Discussão pública sobre o PENT chegou ao fim
Depois de 20 dias, chegou ao fim a fase de discussão pública sobre o Plano Estratégico Nacional do Turismo.

Tiago da Cunha Esteves
SET destaca a importância de “distribuir os eventos por todo o território”
“Este é um setor de soluções e não de problemas”, assume presidente da APECATE
Soltour reforça operação para a Tunísia com voos de Lisboa e do Porto
4º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal reúne 170 participantes em Odemira
GEA faz balanço positivo das suas reuniões regionais
Mercado das Viagens promove ciclo de formações
2024 regista novo recorde nas reservas no AL
Procura por alojamento na Páscoa em Portugal cresce 22,1% com tarifa média diária a subir 13,7%
Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP
90% dos gestores de viagens empresariais já utilizam IA, mas “muitos continuam a enfrentar obstáculos”
A fase de discussão pública sobre a revisão do Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) no horizonte 2015 terminou esta quinta-feira.
Depois de o Governo ter aprovado em Conselho de Ministro as linhas gerais do documento, no passado dia 10, sucederam-se 20 dias ao longo dos quais o Turismo de Portugal recolheu contributos por parte dos interessados em participar.
A Publituris tentou apurar junto do Turismo de Portugal como decorreu esta fase de discussão pública, mas até ao momento ainda não foi possível obter qualquer resposta.
Recentemente, na Assembleia da República, em Plenário, a secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, disse que poderão haver alterações às linhas gerais do documento, no âmbito do processo de discussão pública.
Antes, na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, a governante lembrou que o novo PENT vai ter “mecanismos de controlo” e essa foi “a grande preocupação” do actual Governo. “Se houver novo desvio de objectivos, existirão mecanismos que permitirão perceber o que está a correr mal”, como um Comité Directivo.
Perante os deputados, Cecília Meireles voltou a lembrar os “objectivos irrealistas” anteriormente estabelecidos pelo Governo socialista e garantiu que isso não voltará a acontecer. “Não quero criar expectativas erradas no mercado com metas irrealistas”, afirmou.
O documento aprovado em Conselho de Ministros está disponível aqui.