercial com a China e outros países que se opõem à taxa de carbono imposta pela União Europeia.”
“Nesta carta, os nove gestores afirmam que, em resposta à taxa de carbono imposta pela UE, as empresas ligadas à aviação estão neste momento a ser confrontadas com acções concretas, que se traduzem em consequências graves para o sector da aviação europeia”, de acordo com um comunicado da fabricante francesa.
“Em muitos dos países que se opõem a esta taxa, estão a ser equacionadas novas medidas e restrições às companhias europeias, como impostos especiais e até limitações aos direitos de tráfego. Na China, as encomendas à Airbus, no valor de 12 mil milhões de dólares, foram canceladas. A Airbus acredita que esta medida vai comprometer mais de 1.000 postos de trabalho na Europa e, pelo menos, mais de 1.000 postos de trabalho na cadeia de fornecimento”, lê-se na nota.
O comunicado da Airbus indica, ainda, que “à medida que outros mercados fortes se venham a opor à taxa de carbono, os nove gestores acreditam que a lista de suspensões, cancelamento e acções de retaliação também venham a aumentar, tornando a situação insustentável para o sector da aviação na Europa.”
“Esta à uma situação com a qual a União Europeia não conseguirá lidar, especialmente no actual contexto económico”, consideram os gestores.