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“Um bom gestor tem de estar consciente de todos os desafios, mesmo que não esteja propriamente consciente da solução“

Lançada este ano pela Universidade Nova, a pós-graduação “Leading Tourism & Hospitality” pretende olhar para os grandes desafios que o turismo enfrenta. O objetivo, diz Eurico Cabrita, professor e cientista químico, e coordenador desta pós-graduação, é “encontrar as melhores práticas para minimizar os efeitos” num tempo marcado pela incerteza.  

Victor Jorge
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“Um bom gestor tem de estar consciente de todos os desafios, mesmo que não esteja propriamente consciente da solução“

Lançada este ano pela Universidade Nova, a pós-graduação “Leading Tourism & Hospitality” pretende olhar para os grandes desafios que o turismo enfrenta. O objetivo, diz Eurico Cabrita, professor e cientista químico, e coordenador desta pós-graduação, é “encontrar as melhores práticas para minimizar os efeitos” num tempo marcado pela incerteza.  

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De natureza inter e multidisciplinar, a nova pós-graduação da Universidade NOVA de Lisboa, iniciado no ano letivo 2024-2025, pretende ser uma resposta concreta às necessidades de qualificação no setor de turismo e hospitalidade, integrando uma abordagem fundamental para a formação de líderes inovadores e preparados para enfrentar os desafios e as oportunidades do futuro. Eurico Cabrita, sub-diretor para a Inovação e Investigação da NOVA FCT e cientista químico, admite que “os grandes desafios do turismo não são diferentes dos grandes desafios da atual sociedade”.

A Universidade NOVA de Lisboa lançou, neste ano letivo 2024/2025, uma nova Pós-Graduação “Leading Tourism & Hospitality”. No que consiste esta pós-graduação, que valor acrescentado traz para quem a frequenta e depois a transpõe para o setor e para o seu dia-a-dia profissional?
Em primeiro lugar, esta pós-graduação não surge do nada. A Universidade Nova já trabalha o setor do turismo há algum tempo de uma maneira coordenada. O que é que isto significa? Significa que foi formada na Universidade Nova uma plataforma de turismo e hospitalidade. Representando o turismo cerca de 17% do PIB nacional, trata-se, efetivamente, de um setor muito importante. E a Universidade pensou ou começou a pensar esta área e à partida pode parecer estranho, mas de facto os desafios do turismo nos dias de hoje são verdadeiramente multidisciplinares.

Sendo uma Universidade com tantas unidades orgânicas e cobrindo todas as áreas do saber, o que pensámos foi ter uma visão integrada do turismo, contribuindo para ajudar ao desenvolvimento do turismo, mas de uma maneira integrada. Ou seja, todos nós, de alguma maneira, nas unidades orgânicas da universidade, desde a economia ao direito, da medicina às ciências de tecnologia, trabalhamos o setor do turismo, em alguns casos diretamente, em outros casos mais indiretamente.

Temos, inclusive, na IMS (Information Management School) e na SBE (School of Business and Economics), cursos específicos e dedicados a determinadas áreas do turismo, mais ligados ao marketing, à parte digital ou ao negócio.

Esta experiência acumulada, associada a uma questão de oportunidade, já que esta pós-graduação é apoiada por um PRR – Tourism International Academy (TIA) -,deu-nos capacidade financeira, porque também é importante, de estruturar esta oferta, ou seja, olhar para todas as unidades orgânicas e permitir construir uma oferta curricular para capacitação na área do turismo. Em cada uma das unidades orgânicas, e a partir dessa experiência, percebemos que temos muito potencial, muito saber acumulado e, reunindo alguns parceiros-, sentimos que o setor precisava desta capacitação.

Além disso, como universidade que trabalha diversas áreas, percebemos que os grandes desafios do turismo não são diferentes dos grandes desafios da atual sociedade, ou seja, a sustentabilidade, o digital, os recursos humanos, o marketing, entre outros, e a gestão de uma incerteza que nos acompanha. Quando me refiro a incerteza, é o risco de uma maneira geral, que podem ser as alterações climáticas, uma guerra, ou seja, a imprevisibilidade que se vive hoje em diversos setores, com o turismo incluído.

E, portanto, ao colocar especialistas nesta pós-graduação, a mais-valia que vamos trazer é para gestores médios do turismo, dar-lhes uma capacidade de pensar estes temas de uma maneira transversal, porque sabemos que o turismo tem grandes desafios, mas também tem um grande potencial transformador.

O mundo está em permanente mudança e queremos preparar as pessoas, os profissionais da melhor maneira.

Os grandes desafios do turismo não são diferentes dos grandes desafios da atual sociedade


Cadeia para melhores práticas
Mas falou em os parceiros. Portanto ouviram o setor e quando o ouviram, o que é que o setor vos disse?
O setor identificou três áreas – sustentabilidade, digital e incerteza – como importantes. São grandes áreas temáticas que, hoje em dia, nos preocupam a todos, em todas as áreas. Numa área com a importância económica do turismo, ainda mais.

O setor do turismo funciona muito bem, é extremamente competitivo. Portugal não atinge este nível de competitividade internacional se não fôssemos bons e se não tivéssemos bons decisores. O que significa que os nossos decisores, ou seja, quem pensa o turismo em Portugal, têm tido esta capacidade de perceber, de entender, de estudar e de se preparar. E o que estamos a fazer é dar esta contribuição para preparar ainda mais e melhor quem trabalha no setor do turismo.

A pós-graduação foi pensada dessa maneira, muito com base na experiência, da formação que tínhamos feito neste último ano e conseguimos identificar professores de todas as unidades orgânicas para esta unidade curricular. Portanto, aqui a multidisciplinaridade é extremamente importante e também temos pessoas do setor, profissionais que vêm com casos de estudo para quem entra nesta pós-graduação também ouvir quem está verdadeiramente no terreno e quem está a trabalhar o turismo nas mais variadas vertentes.

Tentamos fazer este cruzamento do que se está a fazer na universidade, quais são as previsões de futuro em determinadas áreas e para onde é que o setor aponta, e ligar depois com pessoas que estão no terreno.

A pós-graduação está estruturada em dois semestres e depois tem um projeto, em função dos interesses específicos, uns podem estar mais ligados ao património, outros podem estar mais ligados ao marketing outros à sustentabilidade.

Mas trata-se de uma pós-graduação para quem já está a exercer uma profissão no setor e procura um upskill ou ainda não está no mercado do trabalho?
Diria que temos a ambição de servir os dois públicos. Para quem já está no setor do turismo, isto é uma preparação para o futuro e para aquilo que achamos que é o presente.

É um futuro quase imediato?
Exato, é um futuro imediato. Para quem acabou e pretende entrar nesta área é muito interessante perceber quais são os desafios. É entrar a perceber, ou seja, quais são os desafios para os próximos anos neste setor, em muitas áreas distintas. Temos a noção que estamos a fazer uma formação com um espetro alargado, mas depois temos formações específicas nas nossas unidades orgânicas. Se alguém se quiser especializar mais no Direito, no Marketing Digital, Gestão pode encontrar essas especializações nas nossas unidades orgânicas.

Não vai sair daqui um gestor em turismo, não é essa a nossa intenção, já que a formação é de largo espetro, permitindo a quem já está no setor fazer um refresh, fazer uma atualização, perceber quais são as tendências e quais são as implicações dos fenómenos que estamos a viver atualmente.

Por exemplo, a parte do digital é algo que está a revolucionar o setor. Mas há mais, por exemplo, como é que a revolução dos materiais de construção pode levar a que eu torne o meu empreendimento mais sustentável, ou adquirir uma capacidade de pensar uma logística que pode fazer com que se tenha uma pegada de CO2 mais baixa.

Portanto, é de facto transformar o turismo, é pegar em todo esse conhecimento, os desafios que nos são colocados no presente e que vão, de certeza, ser agravados no futuro. O turismo está a crescer praticamente em todo o lado e não diria que esta formação passa por, não digo encontrar as soluções porque isso significaria que deixaríamos de ter esse problema, mas por encontrar as melhores práticas para minimizar os efeitos.

E, acima de tudo, um dos grandes objetivos é, uma vez que o mundo é cada vez mais complexo e interdependente, percebermos que, quando atuamos num problema, temos de pensar como é que as coisas estão interligadas.

É explicar a cadeia?
Correto. Ao montar um empreendimento turístico num local, há toda uma cadeia de eventos que não estão propriamente só relacionados com o setor do turismo, mas que têm implicações na sociedade.

Há, de facto, alguns desequilíbrios que têm de voltar a ser equilibrados o mais rapidamente possível na questão multidisciplinar. No fundo, a pós-graduação espelha um pouco aquilo que serão as melhores práticas para o problema do turismo e a maneira como o turismo tem de evoluir tendo em conta esta interdependência entre várias áreas e, principalmente, para gestores médios que têm de tomar decisões é importante eles estarem conscientes da implicação que tudo tem ou poderá ter.

Um bom gestor tem de estar consciente de todos os desafios, mesmo que não esteja propriamente consciente da solução, mas sabe que terá de recorrer a um especialista de determinada área para resolver o problema ou pelo menos minimizá-lo.

Portugal não atinge este nível de competitividade internacional se não fôssemos bons e se não tivéssemos bons decisores


Falou na digitalização do setor do turismo. Esta vai, por exemplo, deixar o turismo mais desumano. Ou seja, as decisões vão passar a ser mais digitais e menos humanas?
Por trás da máquina está sempre o humano. Neste momento o que temos é uma capacidade de tratar dados. Agora falamos muito em Inteligência Artificial, mas a palavra inteligência induz-nos em erro, já que o que temos é a capacidade de tratar muitos dados e obter muita informação. A decisão não é da máquina, não devemos deixar a decisão para a máquina.

Ao ter mais informação, também posso aproveitar para tomar a decisão mais informada, abre-nos mais oportunidades. Eventualmente, poderei ter novos produtos, ter capacidade de gerir as coisas de outra maneira.

Por exemplo, porque havemos de ter tantas pessoas a tentar ir ao mesmo tempo para um museu ou para uma atração turística se posso ter em tempo real informação e gerir esses fluxos da forma mais correta e eficiente? Isto pode ser aplicado a tudo. Podemos criar experiências que estão muito mais vocacionadas para aquilo que é o gosto pessoal de cada pessoa. Como disse, há todo um leque de oportunidades também para criar novos produtos.

Até porque este leque de oportunidades de criar novos produtos também pode ser vista como uma questão geracional?
Também. A segmentação no turismo sempre existiu e vai continuar a existir e as ferramentas digitais vão permitir ainda mais nichos, explorar mais nichos, porque permitem-nos quase criar o produto que é um turismo quase para uma pessoa. Ou seja, a personalização da experiência máxima e a digitalização traz-nos essas oportunidades, O facto de poder ir ao chatGPT e pedir para me fazer um itinerário retirou completamente as agências de viagens e isso é uma das preocupações.

Mas isso significa que as agências de viagens ficam sem negócio?
Não, não vão ficar sem negócio. As agências de viagens vão é utilizar a Inteligência Artificial para criar novas experiências.

Ainda relativamente aos parceiros – Turismo Portugal, Pestana Hotel Group, Details Hospitality, Sports and Leisure, AHP e APAVT – que importância tem a envolvência destes para esta formação? Não falta aqui uma TAP ou uma rent-a-car?
Os que mencionou são os parceiros oficiais, desde o primeiro momento. O que não quer dizer que depois, nas várias unidades curriculares, não venham, e virão com certeza, mais parceiros. É evidente que vamos ter pessoas também de outros setores. Mas os parceiros oficiais pensaram a estrutura da pós-graduação connosco e quais seriam os temas mais importantes, funcionando um pouco como consultores.

Contudo, depois, ligados às unidades curriculares específicas, cada coordenador tem a liberdade para construir a sua unidade curricular.

Os grandes problemas, os grandes desafios que temos no setor do turismo são os desafios que a sociedade enfrenta atualmente como um todo e a resposta vai vir da ciência e da tecnologia


Turismo multidisciplinar
O professor é cientista químico e subdiretor para a inovação e investigação da nova FCT. Esta formação científica que possui demonstra um pouco a necessidade de o turismo ser cada vez mais multidisciplinar.
Vou dar uma resposta à cientista que é: a ciência é que tem a solução para tudo. É da ciência e da tecnologia que têm vindo as grandes soluções para os grandes desafios da humanidade. Portanto, os grandes problemas, os grandes desafios que temos no setor do turismo são os desafios que a sociedade enfrenta atualmente como um todo e a resposta vai vir da ciência e da tecnologia.

Há alguns desafios e transformações que se vão notando. A importância da tecnologia, a questão das comunidades locais, do turismo agregar mais valor. Apontou as alterações climáticas, da inovação, da análise de dados, ou seja, de não só tê-los, mas de utilizá-los. Esta pós-graduação pode olhar para o futuro a quantos anos?
Essa é uma pergunta difícil de resposta, porque o que nos prova o momento histórico em que vivemos é que tudo pode mudar de uma maneira quase imprevisível em muito pouco tempo.

Temos guerras que pensávamos que já não podiam existir, tivemos uma pandemia. A nossa intenção seria pensar a cinco ou 10 anos, mas acho que não somos capazes de o fazer no mundo em que vivemos hoje. Agora, o que conseguimos fazer é preparar pessoas para lidarem com essa incerteza, de estarem mais bem capacitadas para lidarem com a imprevisibilidade, ter mecanismos para lidar com os dados, para perceber como é que se analisam, para perceber tendências e para saber como reagir a tudo isso.

No fundo, aquilo que queremos é capacitar as pessoas, de alguma maneira, para estarem preparadas para a resiliência e para a imprevisibilidade.

Estes últimos anos o que nos ensinaram é, de facto, que temos de estar preparados para a incerteza?
Exatamente. E o fator humano continua a ser extremamente importante, desde que se saiba utilizar todas as ferramentas.

Estamos numa universidade. Que papel podem e fundamentalmente devem desempenhar as instituições de ensino na formação e na especialização dos profissionais do setor do turismo?
As universidades são centros de criação de conhecimento e investigação. Numa faculdade de ciências e tecnologia, como esta, muitas vezes até criamos coisas novas.

Por isso, o que temos de fazer? É colocar todo esse conhecimento e aplicá-lo a um ou vários setores. A obrigação da universidade é realmente criar conhecimento, mas depois utilizá-lo para deixar o mundo melhor. Assim, parece uma afirmação quase esotérica, mas o assunto é sério.

O que acontece muitas vezes, senão na maioria das vezes, é que o conhecimento é criado na universidade e fica na universidade. Existe, está lá, mas não é utilizado.

Mas não é utilizado porquê? Porque não se vai à procura, porque não se dá a conhecer, porque não é procurado?
Este não é um problema exclusivo da academia portuguesa, é um problema da academia em geral. Esta relação da academia com a sociedade sempre foi uma relação difícil. Mas basta recuar um pouco, não muito, para perceber que o conhecimento científico, quando a sociedade precisou da academia, ela esteve presente e a investigação científica apareceu com uma ou várias soluções. É uma relação que tem os seus altos e baixos.

Dou-lhe um exemplo, no Departamento de Engenharia do Ambiente, temos pessoas que trabalham muito em sustentabilidade, que editaram um livro sobre a sustentabilidade em empreendimentos turísticos. Por isso, quando se coloca este conhecimento em prol de uma determinada causa, vêm-se coisas muito úteis.

O papel da universidade é criar conhecimento e tem o papel de fazer uma translação deste conhecimento para os problemas reais.

 

O fator humano continua a ser extremamente importante, desde que se saiba utilizar todas as ferramentas

 

E poderão surgir daqui outras pós-graduações ou outras formações mais específicas ligadas ao turismo, ligadas à hospitalidade, à mobilidade, mas mais específicas?
Elas já existem, de alguma maneira no universo da Nova e de uma forma muito diversificada, desde a gastronomia, tratamento de dados, marketing, gestão, direito, etc..

Se tivéssemos uma bola de cristal e pudéssemos olhar para daqui a cinco ou 10 anos, quais os skills que apontaria necessários ter no universo do turismo?
Tudo o que tem a ver com a sustentabilidade nos próximos anos vai ser fundamental. E a sustentabilidade aqui tem tantas implicações, porque vai ter implicações a nível da gestão, do normal dia-a-dia, implicações legais, porque a legislação vai mudar. Ou seja, a sustentabilidade tem implicações e ramifica-se.

O importante, depois, é ter a noção correta de como aplicar a sustentabilidade. O que digo é que os profissionais na indústria do turismo terão em tudo o que é sustentabilidade um enorme desafio e vão ter de olhar a sério este tema.

Mas falando em sustentabilidade, as soluções têm de ser, de alguma forma, impostas por lei, e não tanto por transformação da mentalidade das pessoas, do tal fator humano?
Penso que terá de acontecer pelas duas vias. Mas claro que a maneira mais rápida é sempre se for imposta por lei. Diria até, na emergência em que vivemos no planeta, provavelmente terá mesmo de ser esse o caminho.

Se queremos que isto tudo seja sustentável, a sustentabilidade só se atinge plenamente se mudarmos as mentalidades, mas terá de ser natural. Só assim se conseguirá ter sucesso.

As novas gerações, por exemplo, veem esta questão da sustentabilidade de uma forma completamente diferente e para os mais jovens a sustentabilidade é algo já natural seja nas viagens, na gastronomia, no alojamento. É uma geração que está mais alerta para esta questão, está mais informada e atua de forma mais rápida.

Mas, no fundo, tem de ser fácil ser-se sustentável. Ou facilitamos ou não teremos sucesso.

E do lado dos turistas?
Os turistas são a outra parte da equação. Inclusivamente temos uma unidade curricular a pensar nisso. Como é que o setor do turismo e os agentes e operadores turísticos poderão, eles próprios, ser intervenientes na mudança na mentalidade do turista.

Nesse aspeto, vamos mais ao campo da psicologia, mas é reconhecido que há realmente um papel que o turista irá desempenhar.

Se olharmos para os nossos parceiros, o Turismo Portugal tem a responsabilidade de informar o turista, o grupo Pestana, o maior grupo hoteleiro em Portugal, também tem de informar o seu hóspede, que é turista. Temos uma AHP, uma associação que não é um grupo hoteleiro, mas que o represente e, portanto, também tem a sua responsabilidade, tal como uma APAVT que, junto das agências, também tem de informar os operadores para dar essa informação ao turista.

É evidente que não vamos mudar a mentalidade de uma pessoa no período em que está a fazer turismo.

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Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial

Associando-se à agenda nacional “À Descoberta do Turismo Industrial”, o Turismo do Algarve oferece 18 atividades inseridas neste programa.

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O Turismo do Algarve, enquanto membro do Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa do Turismo Industrial desde 2020, associa-se à 4.ª edição da agenda nacional “À Descoberta do Turismo Industrial”, que de 5 a 19 de abril de 2025 oferece 150 experiências de norte a sul do país e nos Açores.

Na região do Algarve estão programadas 18 atividades com a colaboração de 13 parceiros regionais, com atividades exclusivas em locais de indústria viva e património industrial.

Entre as experiências disponíveis no Algarve destacam-se visitas guiadas a fábricas de cortiça e de transformação de azeitonas, a espaços museológicos que contam e interpretam a história da indústria conserveira na região, tours por adegas e lagares com provas de vinhos e azeites premiados, percursos em salinas tradicionais com observação da biodiversidade local e aventuras subterrâneas na mina de sal-gema de Loulé. Incluem-se ainda workshops criativos, desafios fotográficos e momentos gastronómicos únicos que reforçam a autenticidade e diversidade do património económico e cultural algarvio.

Esta iniciativa visa reforçar a coesão territorial, promover a diversificação da oferta turística ao longo de todo o ano e destacar o Algarve como um destino que valoriza as suas tradições produtivas e industriais, contribuindo também para a sustentabilidade económica local.

“O Algarve possui uma riqueza extraordinária no seu património industrial, com forte potencial para se afirmar através de experiências turísticas diferenciadoras. Estamos empenhados em continuar a capacitar e promover os nossos parceiros, consolidando uma oferta turística diversificada e sustentável”, refere André Gomes, presidente do Turismo do Algarve.

Com um total de 230 recursos a nível nacional na Rede Portuguesa do Turismo Industrial, distribuídos por áreas como agroalimentar, cortiça, vinho, cerâmica, entre outras, o Algarve destaca-se pela qualidade e singularidade das suas propostas.

A agenda completa está disponível em português, inglês e espanhol, constituindo um convite aberto à descoberta e valorização das tradições e inovação tecnológica da região.

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easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos

A campanha de descontos da easyJet está disponível para voos do Porto, cujas reservas sejam efetuadas entre 7 e 16 de abril. Além desta iniciativa, a companhia vai promover um sorteio de 10 viagens duplas para assinalar o aniversário da base do Porto.

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A easyJet está a oferecer um desconto de 10% em todos os voos com partida e destino ao Porto, oferta que visa assinalar o 10.º aniversário da base da companhia aérea no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

De acordo com uma nota informativa da companhia aérea, a nova campanha de descontos está disponível para reservas efetuadas entre os dias 7 e 16 de abril, sendo válida para viagens a realizar nos meses de abril e maio.

“Desde a inauguração da base no Porto, há 10 anos, a easyJet tem desempenhado um papel fundamental na conectividade da cidade com diversos destinos europeus, contribuindo para o crescimento do turismo e da economia local. Com esta campanha, a companhia pretende agradecer a confiança dos seus passageiros e reforçar o compromisso com a região”, explica a easyJet, na informação divulgada.

Mas esta não é a única iniciativa planeada para assinalar o 10.º aniversário da base da easyJet no Porto, já que, no dia 8 de abril, a companhia aérea vai promover, no aeroporto do Porto, um sorteio de 10 viagens duplas para o Funchal, Marraquexe
e a ilha do Sal, em Cabo Verde.

“A celebração dos 10 anos da nossa base no Porto é um marco muito especial para a easyJet. Ao longo da última década, reforçámos a nossa presença na região, ligando os nossos passageiros a destinos atrativos e contribuindo para o dinamismo do turismo e da economia local. Queremos agradecer a confiança dos nossos clientes e continuar a oferecer-lhes viagens acessíveis e convenientes”, refere José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal.

Este verão, a easyJet vai disponibilizar quase 30 rotas de e para o Porto, incluindo destinos como Palma de Maiorca, Split, Menorca, Palermo, Porto Santo, Nice, Nápoles e Ibiza, representando uma capacidade de mais de dois milhões de passageiros durante este período.

Reservas e mais informações aqui.

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ISCE reúne 34 parceiros na “Global Tourism TechEDU Conference 2025”

O Departamento de Turismo do ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo reúne 34 parceiros internacionais de 18 países de 5 continentes para a organização conjunta da 1.ª edição da Global Tourism TechEDU Conference 2025.

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O Departamento de Turismo do ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo reuniu 34 instituições de ensino superior e centros de investigação internacionais, de 18 países distribuídos pelos cinco continentes, que lecionam e investigam a grande área do turismo, para a organização conjunta da conferência internacional Global Tourism TechEDU Conference 2025, sob o mote “Advanced Technologies in Tourism Education”. Esta conferência internacional visa apresentar e discutir as melhores práticas de ensino do turismo com o uso das tecnologias mais avançadas e aplicadas em todo o mundo, em que cada um dos parceiros apresentará os seus exemplos reais da aplicação de tecnologias avançadas no ensino do turismo.

Este evento global, coorganizado em parceria por um dos maiores consórcios mundiais de Turismo, coordenado pelo Departamento de Turismo do ISCE, terá lugar a 8 e 9 de abril de 2025, transmitido integralmente online e com acesso totalmente gratuito

Presentes estarão as seguintes instituições:

Conheça aqui as instituições parceiras: Escola de Hotelaria e Turismo da Universidade Agostinho Neto (Angola); The University of Newcastle (Austrália); Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Parnaiba Delta Federal University – UFDPar, Federal University of Pernambuco (Universidade Federal de Pernambuco – UFPE), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) (Brasil); Universidade do Mindelo (Cabo Verde); Panevropská univerzita, Fakulta Vysoká škola obchodní (Pan-European Univerzity, Faculty of Business) 8Chéquia); Universidad Pedagógica Nacional de Colombia (Colômbia); Universidad de Guayaquil, Facultad de Administración, Carrera de Licenciatura en Turismo (Equador);Universidade de Santiago de Compostela, Facultad de Ciencias Empresariales y Turismo, Universidad de Vigo (Espanha); Department of Hospitality, Hotel Management, & Tourism at Texas A&M University, USA (EUA); Dr Babasaheb Ambedkar Marathwada University (Índia); University of Northampton (Reino Unido); Ritsumeikan Asia Pacific University (Japão); Vytautas Magnus University (Lituânia); Universidad Santander (México); UnISCED (Moçambique); Jagiellonian University, Institute of Entrepreneurship, Faculty of Management and Social Communication, Institute of Spatial Management and Socio-Economic Geography, University of Szczecin (Polónia); CIDEHUS, Universidade de Évora, CiTUR – Centre for Tourism Research, Development and Innovation, Estoril Higher Institute for Tourism and Hotel Studies, ISCE Douro – Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro, ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo, ISEC Lisboa – Instituto Superior de Educação e Ciências, ISLA – Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia /ISLA – Polytechnic Institute of Management and Technology, Instituto Politécnico de Beja, Instituto Politécnico da Guarda, Instituto Politécnico de Tomar, Portucalense University, Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional da Braga. Faculdade da Filosofia e Ciências Sociais (FFCH) (Portugal); Department of Geography, Tourism (Sérvia).

Mais informações em https://tourismconf.com

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AVK adquire Pixel Light e consolida liderança no setor audiovisual

Numa operação estratégica que marca um passo decisivo na consolidação da sua liderança no setor audiovisual em Portugal, a AVK adquiriu a Pixel Light.

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A AVK comprou a Pixel Light numa operação estratégica que vai marcar o futuro dos audiovisuais, integrando-se na estratégia de crescimento sustentado da AVK, alargando a sua presença nos principais segmentos de mercado e reforçando a sua capacidade de resposta a todas as necessidades técnicas do setor.

A operação insere-se numa lógica de complementaridade e sinergia entre duas empresas de referência, permitindo à AVK diversificar a sua atividade em segmentos nos quais até agora tinha uma presença menos expressiva como, por exemplo nos espetáculos musicais, no entretenimento e na televisão.

Com esta integração, o grupo AVK-ONE, que integra também a Euroservice, a Global Setup e a AVK, passa a reunir mais de 300 profissionais altamente qualificados, alguns deles com mais de 35 anos de experiência no mercado, e dispõe de equipamentos distribuídos por mais de 60.000 m² de instalações em Lisboa, Porto, Algarve e Galiza.

“A aquisição da Pixel Light representa não apenas o reforço da nossa capacidade operacional, mas também um passo estratégico no sentido de garantir uma oferta mais abrangente, mais inovadora e de maior qualidade aos nossos clientes”, afirma Inês Aguiar, administradora da AVK. “Estamos agora ainda melhor posicionados para responder aos desafios do mercado, com soluções técnicas adaptadas a cada evento, independentemente da sua dimensão ou complexidade.”

A integração da Pixel Light trará ganhos significativos em eficiência, através da partilha de recursos técnicos e humanos, e permitirá mitigar os efeitos da sazonalidade, dada a complementaridade das dinâmicas de negócio das duas empresas. As sinergias que vão ser geradas possibilitarão ainda ganhos operacionais que se traduzirão numa melhoria direta na qualidade e competitividade dos serviços.

Do lado da Pixel Light, o administrador da empresa, Tiago Correia, refere que “a entrada no grupo AVK representa uma oportunidade única para expandirmos a nossa visão criativa com uma base tecnológica ainda mais robusta. Partilhamos valores como a inovação, a excelência e o foco no cliente, e estamos entusiasmados por contribuir para uma oferta integrada, mais forte e mais completa no panorama audiovisual”.

As duas empresas, em 2024, tiveram um volume de faturação superior a 30 milhões de euros e realizaram mais de 5.000 eventos. A ampliação da oferta técnica e o reforço do investimento – que deverá duplicar face a 2024 – irão traduzir-se em soluções mais completas, inovadoras e adaptadas às exigências de um setor em constante evolução.

As operações das empresas manter-se-ão autónomas num primeiro momento, salientando Inês Aguiar que “a criação de um grupo com esta dimensão e capacidade terá, inevitavelmente, um impacto positivo no setor audiovisual em Portugal”, concluindo que acrescenta esta movimentação de mercado “criará um ambiente de maior exigência e competitividade, o que, em última análise, beneficiará toda a indústria e os nossos clientes.”

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Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025

Em Portugal, a oferta da Air France “mantém-se estável face ao ano passado”, existindo apenas um ligeiro aumento de frequências no Porto, que passa a contar com uma “escala noturna”.

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A Air France anunciou que, este verão, vai realizar até até 900 voos por dia para quase 190 destinos, em 74 países, numa operação que, segundo a companhia aérea, conta com a abertura de rotas para Riade (Arábia Saudita) e Orlando (Flórida) como novidades e que, em Portugal, “aumenta ligeiramente” o número de frequências no Porto.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, em Portugal, a oferta “mantém-se estável face ao ano passado”, existindo apenas um ligeiro aumento de frequências no Porto, que passa a contar com uma “escala noturna”.

“Como novidade, a rota do Porto passa a ter um voo de “escala noturna” uma vez por semana aos domingos, que pernoita na cidade – permitindo um voo de partida muito cedo no dia seguinte e dando, assim, acesso a mais ligações na rede de voos da companhia em Paris-CDG”, explica a Air France, que lembra que esta oferta “é complementada pela da sua parceira KLM, que mantém os serviços diretos de Lisboa e do Porto” para Amesterdão.

Na curta e média distância, a Air France vai operar, este verão, até 670 voos por dia para 96 ​​​​destinos, incluindo um aumento na capacidade para o Mediterrâneo, com crescimentos de 8% em Itália e 3% em Espanha.

“Além da sua rede regular, a Air France oferece 29 rotas sazonais em França e na Europa, incluindo Palma de Maiorca e Ibiza (Ilhas Baleares, Espanha); Rodes e Heraklion (Grécia), bem como Dubrovnik (Croácia)”, acrescenta a companhia aérea.

Paralelamente, a Transavia France, low cost do Grupo Air France-KLM, vai oferecer voos para 123 destinos em 38 países nesta temporada, num total de 233 rotas, incluindo 26 novas ligações.

Já no longo curso, a Air France vai disponibilizar um aumento de capacidade de 4%, incluindo duas novas rotas para Riade (Arábia Saudita) e Orlando (Flórida). No caso da capital saudita, a Air France vai realizar até cinco voos por semana em Airbus A350-900, a partir de 19 de maio, enquanto Orlando vai ter quatro voos por semana em Airbus A350-900, a partir de 21 de maio.

A Air France conta ainda reforçar os voos para África e Ásia, assim como para os EUA e para o Brasil, já que a rota para Salvador da Bahia vai ser estendida até ao verão de 2025 com três voos semanais operados com aviões Boeing 777-200ER, enquanto as ligações do Rio de Janeiro vão ter voos adicionais.

 

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ARPTA com nova liderança

José Manuel Santos lidera nova direção da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo. Tomada de posse decorre a 7 de abril.

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A Assembleia Geral Eleitoral da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) culminou com a eleição dos novos órgãos sociais para o triénio 2025-2028. A sufrágio apresentou-se uma lista única, encabeçada por José Manuel Santos, atual presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, que assume agora também a liderança da ARPTA.

A nova direção reflete uma ampla representatividade do tecido turístico regional, reunindo associações setoriais, grupos hoteleiros, operadores turísticos e projetos de enoturismo e sustentabilidade, num esforço conjunto para reforçar a coesão e a competitividade do destino Alentejo.

A cerimónia de tomada de posse está marcada para o próximo 7 de abril, pelas 15h00, na Herdade da Malhadinha Nova, em Albernoa, Beja.

“A promoção turística do Alentejo precisa de uma resposta mais ambiciosa e agregadora, à altura dos desafios e oportunidades que temos pela frente. Queremos liderar o futuro com uma estratégia mais integrada, mais internacional e com forte ligação ao território e às empresas que o constroem diariamente”, refere José Manuel Santos, presidente eleito da Direção da ARPTA

O novo ciclo de governação da ARPTA parte de uma visão clara: reforçar a promoção externa do Alentejo, aumentar o peso do turismo internacional, garantir maior eficácia na gestão dos recursos e alinhar-se com uma estratégia de desenvolvimento sustentável para toda a região, incluindo o Ribatejo. A convergência operacional entre a Entidade Regional de Turismo e a ARPTA será um dos pilares para garantir maior coesão, inovação e capacidade de resposta.

O manifesto apresentado propõe uma Agência mais autónoma financeiramente, mais próxima dos associados, mais funcional na promoção externa e mais digital e inovadora. Estão também previstas ações concretas como a criação de clubes de produto, reforço da equipa técnica, novos instrumentos de marketing digital e campanhas de promoção em mercados estratégicos, como o Brasil, EUA e Espanha, bem como a aposta na captação de eventos internacionais e produções audiovisuais.

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Iberia reforça ligações a Roma, Paris e Viena

Os três destinos terão os maiores aumentos em toda a rede de curta e média distância da Iberia.

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A Iberia revelou o seu horário de voos para a próxima temporada de inverno, incluindo as rotas de curta e média distância.

Para tália, onde a Iberia oferece voos diretos para dez destinos (Roma, Milão, Veneza, Florença, Bolonha, Nápoles, Turim, Catânia, Olbia e Palermo), sendo sete deles durante todo o ano, por ocasião do Jubileu em Roma em 2025, a Iberia aumentará as suas frequências no inverno para 44 semanais, adicionando duas a mais em relação à oferta do ano passado. Isto representa um total de 380.000 lugares durante a temporada de inverno.

França continua a ser, mais um ano, o mercado para o qual a Iberia oferece o maior número de voos na sua rede. No total, são mais de 180 voos semanais entre Espanha e França. A Iberia disponibiliza voos diretos para Paris, Bordéus, Estrasburgo, Lyon, Marselha, Nantes, Nice e Toulouse.

Paris terá até 11 voos diários neste inverno, com a Iberia a oferecer até 52 frequências semanais para o Aeroporto de Orly, duas a mais do que no ano passado, e até 21 frequências semanais para o Aeroporto Charles de Gaulle.

Este inverno, a Áustria será o terceiro mercado europeu com maior crescimento, com voos para Viena e Innsbruck. A rota entre Madrid e Viena atingirá 23 frequências semanais, duas a mais do que em 2024, com 180.000 lugares disponíveis durante a temporada. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a companhia oferecerá voos diretos para Innsbruck, começando a 21 de dezembro de 2025 e prolongando-se até 5 de abril de 2026, com duas frequências semanais operadas por aviões A320neo, com capacidade para 186 passageiros.

Além disso, a neve e as Auroras Boreais continuarão a ser um dos principais atrativos da temporada de inverno. A Iberia voará diretamente e sem escalas pelo terceiro ano consecutivo para Rovaniemi, a capital da Lapónia. Os voos começarão a 3 de dezembro de 2025 e durarão até 28 de fevereiro de 2026, sendo operados por aeronaves A320neo.

Já os voos para Tromsø, cidade escandinava onde é possível admirar as Auroras Boreais, explorar os fiordes noruegueses ou andar de trenó, entre outras atividades, também regressam neste inverno. Os voos terão início a 3 de dezembro de 2025 e prolongar-se-ão até 1 de março de 2026, com duas frequências semanais.

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Os 3 dias do RoadShow das Viagens do Publituris

Foram três dias de networking com 45 expositores e mais de 450 agentes de viagem a participaram no RoadShow das Viagens do Publituris nas cidades do Porto, Coimbra e Lisboa. (Re)Veja as imagens.

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A 10.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris reuniu, nas cidades do Porto, Coimbra e Lisboa, mais de 450 agentes de viagem que ficaram a conhecer as novidades que os 45 expositores mostraram em três dias de networking.

No primeiro dia, no Porto Palácio Hotel by The Editory, marcaram presença 179 agentes, resultando em mais de 4.400 interações com os expositores.

Já em Coimbra, no Vila Galé Coimbra, foram 108 os agentes de viagem que realizaram perto de 2.400 interações.

No último dia, em Lisboa, no Tazte Secret Spot, 170 agentes realizaram mais de 4.000 interações.

Marcaram presença na 10.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris as empresas/entidades:

AçorSonho Hotéis
Air Canada
APG Portugal
Avis
Barceló Hotel Group
Be Live Hotels
Bedsonline
Casa de Campo Resort Villas
Civitatis
Consolidador
Europcar
Hotel Continental Angola
Ilha Verde
In Sure Broker
Madeira
Mawdy
MSC Cruzeiros Portugal
Mundomar Cruzeiros
RailClick
Regent Seven Seas Cruises
Republica Dominicana
Royal Air Maroc
SATA Air Azores
Saudi Arabia Tourism Authority
Sixt
Soltrópico
TAAG – Linhas Aéreas de Angola
TAP Air Portugal
The Editory Hotels
Tivoli Estela Golf & Lodges Porto
Transavia
Turismo Alentejo e Ribatejo
Turismo da Gran Canaria
Turismo da Polónia
Turismo de Formentera
Turismo do Centro de Portugal
Turismo do Porto e Norte de Portugal
Turismo Marrocos
Um Mundo de Cruzeiros
United Airlines
Unlock Boutique Hotels
Viajar Tours
Vila Galé
Visit Benidorm – Tourism Board
Wotels

O evento conta com o apoio de: Visit Portugal, Turismo do Centro de Portugal, Turismo do Porto e Norte de Portugal, APAVT, The Editory Hotels, Vila Galé, Tazte, GR8 events, Iberobus e YVU.

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SATA lança campanha para famílias com tarifa gratuita para crianças

A campanha da Azores Airlines e da SATA Air Açores é válida para vendas realizadas até 14 de abril, em voos entre o continente e os Açores, assim como entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira. 

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As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, lançaram uma nova campanha promocional dedicada às famílias, que oferece a viagem às crianças, em compras de bilhetes realizadas até 14 de abril, para voos entre Lisboa, Porto ou Faro e os Açores, assim como entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira.

“Cada adulto viajante poderá usufruir da tarifa gratuita para 1 bebé (até aos 23 meses) e 1 criança (dos 24 meses aos 11 anos). As reservas da família têm de ser feitas em conjunto e na classe tarifária Basic”, lê-se num comunicado do Grupo SATA.

A campanha é válida para vendas realizadas até 14 de abril, cujas viagens decorram entre 01 de maio e 15 de junho, bem como entre 20 de setembro e 12 de dezembro, em voos operados pela SATA Air Açores e pela Azores Airlines.

A oferta aplica-se aos voos entre Lisboa/Porto/Faro/Funchal e os Açores, e vice-versa, e os bilhetes podem ser adquiridos através de qualquer canal de vendas da SATA Azores Airlines ou nas agências de viagens.

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Destinos

Indústria do turismo dos EUA preocupada com queda nas viagens domésticas e internacionais

O anúncio de diversas medidas por parte da administração dos EUA, liderada por Donald Trump, parece estar a ter impacto nas viagens dos americanos, com as U.S. Travel Association a mostrar-se preocupada com a situação.

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A U.S. Travel Association afirmou, recentemente, que a indústria do turismo está a enfrentar tendências preocupantes tanto nas viagens domésticas como nas viagens internacionais para os EUA, atribuindo a situação a vários fatores, incluindo o dólar forte e a atual mensagem transmitida pelos EUA.

As declarações surgem depois de a empresa de dados de aviação OAG ter relatado que as reservas antecipadas entre os EUA e o Canadá – o principal mercado emissor de turismo internacional para os EUA – caíram mais de 70% para a temporada de verão.

No mês passado, a Tourism Economics (TE) reviu a sua previsão para as viagens internacionais aos EUA, prevendo agora uma queda de 5,1% em 2025, em contraste com a projeção inicial de um crescimento de 8,8%.

A Tourism Economics citou o aumento das tensões comerciais globais, alertando que “à medida que as políticas comerciais globais continuam em mudança, os intervenientes da indústria devem reconhecer a ligação crítica entre a política económica e a procura por viagens”. Assim, a análise da Tourism Economics alertam para consequências de “alto risco” para o setor de viagens dos EUA, com amplas implicações económicas para além do turismo. “A colaboração dentro da indústria será essencial para mitigar os impactos negativos”, conclui a TE.

Os dados indicam, igualmente, que os gastos com viagens internacionais para os EUA, em 2025, poderão cair 12,3%, resultando numa perda anual de 22 mil milhões de dólares.

A U.S. Travel Association não mencionou as tarifas ou políticas comerciais entre os potenciais fatores que estão a reduzir as viagens, atribuindo a queda a “uma variedade de fatores, incluindo um dólar forte, longos tempos de espera para vistos, preocupações com restrições de viagem, dúvidas sobre a hospitalidade dos EUA, o abrandamento da economia americana e recentes preocupações com segurança.”

A associação esclareceu que as questões de segurança referem-se “ao sentimento manifestado nos últimos meses por alguns viajantes que expressaram preocupações com a segurança.”

“Estes desafios são reais e exigem ações decisivas”, declarou a U.S. Travel Association, indicando estar a “a trabalhar ativamente com a Casa Branca e o Congresso para promover políticas que impulsionem a expansão económica e mantenham os EUA competitivos a nível global”.

Só em 2024, as viagens injetaram 1,3 biliões de dólares na economia americana e sustentaram 15 milhões de empregos em todo o país.

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