Inspira Santa Marta cresce 25% em receitas
O quatro estrelas comemora o seu 4º aniversário com um crescimento de 25%, que se reflecte na taxa de ocupação média de 70% e num preço médio acima dos 100 euros. Nicolas Roucos, director-geral do quatro estrelas, afirma que estes resultados têm na “diferenciação” a sua medida.

Raquel Relvas Neto
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Aberto desde 2010, o Inspira Santa Marta Hotel, em Lisboa, atinge no seu quarto ano de operação a sua velocidade de cruzeiro com um crescimento na ordem dos 25% em receitas.
Nicolas Roucos, director-geral do quatro estrelas, revela ao Publituris, que a razão do sucesso que a unidade tem alcançado “não se mede apenas pela sorte ou pela localização. Antigamente se calhar funcionava, hoje em dia, temos que ter algo de diferente e a nossa diferenciação é a medida”.
Do ponto de vista financeiro, o responsável realça que um hotel precisa de três anos para consolidar-se tanto ao nível de preço médio como de taxas de ocupação, “estamos no quarto ano com o projecto consolidado. Temos ocupações que ultrapassam os 70% e um preço médio que ultrapassa os 100 euros, o que muitos hotéis de cinco estrelas gostariam de ter. É o nosso posicionamento, onde nos sentimos confortáveis”. Entre 2013 e 2014, o Inspira Santa Marta regista um crescimento na ordem dos 25% em receitas, um valor que o responsável espera manter até ao final do ano. “São óptimos resultados e prova que este projecto está a consolidar-se”.
O director-geral justifica estes resultados com o conceito e o posicionamento do hotel, revelando que “42% dos nossos clientes voltam por causa do nosso conceito, outros 42% voltam pelo serviço e o resto pela localização da unidade”. Nicolas Roucos refere que “uma parte dos clientes frequentam este tipo de hotel por partilhar as mesmas preocupações do que eles, uma unidade que está preocupada com o ambiente e com as dificuldades sociais e que pelo seu trabalho em empenho é apelativo para estas pessoas. Depois temos aqueles que não estão à espera disto, que chegam ao hotel através de outras centrais e chegam aqui e são surpreendidos pelo conceito, mas também pela qualidade de serviço”.
Entre os principais mercados do quatro estrelas, encontra-se o mercado francês, que obrigou a unidade a adaptar-se a este mercado, sendo que a maior parte dos seus funcionários falam francês. Segue-se o mercado do Reino Unido e Alemanha, em quarto lugar os Estados Unidos da América, “é muito forte, representa quase 10% dos nossos clientes”; e o mercado brasileiro; holandês; belga; e espanhol.
Com a velocidade de cruzeiro da unidade alcançada e o projecto consolidado, questionámos o responsável sobre a expansão para novas unidades hoteleiras. Nicolas Roucos afirmou que, “à semelhança de outros operadores hoteleiros, estamos atentos às oportunidades que possam surgir”, sobretudo em Lisboa. Para o responsável, “Lisboa tem uma possibilidade de retorno do investimento muito mais interessante do que outras cidades”.