ANT rejeita taxa turística de Lisboa
Pedro Machado, presidente da ANT, refere que “é importante equacionar os prós e os contras da aplicação deste tipo de medidas.”

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A Associação Nacional do Turismo (ANT) rejeita “peremptoriamente” a aplicação da Taxa Municipal Turística pela Câmara Municipal de Lisboa, anunciada esta semana, e que prevê a criação de mais duas taxas no sector do turismo, uma referente às dormidas e outra sobre os desembarques no Aeroporto de Lisboa e no Porto de Lisboa.
Em comunicado, Pedro Machado, presidente da ANT, refere que “é importante equacionar os prós e os contras da aplicação deste tipo de medidas. Se por um lado, a expectativa de receitas arrecadadas pode ser aliciante, há que considerar o seu efeito a curto, médio e longo prazo no sector do turismo e nos agentes económicos”.
A associação realça que “para manter os índices de competitividade, serão os agentes privados do sector que procurarão internalizar o custo, com prejuízo da sua margem de lucro, já tão sacrificada”.
Pedro Machado relembra que o turismo é “estratégico para a economia nacional, não só pela contribuição relevante em termos de Produto Interno Bruto (cerca de 10%), mas também por se apresentar como um dos sectores que mais contribui para as exportações (cerca de 14%) e para a Balança Comercial Portuguesa, sendo o maior exportador de serviços (cerca de 46% das exportações de serviços)”.
A ANT espera que à semelhança de outros municípios que optaram pela não aplicação ou abolição da taxa municipal turística, que o município de Lisboa repondere as suas intenções e não avance com esta medida.