Análise

O que foi 2023 e o que será 2024 no setor dos transportes

Com a pandemia já ultrapassada, os transportes estão a regressar à normalidade e, no ano passado, tanto a aviação, como os cruzeiros ou o rent-a-car já apresentaram resultados mais parecidos com os de 2019. Por isso, as perspectivas para 2024 estão em alta, caso não haja mais instabilidade nacional ou internacional, ainda que muitos dos desafios de 2023 se devam manter em 2024.

Inês de Matos
Análise

O que foi 2023 e o que será 2024 no setor dos transportes

Com a pandemia já ultrapassada, os transportes estão a regressar à normalidade e, no ano passado, tanto a aviação, como os cruzeiros ou o rent-a-car já apresentaram resultados mais parecidos com os de 2019. Por isso, as perspectivas para 2024 estão em alta, caso não haja mais instabilidade nacional ou internacional, ainda que muitos dos desafios de 2023 se devam manter em 2024.

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Aviação, cruzeiros e rent-a-car viveram um ano positivo em 2023. Com a pandemia já ultrapassada, o Publituris foi ouvir as associações que representam companhias aéreas, empresas de rent-a-car e companhias de cruzeiros que operam em território nacional e que deixam a certeza de que a recuperação está em curso, com aumentos na oferta e também na procura. Não é, por isso, de estranhar que também as expectativas para 2024 estejam em alta e que as previsões sejam positivas, apesar dos muitos desafios que continuam a existir, alguns dos quais, como o esgotamento do Aeroporto de Lisboa, já com vários anos e que promete manter-se por mais alguns. Além do aeroporto, também o aumento da inflação e dos preços, a sustentabilidade, a instabilidade das guerras e na política nacional, são desafios que prometem manter-se e voltar a marcar também o ano de 2024.

Aviação com números encorajadores e boas perspectivas
Na aviação, 2023 foi um ano de “recuperação” e de “relançamento da atividade”, mas que ainda não permitiu falar num regresso à “normalidade”, diz ao Publituris Paulo Geisler, presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal.

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“Os números são encorajadores, demonstram que Portugal tem crescido bem, melhor até que outros destinos como Espanha e Itália, mas ainda não se pode falar de normalidade”, afirma o responsável. Por isso, Paulo Geisler diz que, em 2023, prefere focar-se “na resiliência e solidez do setor e na forma eficiente como reagiu à adversidade”, uma vez que, “em termos globais, os números demonstram que a oferta está a aproximar-se do nível de 2019 e que tem havido bastante procura pelo destino Portugal”.

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2023 trouxe novas companhias e rotas para Portugal. É possível que, em 2024, a oferta seja melhor e maior, pois essa tem sido a trajetória”, Paulo Geisler, RENA

Apesar disso, o presidente da RENA lembra que a recuperação não tem sido homogénea, uma vez que há “reações a ritmos distintos”, ainda que a maioria das companhias aéreas que opera em Portugal já tenha reposto a oferta existente antes da pandemia.

Em Portugal, o maior desafio para as companhias aéreas continuou, em 2023, a ser o Aeroporto de Lisboa, com Paulo Geisler a defender que “operar numa infraestrutura congestionada como Lisboa” é “muito difícil e exigente”. “É uma operação de risco”, considera o responsável, que volta a criticar a saturação da infraestrutura e que se mostra ainda preocupado com o impacto da inflação e do aumento dos custos na aviação. “O segundo desafio diz respeito à inflação e à subida do custo das matérias-primas, algo que é generalizado e que não deixa também de afetar o nosso setor e as respetivas margens”, explica.

Apesar disso, o presidente da RENA considera que “Portugal continua a fazer um bom trabalho em termos de promoção do destino e é gratificante ver que o mercado está a responder positivamente”. Para Paulo Geisler, o país ainda tem “margem de crescimento, em especial no Porto”. “É importante que esta oportunidade seja aproveitada por todos os operadores para fazer crescer ainda mais o destino Portugal”, acrescenta.

Para 2024, o responsável mostra-se confiante e diz que as companhias aéreas representadas pela RENA esperam “uma subida moderada, caso não haja alterações no atual contexto económico e na situação geopolítica”. “2023 trouxe novas companhias e rotas para Portugal. É possível que, em 2024, a oferta seja melhor e maior, pois essa tem sido a trajetória”, explica o responsável, apesar de realçar que esta é “uma decisão que cabe a cada companhia aérea associada e sobre a qual a RENA não tem visibilidade”.  Ainda assim, o responsável explica que também a “previsão da IATA aponta para um crescimento moderado” da procura por transporte aéreo em Portugal.

Mas 2024 deverá trazer igualmente desafios à aviação, desde logo por causa do Aeroporto de Lisboa, com Paulo Geisler a prever dificuldades de “acesso à infraestrutura”, que está “congestionada e é cara”, pois também apresenta “taxas aeroportuárias muito acima do que seria desejável”, sem esquecer os desafios associados à “componente ambiental”. “A União Europeia (UE) impôs metas ambiciosas em termos de utilização de formas de combustível sustentável. É assim essencial criar condições para que Portugal possa responder a estas exigências”, defende Paulo Geisler, que espera, no entanto, que seja possível “continuar a trajetória de crescimento e aproveitar mais as sinergias criadas, evitando criar obstáculos e limitações à atividade dos operadores”.

Desafios múltiplos deixam rent-a-car apreensivo
Ano positivo viveu também o rent-a-car, com a ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos a fazer um balanço positivo de 2023. “Foi um ano praticamente ao nível de 2019, no que diz respeito a faturação, em que houve um ligeiro aumento, mas com menos carros, o que fez catapultar o aluguer para um preço médio por dia um pouco maior”, disse ao Publituris Joaquim Robalo de Almeida, secretário-geral da associação que representa o rent-a-car.

Apesar do aumento do preço dos novos veículos e dos custos com os recursos humanos, o rent-a-car viveu um ano positivo, que trouxe uma “faturação ligeiramente mais elevada do que em 2022”, ainda que o setor tenha também assistido à diminuição do período de aluguer. “Os turistas estão a alugar carros durante menos tempo”, admitiu Joaquim Robalo de Almeida, explicando que esta quebra foi essencialmente sentida durante o mês de agosto, o que se pode explicar com a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que trouxe a Lisboa mais de um milhão de peregrinos mas desmotivou a vinda dos turistas. “Os turistas não vieram por causa da JMJ, em que houve uma série de zonas da cidade condicionadas”, atribui o responsável.

[2024] Poderá ser um ano difícil porque, seguramente, vamos ter taxas de juro mais altas, porque os automóveis ficam mais caros e o turismo não deverá crescer muito porque o aeroporto de Lisboa está a rebentar pelas costuras”, Joaquim Robalo de Almeida, ARAC

Apesar da menor procura em agosto, o secretário-geral da ARAC diz que, “no resto do ano, o mercado voltou a animar”, sobretudo no Porto, que “continuou a ter uma ocupação bastante razoável e com preços mais atrativos para o fornecedor”.

Apesar dos bons resultados, 2023 ainda não permitiu resolver muitos desafios que se colocam a esta atividade, a exemplo da fiscalidade, o que leva Joaquim Robalo de Almeida a sublinhar que o “setor automóvel português continua a ter os impostos mais altos da Europa”, o que é uma desvantagem face às condições mais vantajosas existentes em Espanha, por exemplo, com o responsável a queixar-se ainda do IVA. “Já era tempo de passarmos para a taxa intermédia, só pedimos isto para os carros alugados num âmbito turístico”, explica.

Na falta de resposta a estes temas, Joaquim Robalo de Almeida prevê que estes sejam alguns dos desafios que se devem voltar a colocar ao rent-a-car já em 2024, que vai ficar ainda marcado pela escolha da localização para o novo Aeroporto de Lisboa. “Precisamos de um aeroporto mas a solução apontada pela Comissão Técnica Independente leva muito mais tempo e sai muito mais cara”, lamentou o responsável, que tal como todo o setor do turismo pede brevidade na solução deste tema.

Com tantos desafios, o rent-a-car está, por isso, apreensivo e o secretário-geral da ARAC diz mesmo que “não há assim perspectivas muito boas” para 2024. “Poderá ser um ano difícil porque, seguramente, vamos ter taxas de juro mais altas, porque os automóveis ficam mais caros e o turismo não deverá crescer muito porque o Aeroporto de Lisboa está a rebentar pelas costuras”, resume Joaquim Robalo de Almeida, que aponta ainda a instabilidade trazida pelas guerras na Ucrânia e em Gaza, assim como a situação política que também Portugal está a viver como problemas que podem ter impacto nos resultados de 2024.

Cruzeiros regressam à trajetória de crescimento
Nos cruzeiros, 2023 também trouxe notícias positivas. Segundo Nikos Mertzanidis, diretor de portos e destinos da CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros, “o setor dos cruzeiros continua a crescer e as perspectivas são excelentes”. “Após três anos de operações reduzidas, em 2023 regressámos à nossa trajetória de crescimento pré-pandemia. Prevê-se que o turismo de cruzeiros atinja 106% dos níveis de 2019 em 2023 – com 31,5 milhões de passageiros”, resume o responsável em declarações ao Publituris.

Nikos Mertzanidis diz que “a intenção de fazer viagens de cruzeiro é agora maior do que era antes da pandemia”, o que é um excelente indicador para este setor que, em 2023, cresceu dois pontos percentuais na quota de passageiros na Europa.

Os cruzeiros temáticos são uma certeza, tornaram-se locais onde os passageiros partilham paixões e interesses comuns entre si. Acredito que este tipo de segmentação e especialização continuará nos anos vindouros”, Nikos Mertzanidis, CLIA

Este crescimento foi comum aos portos portugueses, com destaque para o Porto de Lisboa, que terá terminado o ano com 360 ​​escalas e 720 mil passageiros, enquanto Leixões terá registado, no ano passado, 130 escalas de navios de cruzeiro, prevendo-se que, em 2024, mais de 35 diferentes operadores de navios de cruzeiro marítimos venham a instalar os seus navios no Porto de Leixões. Já na Madeira, os dados apontam para 300 escalas de navios de cruzeiro com quase 630 mil passageiros, com o responsável da CLIA a assinalar que, nesta região autónoma, a “indústria de cruzeiros é uma fonte estável de rendimento para os residentes das ilhas da Madeira, que deverão receber em 2023 um total de mais de 1,5 milhões de turistas”. Positivos foram ainda os números dos portos açorianos, que devem ter terminado 2023 com um total de 190 escalas e 160 mil passageiros.

A sustentabilidade e o maior envolvimento das comunidades visitadas foram, de acordo com Nikos Mertzanidis, os principais desafios que se colocaram, em 2023, aos cruzeiros, com o responsável a revelar que, no caso da sustentabilidade, a CLIA “está a tomar medidas práticas para reduzir as emissões dos navios, o que já está a fazer uma verdadeira diferença”, ao mesmo tempo que está a “explorar caminhos viáveis” ​​para alcançar as zero emissões até 2050.

Já no que diz respeito à relação entre os cruzeiros e os destinos visitados, o responsável alerta que, apesar dos cruzeiros ajudarem “a promover a região como destino”, é preciso ter uma estratégia sólida e a longo prazo, que envolva diversos atores e autoridades, para conciliar o crescimento dos cruzeiros com os destinos. “Serão necessários investimentos em infraestruturas, docas, terminais, abastecimento e receção e tratamento de resíduos para entrar nesta nova era nos próximos anos”, prevê o diretor da CLIA.

Nikos Mertzanidis estima que, em Portugal, os cruzeiros vão continuar a crescer, especialmente na região Norte, o que poderá levar ao “desenvolvimento de novas infraestruturas e comodidades, como a ampliação das instalações portuárias e melhores ligações de transporte”.

Para 2024, está já confirmada a chegada de oito novos navios de companhias de cruzeiros representadas pela CLIA – cinco dos quais movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL) – e Nikos Mertzanidis revela que, nos próximos cinco anos, estão previstas mais 36 embarcações, num investimento total que chega aos 58,5 mil milhões de euros.
Em 2024, está ainda prevista a “implementação de uma série de regulamentos vinculativos para os operadores de cruzeiros na Europa”. “Por exemplo, a partir de 1 de janeiro de 2024, cada tonelada de CO2 emitida por uma companhia será tributada”, invoca Nikos Mertzanidis, congratulando-se com o facto de esta iniciativa permitir “estabelecer um quadro regulamentar comum muito preciso”. Segundo o responsável, “até ao momento, cada país ou cada companhia lidou com este assunto à sua maneira. A partir de agora, a regra é conhecida e os armadores poderão planear as suas operações em conformidade”.

2024 deverá ainda trazer oportunidades a este setor que, a exemplo de 2023, espera a afirmação de novas tendências. Se no ano que agora terminou o destaque foi para os cruzeiros familiares multigeracionais, que têm permitido reduzir a idade média dos passageiros, mas também para a ascensão dos cruzeiros de luxo, que oferecem experiências assentes na exclusividade, este ano devem ser os cruzeiros temáticos a conhecer maior afirmação. “Os cruzeiros temáticos são uma certeza, tornaram-se locais onde os passageiros partilham paixões e interesses comuns entre si. Acredito que este tipo de segmentação e especialização continuará nos anos vindouros”, concluiu.

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Estado de São Paulo vai ganhar novo aeroporto internacional

O novo aeroporto internacional vai custar 500 milhões de reais, será construído na cidade de Olímpia (estado de São Paulo – Brasil), e promete impulsionar o turismo e transformar a economia da região. A previsão é que as obras tenham início no primeiro semestre de 2025.

O estado de São Paulo está prestes a ganhar um novo aeroporto internacional, que promete revolucionar o turismo e a economia do interior paulista.

Com um investimento inicial de 500 milhões de reais, o Aeroporto Internacional do Norte Paulista será construído em Olímpia (SP), um dos principais destinos turísticos do estado, localizado a cerca de 450 km de São Paulo, uma viagem de pouco mais de 5 horas de carro.

A nova infraestrutura será instalada numa de 200 hectares, a aproximadamente 20 km do centro de Olímpia, garantindo fácil acesso através de rodovias estratégicas.

A localização foi escolhida para otimizar a conectividade aérea da região, facilitando a chegada de turistas e impulsionando o desenvolvimento económico.

A expectativa é que o aeroporto, que será gerido pela Infraero, eleve Olímpia a um novo patamar como destino turístico, facilitando a chegada de voos comerciais e possivelmente de companhias internacionais. Atualmente, recebe cerca de 4 milhões de turistas por ano, número que deve aumentar para 5 milhões até o final de 2025.

O município já se destaca no setor de turismo, contando com 54 operadoras de turismo e mais de 80 unidades de alojamento, totalizando 34 mil camas disponíveis.

A construção do Aeroporto Internacional do Norte Paulista será financiada através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), garantindo os recursos necessários para a implantação da infraestrutura. O investimento inicial é de 500 milhões reais, valor que pode ser ampliado conforme o andamento das obras e a necessidade de melhorias estruturais.

Segundo a autarquia de Olímpia, a expectativa é iniciar as obras do Aeroporto Internacional de Olímpia ainda no primeiro semestre de 2025. Se tudo der certo e não houver nenhum atraso, a inauguração será no ano seguinte, no primeiro semestre de 2026.

O terminal terá uma área de 2 milhões de metros quadrados. Com uma pista de 2.100 metros de extensão por 45 metros de largura, o aeroporto deve atender cerca de 1 milhão de passageiros por ano, podendo receber aviões de grande porte, com um pátio de aeronaves de 200 metros para estacionar, simultaneamente, até seis aviões tipo Boeing ou Airbus.

 

 

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Páscoa deverá acelerar recrutamento na hotelaria de acordo com a Eurofirms

O recrutamento no setor registou um aumento superior a 10% entre janeiro e fevereiro de 2025, de acordo com a Eurofirms, uma tendência ascendente “em linha com os dados do ano passado”. Por essa altura, cidades como Porto, Braga e Lisboa lideraram o crescimento na procura por mão-de-obra entre fevereiro e março, coincidindo com a época pascal.

De acordo com uma análise da Eurofirms – People First aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o recrutamento para o turismo e a hotelaria já entrou em linha ascendente, num ano em que se prevê um crescimento de 4% das pernoitas turísticas em Portugal, face às 80 milhões registadas em 2024.

Entre 14 e 20 de abril, a taxa de ocupação hoteleira poderá atingir os 82% em alguns municípios, como é o caso da região Norte, no Porto e em Braga; na Grande Lisboa, nomeadamente em Lisboa e Setúbal; no Algarve, em Faro; e na Madeira, no Funchal e em Santa Cruz.

“Procurando responder ao fluxo de 32 milhões de turistas – mais dois milhões do que em 2024 – que deverão passar por Portugal este ano, os setores da hotelaria e turismo lideram o aumento do número de contratações durante este período”, refere a Eurofirms em nota de imprensa.

A publicação de vagas para os serviços de limpeza e restauração, as funções de camareiro, cozinheiro e ajudante de cozinha ocupam o pódio. Destaque ainda para os perfis de atendimento ao público, nomeadamente rececionistas.

O recrutamento no setor registou um aumento superior a 10% entre janeiro e fevereiro de 2025, de acordo com a Eurofirms, uma tendência ascendente “em linha com os dados do ano passado”. Por essa altura, cidades como o Porto (+43%), Braga (+42%) e Lisboa (+23%) lideraram o crescimento na procura por mão-de-obra entre fevereiro e março, coincidindo com a época pascal.

Aumento de contratações nos transportes e logística acompanha crescimento na hotelaria

O setor dos transportes e logística tem registado uma tendência de crescimento no período que antecede o arranque da época alta e durante a Páscoa. É esperado este ano, dependendo da região e do seu atrativo turístico, um crescimento entre 10% e 15% nas contratações durante a Páscoa, acompanhando a maior movimentação de passageiros e mercadorias.

Os perfis mais procurados incluem operadores de armazém, operadores logísticos e técnicos de compras, para garantir a eficiência dos processos e operações. Em 2024, o setor da Logística e Transportes registou um aumento expressivo de contratações nas mesmas regiões onde a hotelaria mais cresceu, com destaque para Porto (+29%), Lisboa (+23%) e Braga (+18%).

João Lourenço, Business Leader da Eurofirms em Portugal destaca “a importância da adaptação das empresas para garantir uma resposta ágil à elevada procura, assegurando a qualidade dos serviços prestados durante a época alta”. O responsável alerta, ainda, para a necessidade de valorizar os candidatos e as suas competências, “num contexto socioeconómico em que a contratação de mão de obra sazonal apresenta desafios significativos”.

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KLM celebra 85 anos em Portugal com oferta a crescer 23% este verão

A KLM acaba de assinalar os 85 anos de operação em Portugal, enquanto anuncia que a sua operação no nosso país vai crescer 23% este verão face ao período homólogo. Este incremento acontece tanto na ligação entre o Porto e Amesterdão-Schiphol, que vai passar a incluir até quatro voos diários (em ambos os sentidos), como entre Lisboa e o hub da companhia nos Países Baixos. Sublinha-se ainda a introdução do novo A321neo nas rotas portuguesas.

“É com orgulho que celebramos os 85 anos de presença continuada em Portugal e que inclui, por exemplo, o nosso papel muito ativo na inauguração do aeroporto de Lisboa (Portela) em 1942, com a realização do voo inaugural de um dos primeiros DC-3 da KLM”, lembrou Laurent Perrier, diretor-geral da Air France-KLM para Portugal e Espanha.

O responsável destaca ainda a aproximação entre os mercados neerlandês e português que não tem parado de crescer desde então. Atualmente,disse, “a companhia propõe diversos voos diários de Lisboa e do Porto para Amesterdão e, juntamente com a sua parceira Air France, oferece uma rede de voos e conectividade para mais de 320 destinos em todo o mundo através dos respetivos hubs em Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol”.

A oferta da KLM em Portugal vai crescer 23% este verão face a período homólogo. Este aumento acontece tanto na ligação entre o Porto e Amesterdão-Schiphol, que vai passar a incluir até 4 voos diários (em ambos os sentidos), como entre Lisboa e o hub da companhia nos Países Baixos. Sublinha-se ainda a introdução do novo A321neo nas rotas portuguesas da companhia neerlandesa, um avião de última geração que permite uma redução de 15% nas emissões de CO2 por passageiro-quilómetro e de 50% no ruído.

Esta oferta é complementada pela da sua parceira Air France, que mantém os serviços de Lisboa e do Porto para o hub em Paris-Charles de Gaulle (CDG) e, à semelhança do verão passado, retoma o serviço Faro – Paris-CDG a 7 de junho próximo.

O grupo continua também a oferecer voos diretos em codeshare com o seu parceiro da joint venture transatântica, a Delta Air Lines, a partir de Lisboa para Nova Iorque-JFK e Boston.

Tudo começou a 2 de abril de 1940

A KLM voa para Portugal desde 2 de Abril de 1940, quando foi inaugurada a rota Amesterdão–Porto–Lisboa–Amesterdão, um marco relevante nas relações comerciais e culturais entre os dois países num período particularmente difícil na Europa.

Este primeiro voo foi efetuado num DC-2, o percursor do célebre Dakota da Douglas, e durou 8 horas entre Amesterdão e Espinho, onde fez escala antes de aterrar na Granja do Marquês (Aeródromo de Sintra).

Foi igualmente um DC-3 da KLM o primeiro avião a abrir o tráfego no Aeroporto da Portela, em Lisboa, a 15 de Outubro de 1942 – quando a frota da KLM operava a rota Bristol-Lisboa-Bristol, a única ligação aérea com Inglaterra na época.

Ao longo da sua história de mais de 105 anos, a KLM destaca o seu espírito empreendedor e a procura de inovação que desempenharam um papel pioneiro na indústria da aviação. Nomeadamente, a KLM selecionou o voo KL1713 entre o Porto e Amesterdão-Schiphol, operado a 7 de maio de 2022, para representar a companhia na edição inaugural do ‘Aviation Challenge’. Este desafio foi iniciado pela SkyTeam e desafia as companhias aéreas a conduzirem as suas operações da forma mais eficiente e com o menor impacto ambiental possível.

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CEAV Protour 2025 no Porto acentua relacionamento com a APAVT

Cerca de 100 agências de viagens no norte de Portugal reuniram com 35 expositores, desde seguradoras e redes hoteleiras até companhias aéreas e empresas de cruzeiros, além de destinos espanhóis e internacionais, no âmbito do CEAV Protour 2025, que acaba de fazer a sua estreia no Porto. Esta oportunidade permitiu-lhes criar contactos e promover novas oportunidades de negócio entre os dois países.

A Confederação Espanhola de Agências de Viagens (CEAV), com a colaboração da APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, reuniu cerca de 140 profissionais do turismo num workshop realizado esta quinta-feira no Porto.

Este evento, que visita Portugal pela terceira vez, mas pela primeira vez a cidade do Porto, é a sexta etapa do CEAV Profesional Tour 2025, uma iniciativa de workshops presenciais em Espanha e Portugal com agências de viagens, destinos e empresas do setor. O CEAV Protour percorreu já Valência e Múrcia e Vigo, devendo passar ainda, este ano, por Valladolid, Gran Canaria, Tenerife, Sevilha e Málaga.

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, que participou do evento, realçou que ambas as entidades trabalham “como irmãs” com o objetivo comum de “fortalecer o setor do turismo na Península Ibérica”.

Já Carlos Garrido, presidente do CEAV, destacou que este é o único workshop do tour que se realiza fora de Espanha, para realçar a ajuda prestada pela APAVT. “Trabalhando em conjunto, as associações podem trocar boas práticas, promover o turismo nos dois países e enfrentar desafios comuns, como a digitalização, a sustentabilidade e a conectividade”, realçou.

No workshop do Porto, foi destacado Marrocos, que continua a ser o destino do ano com o CEAV, e a incorporação da Alemanha e da Andaluzia como destinos Premium europeu e nacional. Da mesma forma, a Air Canada anunciou o lançamento, a partir de 5 de junho, de uma nova rota entre o Porto e Montreal. Os voos desta nova rota sazonal de verão funcionarão três vezes por semana, com partida do Porto todas as terças, quintas e domingos à tarde, e chegada ao Quebec em pouco mais de sete horas.  No regresso, os voos partirão de Montreal todas as segundas, quartas e sábados à noite, chegando ao Porto na manhã seguinte.

A Rota dos Vinhos das Rías Baixas também viajou até ao Porto, onde as adegas Mar de Frades, Gil Armada, Martín Códax, Pazo de Rubianes e Vionta puderam conhecer fornecedores turísticos e agências de viagens portuguesas a quem apresentaram os seus produtos e serviços de enoturismo como parceiros da rota dos vinhos.

Outra novidade do roadshow deste ano é a incorporação de inteligência artificial através de vídeos imersivos inovadores. Esta experiência permite que os participantes se sintam como se estivessem num aeroporto, preparando-se para embarcar num voo. Com esta tecnologia de ponta, o objetivo é oferecer uma simulação realista que conecte os participantes ao mundo do turismo de uma forma completamente nova.

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Euroairlines assina acordo de interline com Azores Airlines

Para a distribuição global das suas rotas, a companhia aérea espanhola Euroairlines acaba de celebrar um acordo de emissão de bilhetes interline com a Azores Airlines.

Ao abrigo deste acordo, a Azores Airlines, que voa para 25 destinos nacionais e internacionais, terá acesso ao ecossistema de agências de viagens, OTA, agregadores e consolidadores em mais de 60 países onde a Euroairlines está presente, através da placa IATA Q4-291 da Euroairlines.

Refira-se que, atualmente, a Azores Airlines conecta o arquipélago dos Açores a oito países da África, Europa e América do Norte. Especificamente, a companhia aérea voa para cidades como Milão, Paris, Nova Iorque, Boston e Toronto, entre outras, com uma frota que inclui aviões Airbus A320ceo, A320neo, Airbus A321neo e Airbus A321LR, equipados com assentos de classe executiva e económica.

“A Azores Airlines consolidou-se como uma companhia aérea de referência na região do Atlântico Norte, e a Euroairlines fornecerá canais adicionais de distribuição para reforçar ainda mais esse posicionamento”, afirma Antonio López-Lázaro, CEO do Grupo Euroairlines.

Já Sandro Raposo, Chief Commercial Officer do Grupo SATA, sublinha que esta aliança reforçada com a Euroairlines ampliará as capacidades de distribuição da Azores Airlines, “permitindo-nos aceder a mercados e clientes que antes eram inalcançáveis”, para avançar que “prevemos que essa maior visibilidade da oferta da nossa companhia aérea, que inclui voos diretos das principais cidades europeias para os Açores e conexões convenientes para a América do Norte, impulsionará um crescimento maior no número de passageiros”.

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28ª edição da Intur de 13 a 16 de novembro em Valladolid

A Feira Internacional de Turismo de Interior (Intur) regressa a Valladolid na sua 28ª edição, de 13 a 16 de novembro, e terá Leiria como destino convidado.

A 28ª edição da Intur abrirá as portas no dia 13 de novembro de 2025, com a celebração de Intur Negócios, uma jornada de trabalho dirigida aos profissionais dos diferentes segmentos de atividade que compõem o turismo de interior.

Agências de viagens, alojamento, empresas de transporte, destinos, locais de eventos e serviços para a indústria turística são alguns dos perfis que participam na Intur Negócios.

O núcleo em torno do qual se estruturam os conteúdos desta primeira jornada é o mercado contratante, onde no ano passado se realizaram 12.600 encontros entre a oferta e a procura, representados por profissionais de países como a Alemanha, Bélgica, China, Canadá, Itália, Estados Unidos, Polónia, Portugal e a cidade de Hong Kong.

A Intur Negócios oferece ainda uma área de exposição comercial e um programa de palestras formativas que abordam temas relacionados com o desenvolvimento e os desafios do turismo de interior.

De sexta-feira, 14, a domingo, 16 de novembro, a Intur Viajeros reunirá centenas de destinos com propostas de natureza, cultura e gastronomia e vinhos, três referências que dão uma ideia geral do turismo de interior, para além de áreas como o turismo religioso, industrial, de aventura, musical, literário ou desportivo.

A importante participação portuguesa na Intur será reforçada este ano com a escolha de Leiria como destino convidado, onde o viajante encontrará propostas culturais, arquitetónicas, gastronómicas, desportivas, académicas e musicais, não sendo em vão que é reconhecida pela Unesco como Cidade Criativa da Música.

 

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Majestic Princess apresenta-se com novos e renovados espaços

Após duas semanas em doca seca em Palermo, Itália, o Majestic Princess apresenta-se com novos espaços, áreas renovadas e elegantes melhorias, pronto para a sua temporada de 2025 no Mediterrâneo.

O renovado Majestic Princess oferece aos passageiros uma experiência gastronómica excecional. Entre as novidades destacadas encontram-se o popular O’Malley’s Irish Pub, Sabatini’s Italian Trattoria, Alfredo’s Slice, Salty Dog Café, Ocean Terrace Sushi Bar, Bellini’s, novas lojas e mais entretenimento.

Com capacidade para 3.560 passageiros e um peso de 143.700 toneladas, o Majestic Princess oferece férias premium com a premiada experiência Princess MedallionClass, que garante um serviço e uma personalização excecionais. Além disso, as reservas podem usufruir de pacotes exclusivos como o Princess Plus e o Princess Premier, que incluem Wi-Fi, bebidas, gelados premium, aulas de fitness, gratificações para a tripulação e muito mais, com uma poupança de até 65% em comparação com a compra desses serviços separadamente.

Refira-se que, após a temporada de cruzeiros pelo Mediterrâneo de abril a julho, o Majestic Princess rumará para o Canadá e Nova Inglaterra em agosto e setembro, antes de viajar para as Caraíbas de outubro a dezembro para encerrar o ano.

 

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Enoturismo

Wine Workshop Experience tem 1ª edição dia 16 de abril no Palácio Chiado

O Palácio Chiado, em Lisbia, acrescenta um novo capítulo à sua longa história: no dia 16 de abril, lança a primeira edição do Wine Workshop Experience, um ciclo exclusivo de workshops temáticos sobre enologia, com sessões previstas para abril, junho e outubro, que têm como objetivo proporcionar uma experiência imersiva no universo dos vinhos portugueses.

Com o tema “Vinhos de Influência Atlântica”, este workshop será realizado em parceria com os Vinhos Infinitude da Quinta da Azenha (Sintra) e a cooperativa Ilha do Pico Coop, a maior e mais antiga produtora de vinhos nos Açores. O objetivo é oferecer aos participantes uma viagem sensorial pelas melhores castas de vinhos e evidenciar a influência do oceano Atlântico nos seus aromas e sabores.

Os especialistas convidados para esta sessão serão Paulo Antunes, Brand Manager dos Vinhos Infinitude (Sintra), e Luis Mota Veiga, Brand Manager dos Vinhos da Pico Wines (Açores), que irão guiar os participantes na descoberta das especificidades destas duas regiões vinícolas de forte influência atlântica, ao mesmo tempo que partilham histórias e curiosidades sobre o perfil de cada um dos vinhos presentes.

Durante a sessão, a decorrer no bar Sabinas (1º piso), serão apresentados e degustados seis vinhos (três de cada região), acompanhados de uma surpresa especial para todos os participantes.

Num tom informal e com início pelas 17h00, o workshop terá a duração de cerca de duas horas e está limitado a um máximo de 20 participantes, com um mínimo obrigatório de 10 inscritos.

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Governo de Cabo Verde de olhos postos no desenvolvimento turístico de Santo Antão

Em declarações à Inforpress, após a sua primeira visita a Santo Antão desde que assumiu o cargo, o ministro realçou o “grande potencial” da ilha como destino turístico, reforçando que […]

Em declarações à Inforpress, após a sua primeira visita a Santo Antão desde que assumiu o cargo, o ministro realçou o “grande potencial” da ilha como destino turístico, reforçando que “estamos a criar um ambiente propício para que o turismo contribua para o desenvolvimento económico, social e ambiental de Santo Antão. O objetivo é garantir um turismo sustentável, que beneficie tanto os empresários locais quanto os habitantes da ilha”, afirmou.

O ministro observou que Santo Antão é o destino “mais atrativo e impressionante” para o turismo de caminhadas em Cabo Verde, com potencial para impulsionar a economia local e aumentar os gastos dos turistas, tendo anunciado que, “o Governo, com o apoio financeiro do Banco Mundial, através do projeto Turismo Resiliente e Economia Azul, mas também do Fundo do Turismo, já começou a tomar medidas concretas que têm vindo a resultar na estruturação e em investimentos no segmento de mercado de caminhadas”.

O titular da área do turismo avançou que têm vindo a ser realizadas intervenções concretas em termos de turismo de caminhada e de requalificação das vilas rurais, sendo um exemplo a ser explorado a nível das outras vilas do país.

Para impulsionar ainda mais este segmento do turismo, José Luís Sá Nogueira revelou que uma equipa técnica especializada está, neste momento, a trabalhar no sentido de propor regulamentos, normas, planos de capacitação, modelos de governança das trilhas turísticas, plano de marketing e, sobretudo, identificar oportunidades de negócios com impacto positivo na geração de rendimentos para as comunidades locais, com vista a assegurar que o turismo de caminhada seja sustentável, tanto ambiental como economicamente e socialmente, válidos também para o turismo de montanha e de natureza.

Refira-se que, recentemente, a Câmara Municipal do Porto Novo anunciou a implementação de um projeto de reabilitação das trilhas turísticas e de construção de novos miradouros com o financiamento do Fundo do Turismo.

“Santo Antão tem uma característica extremamente importante, que é o facto de ter ao lado São Vicente, e as duas ilhas podem constituir um produto turístico por excelência. Portanto, vamos tirar vantagem disso e impulsionar o desenvolvimento de Santo Antão enquanto um destino turístico que queremos colocar no mapa da promoção turística”, exortou o ministro.

Mais de 300km de trilhas

Entretanto, o vice-presidente da Adventry Travel Trade Association (ATTA), Gustavo Timo, afirmou que Santo Antão tem potencial para alcançar novos patamares no turismo mundial, com a implementação do projeto de governança dos caminhos pedestres.

“Santo Antão já se destaca em Cabo Verde pelo conjunto de mais de 300 quilómetros de trilhas que já foram reconhecidas. O visual, a beleza cênica, o povo, a gastronomia, todo o conjunto que Santo Antão oferece é muito único, é muito autêntico e tem capacidade para atrair turistas de todo o mundo”, realçou o consultor internacional em declarações aos jornalistas locais.

“Vamos trabalhar na promoção da regulamentação e da portaria, na implementação de normas técnicas e no desenvolvimento de um modelo de governança, gestão e arrecadação para as trilhas e os caminhos vicinais”, destacou, para apontar que a ideia é que o sistema de trilhas, todo este património, que é um ativo de Santo Antão, se transforme num produto turístico que atraia mais turistas estrangeiros, trazendo recursos, gerando emprego e ativando negócios em torno deste segmento.

 

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Algarve dá a conhecer as linhas de financiamento e Programa Empresas Turismo 360º

O Turismo do Algarve vai levar a cabo duas sessões de esclarecimento sobre “Impulsionar o Turismo: Linhas de Financiamento e Programa Empresas Turismo 360º”, no próximo dia 9 de abril, às 10h30, no Museu de Portimão, e às 15h30, na Biblioteca Municipal de Tavira.

Durante estas sessões serão apresentadas as principais linhas de financiamento atualmente disponíveis para o setor do turismo, bem como o Programa Empresas Turismo 360º, que visa promover a integração de boas práticas de sustentabilidade e inovação na gestão empresarial.

Estas sessões visam aproximar empresários e entidades responsáveis, promovendo um espaço de diálogo aberto para o esclarecimento de dúvidas, partilha de desafios e debate de oportunidades. Serão momentos-chave para quem pretende maximizar apoios disponíveis e reforçar a competitividade com base na sustentabilidade, refere a nota de imprensa.

Sessão em Portimão – inscreva-se AQUI

Sessão em Tavira – inscreva-se AQUI

 

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