AHRESP quer revisão dos critérios de acesso à Linha de Apoio à Tesouraria do IAPMEI
A AHRESP quer que a condição que impede o acesso à Linha de Apoio à Tesouraria para Micro e Pequenas Empresas do IAPMEI pelas empresas que beneficiaram de linhas de crédito COVID-19 seja excluída.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) considera que a condição que impede o acesso à Linha de Apoio à Tesouraria para Micro e Pequenas Empresas do IAPMEI das empresas que beneficiaram de linhas de crédito COVID-19 com garantia pública deve ser excluída, uma vez que esta é “uma condição que irá quase automaticamente excluir todas as empresas do setor do turismo”.
Num comunicado enviado à imprensa, a associação defende que esta condição “deve ser eliminada”, uma vez que, após um ano e meio de pandemia, “que provocou fortes dificuldades na tesouraria, como resultado de vários meses de faturação a zeros, a maioria das empresas viu-se forçada a recorrer a crédito para cumprir as suas obrigações financeiras, pelo que esta condição imposta pela nova linha do IAPMEI não se coaduna com a atual realidade empresarial”.
“Complementarmente, o recurso a esta linha de apoio obriga os beneficiários a prestar uma declaração onde apresentem valores estimados de volume de negócios para os exercícios de 2022 e 2023 superiores, em cada ano, aos valores obtidos em 2019 (ou em 2020, no caso de empresas com início de atividade após 1 de janeiro de 2020). Embora este seja, efetivamente, o cenário ambicionado por todos, esta é uma condição que irá quase automaticamente excluir todas as empresas do setor do turismo”, considera a associação, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 20 de setembro.
Para a AHRESP, é “absolutamente fundamental que esta condição seja retirada com a máxima urgência possível, sob risco de ser discriminatória para um dos principais setores de atividade económica”, que, lembra a associação, segundo o plano Reativar Turismo | Construir Futuro, apresentado pelo Governo no final de maio, deve alcançar, este ano, receitas turísticas de apenas 50% dos valores registados em 2019 e que, “em 2022, manter-se-ão ainda abaixo dos números pré-pandemia”.