Ryanair planeia investir 3MM$ para reconstruir aviação na Ucrânia no pós-guerra
A Ryanair participou, esta quinta-feira, 20 de julho, numa “importante reunião em Kiev”, onde deu a conhecer os seus planos para investir na Ucrânia no pós-guerra, entre os quais se encontra o investimento de três mil milhões de dólares na reconstrução do setor da aviação e a colocação de até 30 aviões no país.

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A Ryanair revelou esta quinta-feira, 20 de julho, os seus planos para investir na Ucrânia no pós-guerra, entre os quais se encontra o investimento de três mil milhões de dólares na reconstrução do setor da aviação e a colocação de até 30 aviões no país.
Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de baixo custo irlandesa explica que participou, esta quinta-feira, numa “importante reunião em Kiev”, capital da Ucrânia, na qual marcou o vice-primeiro ministro para a Restauração da Ucrânia e Ministro das Infra-estruturas, Oleksandr Kubrakov, durante a qual a Ryanair apresentou os seus planos para o país no pós-guerra.
A Ryanair garante que está pronta a investir três mil milhões de dólares para reconstruir o setor da aviação no país, o que poderá acontecer assim que a “EASA declarar que voar de/para a Ucrânia é novamente seguro”.
Além de Oleksandr Kubrakov, a Ryanair esteve também reunida, em Kiev, com os representantes dos principais aeroportos da Ucrânia, a exemplo de Kiev, Lviv e Odesa, numa reunião que teve lugar no Aeroporto Internacional de Boryspil, a convite de Oleksiy Dubrevskyy, CEO do Aeroporto Internacional de Boryspil.
“Durante a visita, a direção da Ryanair e o aeroporto examinaram o estado dos terminais do aeroporto, as áreas de recolha de bagagem, de check-in e embarque de passageiros, os pontos de controlo e as placas de estacionamento, onde puderam constatar o excelente estado das infra-estruturas aeroportuárias e a sua prontidão operacional para retomar os voos quando for seguro fazê-lo”, acrescenta a companhia aérea.
Durante esta reunião, a Ryanair mostrou-se pronta a voltar a voar para Ucrânia, assim que a guerra terminar, o que poderia acontecer apenas oito semanas após a reabertura do espaço aéreo ucraniano.
“Serão operados 600 voos semanais por aviões da Ryanair a partir dos principais aeroportos de Kyiv, Lviv e Odesa, ligando estas cidades a mais de 20 capitais da UE. Além disso, a Ryanair planeia abrir voos domésticos diários entre Kiev, Lviv e Odesa, logo que estes aeroportos estejam em condições de os receber”, garante a transportadora, que planeia ainda oferecer, nos primeiros 12 meses do pós-guerra, mais de cinco milhões de lugares de/para e dentro da Ucrânia, número que poderá aumentar para mais de 10 milhões de lugares num período de cinco anos.
Quando a guerra terminar, a companhia aérea pretende instalar até 30 novos aviões Boeing 737 MAX no valor de mais de três mil milhões de dólares nos três principais aeroportos da Ucrânia, de forma a dar “aos cidadãos e visitantes ucranianos acesso às tarifas aéreas mais baixas da Europa, à medida que a Ucrânia reconstrói a sua economia num ambiente pós-invasão”.
“A Ryanair era a segunda maior companhia aérea da Ucrânia antes da invasão ilegal russa em fevereiro de 2022. Assim que os céus da Ucrânia forem reabertos à aviação comercial, a Ryanair vai regressar à Ucrânia, ligando os principais aeroportos ucranianos a mais de 20 capitais da UE, e estamos a trabalhar em estreita colaboração com o Governo ucraniano para reconstruir a aviação, a indústria e a economia da Ucrânia”, garante Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair.
Satisfeito com a reunião com a Ryanair ficou também o vice-primeiro ministro para a Restauração da Ucrânia e ministro das Infra-estruturas, que sublinha que esta visita representa “um sinal forte de que a maior companhia aérea da Europa vê um enorme potencial no mercado de transporte aéreo ucraniano”.
“Estamos prontos para passar do planeamento estratégico a acções operacionais específicas quando o espaço aéreo estiver aberto e seguro para a aviação civil. Estou firmemente convencido de que o aeroporto de Boryspil continuará a ser a principal porta de entrada para o regresso dos nossos cidadãos à Ucrânia e continuará a desempenhar um papel de liderança na recuperação da economia ucraniana”, acrescentou Oleksandr Kubrakov.